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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Tour pela (incrível) história da aviação

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SÃO PAULO -- LAZER & ENTRETENIMENTO


Museu TAM tem 76 aviões em exposição. Veja nosso passeio com o presidente



EDISON VEIGA - O Estado de S.Paulo

$|||*.--.*|||$ Fica em São Carlos, no interior de São Paulo, o maior orgulho do aviador João Amaro, de 66 anos, irmão do ex-presidente e fundador da TAM, Rolim Amaro (1942-2001).


Com 96 aeronaves antigas no acervo - 76 em exposição -, o Museu TAM já atraiu 165 mil visitantes desde que foi aberto ao público, em 2006.

João Amaro apresenta as aeronaves em exposição - Tiago Queiroz/AE
Tiago Queiroz/AE
João Amaro apresenta as aeronaves em exposição


A coleção começou a ser montada pelos irmãos Amaro em 1993. "E mais do que guardar e expor, quero manter esses aviões em condições de funcionamento. Trinta e quatro deles estão em plenas condições de voo", afirma Amaro, que é presidente do museu. "Este avião, por exemplo (aponta para o Curtiss-Robin C2, de 1928, cujos três assentos em seu interior são de vime), é o mais velho em condições de voo que existe no Brasil. Pelo menos uma vez por ano, eu dou uma voltinha nele."



O museu conta toda a história da aviação. Além das aeronaves originais, expõe miniaturas de peças históricas e objetos como vestuários antigos de aeromoças e uniformes de pilotos. Também há réplicas, em tamanho real, do 14 Bis de Santos Dumont e do São Paulo - com o qual o aviador e inventor Dimitri Sensaud de Lavaud, em janeiro de 1910, executou o primeiro voo da América do Sul.



Como o galpão fica do lado do Centro de Manutenção Pesada da companhia, que executa serviços tanto em aviões da TAM quanto de outras empresas, é possível ver, por meio de uma parede de vidro, os operários em ação.



Boa parte da coleção foi conseguida graças a doações de parceiros comerciais da TAM - empresas fabricantes de motores, por exemplo. "Mas a Força Aérea Brasileira também nos repassou muitas aeronaves. É a nossa principal benemérita", reconhece Amaro. Outras aeronaves foram resultado de verdadeiras expedições dele atrás das peças.



"Uma vez, no Rio Grande dos Sul, troquei minha moto Harley Davidson por um aviãozinho", recorda-se. Amaro guiou o Estado por um detalhado tour em seu museu. Veja alguns destaques nesta página.
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Veja o que mudou na tecnologia dos brinquedos desde a década de 1960

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Dia das Crianças - 12 \ 10 \ 2011

Novas técnicas e materiais permitiram dar mais funções aos brinquedos.
Confira a evolução de bonecas, bolas, carrinhos e outros presentes.



Amanda Demetrio Do G1, em São Paulo

#\0/.\O/.\0/#  surgimento de novas técnicas e materiais permitiu que os brinquedos das crianças ganhassem novas funções e formatos da década de 1960 --quando o Dia das Crianças foi criado-- para cá.


O G1 selecionou cinco brinquedos que fazem sucesso com as crianças até hoje, mas já existiam na década de 1960: a boneca, a bola, os bichos de pelúcia, os autoramas e carrinhos e os blocos de montar.


O texto foi feito com a ajuda de Tatiana de Azevedo Camargo, do Museu dos Brinquedos de Belo Horizonte, e de Robério Esteves, diretor de Operações da M.Cassab, distribuidora oficial de Lego no Brasil.
Boneca - evolução dos brinquedos no Dia das Crianças (Foto: Editoria de Arte/G1)
Fabricação e materiais
Na década de 1950, o plástico foi introduzido ao processo de modulação rotacional e um dos primeiros usos foi para fazer a cabeça de bonecas. Entre 1940 e 1950, surgiram novos materiais como o PVC e o plástico na fabricação das bonecas, que permitiam pintar o tom da pele e desenhar traços mais nítidos das bonecas.


Agora, as cabeças e membros são fabricadas por meio de rotomoldagem, um processo de moldagem para plásticos. A maior parte das bonecas produzidas em grande escala hoje em dia são feitas de vinil.


Variedade
A virada da metade do século XX marcou a história das bonecas com o surgimento da Barbie, lançada nos Estados Unidos em fevereiro de 1959. Até então, elas tinham feições infantis, mas a Barbie trouxe rosto e corpo de mulher ao brinquedo. Em 1962, foi lançada no Brasil a Susi, uma boneca com o corpo mais parecido com o da mulher brasileira. Somente a Barbie teve 14 modelos diferentes lançados entre 1959 e 1967.


Décadas depois, a Barbie já teve mais de 125 edições de carreiras diferentes e serviu de inspiração para 146 designers de moda. Em 2007, a Mattel lançou uma Barbie com um tocador de MP3 removível, seguindo a popularidade do iPod Shuffle. A empresa também criou o mundo virtual barbiegirls.com, para jovens garotas.


Mercado
De acordo com a Mattel, foram mais de 300 mil Barbies vendidas apenas em 1959. Agora, a linha é vendida em mais de 150 países –mais de 1 bilhão de bonecas do tipo foram vendias em todo o mundo. A Barbie enfrenta a concorrência de bonecas como a Susi (Estrela), as princesas da Disney (feitas pela própria Mattel) e as Bratz (MGA Entertainment Inc).
Bola - evolução dos brinquedos no Dia das Crianças (Foto: Editoria de Arte/G1)
Fabricação e materiais
A bola usada na Copa do Mundo de 1958 era de couro e suas partes eram costuradas com a ajuda de cordões. Sob água, a bola ficava encharcada e mais pesada. Nos anos 1960 e 1970, elas começaram a ser impermeabilizadas.


Nos anos 1980, começaram a ser usados materiais sintéticos na fabricação das bolas. Nos anos 1990, já eram usados polímeros, deixando-as mais leves. As bolas mais modernas são feitas com revestimento de poliuretano sob dez camadas de poliestireno. As novas tecnologias permitem que os gomos da bola sejam unidos por ligação térmica, no lugar das costuras. (Veja como foi feita a bola usada na Copa de 2010)


Variedade
Nas décadas de 1950 e 1960 o couro ganhou popularidade diante da borracha, pela capacidade de manter melhor o seu formato.


Atualmente, além da evolução dos materiais sintéticos, as bolas incorporaram outras técnicas. Em 2006, por exemplo, a Fifa demonstrou uma bola de futebol com um chip incorporado, fabricada pela Adidas. A tecnologia permite que a bola envie um sinal de rádio após cruzar a linha do gol.

Mercado

Antes, a fabricação era praticamente artesanal: a Sherrin Kangaroo Brand, que fabrica bolas de futebol americano, fabricava de 600 a 800 bolas de couro por ano na década de 1960. Agora, o mercado está inundado por opções de marca de bola. No Brasil, por exemplo, são vendidas bolas de futebol de empresas como Penalty, Adidas, Puma, Topper e Nike.


Pelúcia- evolução dos brinquedos no Dia das Crianças (Foto: Editoria de Arte/G1)
Fabricação e materiais
Os ursos de pelúcia eram feitos de almofadas sintéticas e olhos de plástico entre as décadas de 1950 e 1960. Os membros eram conectados ao corpo por hastes de metal e as articulações eram feitas de discos de madeira para permitir movimentos.


Com a evoução dos processos de fabricação, tornaram-se populares pelúcias feitas com fibras pelo efeito semelhante ao da pele dos ursos. São, em sua maioria, materiais sintéticos ou combinações de fibras. Um dos meios de produção citados pelo site MadeHow inclui o corte de padrões e o uso de trabalhadores em máquinas de costura.


Variedade


Inicialmente, a maioria dos bichos imitava animais, como os ursos. Agora, ganharam várias formas, como dinossauros, monstros e personagens de franquias de animação como a “Toy Story”. Existem também os que reagem aos estímulos de seus donos, como o cachorro Spock, da Candide, que interpreta as frases ditas pelas crianças e emite sons de resposta.

Mercado

As vendas de brinquedos tradicionais no Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Espanha cresceram 3,5% em 2010, segundo estudo do NPD Group EuroToys. A análise mostra que as vendas foram puxadas por bichos de pelúcia e blocos de montar.


Carrinho - evolução dos brinquedos no Dia das Crianças (Foto: Editoria de Arte/G1)
Fabricação e materiais


As peças eram feitas de plástico. Nos Estados Unidos, uma das empresas responsáveis pela criação dos carrinhos era a Aurora Plastics Corporation, que usava o processo de moldagem por injeção para fazer os carrinhos.


Na linha Hot Wheels, um sistema automatizado reproduz o carro em uma escala de 1:64, a partir de modelos feitos pela empresa. Para a fabricação do carro, é utilizada uma combinação de zinco e alumínio.


Variedade


Em 1968, a Mattel criou a linha Hot Wheels, inicialmente desenhada para funcionar em um conjunto de faixas, como um autorama mesmo. O principal concorrente da Mattel era a Matchbox na época. Agora, existem réplicas de diversos carros, incluindo os usados em corridas como a Fórmula 1.

Mercados


Entre 1959 e 1963, a Aurora produziu 1 milhão e meio de carrinhos. Hoje, estima-se que a linha Hot Wheels, da Mattel, gere US$ 4,8 bilhões todos os anos.
Blocos de montar - evolução dos brinquedos no Dia das Crianças (Foto: Editoria de Arte/G1)
 
Fabricação e materiais
As peças eram feitas por processo de injeção de plástico, em máquinas automatizadas. Uma pessoa comandava duas máquinas na linha de produção, segundo Robério Esteves, diretor de operações da M.Cassab, a distribuidora do Lego no Brasil. O material usado para a fabricação dos blocos é o plástico ABS, que, segundo Esteves, garante mais precisão no encaixe das peças de Lego. “Qualquer peça produzida hoje pela Lego pode ser encaixada em qualquer uma produzida na década de 1960”, conta Esteves.


Agora, o processo está totalmente robotizado, com a produção de 68 mil peças de montar por minuto, e ocorre em quatro fábricas localizadas na Dinamarca, na República Checa, na Hungria e no México. Os blocos ainda são feitos com o plástico ABS.


Variedade
A empresa produzia somente os blocos de montar, as peças básicas em foram de tijolinhos que conhecemos hoje em dia. Eram poucos os elementos diferenciados, como portas, janelas e rodas.


Com os anos, a empresa deixou de produzir apenas os blocos de montar para criar elementos curvos, engrenagens e minifiguras, como os bonequinhos Lego. Hoje, são mais de 4 mil tipos de peça em 58 diferentes cores. Além disso, os blocos ganharam funções extra como motores, sensores de luz e tecnologia Bluetooth para conexão sem fio com aparelhos eletrônicos


Mercado
Em meados da década de 1960, a distribuição da Lego chegava a 42 países. Agora, são 140 países.
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Marcha contra a corrupção acontece nesta quarta-feira em 25 cidades

Manifestação

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Plantão | Publicada em 12/10/2011 às 09h12m
Juliana Castro (juliana.azevedo@oglobo.com.br)


Imagem da Marcha contra a Corrupção, em Brasília, no Sete de Setembro - Foto de Givaldo Barbosa

[#-|:|-|:|-#] RIO - Contra o voto secreto e a favor da Lei da Ficha Limpa. Essas são as principais bandeiras do movimento contra a corrupção que volta às ruas do país nesta quarta-feira. Com a adesão da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), mais um lema foi incorporado ao movimento: a defesa dos poderes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para fiscalizar e punir os magistrados. A expectativa é reunir 70 mil pessoas em Brasília, no Rio, em São Paulo e Salvador. No total, os protestos vão se estender por 25 cidades, em 18 estados, superando a barreira dos 25 mil manifestantes, que foram às ruas no Sete de Setembro .


Com três cidades, São Paulo e Santa Catarina são os estados que terão o maior número de protestos. No Rio, onde o ato está marcado para 13h, no posto 4, da Praia de Copacabana, 11 voluntários da ONG Rio de Paz estarão vestidos com togas, para pedir aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que não reduzam os poderes do Conselho, como quer a Associação de Magistrados Brasileiros (AMB) na ação a ser julgada nos próximos dias. Para o presidente da ONG, Antonio Carlos Costa, o Poder Judiciário é um dos que mais podem contribuir para acabar com a corrupção no país:
- O Judiciário pode dar liberdade para o CNJ julgar os juízes com má conduta. Além disso, também pode determinar a validade da Lei da Ficha Limpa para as eleições de 2012.


Aos moradores de Copacabana, os organizadores têm um pedido especial: colocar vassouras do lado de fora da janela, para demonstrar apoio ao movimento.


O protesto do dia 20 de setembro, na Cinelândia , contou com o apoio de artistas e um dos que estavam presentes, o cantor Tico Santa Cruz, gravou um vídeo para convocar os brasileiros a saírem de casa para manifestar seu repúdio à impunidade.


- Estou aqui para convocar todos os brasileiros indignados com a corrupção, a impunidade, a violência e a omissão. No dia 12, você pode fazer parte dessa luta. Saia de sua casa - diz o cantor no vídeo, confirmando presença no evento desta quarta-feira.


A divulgação pela internet ganhou na terça-feira um reforço. Os organizadores se juntaram e promoveram um twittaço para informar corretamente o dia, local e horário da manifestação no Rio. Nem mesmo a previsão de chuva desanima:


Em Brasília, o protesto começa às 10h, ao lado do Museu Nacional. Os jovens da Marcha Contra a Corrupção (MCC) distribuíram panfletos nas cidades-satélites e venderam três mil camisetas, a R$ 25 cada, para garantir a divulgação do protesto deste feriado de 12 de outubro e saldar as dívidas da marcha anterior, no Sete de Setembro, que reuniu cerca de 35 mil pessoas. Na cor preta, as camisetas trazem os dizeres "Brasil contra a corrupção" e a Bandeira Nacional.


- A primeira marcha (no Sete de Setembro) não teve foco, foi mais um grito da sociedade. Agora, vamos defender a Ficha Limpa e o corte do voto secreto. Também votamos e aprovamos a defesa do CNJ - afirma Daniela Kalil, uma das criadoras da MCC em Brasília. 
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Prova contra Irã em suposto complô nos EUA é esmagadora, diz saudita

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INTERNACIONAL

Fala é do príncipe saudita Turki al-Faisal, ex-chefe da inteligência do país.
EUA acusaram na véspera o Irã de planejar o ataque; o Irã negou.

Do G1, com agências internacionais

*.\:/.-.\:/.* As evidências apontando que o Irã estava por trás de um complô para matar o embaixador saudita nos Estados Unidos são grandes, informou nesta quarta-feira (12) o príncipe Turki al-Faisal, ex-chefe do serviço de inteligência da Arábia Saudita.


"O peso das provas é esmagador (...) e claramente mostra a responsabilidade oficial iraniana sobre o caso. Alguém no Irã terá que pagar o preço", disse al-Faisal.

O embaixador saudita nos EUA, Adel al-Jubeir, em foto de 2007 (Foto: Reuters)
O embaixador saudita nos EUA, Adel al-Jubeir,
em foto de 2007 (Foto: Reuters)

Na terça-feira (11), os EUA acusaram o Irã de tentar assassinar o embaixador saudita em Washington, Adel al-Jubeir, mediante um complô que foi descoberto graças a um agente americano no México que se passou por traficante de drogas e teve contato aos encarregados do atentado frustrado.
O governo iraniano rechaçou as acusações.


Nesta quarta, a União Europeia (UE) advertiu que o Irã deve enfrentar "graves consequências" caso se confirmem as acusações.
A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, afirmou que o país vai consultar seus aliados a respeito de mecanismos para "isolar mais" o Irã após a descoberta do plano para assassinar o embaixador da Arábia Saudita em Washington.


Segundo ela, o objetivo é enviar uma "mensagem forte" ao Irã e "isolá-lo mais da comunidade internacional". Ela não deu detalhes.


A imprensa americana fala que os EUA poderiam batalhar por novas sanções ao Irã no âmbito do Conselho de Segurança da ONU, além de sanções unilaterais por parte de seus aliados.


"Consultaremos nossos amigos e aliados ao redor do mundo sobre como podemos enviar uma mensagem muito forte mostrando que esse tipo de ação, que viola as normas internacionais, deve terminar", disse a jornalistas


Ainda na terça, o presidente americano, Barack Obama, telefonou ao embaixador da Arábia Saudita, Adel Al-Jubeir, para manifestar sua solidariedade diante da suposta conspiração de agentes iranianos para assassiná-lo, informou a Casa Branca.
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Senado americano trava pacote de emprego de Obama

Recuperação


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AP

||*-=-.=.=*|| WASHINGTON - O Senado americano travou a votação do pacote de US$ 447 bilhões do presidente americano, Barack Obama nesta terça-feira e líderes do Congresso e da Casa Branca estavam se movimentando rumo a novas alternativas, como uma apreciação do projeto em partes.

O secretário do Tesouro, Timothy Geithner, disse que a administração Obama vai pressionar o Congresso a aprovar o máximo possível do plano.

Ele iria combinar corte de impostos para trabalhadores e empregadores com US$ 175 bilhões em gastos em estradas, reformas em escolas e outros gastos com infraestrutura, assim como seguro-desemprego e ajudar governos locais a evitar demissões de professores, bombeiros e polícia.

Ao todo, 46 republicanos se juntaram a dois democratas para travar a votação do plano. Seriam necessários 60 votos do Senado de 100 membros para manter o pacote como um todo.

Democratas acusaram republicanos de falhar na aprovação de medidas para reduzir o alto desemprego e os republcianos acusaram o partido de Obama de tentar aumentar os impostos, o que mataria os empregos.

A rejeição vem de encontro aos pedidos de Obama. Na semana passada, ele havia pedido a cada senador que pensasse bastante sobre o que estava em jogo.

"Qualquer senador que estiver pensando em votar contra o plano de empregos precisa explicar por que se opõe a algo que sabemos que vai melhorar nossa situação econômica num momento tão urgente.
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Após gol e dias de popstar, Gaúcho diz que fãs o motivam a seguir na seleção

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por Thiago Arantes, de Torreón (México), para o ESPN.com.br

#\\0//-\\O//# Foram dias de fãs histéricos, de gritaria, de reverência. O Ronaldinho Gaúcho do Flamengo pode não ser o mesmo que ganhou o mundo com o Barcelona. Mas o Ronaldinho da seleção brasileira nos amistosos contra México e Costa Rica viveu experiências às quais estava bem acostumado no clube catalão.
Na Costa Rica, o gaúcho foi o campeão de popularidade entre os locais. Depois da magra vitória brasileira por 1 a 0, fez questão de homenagear a torcida. No México, a história se repetiu, mas o desfecho foi ainda melhor: foi de Ronaldinho o gol de empate, que impulsionou a seleção brasileira para a virada de 2 a 1. Ao deixar o gramado para a entrada de Hernanes, foi aplaudido pela torcida rival.

Era o reconhecimento dos mexicanos ao talento do jogador brasileiro. Um reconhecimento que faz o já consagrado Ronaldinho se motivar. "È bom mesmo tão longe do nosso país ser tratado assim. Foi muito bom na Costa Rica, muito legal aqui também. Isso me motiva a ficar mais muito tempo na seleção", disse.

Fora da lista de Dunga para a Copa do MUndo de 2010, Ronaldinho voltou a ter chances com Mano Menezes. O objetivo do treinador é que o camisa 10 dê à seleção a experiência que faltou na Copa América, por exemplo, tornando-se um líder no grupo que vai disputar a Copa do Muudo de 2014.
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Fifa faz alerta ao COI sobre os problemas enfrentados no Brasil


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Governo brasileiro tem batido o pé em alguns pontos da preparação da Copa 2014


Jamil Chade - O Estado de S. Paulo

|-*««.»»-*| GENEBRA - A Fifa alerta o Comitê Olímpico Internacional (COI) sobre a crise que enfrenta no Brasil e adverte o movimento olímpico que fique atento a problemas legais no País. O Estado apurou com exclusividade que um documento foi elaborado pela Fifa e enviado ao COI com uma lista de problemas que a entidade máxima do futebol está enfrentando no Brasil, numa espécie de denúncia ao COI de que poderão enfrentar os mesmos problemas para a Olimpíada de 2016.

Dilma tem adotado restrições a estrangeiros - Burhan Ozbilici/AP
Burhan Ozbilici/AP
Dilma tem adotado restrições a estrangeiros


O COI e a Fifa têm trocado informações sobre a situação no Brasil, já que o País vai realizar a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. O documento, porém, escancara a crise que vive a relação entre a Fifa, o governo brasileiro e o Comitê Organizador Local (COL).


Nas últimas semanas, o governo tem batido o pé em alguns pontos da preparação da Copa e insistido que a Fifa não terá o direito de mudar todas as legislações já existentes no País para adequar a seu projeto - mais especificamente em relação aos ingressos de meia-entrada e a venda de bebidas alcoólicas em estádios de futebol durante o Mundial. Há uma semana, a presidente Dilma Rousseff se reuniu em Bruxelas com a cúpula da Fifa para tentar esfriar os ânimos.


Mas o documento, tratado como sigiloso e que nem sequer passou pelo Brasil, listou ao COI uma série de problemas que a Fifa enfrenta e que considera ser um obstáculo também para os Jogos de 2016 no Rio.


Gilberto Felli, diretor dos Jogos no COI, explicou ao Estado que a diferença na preparação dos dois eventos é o grau de exigência do COI, antes de dar o direito de o Brasil receber a Olimpíada de 2016.


Segundo ele, grande parte das preocupações e problemas enfrentados pela Fifa com o governo hoje não será repetida em 2016 porque já existe um contrato com a cidade do Rio e compromissos claros, todos assinados antes de a capital carioca ter sido escolhida. Mas admitiu que os problemas enfrentados hoje pela Fifa fazem a entidade estar mais atenta com a situação no Brasil.


PROTECIONISMO
Segundo Felli, o que de fato preocupa o COI é a tendência "protecionista" que ganhou força no governo brasileiro nos últimos meses. "Há essa tendência e vamos ver como ela vai nos afetar", disse. "Há um esforço no Brasil para apoiar o que é local", insistiu.


Em diversos setores da economia, o governo Dilma tem adotado restrições a estrangeiros, fechado mercados, aumentado tarifas e exigido que empresas nacionais participem de projetos que ocorram no Brasil.
O que o COI teme é que isso se repita na preparação dos Jogos, principalmente no oferecimento de certos serviços que a entidade tem contratados com empresas estrangeiras.


Outra cobrança do COI será em relação à definição sobre a participação de cada poder na preparação dos Jogos. "Queremos ter uma maior clareza sobre isso", disse Felli, que visita o Brasil no início de novembro. O COI já cobrou do País mais de uma vez rapidez na definição da matriz de responsabilidade de cada nível de governo com relação aos custos da Olimpíada.


Para ele, até o fim do ano, o COI quer um plano concreto do que é o orçamento para os Jogos Olímpicos e principalmente para a infraestrutura.


Procurado pelo Estado, o Comitê Organizador Local de 2014 (COL), responsável pela Copa do Mundo no Brasil, disse que os problemas levantados pela Fifa e relatados ao COI são de responsabilidade da entidade máxima do futebol e que não se manifestaria sobre o assunto.           
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terça-feira, 11 de outubro de 2011

Morte de Jobs gera onda de colecionáveis, mas poucas vendas

Tecnologia

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Publicada em 11/10/2011 às 19h53m
Reuters


[|#.-.^.-.#|] NOVA YORK - Quando as estrelas de rock morrem, o valor de qualquer bugiganga ligada à sua história aumenta. E, certamente, Steve Jobs era o equivalente a um John Lennon ou Jimi Hendrix no mundo da tecnologia.


Mas a morte do co-fundador da Apple na semana passada não teve tal efeito sobre itens colecionáveis da empresa, que vão desde computadores de 1980 que ainda funcionam a conjuntos de disquetes.


Em vez disso, a onda de notícias gerou um tsunami de "iJunk" com muitos poucos compradores, enquanto os preços de tesouros da Apple têm permanecido praticamente no mesmo lugar onde estavam há um mês.


Camisetas com os dizeres "RIP Steve Jobs da Apple" tiveram vendas praticamente estáveis, embora estejam disponíveis no eBay em 15 cores diferentes e em tamanhos de P a GGG, por 7,98 dólares mais o frete de 4,98 dólares.


Nem a hipérbole ajuda: camisetas de Jobs com a estampa "iGod" se provaram absolutamente mortais, com poucas vendas. E o que Jobs, um inovador em design minimalista, pensaria das pequenas estatuetas de sua pessoa por US$ 44,99?


Leilões de artigos antigos geraram uma agitação apenas um pouco maior. Um computador Apple 2 de 1982, completo, com monitor de tela verde original, recebeu apenas um lance de US$ 50. Talvez a ausência da tecla "delete" tenha algo a ver com isso.


Tom Slater, diretor de leilões de Americana na Heritage Auctions no Texas, disse que o preço futuro de qualquer item colecionável relacionado à morte de Jobs dependerá mais de sua condição do que de qualquer correlação com a morte do executivo.


- Se você tiver um jornal com uma matéria de capa sobre o naufrágio do Titanic cujas dobras estão quase se rompendo e que se desfaz ao toque, ele não teria muito valor -, disse Slater. - Mas uma cópia em boas condições seria um bom item colecionável.
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