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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Apenas 37% dos americanos acreditam na reeleição de Obama, diz pesquisa

EUA -- Política

INTERNACIONAL -- NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.


Pesquisa de opinião pública Americana aponta baixa popularidade de Obama...


O Globo
Barack Obama discursa em evento na  escola  Abraham Lincoln  em Denver, Colorado - AFP

{*!^|:|^!*} WASHINGTON - Além da desaprovação, Barack Obama enfrenta agora também a descrença dos americanos. Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira aponta que apenas 37% dos eleitores acreditam na reeleição do presidente, cuja reprovação, como anunciado em setembro, superou pela primeira vez a marca de 50%.

Segundo a sondagem realizada pelo jornal "Washington Post" e a rede "ABC", 55% dos americanos acreditam num triunfo republicano em novembro de 2012. Entre apenas os eleitores republicanos, a confiança na vitória chega a 83%, mesmo sem terem ainda um candidato definido. A cifra é ainda mais alta se considerados apenas os partidários do movimento conservador Tea Party: 91%.

Entre os democratas, a confiança na reeleição de Obama cresce, mas fica ainda longe na comparação com os republicanos: menos de 60% dos eleitores do partido dizem creer na vitória no ano que vem.
A pesquisa foi feita entre 29 de setembro e 2 de outubro, e os resultados têm margem de erro de 4% - para mais e para menos.

Presidente pensa em mudar estratégia
Ciente de que a missão em 2012 não será fácil, Obama já começa a pensar em alternativas. Com um apoio bem menor entre a classe operária do que entre os eleitores mais ricos, o presidente está planejando uma rota alternativa para sua reeleição caso não consiga vencer em Ohio e outros estados industriais tradicionalmente essenciais para as vitórias democratas presidenciais.

Obama está brigando, sem conseguir ganhar terreno, pelos estados do sul e de Rocky Mountain - alguns dos quais ele venceu em 2008 - na tentativa de reunir os 270 votos eleitorais necessários. Ele quer provar que estas vitórias em antigos territórios republicanos não foram acasos, mas o início de uma tendência que tornará os democratas competitivos por anos nestas localidades.

- Existem muitas maneiras de conseguirmos os 270, e não apenas pelo mapa tradicional - afirmou David Axelrod, chefe da estratégia de campanha de Obama - É por isso que estamos lançando bases por todo o país para competir no campo mais amplo possível no ano que vem.

Embora os índices de popularidade de Obama tenham atingido o pior patamar a medida que a taxa de desemprego permanece alta, democratas têm sido encorajados por mudanças demográficas em antigos estados republicanos como o Colorado - onde democratas ganharam uma acirrada disputa para o Senado em 2010 -, Virgínia e Carolina do Norte.

Com o crescimento nas cidades e subúrbios, tem aumentado também o número de eleitores escolarizados, com maior renda, jovens, hispânicos e negros, muitos deles contrários à agenda do radical Tea Party.

- O maior desafio (para os republicanos) é que eles têm que lidar com o que eu chamaria de eleitorado de Obama. E o eleitorado de Obama é um eleitorado que não vemos na América desde que comecei a trabalhar em campanhas presidenciais nos anos 80 - afirmou Tad Devine, estrategista das campanhas presidenciais de Al Gore e John Kerry.

Virgínia, Carolina do Norte e Colorado: estados-chave
Apesar disso, Devine e outros democratas não esperam uma disputa fácil.
- Não será uma corrida triunfal com quase 54% dos votos e 365 votos eleitorais (como em 2008). Vai ser um trabalho duro, como os que fizemos em 2000 e 2004. A única diferença é que Obama tem agora lugares para ir que não visitaríamos antes. Não podíamos ter a Carolina do Norte como alvo quando o adversário de Kerry (o ex-senador John Edward) era da Carolina do Norte.

Virgínia, Carolina do Norte e Colorado juntos têm mais do que o dobro de votos eleitorais de Ohio - 37 contra 18. E os conselheiros de Obama afirmam que os mesmos fatores demográficos em jogo nesses estados também estão presentes em estados em que Obama perdeu em 2008 - como Arizona e Geórgia.

Exceto por Indiana, analistas democratas dizem que o presidente será favorecido ou competitivo em todos os lugares onde venceu, incluindo Ohio. Mas pesquisas evidenciam que ele terá uma tarefa difícil no cinturão industrial, onde os níveis de renda e educação estão abaixo da média nacional, comparando com estados como Colorado e Virgínia.
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Após recorde, produção de motos cai 16,9% em setembro, diz Abraciclo

03/10/2011 16h08 - Atualizado em 03/10/2011 16h26


BRASIL -- NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.


Associação, no entanto, revisou para cima a previsão para este ano.
No acumulado, a alta sobre 2010 é de 19,6%.


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Do G1, em São Paulo

*|\o_>.<_o/|* A produção de motos em setembro sofreu queda de 16,9% na comparação com agosto, segundo dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas (Abraciclo) divulgados nesta segunda-feira (3) durante o Salão Duas Rodas, em São Paulo.


A redução é atribuída ao menor número de dias úteis em setembro, além da forte base de comparação, já que em agosto foram batidos recordes de produção e de vendas, segundo a Abraciclo. No mês passado foram fabricadas 180.881 motos no país, contando até o último dia 26, contra 217.640 em agosto. Na comparação com o mesmo período de 2010, o volume é 0,9% menor.


“Agosto foi um mês muito bom e com grande quantidade de dias úteis. Porém, a tendência agora é que as vendas estabilizem, seguindo a tendência da economia brasileira”, afirma o presidente da associação de fabricantes, Roberto Akiyama.


Projeção maior para o ano
A entidade revisou para cima as projeções para o ano tanto para produção quanto para vendas. Até agora, é registrada alta de 19,6% na fabricação de motos frente aos nove primeiros meses de 2010, com 1.637.426 unidades. A entidade espera que o crescimento até dezembro chegue a 14% contra os 12,5% projetados anteriormente.


A expectativa de vendas também subiu, de 10% para 11%. No mês passado, o número de motos vendidas a concessionárias chegou a 178.047 em setembro, que é 12,6% menor que o de agosto (203.605). Na comparação com o mesmo período do ano passado, quando 174.755 foram comercializadas, houve um aumento de 1,9%.


De janeiro a setembro foram vendidas 1.576.260 unidades motos, número 8,8% maior do que o do mesmo período de 2008, que a Abraciclo considera ter sido o melhor para o setor -naquele mesmo período foram vendidas 1.447.639 de unidades.
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Explosão destrói prédio na Italia

ITÁLIA


INTERNACIONAL -- NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.



Acidente teria sido causado por vazamento de gás em Barletta, sul do país.
Duas pessoas teriam morrido, segundo a imprensa local.


03/10/2011 15h11 - Atualizado em 03/10/2011 15h11

Do G1, com agências internacionais

Equipes vasculham escombros após explosão que destruiu prédio de três andare nesta segunda-feira (3) na cidade de Barletta, no sul da Itália (Foto: AFP)Equipes vasculham escombros após explosão que destruiu prédio de três andares nesta segunda-feira (3) na cidade de Barletta, no sul da Itália (Foto: AFP)

Cinco pessoas estariam soterradas, um criança entre elas, segundo as autoridades. Duas mortes teriam sido confirmadas, segundo a imprensa local (Foto: AFP)
A explosão teria ocorrido após um vazamento de gás. Cinco pessoas estariam soterradas, um criança entre elas, segundo as autoridades. Duas mortes teriam sido confirmadas, segundo a imprensa local (Foto: AFP)
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Seis passos para comprar o melhor smartphone


NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.

ECONOMIA & NEGÓCIOS



A primeira coisa a fazer é conhecer as características dos aparelhos, com vantagens e desvantagens para o uso de cada pessoa. A partir daí, compare os preços e escolha a melhor opção para o seu bolso


Por Conteúdo: Fabiana Pires e Nayara Fraga / Arte: Cyntia Ueda

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Nobel de medicina morreu três dias antes de anúncio do prêmio


NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.

CIÊNCIA & SAÚDE

Canadense Ralph Steinman morreu vítima de câncer na sexta.
Comitê do Nobel vai manter premiação e lamenta morte.



Do G1, em São Paulo

O canadense Ralph Steinman, ganhador do Nobel de Medicina de 2011, que faleceu em 30 de setembro (Foto: Divulgação/Nobel)
O canadense Ralph Steinman, ganhador do Nobel
de Medicina de 2011, que faleceu em 30 de
setembro (Foto: AP)

|!|*-=-*|!| Um dos ganhadores do prêmio Nobel de medicina de 2011, o canadense Ralph Steinman, morreu na sexta-feira (30) aos 68 anos vítima de câncer no pâncreas, apenas três dias antes de o prêmio ser anunciado. A informação foi confirmada pela Universidade Rockefeller, nos Estados Unidos, onde Steinman lecionava.


"A Universidade Rockefeller está encantada que a Fundação Nobel reconheceu Ralph Steinman por suas descobertas essenciais sobre as respostas imunes do organismo", afirmou em nota o reitor Marc Tessier-Lavigne. "Mas a notícia vem com um sabor amargo, uma vez que descobrimos esta manhã pela família de Ralph que ele faleceu há poucos dias após uma longa batalha contra o câncer. Nossos sentimentos estão com a esposa, filhos e família de Ralph".


O anúncio dos ganhadores do prêmio ocorreu nesta segunda-feira (3). O prêmio foi dividido entre Steinman e os cientistas Bruce Beutler e Jules Hoffmann.


Pelas regras do Nobel, não são permitidas nomeações póstumas. No entanto, no caso de o vencedor morrer entre a decisão e a premiação, a escolha é mantida.


O presidente do comitê do Nobel, Goeran Hansson, afirmou à agência de notícias sueca TT que o grupo não sabia da morte de Steinman na hora do anúncio, mas confirmou sua escolha como Nobel de medicina de 2011.


"Acabamos de receber a informação. O que podemos fazer agora é apenas lamentar que ele não pôde ter essa alegria", disse.


De acordo com Hansson, o comitê debate como será feita a entrega do prêmio após a morte do pesquisador.


O Instituto Karonlinska, responsável pelo Nobel, divulgou uma nota após receber a notícia do falecimento. "É com grande tristeza que o Comitê do Nobel no Instituto Karolinska descobre que o professor Ralph Steinman, um dos três laureados deste ano em Fisiologia ou Medicina, faleceu em 30 de setembro. A notícia foi passada pelo reitor da Universidade Rockefeller, onde o professor Steinman trabalhava, às 14h30 [horário da Europa  -- 9h30 em Brasília], de segunda-feira, 3 de outubro de 2011, após a decisão e o anúncio do prêmio deste ano. Nossos pensamentos estão com a família e os colegas de Ralph Steinman".


O trabalho
Steinman foi lembrado por ter estudado a segunda etapa da defesa do organismo a ameaças. Em 1973, ele descobriu um tipo de célula chamada de "dendrítica". A presença dessas células faz os linfócitos T - células importantes na defesa do corpo - trabalharem.


Os linfócitos T são as mesmas células atacadas pelo vírus causador da Aids. Quando não funcionam, o corpo das pessoas fica frágil contra doenças oportunistas como a pneumonia e a gripe.


Família
A filha de Ralph Steinman, Alexis, se pronunciou em nota da universidade. "Estamos tocados que os muitos anos de trabalho duro de nosso pai estão sendo reconhecidos com um prêmio Nobel. Ele dedicou sua vida
ao seu trabalho e à sua família e ele estaria realmente honrado".
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Info Nobel Medicina 2011 (Foto: Arte / G1)

Que imagem você levaria para Marte?

ENTRETENIMENTO


NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.


  • Por Gabriela Allegro

/:/*^!^*\:\ No decorrer dos dois últimos meses,  o estadao.com.br perguntou para + de 650 fotojornalistas da Magnum, National Geographic, vencedores do World Press Photo e do Pulitzer, de grandes jornais do Brasil e do mundo e do excelente site 500 photographers:

A conversa com os fotógrafos durou dois meses. Não estava em jogo qualquer valor estético. A única exigência era que representasse uma conexão com a Terra durante o longo exílio. Apesar disso – ou por isso mesmo – poucos responderam de imediato: o tempo para reflexão e diálogo interno foi fundamental para a maioria dos fotógrafos.


As imagens publicadas têm uma coisa em comum: funcionam como acesso direto para o que há de melhor dentro de cada um sob os mais diversos aspectos: o amor; o laço familiar e o calor da casa; a coragem, o erotismo; os animais e belezas naturais da Terra. Elas contam histórias de altruísmo, amizade, paz e esperança, passeiam pelo onírico, mas também tocam nos rostos sérios da morte e da dor.


Segue uma prévia.



A maioria das fotos selecionadas foram clicadas pelos próprios fotógrafos. Thomas Hurst escolheu enviar uma imagem que fez do encontro entre pai e filho em Ruanda. Separados pelo caos da fuga para o Zaire dois anos antes, ambos acreditavam que o outro havia morrido.


Filhos, esposas e maridos desses profissionais habituados a passar longos períodos fora de casa foram as conexões mais presentes. “Depois de todas as imagens fantásticas que vi, e de passar a maior parte da vida tentando fazer fotos complexas, se eu fosse para outro planeta gostaria de olhar para a imagem do meu filho de 7 anos, Elia, em Yosemite, na Califórnia”, observou Wendy Sue Lamm. “Eu precisaria de algo para lembrar do amor familiar, da beleza da Terra e ter um motivo para voltar para casa.”


Paul Souders levaria a imagem da esposa, Janet, que fez com seu iphone do dia do casamento dos dois no Seychelles. “Tenho usado a câmera para registrar a minha vida durante quatro décadas, os lugares que visitei, os animais que vi, as pessoas que eu conheci, a família que eu amo. Se eu tivesse apenas uma imagem para levar comigo, seria uma fotografia de minha esposa Janet. Olhar para esta fotografia me faz lembrar que tenho um lugar neste mundo, que há alguém que me ama e que eu tenho uma casa esperando por mim independentemente do quão longe eu estou. Essa certeza me permite ir para longe.”


Ícones do fotojornalismo internacional formaram outro grupo de imagens. Eugene Smith (1918- 1978) foi o único profissional que teve duas fotos diferentes selecionadas por alguns de seus colegas: Caminho para o Jardim do Paraíso (1946), escolhida por Walt Stricklin e David Burnett, e a mãe de Minamata, por Ian Berry. Mãe Migrante (1936), de Dorothea Lange, também foi a opção de Ambroise Tézenas e Matt Black.


“Eugene Smith foi inspiração da minha primeira foto”, confessa Walt Stricklin, editor de fotografia do jornal The Birmingham News. “Esta imagem pode tirá-lo da realidade e levá-lo para a fantasia e vice-versa. Eu amo todo o simbolismo: a busca pela verdade, ir da escuridão para a luz, o nascimento de novas ideias, a juventude com a vida pela frente. Ela faz comigo o que todas as imagens boas do gênero deveria fazer: permite que eu coloque o meu próprio simbolismo, e esse simbolismo muda de acordo com o meu humor e minha necessidade. Ter esta foto comigo por 10 anos em Marte me permitiria ter muitas fotos em uma.”



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Brasileiro produz abaixo da média mundial

Cotidiano


BRASIL -- NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.

ECONOMIA

MARIANA SCHREIBER
DE SÃO PAULO


{.$-%=%-$.} A produtividade do trabalhador brasileiro está abaixo da média mundial e tem evoluído em ritmo bem menor do a que a dos trabalhadores de outros países emergentes.


Um brasileiro produziu no ano passado, em média, um quinto da riqueza gerada por um americano, um terço da de um sul-coreano e cerca da metade da de um argentino, calcula a consultoria americana Conference Board.


De 2005 a 2010, a produtividade do brasileiro cresceu em média 2,1% ao ano, taxa inferior as de China (9,8%), Índia (5,8%) e Rússia (3,2%).


Segundo economistas, isso ajuda a explicar a perda de competitividade do produto brasileiro e o aumento da inflação no país. Na medida em que a remuneração cresce mais rápido que a produtividade, produtos e serviços tendem a ficar mais caros.


Dados do departamento de estatísticas do trabalho dos EUA mostram que os salários na indústria cresceram, de 2002 a 2008, 174% no Brasil e 133% na China.


Mas lá isso foi compensado pelo aumento da produtividade, diz o economista da UNB (Universidade Nacional de Brasília) Jorge Arbache: "O aumento do salário não é uma coisa ruim, mas, se a produtividade não acompanha, vira um problema".


O ranking elaborado neste ano pelo Conference Board com 114 países mostra que o brasileiro está na 68ª posição em produtividade. Segundo o levantamento, o brasileiro produziu em 2010 20,6% da riqueza gerada por um americano, enquanto a média mundial foi de 26,1%.
A consultoria mede a produtividade do trabalhador dividindo o PIB (Produto Interno Bruto) de cada país por sua força de trabalho.


Para o professor do Insper Naercio Menezes, a precariedade do ensino é o principal fator que explica a baixa produtividade do brasileiro. Além disso, ele aponta a falta de inovação das empresas, que investem pouco na criação de novas tecnologias.


Entre os fatores que limitam a inovação, aponta, estão o excesso de burocracia e a precariedade da infraestrutura, que acabam sugando tempo e dinheiro que poderiam ser gastos em pesquisa.


"A inovação permite produzir mais com o mesmo número de trabalhadores. Enquanto a China solicitou 13.337 patentes em 2010, o Brasil pediu apenas 442. Isso mostra como inovamos pouco", observa Menezes.


Segundo o Conference Board, a produtividade do chinês é ainda menor que a do brasileiro. Isso ocorre porque metade dos chineses vive no campo, setor pouco produtivo no país, diz Arbache.


"A produtividade do trabalhador industrial chinês é maior que a do brasileiro. Isso porque nos últimos anos a indústria chinesa migrou de setores pouco produtivos, como têxtil, para a produção de automóveis e chips", disse. 
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Governo quer limitar teto do funcionalismo

Poder & Política


BRASIL -- NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.


 
DE SÃO PAULO

|!*:_.-._:*!| O governo não quer mais pagar a conta dos chamados supersalários, informa reportagem de Natuza Nery, publicada na Folha desta segunda-feira (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).


A Casa Civil enviará este ano ao Congresso um projeto para regulamentar nos três Poderes o teto dos servidores públicos, equivalente à remuneração de um ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), hoje fixada em R$ 26,7 mil.


A Constituição diz que o vencimento no Executivo, Legislativo e Judiciário não pode ultrapassar o limite legal, mas nenhuma lei nunca definiu quais benefícios são considerados como salário. Com isso, cada Poder cria seu próprio entendimento e frequentemente paga além do teto.


O texto final está sendo costurado pessoalmente pela ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, autora de iniciativa semelhante no início do ano, ainda como senadora.
Editoria de arte/Folhapress
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Wagner confirma adesão da Bahia ao horário de verão


Governo

 BAHIA -- NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.

Segunda-feira, 03/10/2011 - 09:46




||=[[-*-]]=|| Salvador - A Bahia vai mesmo aderir ao horário de verão e adiantar o relógio em uma horária a partir do dia 16 de outubro. Pelo menos foi o que garantiu hoje o governador Jaques Wagner, em entrevista ao programa Balanço Geral, na TV Itapoan.

Há oito anos, a Bahia estava não seguia a medida. Wagner atendeu a um pedido de empresários e decidiu acompanhar as regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste e passar a ser o único Estado nordestino a adotar o horário de verão.

Em documento, os empresários alegam que a não-adesão da Bahia ao horário resulta em perdas para a economia local, “uma vez que esta fica desconectada dos Estados que já aderem à iniciativa e que respondem por nada menos que 81% do PIB brasileiro.”

Ao divulgar a informação nesta segunda-feira (3), Wagner pediu desculpas para quem discorda da decisão. Explicou que a medida foi tomada ''depois de muita consulta e muita consciência".

“Perde meia hora quando acorda, mas ganha meia hora no final do dia”, explicou o governador, descartando que a mudança seja um "sacrifício" para a população.
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Buraco no ozônio do Ártico supera recorde e preocupa

Alerta!...


NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.

INTERNACIONAL


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Plantão | Publicada em 03/10/2011 às 09h49m
Reuters/Brasil Online


*).(-=-).(* CINGAPURA (Reuters) - O enorme buraco surgido em 2011 na camada de ozônio acima do Ártico foi o maior já registrado no Hemisfério Norte, despertando preocupação de que isso volte a acontecer de forma ainda mais grave e retire do planeta uma importante proteção, disseram cientistas em um artigo publicado nesta segunda-feira.


A camada estratosférica de ozônio funciona como um escudo contra a radiação solar ultravioleta, que pode causar doenças como câncer de pele e catarata.


Desde a década de 1980, os cientistas registram buracos na camada de ozônio durante o verão da Antártida, chegando em alguns anos a partes da América do Sul.
Em momentos mais graves, até 70 por cento da camada de ozônio foi destruída, mas ela se recupera nos meses seguintes.


O buraco equivalente sobre o Ártico sempre foi menor, até março deste ano, quando uma combinação de ventos fortes e frio intenso na atmosfera criou condições para que substâncias à base de cloro, que interagem com o ozônio, danificassem a camada.


A descoberta, revelada na segunda-feira em artigo na revista Nature, mostra que o buraco surgiu sobre o norte da Rússia e partes da Groenlândia e Noruega, o que significa que pessoas nessas regiões estavam mais expostas a radiações UV nocivas.


Os cientistas, chefiados por Gloria Manney, da Nasa, disseram que esse foi o primeiro buraco no ozônio ártico com dimensões comparáveis aos buracos no ozônio da Antártida.


Algumas substâncias nocivas ao ozônio, como o clorofluocarbono (CFC), foram banidas por um tratado da ONU, mas sua eliminação total ainda levará décadas. Geralmente, diferenças meteorológicas entre a Antártida e o Ártico explicam a diferença nos buracos da camada de ozônio nos dois pólos. O atual padrão dos ventos de alta altitude no Hemisfério Norte, chamado vórtex polar, pode durar vários meses.


Os pesquisadores apontaram o risco de que o buraco do Ártico se torne um evento anual e se amplie.
"Uma destruição mais aguda no ozônio do Ártico pode exacerbar os riscos biológicos decorrentes da exposição aumentada à radiação ultravioleta, especialmente se o vórtex se transferir para cima de latitudes médias densamente povoadas, como ocorreu em abril de 2011", diz o estudo.


(Reportagem de David Fogarty) 
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