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sábado, 4 de julho de 2015

Como o fascínio da humanidade com o 'rei dos animais' acabou com uma espécie

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Leão-do-atlas chegou a ocupar jaulas na Torre de Londres e acabou extinto, mas há planos para ressuscitá-lo usando técnicas de clonagem.

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Da BBC
04/07/2015 09h16 - Atualizado em 04/07/2015 09h16
Postado às 16h00m
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 O fascínio causado pelos leões data de priscas eras  (Foto: Thinkstock) 
O fascínio causado pelos leões data de priscas eras (Foto: Thinkstock)

Leões abriram caminho pela história com a beleza e agilidade, inspirando medo e respeito.
Mas, apesar do fascínio gerado por estas criaturas, os humanos conseguiram acabar com um tipo de leão, segundo a jornalista da BBC Mary Colwell.

O tema do leão aparece em brasões de reis, carros, barras de chocolate e camisas de times. A famosa companhia cinematográfica MGM usou e ficou famosa com a imagem de um leão rugindo em seu logo, usada desde 1924.

Leões estão entre os assuntos mais populares dos filmes sobre história natural, nos quais cada nuance de suas vidas é explorada detalhadamente. Nunca nos cansamos da emoção de uma caçada ou de ver filhotes brincando em volta de um animal adulto e sonolento.

Há uma constelação de Leão e o animal é considerado a encarnação do poder e riqueza, um símbolo de beleza física, agilidade muscular e majestade.
 O famoso símbolo do cinema americano  (Foto: BBC) 
O famoso símbolo do cinema americano (Foto: BBC)

Historicamente, o leão-do-atlas (também conhecido como leão-bérbere), uma subespécie de leões da Savana africana, eram considerados mais valiosos pois o macho exibia uma longa juba preta. Os pelos se estendiam da cabeça até a barriga, dando ao animal um perfil magnífico. Todos os que queriam mostrar ao mundo que tinham poder, queriam este leão.

Imperadores romanos queriam o felino como animal de estimação e gladiadores frequentemente tinham que enfrentar este leão na arena. O público vibrava com a visão da coragem humana contra a elegância e força do animal. A selvageria do leão o transformou em um agente perfeito para a execução de criminosos e cristãos.

Leões da Torre de Londres
Na Inglaterra medieval estes leões eram mantidos na Torre de Londres. As jaulas ficavam tão prontas da entrada - o Portão do Leão - que nenhum visitante podia entrar nos domínios reais sem primeiro encarar os olhos cor de âmbar do leão. A mensagem era clara - este rei tem até o magnífico leão sob controle.

 Detalhe de um mosaico mostrando a história bíblica de Daniel na cova dos leões  (Foto: Thinkstock) Detalhe de um mosaico mostrando a história bíblica de Daniel na cova dos leões (Foto: Thinkstock)

Os crânios de dois leões-do-atlas machos foram encontrados por operários em um fosso da Torre em 1937. O método de datação por carbono determinou que os animais viveram entre 1280 e 1385, o que nos dá um vislumbre da condição física dos animais que viveram em Londres há cerca de 700 anos.

E o que foi descoberto é que os pobres animais morreram jovens, não tinham alimentação adequada e sofriam com problemas físicos.
Em um dos crânios, por exemplo, o buraco por onde entra a coluna é deformado.

"Deveria ter uma bela forma, subcircular", afirmou Richard Sabin, curador da área de mamíferos no Museu de História Natural de Londres.

"Mas você pode perceber que, no topo do buraco, há preenchimento de osso, e isto é, na verdade, uma patologia, uma reação potencial a algum tipo de estresse nutricional. Quando o osso cresceu, pode ter feito pressão na coluna e causado paralisia e cegueira", acrescentou.

Não que isto importava para os que iam olhar aquele leão. O que os visitantes da Torre de Londres viam naquela época era a epítome da majestade.

Cristianismo
Na mentalidade medieval o leão também tinha um significado cristão: representava Jesus Cristo e, na época, acreditava-se que filhotes de leão ficavam na toca durante três dias após o nascimento, sem forma ou identidade. Até que eles ouviam o rugido do pai e ganhavam vida e energia.


Era clara a referência a Jesus no útero esperando o Pai chamá-lo para uma nova vida.
 Caçadas ajudaram a dizimar o leão-do-atlas no século 20  (Foto: Getty Images) Caçadas ajudaram a dizimar o leão-do-atlas no século 20 (Foto: Getty Images)

O esplendor físico dos leões se fundia com o poder de Deus e a grandiosidade dos reis, dando aos leões medievais uma posição única.
Mas o desejo de ter um leão, principalmente os leões-do-atlas, significou que muitos deles foram tirados de seu habitat no norte da África e, durante séculos, os números da espécie sofreram quedas dramáticas.

A invenção da arma e a popularidade da caçada esportiva no século 19 reduziram ainda mais os números e os últimos leões-do-atlas selvagens foram mortos no meio do século 20.
O poder do leão, tão cobiçado pela elite da Europa, foi seu fim.

Recriando leões?
Pesquisas atuais sugerem que não existem leões-do-atlas puros em cativeiro, mas há discussões para trazer estes leões de volta à vida usando o DNA de parentes próximos na Índia, ou fazendo a reprodução seletiva de leões em cativeiro, leões que tenham os genes desta subespécie.


Mas qual seria a razão para se fazer isto? Mesmo se fosse tecnicamente possível ver um leão-do-atla puro novamente, ele seria apenas uma curiosidade e nunca poderia vagar pelo norte da África de novo.

"Podemos recriar o ambiente natural deles ou isto foi mudado para sempre? Ou eles vão ser apenas exemplos isolados de sua espécie em um zoológico, e as pessoas vão pagar para vê-los?", questionou Richard Sabin.

No presente, o mais próximo que as pessoas vão chegar de um leão-do-atlas é em Trafalgar Square, a praça no centro de Londres na qual quatro esculturas de bronze deste leão guardam os pés da Coluna de Nelson. Colocados no local em 1867, eles são um lembrete comovente de nosso poder de destruir o que mais admiramos.

Sabin, no Museu de História Natural de Londres, acredita que os restos dos leões-do-atlas ainda têm um papel importante a cumprir.
"Dizimamos estes leões e os empurramos para a extinção. 

O fato de termos os restos deles em nossa coleção no museu significa que os pesquisadores têm a oportunidade de extrair dados e colocá-los em um contexto moderno e analisar de perto as espécies relacionadas que podem estar a caminho da extinção e, potencialmente, parar e desacelerar estas extinções."

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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Comparáveis a carros, bicicletas de luxo chegam a custar R$ 75 mil

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Segmento caiu em 2014, depois de anos de crescimento no Brasil.
Impostos chegam a representar até 80% do preço de uma importada.

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Peter Fussy e Rafael Miotto Do G1, em São Paulo
03/07/2015 12h08 - Atualizado em 03/07/2015 12h08
Postado às 16h00m
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Pinarello Dogma F8 - R$ 59.990 (Foto: Divulgação)Pinarello Dogma F8 custa R$ 59.990 (Foto: Divulgação)

Com materiais similares aos encontrados em carros esportivos, a bicicletas de alta performance possuem tecnologia de ponta e custam entre R$ 30 mil e R$ 75 mil no Brasil.

Entre os itens especiais desses modelos de luxo estão fibra de carbono para ficar mais leve, amortecedor específico para o tipo de terreno, transmissão com trocas mais rápidas e rodas grandes.
Os compradores são atletas de alto nível ou de fim de semana, com grande poder aquisitivo.
“A bicicleta tem uma coisa que nenhum outro esporte tem. 

Se você quiser comprar o carro do (Lewis) Hamilton da Fórmula 1, será muito difícil, mas se quiser comprar uma bike do ciclista mais em evidência no mundo, você consegue comprar exatamente a mesma”, aponta Guto, da loja especializada Pedal Urbano, em São Paulo.

Tendência
Santa Cruz New V10 Carbon - R$ 34.000 (Foto: Divulgação)Santa Cruz New V10 Carbon - R$ 34.000 (Foto: Divulgação)

Segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), o interesse do brasileiro por este tipo de produto é um fenômeno recente, que acompanha a evolução dos eletrônicos.

"O novo consumidor busca bicicletas com maior valor agregado numa clara opção pela mobilidade com mais qualidade, segurança, conforto", afirmou José Eduardo Gonçalves, diretor executivo da entidade.

Uma das marcas mais desejadas pelos ciclistas, a Specialized viu no Brasil um mercado potencial e abriu uma subsidiária em 2010 - até então a venda era feita por meio de representantes.

Segundo a diretora de marketing Sylvia Hartmann, os lançamentos globais chegam ao mercado brasileiro com no máximo 2 meses de diferença, quando não ao mesmo tempo que compradores de qualquer lugar do planeta.
Specialized S-Works McLaren Tarmac foi vendida por R$ 75 mil no Brasil. O modelo abusa da fibra de carbono para ficar mais leve e foi pintado no mesmo lugar dos esportivos McLaren. O custo também se deve à exclusividade: apenas 250 unidades foram feitas. (Foto: Divulgação)Specialized S-Works McLaren Tarmac foi vendida por R$ 75 mil no Brasil. (Foto: Divulgação)

Foi assim com a série especial feita em parceria com a McLaren, que teve apenas 250 unidades fabricadas - 3 delas desembarcaram em fevereiro no Brasil, por R$ 75 mil. Além da grife de Fórmula 1, a bicicleta abusou no uso de fibra de carbono para ficar mais leve e foi feita com base nas medidas de cada comprador, que levou também um kit com capacete e sapatilha.

Outras montadoras de automóveis também se aventuram nas duas rodas não motorizadas, desde Porsche e Ferrari, até as mais acessíveis como Chevrolet e Ford. A Chevrolet dedicou espaço no Salão do Automóvel de São Paulo 2014 à sua primeira bicicleta, uma mountain bike aro 27,5, que custa R$ 3,5 mil.

Mesmo as fabricante mais tradicionais, como a Caloi, passaram a investir mais em desempenho. Em 2013, a marca brasileira foi adquirida por um grupo canadense, que produz bicicletas de luxo, entre elas a Cannondale, cujos modelos chegam a custar R$ 33 mil no Brasil.

Impacto
Embora estejam em evidência, as vendas de bicicletas de alto nível recuaram no ano passado, na contramão do segmento de carros de luxo, que segue em alta mesmo com as dificuldades da economia no país.


Segundo Caetano Zammataro, da Bike Tech Jardins, o mercado encolheu de 10% a 15% no ano passado, depois de avançar 22% em 2013. “É um momento do Brasil, da economia toda”, explica. A alta carga tributária e a variação cambial são alguns dos fatores que atrapalharam o crescimento.
Specialized S Works Tarmac DISC DI2 - R$ 53.990 (Foto: Divulgação)Specialized S Works Tarmac DISC DI2 é vendida por R$ 53.990 (Foto: Divulgação)

“Em 2010, quando estas bikes custavam cerca de US$ 8 mil fora do país, aqui era R$ 25 mil. Hoje, uma da mesma categoria custa US$ 12 mil fora, contra R$ 55 mil no Brasil. Fora, o aumento de valor é por novas tecnologias, desenvolvimento. Aqui é por imposto e dólar”, afirma Guto.

De acordo com um estudo da consultoria Tendências, uma bicicleta com peças 100% nacionais produzida na Zona Franca de Manaus tem tributação de 7,9%, mas em outra região do país, com uso de peças importadas, a carga tributária chega a 80,3%. No caso das importadas de alto nível, o peso dos impostos é de 107%, fazendo o preço dobrar.


Segundo a Abraciclo, apesar da queda em 2014, o faturamento do mercado se manteve estável, o indica que a média de preço foi maior. "Apesar de notarmos mais bicicletas nas ruas, por conta da implantação de ciclovias e ciclofaixas, os números não refletem nossa percepção. 

Em 2014, tanto a produção como as vendas do modal caíram cerca de 10% e, no entanto, o faturamento se manteve", explica Gonçalves.

O Brasil é o 4º maior produtor de bicicletas do mundo, atrás de China, Índia e Taiwan, com 4,2 milhões de unidades por ano, segundo dados da Abraciclo. Deste total, uma maior parte (2,55 milhões) é modelos básicos e infantis. O segmento de maior valor agregado é de 1,7 milhão de unidades, sendo que cerca de 250 mil são importadas.

Cannondale Super Six Evo Hi-Mod Team - R$ 45.990 (Foto: Divulgação)Cannondale Super Six Evo Hi-Mod Team - R$ 45.990 (Foto: Divulgação)

Roubos são corriqueiros
Outro fator que desestimula a compra de bicicletas de luxo é o medo de roubos. “A pessoa chega na loja e pergunta: ‘E assalto? Não tem risco?’ A minha posição é a mais real. Você está sujeito a assalto, de bike, a pé, carro ou moto, em qualquer situação”, relata Caetano.


Os casos de roubo de bicicletas de luxo são corriqueiros em São Paulo, por exemplo. "Presenciei o roubo de duas bicicletas na USP (Universidade de São Paulo). Dois ciclistas foram abordados por homens, que levaram dias bicicletas, uma de R$ 12 mil e outra de quase R$ 50 mil, em um carro", afirma Armando Mugliano, vendedor e ciclista, que costuma praticar no local.

De acordo com os usuários, as bicicletas são roubadas para abastecer um mercado paralelo de peças. "Só roubam, porque tem gente que compra as peças", explica Caio de Sá, comerciante e ciclista. "Procuramos lugares tranquilos para evitar os roubos", acrescenta.
Ciclista Caio de Sá toma precauções para evitar roubos (Foto: Arquivo Pessoal / Caio de Sá)Ciclista Caio de Sá toma precauções para evitar roubos (Foto: Arquivo Pessoal / Caio de Sá)

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Vendas de veículos caem 20,7% no 1º semestre, diz Fenabrave

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Foram emplacados 1.318.985 veículos entre janeiro e junho.
É o pior resultado para o período desde 2007; entidade piora projeções.

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Rafael Miotto Do G1, em São Paulo
02/07/2015 14h08 - Atualizado em 02/07/2015 16h36
Postado em 03 de julho de 2015 às 10h35
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vendas de veículos no primeiro semestre (Foto: Arte G1)
As vendas de veículos caíram 20,7% no primeiro semestre deste ano, na comparação com o ano passado, segundo dados da Fenabrave, a federação dos concessionários. É o pior resultado para o período desde 2007, quando 1.082.257 unidades foram vendidas.

Foram emplacados 1.318.985 carros, caminhões e ônibus entre janeiro e junho contra 1.662.837 em 2014.
Diante disso, a Fenabrave decidiu revisar pela segunda vez, para baixo, as projeções de vendas no ano.

Em janeiro, a previsão era de 10% de queda nas vendas sobre 2014. Em maio, foi revisada para 18,9% e agora passa para 23,9%, estimando um total de 2.662.857 veículos emplacados, 834 mil a menos do que no ano passado.

Para automóveis e comerciais leves (furgões e picapes), a baixa prevista é de 23%, totalizando 2.563.126. "O Brasil perde um México este ano, em relação ao volume (de vendas de carros)", diz Alarico Assumpção, presidente da Fenabrave. 

Ele compara o que deixará de ser vendido neste ano, segundo a projeção, com o total de emplacamentos de carros que o mercado mexicano teve em 2014.

Brasil e México disputam a supremacia em produção de veículos na América Latina, mas, em vendas, o mercado brasileiro ainda é bem maior, daí a comparação.

Para caminhões e ônibus, o "tombo" deve ser ainda maior, de 41%, com 99.731 unidades. Se essa previsão se confirmar, 2015 também será o pior ano para a indústria automobilística desde 2007.

A entidade divulga outros números da indústria nesta quinta-feira (2):

- O Fiat Palio foi o carro mais vendido no 1º semestre; veja os 10 carros e 10 motos mais emplacados ao fim da reportagem;

- Entre as marcas que mais venderam, a Fiat segue na frente, com 18,64% de participação e 236.675 veículos vendidos, seguida por GM, com 16,07% e 204.092 e Volkswagen, com 15,5% do mercado e 196.882 unidades.

- A Jeep, responsável pelo Renegade, apareceu pela primeira vez entre as 15 marcas que mais emplacaram carros, com 8.664 veículos no semestre.

- No segmento de SUVs, o mais "quente" do mercado, o Ford EcoSport manteve, por pouco, a liderança diante do novato Honda HR-V. O carro japonês superou o rival nos últimos rankings mensais, mas não conseguiu ficar em primeiro no acumulado do ano por ter chegado às lojas apenas março. A diferença entre ele e o EcoSport, no entanto, foi de menos de 300 unidades e não deve se sustentar até o próximo mês.

- Consequência das vendas em baixa, são os pátios cheios. De acordo com a Fenabrave, o estoque das montadoras chega a 325 mil veículos, suficiente para 49 dias de vendas.

- Automóveis e comerciais leves (furgões e picapes) somaram 1.269.853 unidades emplacadas no 1º semestre, volume 19,76% menor do que o que foi vendido entre janeiro e junho de 2014.

- As vendas de caminhões tiveram expressiva queda de 42% no 1º semestre, em relação ao mesmo período do ano passado, somando 6.210 unidades.

- 12 mil empregos foram cortados nas concessionárias no 1º semestre; 242 lojas foram fechadas. A previsão para o ano é de 20 mil cortes.

- Somente no mês de junho, foram vendidos 212.535 carros, caminhões e ônibus, volume 19,4% inferior ao mesmo mês, no ano passado. Na comparação com maio, houve leve queda, de 0,1%.

carros e motos mais vendidos em julho de 2015 (Foto: Arte G1)

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