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domingo, 3 de maio de 2015

Novo smartphone da ZTE terá ‘exagerados’ 8 GB de RAM, revela vazamento


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Rafael Jandre
Para o TechTudo






30/04/2015 14h39 - Atualizado em 30/04/2015 14h39
Postado em 03 de maio de 2.015 às 10h40m
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A Chinesa ZTE irá apresentar em maio seu novo smartphone top de linha e com especificações de fazer inveja aos recém-lançados Galaxy S6 e LG G4. Um vazamento vindo da imprensa chinesa aponta que o Nubia Z9 terá nada menos que 8 GB de memória RAM e processador com 3,5 GHz de clock.
Nubia Z9, futuro top da ZTE, teria 8 GB de memória RAM e processador de 3,5 GHz (Foto:Reprodução/Cnet.com)Nubia Z9, futuro top da ZTE, teria 8 GB de memória RAM e processador de 3,5 GHz (Foto:Reprodução/Cnet.com)
De acordo com o noticiário, o aparelho virá equipado com o processador Snapdragon 810, com velocidade alterada para 3,5 GHz nos seus dois núcleos Quad-core. Caso esta configuração se confirme, o Nubia Z9 será o smartphone mais potente já lançado. 

A lista de especificações apontam ainda para um display IPS de 5,2 polegadas sem bordas e com vidro curvado 2.5 D, como no iPhone 6. No entanto, a resolução do painel será de 1080p (Full HD), menor do que os novos top de linha Android do mercado.
No quesito armazenamento, o modelo abrirá mão da porta microSD, como fez o Galaxy S6, e virá com 32 GB de espaço disponível nativamente, com prováveis opções de 64 e 128 GB. Outra particularidade do modelo estará no jogo de câmeras digitais. 

O sensor traseiro será duplo, com 8 megapixels atrás de cada jogo de lentes. A câmera dupla permitirá o uso de efeitos tridimensionais e de foco diferenciados no momento da captura das imagens, bem como a combinação dos sensores para capturar imagens de 16 megapixels.
A apresentação do Nubia Z9 está marcada para o dia 6 de maio em evento na China. Não se sabe se o aparelho será vendido no ocidente. Cabe ressaltar que a ZTE opera no Brasil e seus modelos mais baratinhos podem ser encontrados no mercado.
Qual é o smartphone mais esperado de 2015? Comente no Fórum do TechTudo!
Via GSMarena


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'É um trator melhorado', diz dono de calhambeque fabricado em 1929

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Com 86 anos, modelo Ford A Roadster encara estradas e pistas de corrida.
Pelo 3º ano, exemplar 'pré-guerra' participa de disputa em Franca (SP).

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Amanda Pioli Do G1 Ribeirão e Franca
03/05/2015 08h00 - Atualizado em 03/05/2015 08h00
Postado às 09h50m
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Johnny Walker exibe com orgulho seu carro original fabricado em 1929 (Foto: Érico Andrade/G1)Johnny Walker, 53, exibe com orgulho seu carro original fabricado em 1929 (Foto: Érico Andrade/G1)

Pouco antes de entrar na pista, o construtor Johnny Walker, de 53 anos, checa o motor, o óleo, e o nível de água do carro. A revisão seria considerada de praxe, não fosse o veículo em questão um Ford de 1929, preparado para encarar pelo terceiro ano consecutivo uma corrida de automóveis. “Ele aguenta tudo e anda muito bem. É um trator melhorado”, afirma o dono.

O carro é um dos 45 competidores que participam da 5ª edição da corrida Pé na Tábua, que ocorre neste domingo (3), em Franca (SP), e conta apenas com automóveis “pré-guerra” – fabricados antes de 1936 e conhecidos popularmente como “calhambeques”.


“É sair da rua e entrar na pista. Eu pelo menos não mexo em nada no meu carro. Só checo gasolina, óleo, água, pneu e se não tem nada solto. É a mesma preparação que entrar numa estrada, o que faço com frequência. Não é porque ele tem 86 anos que o deixo parado. É para andar, é para usar”, diz Walker.

Para ele, que também participa de exposições e encontros de carros antigos, deixar o veículo parado representa o verdadeiro perigo, uma vez que os fluídos do motor podem envelhecer e prejudicar o desempenho do carro. 

“Ele foi feito para aguentar o tranco. E já esteve várias vezes em Brasília, Rio de Janeiro, Curitiba, Salvador. Além de todo o interior de São Paulo. Não tenho ideia de quantos quilômetros ele rodou, só sei que foi muito”, ressalta orgulhoso o construtor.

Walker, que mora em Campinas (SP) e sofreu um pequeno atraso em sua viagem até Franca devido a um pneu furado, afirma que confia cegamente no calhambeque, mas confessa que tem uma “carta na manga”: “Como último recurso, a gente sempre tem o número de um guincho”, admite.

Paixão
Apaixonado por carros antigos desde criança, Walker lembra que passou muitos anos querendo comprar um modelo Ford A Roadster até achar exatamente o que queria, durante um encontro de automóveis antigos. Mesmo assim, mais quatro anos se passaram até que pudesse chamar o carro de “seu”. 


“Sabia que era o que queria quando o vi. Mas fui conseguir o carro só mais tarde, depois do proprietário original morrer. Quando saiu o inventário, negociei com a viúva. Foi meu presente de natal”, lembrou.
Walker conta, em detalhes, como conseguiu o veículo, há 4 anos (Foto: Érico Andrade/G1)
Walker conta, em detalhes, como conseguiu o carro
há 4 anos (Foto: Érico Andrade/G1)

O “fordinho”, como é carinhosamente chamado, ganhou novo dono no dia 23 de dezembro de 2010 e foi o primeiro carro antigo de Walker, que, atualmente, constrói um novo veículo, do mesmo modelo, peça por peça. Desde então, o carro é um hobby encarado com seriedade.

Raridade de R$ 100 mil
Para não descaracterizar o modelo, Walker mantém todas as partes e peças originais. O exemplar possuiu, inclusive, uma placa preta, que funciona como certificado de originalidade. 


Apenas o sistema de freio foi substituído, por de um Ford 1938, e o motor passou de 6v para 12v. “Mas o resto é inteirinho original, inclusive a pintura e os pneus”, afirma. O veículo é avaliado em cerca de R$ 100 mil.

Entre as particularidades do carro, o construtor destaca a ignição que é feita por meio de um pedal, ao lado do freio e do acelerador, e não de um botão, como nos modelos atuais. “A gente coloca a chave, liga a torneirinha de gasolina, geralmente puxa o afogador se precisar, e pisamos no pedal de ignição”.

O veículo possui ainda duas alavancadas atrás da direção, para regulagem do motor conforme a necessidade do trajeto. O Ford também não tem bomba de gasolina e o combustível é distribuído por gravidade. 

O cinto de segurança ainda é de três pontos. “Não teria como colocar cinto num carro desses. Só se mudasse as características dele. Mas a placa preta garante que a gente não seja multado por isso”, explicou.
Detalhes e conservação chamam atenção no modelo Ford A (Foto: Érico Andrade/G1)
Detalhes e conservação chamam atenção no Ford
(Foto: Érico Andrade/G1)

Para manter um veículo em tais condições, Walker afirma que o dono precisa ter disposição e interesse, uma vez que conseguir peças originais não é uma tarefa fácil.

“Um bom lugar para trocar informações e encontrar até peças são os encontros de carros antigos que promovemos. Mas também já precisei ir a feiras de antiguidades ou recorrer ao comércio exterior. Os Estados Unidos são a principal fonte”. Segundo ele, muitos países ainda produzem as peças, embora a distribuição fique mais centralizada.

Competição
Pelo terceiro ano consecutivo, Walker dirigiu até Franca para participar da corrida “Pé na Tábua”, neste domingo. Em sua quinta edição, o evento, criado para “fazer com que as pessoas voltassem a ter prazer com um evento de carros antigos”, segundo o organizador, Tiago Songa, reuniu dezenas de veículos fabricados até 1936, vindos de várias regiões do Brasil, para competirem e mostrar que ainda estão em forma.

Nelson Piquet estará presente na 5ª edição do Pé na Tábua, em Franca, neste fim de semana (Foto: Tiago Brandão)
Nelson Piquet estará presente na 5ª edição do
Pé na Tábua, em Franca (Foto: Tiago Brandão)

“Quis criar um novo desafio totalmente diferente dos eventos que acontecem pelo Brasil, onde os carros ficam parados e as pessoas andam. Na competição não. Quem fica estático é o público e os carros rodam. 

E para dar uma cerejinha no bolo eu defini um limite de data para os competidores”, ressaltou Songa. Segundo ele, é muito raro um evento em que os veículos sejam tão antigos – a média de idade dos competidores é 85 anos. O mais “velho” a participar da competição foi um Ford, fabricado em 1909.

A disputa, que acontece todo ano no Speed Park, é dividida em quatro categorias, conforme o modelo do veículo: “Ford A”, “Miscelânea”, para todos os modelos que não sejam Ford A, “Speed”, para automóveis de corrida de época, e “Transplantados”, em que veículos antigos apresentam uma mecânica nova. Desde 2012, o tricampeão de Formula 1, Nelson Piquet, também é presença confirmada no evento.

“Os veículos atingem na reta uma média de 80km/h. Pode parecer pouco. Mas numa ‘chimbiquinha’ com pneus finos, sem sinto de segurança, sem freio hidráulico, o perigo acaba sendo igual a de uma corrida normal. Assim como a diversão”, ressalta o organizador. A entrada de visitantes no evento é gratuita.

'Brincadeira'
Mais do que competir para ver quem chega em primeiro lugar, Walker afirma que a importância do evento está em reunir os apaixonados por carros antigos em uma brincadeira. 


“Todos dividem a mesma paixão e muitas vezes a gente já se conhece. Mesmo assim, é um jeito novo de se encontrar”, afirma. Além de participar sempre que pode, o construtor ainda faz questão de ir vestido a caráter, com as roupas de época (macacão e boina) para motoristas de tais veículos.

Para Walker, preservar os veículos e promover eventos como esse é uma forma de conservar o passado. “Nem todo mundo encara carros antigos da mesma forma. Mas é o nosso jeito de preservar o passado e manter a tradição”, ressalta.
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Totalmente equipado, Walker compete pelo terceiro ano consecutivo em Franca, SP (Foto: Érico Andrade/G1)Totalmente equipado, Walker compete pelo terceiro ano consecutivo em Franca, SP (Foto: Larissa Costa/G1)

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sábado, 2 de maio de 2015

Cientistas monitoram erupção de vulcão submarino na costa dos EUA

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Topo do vulcão fica a 1.500 metros abaixo da superfície do oceano.
Cientistas monitoram local em tempo real com um cabo submarino.

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Da Reuters
02/05/2015 07h00 - Atualizado em 02/05/2015 07h00
Postado às 09h25m
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Um vulcão submarino a cerca de 480 quilômetros de distância da costa de Oregon, nos Estados Unidos, tem soltado lava durante os últimos sete dias, confirmando previsões feitas no segundo semestre de 2014, e dando aos pesquisadores uma visão única de dentro de um ponto quente do oceano, segundo o geólogo Bill Chadwick afirmou, nesta sexta-feira (1º), à agência de notícias Reuters.


Os pesquisadores sabem de duas erupções anteriores do vulcão, chamado de "Axial Seamount" (algo como monte marítimo axial, na tradução livre do inglês para o português), por estar situado no eixo de um monte submarino), disse Chadwick, da Universidade do Estado de Oregon. Mas, acrescentou ele, as erupções de 1998 e de 2011 só foram detectadas meses ou anos após o evento.

No ano passado, pesquisadores conectaram um mecanismo de monitoramento a um cabo submarino que, pela primeira vez, lhes permitiu colher dados em tempo real do vulcão, cujo pico está a cerca de 1.500 metros abaixo da superfície do oceano.

"O cabo nos permite ter mais sensores e instrumentos de monitoramento do que nunca, e isso está acontecendo em tempo real", disse Chadwick, que também é membro da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos.

No passado, pesquisadores deixaram estações de monitoramento operadas por bateria no local durante anos, mas só puderam analisar os dados depois de recuperarem os aparelhos.
Foto sem data mostra efeitos de erupção de 2011 de vulcão submarino na costa do estado de Oregon, nos EUA; no dia 23, cientistas dizem que ele voltou a entrar em erupção e tem expelido magma há uma semana (Foto: Divulgação/Reuters/Oregon State University)
Foto sem data mostra efeitos de erupção de 2011
de vulcão submarino na costa do estado de
Oregon, nos EUA; no dia 23, cientistas dizem que
ele voltou a entrar em erupção e tem expelido
magma há uma semana (Foto: Divulgação/
Reuters/Oregon State University)

Detecção de terremoto
No dia 23 de abril, sensores de pressão detectaram uma erupção em andamento. Depois de monitorarem centenas, depois milhares de pequenos terremotos por dia próximos do vulcão, eles detectaram mais de 8 mil pequenos tremores em um período de 24 horas no dia 23, explicou o geólogo.


Por volta da meia-noite, os sensores de pressão detectaram uma queda no piso marítimo – um sinal de que o magma estava em erupção – e que o vulcão inchado estava se desinflando como um balão. No total, o piso marítimo baixou 2,4 metros na última semana.

Erupção mais lenta
Apesar de a erupção ter ficado mais lenta, o vulcão ainda parecia estar expelindo magma nesta sexta-feira, disse ele, deixando os cientistas intrigados sobre para onde a lava estava indo.


"Sabemos que ele não entrou em erupção na caldeira, ou na cratera, porque é lá que a maior parte dos nossos sensores estão, e todos eles sobreviveram", explicou ele.

As flutuações de temperatura e as leituras sísmicas são consistentes com uma erupção no lado norte da cratera do vulcão, disse Chadwick. "Mas provavelmente não saberemos até este verão, quando formos até lá com um navio para poder observar o local."

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