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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Rússia faz primeiro voo tripulado depois de série de fracassos

GIPOPE - INTELLIGENCE.

NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.
INTERNACIONAL -- CIÊNCIA & TECNOLOGIA

Lançamento aconteceu na madrugada desta segunda-feira (14).
Três tripulantes serão levados até a Estação Espacial Internacional.


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Do G1, em São Paulo

|[|*-=-*|]| A agência espacial russa (Roscosmos) lançou a nave Soyuz ao espaço por volta das 2h14 desta segunda-feira (14), com três astronautas a bordo que seguirão até a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). O lançamento aconteceu no cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, dois meses depois do previsto.
    Os três tripulantes --o norte-americano Dan Burbank e os russos Anton Shkaplerov e Anatoli Ivanishin - integram a Expedição 30 da ISS. Eles vão render outros três astronautas que estão na ISS e são os únicos seres humanos no espaço atualmente: o norte-americano Mike Fossum, o japonês Satoshi Furukawa e o russo Serguei Volkov.


    Este será o primeiro voo tripulado desde a falha de um foguete similar, que não conseguiu decolar com o cargueiro norte-americano Progress, da Nasa, em agosto.


    A credibilidade do programa Soyuz foi posta à prova após 1,8 mil lançamentos com sucesso. A nave russa é a única opção para transporte de astronautas à ISS, já que os Estados Unidos aposentaram a sua frota de veículos para este fim em 2011.


    Aviões e helicópteros estão preparados no Cazaquistão, na região da Sibéria e no extremo oriente russo, caso ocorram imprevistos após o lançamento. No Japão, um barco de resgate também poderá ser deslocado no caso de queda da nave.

    Nave Soyuz antes do lançamento nesta segunda-feira (14), em Baikonur, no Cazaquistão. (Foto: Shamil Zhumatov / Reuters)
    Nave Soyuz antes do lançamento nesta segunda-feira (14), em Baikonur, no Cazaquistão. (Foto: Shamil Zhumatov / Reuters)
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    domingo, 13 de novembro de 2011

    Aos 22 anos, piloto argentino morre em acidente


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    DE SÃO PAULO


    [*.<=:=>.*] O piloto argentino Guido Falaschi, 22, morreu após sofrer um acidente neste domingo, em etapa da Turismo Carretera, conforme informou a a associação dos pilotos da competição.


    Segundo a entidade, ele morreu após de 40 minutos de tentativas de reanimação no hospital municipal de Balcarce, na Argentina.

    Diego HC/Creative Commons
    O piloto argentino Guido Falaschi
    O piloto argentino Guido Falaschi
    Falaschi, apelidado de "El Principe" (o príncipe), perdeu o controle de seu carro, bateu na barreira de pneus de uma curva do autódromo Juan Manuel Fangio e ao voltar para a pista, foi acertado em cheio por Oscar Larrauri e, em seguida, Nestor Girolami.


    Falaschi foi campeão da F-Renault Argentina em 2008, mesmo ano em que chegou a disputar duas corridas da F-3 Sul-Americana. No mesmo ano, foi campeão da Copa América da Top Race V6, correndo pela Mercedes.


    Veja o vídeo do acidente:
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    Bancos brasileiros tomam um tranco na crise

    GIPOPE - OPINIÃO.

    NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.
    BRASIL -- ECONOMIA & MERCADOS

    Apesar dos bons lucros, papéis desvalorizaram e não são opção para investir no curto prazo, dizem analistas

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    Atualizado:
    Aloísio Lemos, analista da Ágora Corretora, alerta que o mercado deve continuar muito volátil
    Aloísio Lemos, analista da Ágora Corretora, alerta que o mercado deve continuar muito volátil André Coelho/8-1-2010 / Agência O Globo


    #-$-%-$-# SÃO PAULO — À sombra do risco de contágio da crise global, as ações dos grandes bancos brasileiros estão em ritmo de montanha-russa. Elas têm se alternado dependendo do humor dos mercados da Europa e dos Estados Unidos. Nem os bons resultados contábeis das instituições nos primeiros nove meses do ano nem a recomendação de compra da maioria dos analistas têm conseguido sustentar os preços. Os papéis dessas instituições acumulam perdas em relação ao fechamento de 2010.


    Mesmo sem estarem expostos de forma significativa ou direta a títulos de países em crise, sempre que os problemas fiscais de países como a Grécia e a Itália ameaçam os bancos europeus, os bancos brasileiros também pagam a conta.


    — Os grandes investidores fazem movimentos setoriais e, se tem um banco quebrando na Europa, vendem também suas posições em bancos aqui. Não é um movimento baseado em fundamentos — diz Luciana Leocadio, chefe da área de análise da Ativa Corretora.


    Em 9 meses, resultados foram recordes
    De fato, bancos grandes como Itaú Unibanco, Bradesco e Banco do Brasil acumulam nos nove primeiros meses do ano lucros recordes — R$ 10,9 bilhões, R$ 8,3 bilhões e R$ 9,2 bilhões, respectivamente — mas suas ações mais negociadas na BM&F Bovespa amargavam perdas de 17,9%, 4,7% e 16,9% na quarta-feira da semana passada. Com resultados aquém do esperado pelo mercado (R$ 5,9 bilhões de lucro até setembro) e mais exposto à crise europeia por causa da matriz espanhola, as ações da filial brasileira do Santander perdiam 32,4% no período.


    Se não estão fazendo feio em relação à performance do Ibovespa, o principal índice da bolsa brasileira, que fechou a sexta-feira com perda de 19,52%, os papéis desses bancos já viveram momentos piores este ano. Depois, eles até melhoraram um pouco a performance.


    Em agosto, quando além das turbulências na Europa, havia uma indefinição sobre a aprovação da elevação do teto da dívida americana, as ações (PN) do Itaú Unibanco acumulavam perdas de mais de 30%, fechando aquele mês com desvalorização de 25,4% no ano. Na mesma data, o Bradesco perdia 12,7% e o BB, 11,2%. A aprovação do novo teto da dívida nos EUA e a expectativa de uma solução para a dívida grega acalmaram os ânimos e os papéis dos bancos brasileiros iniciaram uma recuperação. Depois, veio novo estresse com o agravamento da crise grega e, recentemente, com a deterioração do quadro político na Itália.


    — O que estancou a recuperação dos papéis foi justamente o risco sistêmico — diz o analista de um banco, que pediu para não ser identificado, completando: — Os bancos locais são sólidos, pouco expostos, mas suas ações 'apanham' por uma questão sistêmica.


    No cenário da crise, bancos médios sofrem ainda mais
    Aloísio Lemos, analista de bancos da Ágora Corretora, lembra que como o mercado deve continuar muito volátil e com grande aversão a riscos, a palavra de ordem para os investidores é cautela, o que significa aplicar de forma diversificada em ações. E de preferência em papéis defensivos.


    — E dentro dessa diversificação vemos espaço para as ações de pelo menos um banco — diz ele, acrescentando: — Diante de tudo o que está acontecendo, nós identificamos oportunidades e temos recomendação de compra para todos os grandes bancos (exceto o Bradesco, que é o controlador da Ágora), com o Itaú Unibanco e BB à frente, mas também para o Santander.


    O analista da Ágora ressalta, entretanto, que os papéis de bancos só são interessantes para um horizonte de médio e longo prazos.


    — No atual cenário é muito arriscado montar posições para o curto prazo.
    Se os grandes bancos pagam pelo “contágio sistêmico” dos problemas na Europa e nos Estados Unidos, a conta para as instituições de menor porte está ainda mais salgada. As ações dos bancos médios têm perdas no ano que vão dos 18%, caso do ABC Brasil e do Pine, a até 45,9%, que era a desvalorização dos papéis do Bicbanco semana passada.


    — Os bancos médios têm suas características, mas a estrutura de capital não é problema, como têm uma estrutura de funding mais restrita que os grandes, sofrem mais por seleção natural dos investidores — observa Nunes, da Ágora, que nesse segmento tem recomendação de compra para os papéis do ABC Brasil.
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    Novo premiê da Itália, Mario Monti reforça urgência para conter crise

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    INTERNACIONAL -- POLÍTICA & PODER

    DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

    Crise Econômica
    Atualizado às 17h24.

    |/:/>.:.<\:\| Reforçando o senso de urgência e a necessidade de união política para conter a crise, o economista e ex-comissário europeu Mario Monti, 68, assumiu neste domingo o cargo de primeiro-ministro da Itália com a missão de formar um novo governo tecnocrata. O anúncio confirma o objetivo italiano de tranquilizar a comunidade internacional antes da abertura dos mercados na segunda-feira.


    Monti assume o governo um dia após Silvio Berlusconi, 75, ter oficializado sua renúncia. O posto foi deixado ontem após a Câmara dos Deputados aprovar por 380 votos a 260 o Orçamento de 2012, incluindo um pacote de austeridade acertado com a União Europeia que era condição para a saída do agora ex-premiê.

    Roberto Monaldo/Associated Press
    Mario Monti reforçou o sentido de urgência para conter a crise e exortou a união das forças políticas no país
    Mario Monti reforçou o sentido de urgência para conter a crise e exortou a união das forças políticas no país

    A lei contém as medidas exigidas para garantir a estabilidade financeira e reduzir a enorme dívida pública do país, que atualmente corresponde a 120% do PIB (€ 1,9 trilhão), através de uma economia de até € 59,8 bilhões até 2014.


    Nomeado pelo presidente italiano Giorgio Napolitano, o novo primeiro-ministro tem agora a missão de indicar o quanto antes quem integrará seu gabinete, cujos nomes devem conter um perfil majoritariamente tecnocrata, antecipa a imprensa italiana.


    "Dou início a este trabalho com o compromisso de respeitar o Parlamento e todas as forças políticas", disse Monti em coletiva de imprensa logo após sua nomeação.


    "A Itália pode sair desta situação de emergência com base num esforço comum, e voltar a ser uma força dentro da União Europeia [UE], e não uma fraqueza", acrescentou.


    Napolitano, falou logo em seguida, reiterando que "a urgência de lidar com a crise, da aprovação das medidas às escolhas que serão feitas de agora em diante, deve-se à necessidade de solucionar com maior rapidez este momento".


    Reconquistar a dignidade, a Justiça social e o respeito dos investidores internacionais estão entre as prioridades do novo governo tecnocrata, disse Napolitano.

    Editoria de Arte/Folhapress

    Monti é formado pela renomada Universidade Bocconi e depois estudou em Yale, nos Estados Unidos. Chegou a lecionar na Universidade de Turim, tornou-se professor de economia política na Bocconi e foi nomeado para o cargo em Bruxelas por Berlusconi em 1994.


    Serviu como chefe de competição da UE, supervisionando os inquéritos antitruste da Microsoft feita no início dos anos 2000, quando ganhou notoriedade e renome em Bruxelas.


    Há dois anos foi encarregado da compilação de um relatório sobre o mercado único da EU, que pediu mais desregulamentação para estimular a competição e o crescimento econômico.


    LUTA CONTRA O TEMPO
    "Como chefe de Estado, acompanhei de forma isenta a situação e decidi nomear Mario Monti como o novo premiê. Neste momento, não vejo a necessidade de convocar eleições antecipadas", indicou.
    "Eu tenho confiança de que dando o mandato a Monti, teremos uma figura independente que sempre esteve isento das competições políticas que possui as habilidades técnicas necessárias para conduzir o país".
    "Precisamos ter agora um esforço comum para retirar a Itália do momento mais agudo da crise financeira", acrescentou o presidente.


    Em resposta aos jornalistas, Napolitano deixou claro que a formação do novo governo ocorrerá da forma mais rápida possível, mas Monti seguirá padrões técnicos e tomará decisões com cautela.


    "Nunca dissemos que resolveríamos isso em 24 horas, mas podemos contar que Monti anunciará seu gabinete o mais rápido possível".


    Além da ansiedade dos mercados em relação à incerteza do comando político italiano, durante a semana, o FMI (Fundo Monetário Internacional) e a UE pressionaram o país a definir com urgência sua situação e evitar a convocação de eleições.


    A diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, elogiou a aprovação das medidas de austeridade no Senado, na sexta-feira, e disse que a indicação de um novo premiê é "um sinal de clareza e credibilidade da situação política" na Itália. Também na sexta, o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, disse que "o país precisa de reformas, não eleições".


    RENÚNCIA DE BERLUSCONI
    Silvio Berlusconi anunciou neste domingo que apoia a formação de um governo "tecnocrático" para salvar a Itália da crise, mas deixou claro que "não se renderá" e que continuará trabalhando no Parlamento.


    "Estamos prontos para apoiar os esforços do presidente da República para formar um governo tecnocrático com um amplo consenso do Parlamento", afirmou Berlusconi em uma mensagem transmitida pela televisão, na qual disse também que "multiplicará" seu trabalho no Parlamento para reformar a Itália.


    Cedendo às pressões que aumentaram seu isolamento nas últimas semanas, ele abandonou o poder no sábado, dando fim a um período de 17 anos na liderança política do país e abrindo caminho para a contenção da crise econômica italiana.

    Editoria de Arte/Folhapress
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    Imprensa internacional destaca ocupação da Rocinha

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    BRASIL -- RIO DE JANEIRO --\\-- FATOS POLICIAIS

    Veículos estrangeiros afirmam que retomada é preparação para Copa e Olimpíadas


    O jornal espanhol 'El País' disse que a Rocinha ganhou ainda mais força com a chegada de bandidos do Complexo do Alemão
    O jornal espanhol 'El País' disse que a Rocinha ganhou ainda mais força com a chegada de bandidos do Complexo do Alemão El País / Reprodução


    [//|*=-=*|\\] RIO – A ocupação de Rocinha, Vidigal e Chácara do Céu foi destaque na imprensa internacional, com direito a chamada na capa principal da maioria dos sites. Os veículos estrangeiros ressaltaram a importância da entrada e permanência da polícia como objetivo de enfraquecer o tráfico, principalmente tendo em vista a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.


    O jornal espanhol “El País” apresentou a Rocinha como “a mais emblemática favela do Rio, por sua vizinhança com os bairros de Gávea e São Conrado”.


    “Segundo a polícia, a Rocinha é também o principal ponto de distribuição de drogas da cidade, com uns 200 traficantes, um negócio que tomou força com a chegada dos bandidos que fugiram há um ano do Complexo do Alemão, um conjunto de favelas tomado em uma operação similar a esta”, diz o texto na página do jornal na internet.


    Com um breve histórico sobre a maior comunidade do Rio, o francês “Le Monde” se confundiu ao dizer que a Rocinha já recebeu o Papa João Paulo II, quando na verdade o Pontífice foi ao Vidigal. O jornal diz que Rocinha e Vidigal são duas favelas mais urbanizadas que as outras e lembrou também a prisão de Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem.


    Outro jornal francês, o “Le Figaro” publicou uma galeria de fotos sobre a ocupação e disse que o objetivo da implantação de Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) a ser instalada nas comunidades é preparar a cidade para a Copa e as olimpíadas.
    Agência O Globo

    O jornal americano “Chicago Tribune” disse que o Brasil conta com a pacificação das favelas para ser observado como uma potência global, do ponto de vista econômico, político e cultural.


    “Horas de operação e nenhum tiro foi ouvido na Rocinha”, destacou, afirmando que as forças de segurança percorreram caminhos íngremes.


    “Os moradores espiavam o lado de fora por suas janelas, olhando para a polícia e para os jornalistas. Um morador aplaudiu o movimento: 'Diga ao mundo que não somos todos traficantes de drogas!, gritou um homem'”, observou o jornal.
    A CNN publicou que a operação faz parte do esforço do Brasil para eliminar o crime e fez um histórico das UPPs:


    “Polícia já pacificou dezenas de favelas, uma vez que iniciou suas operações em 2008, mas essa é uma dura batalha. Cerca de um quinto dos moradores do Rio vivem nas quase mil favelas, muitos deles acima de colinas íngremes à beira mar, com vista para condomínios”.


    Já o argentino “Clarín” comparou a operação na Rocinha à do Complexo do Alemão:
    “O único precedente de tal mobilização das forças de segurança foi em outra favela do Rio: o Complexo do Alemão”.


    Em seguida, a publicação explicou como é a geografia local:
    “ A Rocinha é espalhada sobre as encostas de uma colina e cai para o fundo da praia de São Conrado, onde existem várias hotéis quatro e cinco estrelas. Isto fez com que fosse reforçada a vigilância para os turistas, de modo a evitar qualquer retaliação contra os viajantes brasileiros e estrangeiros”.

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    Vaca adota 'cachorro bezerro' e deixa a população curiosa

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    A relação entre um cachorro e uma vaca no municipio de Mirante, no sudoeste da Bahia, deixou os moradores da região bastante curiosos.

    |*))-=-((*| Jack é um cachorro vira-lata que tem um ano e dois meses. A maioria dos hábitos do animal são comuns a todos os cães, mas ele tem uma ‘mãe’ um pouco diferente.

    “Acho que ele foi vendo eu tirar o leite da vaca, o peito [teta] ficava pingando, porque tava cheio, e aí deve ter começado a lamber e nisso ele aprendeu de uma vez por todas e agora não quer largar de jeito nenhum”, conta Leonardo Lima, dono dos animais.

    A ‘mãe adotiva’ é uma vaca Indubrasil, que não se importa em amamentar o cachorro. “A vaca só basta chegar aqui, ele já vem, já vai mamar mesmo”, completa Leonardo.

    A história do ‘cachorro bezerro’ já é conhecida pelos moradores da região da Fazenda Prazeres, a cerca de 90 Km de Vitória da Conquista, mas quando Jack começou a dar as primeiras mamadas muitos não acreditaram no fato.

    “Muitos desacreditaram ai eu falei ‘não, se duvida vai lá pra ver’, ai sucedeu que o pessoal comprovou”, lembra Dionésio Lima, agricultor. Informações e foto do G1.
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