Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Total de operações desta sexta superou as 201,6 milhões de transações registradas em 5 de abril de 2024 – que era o recorde anterior. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Alexandro Martello, g1 — Brasília Postado em 10 de junho de 2024 às 11h10m #.*Post. - N.\ 11.232*.#
O total de operações desta sexta superou as 201,6 milhões de transações
registradas em 5 de abril de 2024 — Foto: Reprodução/Jornal Nacional
O Banco Central informou que as transações via PIX bateram um novo recorde na última sexta-feira (7): foram 206,8 milhões de operações em um único dia.
Segundo a instituição, as transações da última sexta-feira somaram R$ 90,9 bilhões. O valor também é recorde.
O total de operações desta sexta superou as 201,6 milhões de transações registradas em 5 de abril de 2024 – que era o recorde anterior.
Considerando o movimento de quinta-feira (6) da última semana, acrescentou o BC, pela primeira vez foram realizados mais de400 milhões de Pix num intervalo de 48 horas.
"Os
números são mais uma demonstração da importância do PIX como
infraestrutura digital pública, para a promoção da inclusão financeira,
da inovação e da concorrência na prestação de serviços de pagamentos no
Brasil", avaliou o Banco Central.
Sistema do BC permite que vítimas de golpes do PIX consigam recuperar prejuízo
Nova função
O Banco Central prevê lançar uma nova funcionalidade para o PIX em 28 de outubro deste ano: o Pix automático.
Essa modalidade do Pix vai permitir que o cliente agende previamente
pagamentos que ele já sabe que precisará fazer a empresas.
O Pix automático poderá ser usado, por exemplo, para pagar:
contas de água e luz
escolas e faculdades
academias, condomínios
parcelamento de empréstimos
Esse tipo de pagamento já pode ser feito através do débito automático,
mas na avaliação do Banco Central, o Pix automático terá a capacidade de
alcançar mais pessoas.
Outra modalidade do Pix, chamada de Pix agendado recorrente, deve estar
disponível a partir de outubro de 2024. O Pix agendado poderá ser
usado, por exemplo, para:
Mesada
Doação
Aluguel entre pessoas físicas
Prestação de serviço por pessoas físicas (como diarista, terapia, educador físico etc)
Aeronave pousou com segurança em Viena após o incidente <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Stephanie Halaszda CNN 10/06/2024 às 10:16 Postado em 10 de junho de 2024 às 10h35m #.*Post. - N.\ 11.231*.#
Avião da Austrian Airlines é gravemente danificado após tempestade de granizo exithamster/X
Um avião da Austrian Airlines foi gravemente danificado no domingo (9), após uma chuva de granizo.
Segundo
a companhia aérea, a aeronave passou por uma “célula de tempestade”. O
fenômeno é uma massa de ar que contém correntes de ar que vão para
várias direções e podem causar turbulência.
O avião com 173 passageiros e seis tripulantes saiu de Palma de Mallorca, na Espanha, rumo a Viena, na Áustria. A aeronave pousou com segurança na capital austríaca e ninguém ficou ferido.
Avião da Austrian Airlines é gravemente danificado após tempestade de granizo / exithamster/X
Uma chamada de emergência foi feita durante o voo, segundo a Austrian Airlines.
Imagens
nas redes sociais mostra o nariz do avião gravemente danificado, o topo
do cockpit dobrado e o vidro nas janelas do cockpit rachado.
“A
aeronave Airbus A320 foi danificada por granizo no voo OS434 de ontem
de Palma de Maiorca para Viena. A aeronave foi capturada em uma célula
de tempestade ao se aproximar de Viena, que de acordo com a tripulação
da cabine não era visível no radar meteorológico”, disse a Austrian
Airlines em um comunicado à CNN nesta segunda-feira (10).
“De
acordo com informações iniciais, as duas janelas do cockpit dianteiro
da aeronave, o nariz da aeronave [o “radome”] e alguns painéis foram
danificados pelo granizo.”
Autoridades locais avaliam agora a gravidade do incidente.
O caso vem depois de um incidente no mês passado com ovoo SQ321 da Singapore Airlines, quando um passageiro morreu e mais de 70 ficaram feridos depois que o avião atingiu severa turbulência.
Ilha panamenha teve de ser evacuada por conta do fenômeno. Moradores se mudaram nesta semana para bairro construído em cima de plantação de mandioca na parte continental do país. Cientistas preveem que 63 comunidades do Pacífico terão de ser deslocadas por causa do aquecimento global nas próximas décadas. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Associated Press 09/06/2024 07h01 Atualizado há 2 horas Postado em 09 de junho de 2024 às 09h05m #.*Post. - N.\ 11.230*.#
Moradores de ilha do Panamá são 'expulsos' por elevação do nível do mar
Redes começaram a aparecer nesta semana nas portas de 300 novas casas construídas em cima de um campo de mandioca na costa do Panamá. As residências serão o novo lar para os moradores da primeira ilha do Caribe a ser evacuada devido ao aumento do nível do mar.
As famílias, indígenas da etnia Guna que vivam na ilha de Gardi Sugdub,
no arquipélago de San Blas, transportaram fogões, cilindros de gás,
colchões e outros pertences em barcos e caminhões para a nova comunidade
de Isberyala.
Ilha de Gardi Sugdub, no arquipélogo de San Blas, no Panamá, que teve
de ser parcialmente evacuada por conta do aumento do nível do mar, em
junho de 2024. — Foto: Matías Delacroix/ AP
Os
Gunas de Gardi Sugdub são apenas a primeira de 63 comunidades ao longo
das costas do Caribe e do Pacífico do Panamá que autoridades
governamentais e cientistas preveem que serão forçados a se mudar devido
ao aumento do nível do mar nas próximas décadas.
A cada ano, especialmente quando os fortes ventos atingem o mar em novembro e dezembro, a água enche as ruas e entra nas casas. As alterações climáticas não estão apenas provocando a subida do nível do mar, mas também aquecendo os oceanos e, assim, a alimentando tempestades mais fortes.
Os agora ex-moradores da ilha, todos da etnia Guna, rapidamente
perceberam algumas diferenças com a terra firme. “Aqui é mais fresco”,
disse Augusto Walter, 73 anos, pendurando a rede na quarta-feira na
arrumada casa de dois quartos com quintal. “Lá (na ilha) a essa hora do
dia está um forno”.
Ele estava esperando a esposa, que havia ficado mais um pouco na ilha,
para preparar a comida. Eles dividirão a casa construída pelo governo
com outros três membros da família.
A maioria das famílias de Gardi Sugdub se mudou ao longo desta semana ou estão em processo de mudança, mas as ruas recém-pavimentadas e pintadas de sua nova moradia, a localidade de Isberyala, ainda estavam praticamente vazias.
Bairro construído por governo panamenho na parte continental do país
para receber moradores de ilha que tiveram de ser realocados por conta
do aquecimento global, em junho de 2024. — Foto: Matías Delacroix/ AP
Sete ou oito famílias, totalizando cerca de 200 pessoas, optaram por ficar por enquanto -- a retirada não foi obrigatória. Mas, para permanecer na ilha, alguns tiveram de construir casa novas com dois andares.
Entre os que ficaram está o mecânico de barcos Augencio Arango, de 49
anos. “Prefiro estar aqui (na ilha), é mais relaxante”, disse Arango.
Sua mãe, irmão e avó mudaram-se para Isberyala.
“Honestamente, não sei por que as pessoas querem morar lá”, disse ele. “É como morar na cidade, trancado e não dá para sair, e as casas são pequenas.”
Ele
diz não acreditar que as mudanças climáticas fossem responsáveis pelo
aumento do nível do mar, mas sim decisões tomadas pelas pessoas. “O
homem é quem prejudica a natureza”, disse Arango. “Agora eles querem
derrubar todas as árvores para construir casas em terra firme.”
Já Ernesto López, 69 anos, mudou-se terça-feira com sua esposa Digna, e mais dois parentes eram esperados em breve.
“Sentimos que estamos mais confortáveis aqui, há mais espaço”, disse López, sentado em sua própria rede na quarta-feira. “Em Gardi Sugdub estávamos realmente espremidos em casas com muita gente. Não cabíamos mais, e o mar chegava todo ano.”
Tal como a maioria das famílias que se mudaram para cá, López, um líder
guna, e a sua esposa ainda não tinham eletricidade nem água. O governo disse que havia eletricidade disponível na comunidade, mas as famílias tiveram de abrir suas próprias contas.
Eles passaram a primeira noite com uma lanterna movida a bateria e os queimadores de gás que trouxeram da ilha.
Mangas, bananas verdes e cana-de-açúcar que López trouxera naquela
manhã da sua fazenda, a cerca de duas horas de distância, estavam
empilhadas no chão da casa. Como a maioria das famílias, eles não planejavam abandonar completamente a ilha onde gerações passaram a vida inteira.
“De vez em quando vamos cruzar para a ilha”, disse López.
Muitos dos novos residentes de Isberyala fizeram exatamente isso porque as suas novas casas ainda não tinham eletricidade.
Betsaira Brenes, 19 anos, mudou-se com a mãe, a avó e uma tia na
quarta-feira. Carregando para dentro de casa dois galões de água que
trouxeram da ilha, ela disse que haveria espaço suficiente para a
família depois de morar na ilha lotada.
Eles planejavam continuar viajando entre o continente e a ilha também,
disse ela. “O bom disso tudo é que agora temos uma casa nova e outra
onde ficaram as outras tias.”
A maioria das pessoas fica surpresa ao saber que as águas que banham o Chile, o Peru, o Equador ou a Colômbia são mais altas que as da Argentina, do Brasil ou do Uruguai. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Cristina J Orgaz 08/06/2024 18h23 Atualizado há 16 horas Postado em 09 de junho de 2024 às 08h25m #.*Post. - N.\ 11.229*.#
Entre o Oceano Pacífico e o Oceano Atlântico existe uma diferença de altura de cerca de 20 centímetros.
E embora possa parecer uma diferença sútil, tem implicações importantes
para a circulação oceânica, o clima global, a navegação e até mesmo
grandes obras de engenharia como o Canal do Panamá.
Isto é levado em consideração para estabelecer rotas de navios,
operações petrolíferas offshore, pesca, busca e salvamento,
contramedidas para derramamentos de óleo e operações marítimas.
Você pode se surpreender ao saber que as águas que banham o Chile, o Peru, o Equador ou a Colômbia são mais altas que as da Argentina, do Brasil ou do Uruguai.
Os oceanos Atlântico e Pacífico se conectam e formam uma massa contínua
de água salgada que cobre mais de 71% da superfície da Terra.
Mas se ela é contínua, como os cientistas sabem que existe uma diferença de altura?
Os oceanos Atlântico e Pacífico se conectam e formam uma massa contínua
de água salgada que cobre mais de 71% da superfície da Terra — Foto:
Getty Images/Via BBC
“A altura do mar é um parâmetro que pode ser estudado do espaço”,
explica Susannah Buchan, oceanógrafa e professora visitante da
Universidade de Concepción, no Chile, à BBC Mundo.
“Com os satélites você pode estudar temperatura, clorofila... São
parâmetros que costumamos ver do espaço para entender diferentes
processos físicos que acontecem no oceano e que impactam a biologia
marinha”, acrescenta.
Para obter uma visão completa da topografia marinha, além da rede de
marégrafos que determinam o nível do mar em pontos específicos, os
cientistas utilizam medições de satélite.
Satélites de altimetria, como o da NASA e o Jason-3 da Agência Espacial Europeia, enviam pulsos de radar em direção à superfície do mar e medem o tempo que leva para o sinal retornar.
Esta informação permite calcular a altura da superfície do oceano com uma precisão de alguns centímetros.
Os dados, recolhidos ao longo de décadas, permitem a criação de modelos
detalhados da superfície do mar, revelando variações de altura à escala
global.
Há uma combinação de vários elementos que explicam essa diferença.
Alguns influenciam mais do que outros. As marés ou a atividade
vulcânica subaquática, por exemplo, podem afetar temporariamente a
altura do mar.
Mas existem forças que tornam a diferença de altura permanente. Confira, a seguir, algumas delas.
A densidade
O exemplo mais conhecido que os especialistas recorrem para explicar
este fenômeno é o da água e do azeite. Se colocarmos os dois elementos
num copo, vemos imediatamente que o óleo – que é menos denso – flutua.
"É muito simples. O exemplo do azeite mostra isso, mas se transferirmos
para o que acontece no oceano, digamos que colocamos água salgada em um
copo e água doce no outro e conectamos os dois recipientes no fundo com
um mangueira pequena", indica Osvaldo Ulloa, diretor do Instituto
Millennium de Oceanografia do Chile e também acadêmico da Universidade de Concepción.
“Então, poderia-se pensar que a água salgada e a água doce se
encontrariam no ponto médio, mas não é o caso. Elas vão se mover um
pouco em direção à água mais doce, porque as pressões vão compensar”,
explica.
Essa densidade, que causa a diferença de altura, se deve à salinidade: o Atlântico é mais salgado que o Pacífico.
“A verdade é que se poderia pensar que, como os oceanos estão ligados,
deveriam estar ao mesmo nível. Mas o Atlântico é mais baixo e isso tem a
ver com a densidade. O Atlântico é mais denso que o Pacífico, Então, as
pressões vão se equilibrar na profundidade. A parte mais densa
empurrará um pouco mais a parte menos densa."
Neste ponto, a cordilheira que atravessa a América assume um papel especial.
“A Cordilheira dos Andes, a Cordilheira Costeira, as Montanhas Rochosas
na América do Norte, geram uma barreira que provoca mais chuvas no
Oceano Pacífico e o torna menos salgado”, afirma o especialista.
Esta menor salinidade do Oceano Pacífico contribui para a diferença de altitude.
“Os estudos mais recentes mostram que as chuvas são maiores no
Pacífico. A salinidade é uma compensação entre o que evapora e o que
chove, ou seja, a água que entra e a água que sai”, afirma.
A temperatura
Outro fator que contribui para a diferença de altura é a temperatura da
água, por ser outra propriedade física que afeta a densidade.
A água quente é menos densa que a água fria e as diferenças de
temperatura entre os oceanos podem gerar variações no nível do mar.
O Pacífico tem uma temperatura média ligeiramente superior à do Atlântico, o que o torna um pouco menos denso.
E vamos lembrar: menos denso significa mais alto.
A topografia
A topografia do fundo do mar também desempenha um papel na distribuição da água e, portanto, no nível do mar.
Nas áreas mais profundas, as fossas oceânicas – como a Fossa das Marianas – descem até mais de 11 quilômetros.
Montes submarinos e cadeias de montanhas atuam como obstáculos no caminho da água em movimento.
“O oceano tem muitas estruturas internas que modulam fundamentalmente a
vida no mar. E então, essas mudanças no nível do mar passam por muitos
desses processos oceanográficos”, diz Buchan.
É assim que as cordilheiras subaquáticas, as planícies abissais e as
fossas oceânicas podem influenciar a circulação oceânica e gerar
variações na altura do mar.
Os padrões do vento
“Especificamente na América Latina estamos testemunhando outro processo
que tem a ver com a pressão atmosférica e os ventos associados à
corrente de Humboldt, que é uma corrente fria”, afirma o professor da
Universidade de Concepción.
“Você pode imaginar que no Pacífico temos basicamente ventos que empurram a água do Chile em direção à Indonésia. E isso também significa que entre o Chile, o Peru e a Indonésia, do outro lado, a altura do mar varia devido a esse processo de vento.”
A altura é influenciada pelas mudanças climáticas e a subida do nível do mar?
“Dados de altimetria com satélites mostram que a elevação do nível do mar não é simétrica. Por exemplo, na costa do Chile
o mar praticamente ainda não subiu, ao contrário do que está
acontecendo na Austrália ou do outro lado do Pacífico", diz Ulloa.
E isso se deve, diz ele, ao fato de o oceano estar aquecendo de uma forma não homogênea.
“Ou seja, quando falamos de alterações climáticas, não podemos pensar
que irão afetar todas as regiões da mesma forma. Há regiões que serão
mais afetadas e outras menos”, afirma.
Como afeta o Canal do Panamá
A hidrovia navegável mais famosa da América também é afetada pela
diferença de altura entre o Pacífico e o Atlântico, os dois oceanos que
liga através do seu sistema de eclusas que permitem a navegação dos
navios, unindo as duas partes navegáveis com níveis diferentes.
Se o canal fosse de mar aberto e não contivesse eclusas, ou seja, se
houvesse de alguma forma uma comunicação direta, então se formaria uma
corrente que fluiria do Pacífico menos denso para o Atlântico.
O encontro criaria uma corrente que tornaria a navegação perigosa
porque “as marés de ambos os lados teriam fases opostas em cada costa do
Panamá, portanto, se houvesse um canal ao nível do mar, haveria grandes
correntes de maré através dele”, explica o Centro Nacional de
Oceanografia do Reino Unido.
“Uma analogia, embora imperfeita porque existem muitos outros fatores, é
uma comparação entre o Panamá e a passagem de Drake, no extremo sul do Chile, que tem um fluxo de oeste para leste”, acrescenta o site do serviço.
"As eclusas são necessárias no Canal do Panamá porque o canal sobe
colinas e usa lagos de montanha. Portanto, as eclusas seriam necessárias
mesmo que o nível do mar fosse o mesmo em ambos os lados."