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quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024

A impressionante foto de urso polar dormindo em iceberg que venceu prêmio de fotografia

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O fotógrafo amador britânico Nima Sarikhani fez a imagem depois de três dias procurando ursos polares no arquipélago norueguês de Svalbard.
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TOPO
Por BBC

Postado em 07 de fevereiro de 2024 às 12h00m

#.*Post. - N.\ 11.107*.#

Foto vencedora de concurso sobre vida selvagem — Foto: NIMA SARIKHANI/WILDLIFE PHOTOGRAPHER OF THE YEAR
Foto vencedora de concurso sobre vida selvagem — Foto: NIMA SARIKHANI/WILDLIFE PHOTOGRAPHER OF THE YEAR

Uma imagem impressionante de um jovem urso polar dormindo em um iceberg, feita pelo fotógrafo amador britânico Nima Sarikhani, foi eleita a vencedora do prêmio Wildlife Photographer of the Year People's Choice Award (Prêmio Escolha Popular de Fotógrafo de Vida Selvagem do Ano, em tradução livre).

A imagem comovente e de tirar o fôlego de Sarikhani nos permite ver a beleza e a fragilidade do nosso planeta, disse Douglas Gurr, diretor do Museu de História Natural de Londres, na Inglaterra.

A imagem instigante é um lembrete claro do vínculo entre um animal e seu habitat e serve como uma representação visual dos impactos negativos das mudanças climáticas e da perda de habitat.

Sarikhani fez a imagem depois de três dias procurando ursos polares em meio à espessa neblina do arquipélago norueguês de Svalbard.

Os fotógrafos da vida selvagem e os fãs da natureza de todo o mundo foram convidados a votar a partir de uma seleção de 25 imagens.

Quatro outros finalistas de destaque foram classificados pelo prêmio como altamente elogiado.

'A Tartaruga Feliz' de Tzahi Finkelstein

'A Tartaruga Feliz' de Tzahi Finkelstein — Foto: TZAHI FINKELSTEIN/WPY
'A Tartaruga Feliz' de Tzahi Finkelstein — Foto: TZAHI FINKELSTEIN/WPY

Finkelstein estava posicionado em seu esconderijo fotografando pássaros costeiros quando avistou uma tartaruga dos Balcãs caminhando em águas rasas.

A libélula pousou inesperadamente no nariz da tartaruga e ele capturou o momento.

'Murmuros de Estorninhos' por Daniel Densescu

'Murmuros de Estorninhos' por Daniel Densescu — Foto: DANIEL DENCESCU/WPY
'Murmuros de Estorninhos' por Daniel Densescu — Foto: DANIEL DENCESCU/WPY

Dencescu passou horas seguindo pássaros estorninhos pela cidade e subúrbios de Roma, na Itália.

Finalmente, em um dia sem nuvens de inverno, o bando tomou a forma de um pássaro gigante.

'Paternidade Compartilhada' por Mark Boyd

'Paternidade Compartilhada' por Mark Boyd — Foto: MARK BOYD/WPY
'Paternidade Compartilhada' por Mark Boyd — Foto: MARK BOYD/WPY

As grandes felinas partiram para caçar na noite anterior, deixando os cinco filhotes do bando escondidos durante a noite em densos arbustos.

Retornando de sua missão mal sucedida, elas chamaram os filhotes para a pastagem aberta e começaram a cuidar deles.

'Geleias de Aurora' de Audun Rikardsen

'Geleias de Aurora' de Audun Rikardsen — Foto: AUDUN RIKARDSEN/WPY
'Geleias de Aurora' de Audun Rikardsen — Foto: AUDUN RIKARDSEN/WPY

As águas-vivas lunares enxameiam nas águas frias do outono de um fiorde nos arredores de Tromsø, no norte da Noruega, iluminadas pela aurora boreal.

Abrigando seu equipamento em uma caixa à prova d'água feita por ele mesmo, Audun utilizou uma única exposição, assim como seu próprio sistema para ajustar o foco e a abertura durante a exposição.

As cinco imagens serão exibidas online e na exposição que as acompanha no Museu de História Natural de Londres, até 30 de junho de 2024.

Todas as fotos têm os direitos autorais da Wildlife Photographer of the Year

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terça-feira, 6 de fevereiro de 2024

3 fatores que explicam por que incêndios no Chile causaram tanta destruição

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A destruição causada neste ano tem uma dimensão sem precedentes devido ao número de vítimas. Um dos fatores que mais tem chamado a atenção é a velocidade com que os incêndios se espalharam.
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TOPO
Por BBC

Postado em  06 de fevereiro de 2024 às 06h30m

#.*Post. - N.\ 11.106*.#


Vídeo de drone mostra destruição causada pelo fogo no Chile

Foi descrita como uma das maiores tragédias que o Chile viveu nas últimas décadas.

Com mais de 122 mortos e cerca de 15 mil casas atingidas, o incêndio que ocorreu na região de Valparaíso chocou o país sul-americano.

Em duas das cidades mais atingidas, Viña del Mar e Quilpué — localizadas a cerca de 120 km da capital Santiago —, bairros inteiros viraram cinzas.

As imagens são devastadoras. Centenas de pessoas perderam suas casas e agora tentam recuperar alguns de seus pertences dos escombros.

As autoridades garantiram que existem provas de que alguns dos focos foram acesos intencionalmente.

O próprio presidente, Gabriel Boric, pediu que sejam investigadas "todas as informações" sobre a origem dos incêndios.

"É difícil pensar que possa haver pessoas tão miseráveis ​​e sem coração, capazes de causar tanta morte e dor", disse ele.

"Mas se essas pessoas existem, vamos procurá-las, vamos encontrá-las e terão de enfrentar não só o repúdio de toda a sociedade, mas também todo o peso da lei", acrescentou.

O presidente Boric determinou investigação sobre a origem dos incêndios — Foto: AFP
O presidente Boric determinou investigação sobre a origem dos incêndios — Foto: AFP

Embora grandes incêndios não sejam um fenômeno novo no Chile — o país já viveu anos críticos em 2014, 2017 e 2023, entre outros — este último tem uma dimensão sem precedentes devido ao número de vítimas.

Um dos fatores que mais tem chamado a atenção é a velocidade com que os incêndios se espalharam.

"Em apenas 10 minutos, o fogo estava aqui. Havia fumaça, o céu escureceu e tudo ficou escuro. O vento era como um furacão. Foi como estar no inferno", disse à imprensa local uma mulher que estava numa das áreas atingidas.

Como se explica o nível de destruição deixado pelos incêndios? E por que o fogo se espalhou tão rapidamente? A segui, três fatores que contribuíram para isso.

1. Seca prolongada

O Chile tem sofrido secas durante os últimos 15 anos, que os cientistas atribuem diretamente às mudanças climáticas.

O fenômeno atinge principalmente a área central do país — onde fica a região de Valparaíso — devido ao prolongado déficit de chuvas.

Embora no inverno passado tenha chovido mais do que nos anos anteriores, os especialistas alertam que as consequências da seca ainda estão presentes.

E o período de escassez de água foi tão longo que a vitalidade do solo foi afetada.

Como os solos ficam mais secos, a vegetação sofre o que os especialistas chamam de "estresse hídrico" e a matéria vegetal queima com mais facilidade.

Especialistas afirmam que o território fica mais vulnerável a incêndios quando há plantações de reflorestamento ao invés de mata nativa — Foto: Getty Images/Via BBC
Especialistas afirmam que o território fica mais vulnerável a incêndios quando há plantações de reflorestamento ao invés de mata nativa — Foto: Getty Images/Via BBC

Somando-se a isso, tanto no centro como no sul do Chile existem muitas espécies invasoras, como o pinheiro ou o eucalipto, que foram introduzidas para a produção de celulose e madeira no país.

Essas áreas de reflorestamento circundam diversas áreas de Valparaíso e queimam com mais facilidade, dizem os especialistas.

"Os famosos pinheiros e eucaliptos queimam com relativa rapidez e, além disso, temos outras espécies arbustivas invasoras que geram uma quantidade muito elevada de combustível", diz Aníbal Pauchard, diretor do Instituto de Ecologia e Biodiversidade da Universidade de Conceição.

Roberto Rondanelli, acadêmico do Departamento de Geofísica da Universidade do Chile, afirma que "a área é muito mais vulnerável quando tem mais plantações do que floresta nativa".

"A floresta nativa é muito mais resistente ao fogo. Além disso, a densidade de biomassa das plantações florestais é maior que a da floresta nativa para maximizar as produções, e isso pode ser um problema", acrescenta.
As autoridades estimam que cerca de 15 mil habitações foram afetadas pelos incêndios — Foto: AFP
As autoridades estimam que cerca de 15 mil habitações foram afetadas pelos incêndios — Foto: AFP

2. Ventos fortes e altas temperaturas

As condições meteorológicas também tiveram um papel importante no nível de destruição dos incêndios.

Desde o início do fogo, na sexta-feira (2/2), a temperatura na região de Valparaíso ultrapassou os 33º C.

Essa temperatura foi descrita pelos meteorologistas como "extremamente elevada e incomum" para aquela zona costeira.

As altas temperaturas que o país sul-americano tem vivido neste verão também explicam porque os incêndios se espalharam tão rapidamente — Foto: AFP
As altas temperaturas que o país sul-americano tem vivido neste verão também explicam porque os incêndios se espalharam tão rapidamente — Foto: AFP

"Foi uma onda de calor particularmente forte. Passamos uma semana com temperaturas recordes, registrando em torno de 37º nos vales. E são temperaturas que nunca são registradas nessa área", diz Roberto Rondanelli.

O pesquisador diz que essas altas temperaturas têm a ver com as alterações climáticas e com o fenômeno El Niño, que normalmente está associado a eventos meteorológicos extremos.

Também foram registradas rajadas de vento de até 80 km/h nas áreas atingidas, o que favoreceu a propagação do fogo. E um nível de umidade abaixo do normal.

Isso afeta especialmente áreas urbanas localizadas em grandes vales que, segundo especialistas, funcionam como "aceleradores de vento", dificultando o controle dos incêndios.

A abundância de morros e vales na região de Valparaíso contribui para que os ventos atinjam velocidades maiores.

3. Densidade populacional

As áreas afetadas pelos incêndios são densamente povoadas. Isso também explica a extensão da destruição — Foto: AFP
As áreas afetadas pelos incêndios são densamente povoadas. Isso também explica a extensão da destruição — Foto: AFP

Outro fator que explica a extensão da destruição deste incêndio tem a ver com a infraestrutura das áreas afetadas.

Segundo especialistas, algumas das áreas queimadas são densamente povoadas, sem padrões adequados de planejamento ou muros de contenção.

Muitas das casas nessas áreas são precárias e feitas com materiais leves ou madeira, facilmente inflamáveis.

Em declarações à Rádio Cooperativa, Miguel Castillo, da Faculdade de Ciências Florestais da Universidade do Chile, destacou que a área afetada é "muito complicada".

"São regiões que tiveram um aumento muito elevado da densidade populacional. É uma das razões que explicam como o fogo avançou tão rapidamente", afirmou.

Roberto Rondanelli explica que muitas das áreas afetadas não estão "bem regulamentadas e há falhas enormes".

"São locais onde obviamente não deveria haver construções, onde não há rotas de fuga", afirma.

O Chile está sofrendo uma onda de incêndios florestais devastadores — Foto: Getty Images/Via BBC
O Chile está sofrendo uma onda de incêndios florestais devastadores — Foto: Getty Images/Via BBC

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domingo, 4 de fevereiro de 2024

Qual foi a primeira bola de futebol?

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A Evolução da Bola de Futebol: Da Bexiga de Boi ao Polímero Inovador
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https://mundofut.com.br

Postado em 04 de fevereiro de 2024 às 08h45m

#.*Post. - N.\ 11.105*.#

A história da bola de futebol é tão rica quanto a própria história do esporte. Desde os primórdios, quando Charles Miller introduziu a primeira bola de futebol no Brasil em 1884, até os dias de hoje, testemunhamos uma incrível evolução na matéria-prima, design e tecnologia por trás dessa esfera vital para o jogo.

Em 1884, Charles Miller trouxe da Inglaterra a primeira bola de futebol que rolaria nos campos de futebol brasileiro. Feitas de couro curtido, conhecido como capotão, com uma câmara de ar de bexiga de boi e uma costura que atrapalhava os jogadores. Essas bolas eram as precursoras das modernas bolas de futebol. Só para ilustrar, veja a imagem aqui.

A Mudança da primeira bola de futebol em 1958 para as atuais:

Na Copa do Mundo de 1958, quando o Brasil conquistou seu primeiro título, a bola de bexiga de boi foi substituída pela câmara de ar de borracha, contudo, as jogadas ficaram mais estratégicas e menos desgastantes.

A Revolução de 1994:

Foi somente em 1994, quando o Brasil se tornou tetracampeão, que as bolas de futebol começaram a passar por mudanças significativas. O uso de polímeros, especificamente poliuretano para o revestimento e poliestireno nas camadas internas, trouxe uma revolução no peso e na durabilidade das bolas.

Da primeira bola de futebol a Era dos Polímeros:

Com a introdução de polímeros, as bolas de futebol tornaram-se mais leves e duráveis, a fim de proporcionar mais resistência e leveza. Foi com uma bola revestida de polímeros que o Brasil alcançou o tetracampeonato em 1994.

A Primeira Bola de Futebol Moderna

Atualmente, a primeira bola de futebol moderna, que subsituiu a de bexiga de boi, foi feita com uma câmara de ar interna que proporcionou consistência e maior controle durante o jogo.

Bolas icônicas ao Longo dos Anos

Diversas bolas de futebol icônicas marcaram décadas de competições e eventos. Sem dúvida, essa evolução trouxe muitos benefícios ao nosso atual futebol. Desde a clássica Tango até a moderna Brazuca, cada bola tem sua própria história e contribuição para a cultura do futebol.

Curioso sobre a jornada da primeira bola de futebol? Explore mais sobre a história e as curiosidades do futebol em nosso blog. Clique aqui para descobrir mais curiosidades da magia do jogo que todos amamos.

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sábado, 3 de fevereiro de 2024

Conheça 10 lugares misteriosos e impressionantes do planeta que nenhum turista pode visitar

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Ainda que pareça improvável, existem territórios em que nós, como turistas, não podemos colocar os pés. Veja quais são eles.
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Por g1, Daniela Scalabrini

Postado em 03 de fevereiro de 2024 às 08h45m

#.*Post. - N.\ 11.104*.#

Conheça 10 lugares misteriosos e impressionantes que nenhum turista pode visitar

É difícil imaginar que ainda existam lugares do planeta completamente preservados e que não podem ser visitados por turistas. Mas, sim, ainda que pareça improvável, existem territórios em que quase ninguém pode colocar os pés. Nesta reportagem, você conhece 10 destes locais misteriosos e ricos em história.

Veja na lista abaixo:

1. Ilha das Cobras

Ilha da Queimada Grande — Foto: National Geographic Wild / Reprodução
Ilha da Queimada Grande — Foto: National Geographic Wild / Reprodução

🐍A Ilha da Queimada Grande, localizada a 35 quilômetros do litoral de São Paulo, é um dos lugares mais perigosos e restritos do planeta. Ela foi descoberta em 1532 pela expedição colonizadora de Martim Afonso de Souza e está coberta de cobras.

Estima-se que possa haver entre uma e cinco serpentes para cada metro quadrado da ilha. É a segunda maior concentração de cobras por área no mundo — cerca de 45 por hectare, equivalente aproximadamente ao tamanho de um campo de futebol —, sendo superada apenas pela Ilha de Shedao, na China.

Por questões de segurança, o governo brasileiro proibiu qualquer pessoa de pisar na ilha. A única exceção a esta regra são pesquisadores, que para visitá-la devem estar sempre acompanhados por um médico e seguir protocolos rígidos.

2. A caverna francesa de Lascaux

Lascaux: a caverna francesa que contém obra de arte valiosa — Foto: Creative Commons Attribution
Lascaux: a caverna francesa que contém obra de arte valiosa — Foto: Creative Commons Attribution

Com cerca de 17 mil anos, esta caverna localizada no sul da França é um dos exemplos mais bem preservados de arte pré-histórica no planeta. São cerca de 600 pinturas e mil gravuras estampadas nas paredes rochosas do local.

Oito anos depois de sua descoberta, em 1940, a caverna de Lascaux foi aberta ao público. Em 1963 as visitas foram suspensas, pois a entrada de turistas afetou a caverna, provocando o crescimento de fungos e micróbios.

Quase 60 anos depois, visitas à caverna continuam altamente restritas para evitar a destruição permanente da arte rupestre. Por isso, réplicas foram construídas nas proximidades para que os turistas possam conhecer as pinturas históricas.

3. Uluru: o 'umbigo do mundo'

Uluru, o 'umbigo do mundo' — Foto: MARK KOLBE/GETTY IMAGES
Uluru, o 'umbigo do mundo' — Foto: MARK KOLBE/GETTY IMAGES

Uluru, também chamado de "umbigo do mundo", fica na Austrália. O local é considerado sagrado para os aborígenes Anangu, que são os guardiões da formação rochosa.

Os Anangu solicitaram ao governo australiano que os turistas parassem de escalar o local, que é um dos maiores monólitos do planeta, por respeito às suas tradições. A demanda foi respaldada por unanimidade por uma petição do conselho do Parque Nacional Uluru-Kata Tjuta, que, em 2017, decidiu impedir a subida de pessoas ao monte. Só no dia 25 de outubro de 2019 a proibição entrou em vigor.

Hoje em dia os turistas ainda podem visitar o parque nacional, mas a rocha sagrada só pode ser observada, nunca pisada ou escalada.

4. Museu de Educação de Segurança Nacional de Jiangsu

Museu de Educação de Segurança Nacional de Jiangsu — Foto: Reprodução
Museu de Educação de Segurança Nacional de Jiangsu — Foto: Reprodução

O Museu Nacional da Educação de Segurança de Jiangsu, na China, possui um acervo que guarda documentos ultrassecretos sobre a história da espionagem do país. Pessoas estrangeiras não têm permissão para entrar lá. Fotografias também não são permitidas dentro do local, mesmo para chineses autorizados a visitar o local.

5. Área 51

Aviso diante da área 51 alerta para punições por entrar na base sem autorização  — Foto: BBC
Aviso diante da área 51 alerta para punições por entrar na base sem autorização — Foto: BBC

A Área 51 é uma região onde fica uma das mais importantes bases da Força Aérea dos Estados Unidos. Ela fica no deserto de Nevada, 135 quilômetros ao norte de Las Vegas.

👽O que se passa lá dentro é extremamente secreto, e esse sigilo ajudou a alimentar muitas teorias da conspiração, principalmente ligadas a extraterrestres. O acesso é terminantemente proibido, apesar de dezenas de pessoas tentarem a cada ano.

6. Ilha Sentinela do Norte

Ilha Sentinela do Norte — Foto: Divulgação/Trilokhnat Padit
Ilha Sentinela do Norte — Foto: Divulgação/Trilokhnat Padit

O mistério que ronda a tribo que vive na Ilha Sentinela do Norte é tão grande que não se sabe sequer que língua seus habitantes falam, nem quantos são. O que se sabe é que este é um dos últimos agrupamentos no mundo que não mantém contato com a civilização externa.

A ilha, parte do arquipélago de Andaman e Nicobar, na Baía de Bengala, no Oceano Índico, fica a mais de mil quilômetros de qualquer porto, o mais próximo deles na Índia continental. A visita de pessoas no é proibida, principalmente por conta do risco de contaminar os nativos com doenças de fora. Além disso, os sentinelas, como são chamados os moradores da ilha, são conhecidos por protegerem seu território e atacar intrusos.

7. O arco de Pravcicka Brana

Pravcicka Brana, na República Tcheca — Foto: Bigstock
Pravcicka Brana, na República Tcheca — Foto: Bigstock

O arco de arenito em Pravcicka Brana, na República Tcheca, tem 27 metros de extensão e 21 metros de altura. O local atrai visitantes de todos os lugares do mundo. Apesar disso, devido à erosão do arco, os turistas estão proibidos de subir ao topo e têm permissão apenas para olhar de longe.

8. Base Aérea de Menwith Hill

Base Aérea de Menwith Hill, Grã-Bretanha — Foto: Getty
Base Aérea de Menwith Hill, Grã-Bretanha — Foto: Getty

A Base Aérea de Menwith Hill, fica localizada na Grã-Bretanha e pertence à Força Aérea britânica no norte do condado de Yorkshire. A base ultraconfidencial foi construída em 1954 para monitorar as comunicações da União Soviética durante a Guerra Fria. Ninguém sabe exatamente como o local é usado hoje em dia.

Não há maneira de conhecer o local por dentro. As únicas pessoas que têm acesso permitido são os membros da Agência de Segurança Nacional americana (NSA) e do Echelon (programa de vigilância operado pelos cinco estados signatários do Acordo de Segurança UKUSA - Austrália, Canadá, Nova Zelândia, Reino Unido e Estados Unidos, também conhecidos como 'Cinco Olhos').

9. Os arquivos secretos do Vaticano

Homem caminha pela Praça de São Pedro, no Vaticano — Foto: Filippo Monteforte / AFP
Homem caminha pela Praça de São Pedro, no Vaticano — Foto: Filippo Monteforte / AFP

Os Arquivos Secretos do Vaticano estão guardados na sede do Papado, na Cidade do Vaticano, na Itália. Em seu interior estão armazenados documentos pessoais de todos os papas que já comandaram a Igreja Católica desde o século 8.

Fechados para todas as pessoas que não estivessem ligadas ao Vaticano desde 1881, os arquivos mantêm os documentos mais confidenciais fechados à chave. Para se chegar até eles, é preciso enfrentar um longo e complexo processo. Apenas acadêmicos qualificados podem se candidatar a um cartão de entrada.

10. Grande Templo de Ise

Grande Templo de Ise, no Japão — Foto: Reprodução
Grande Templo de Ise, no Japão — Foto: Reprodução

O Grande Templo de Ise é um dos mais importantes santuários xintoístas do Japão. O templo é reformado a cada 20 anos em uma cerimônia que simboliza a morte e a renovação, mas ninguém pode visitar por ser um lugar muito sagrado. Apenas os líderes religiosos de mais alto status e membros da família imperial do Japão têm acesso ao local.

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