Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Berçário estelar está localizado a cerca de 200 mil anos-luz da Terra, na Pequena Nuvem de Magalhães. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Jonathan Amos, BBC Postado em 14 de janeiro de 2023 às 09h00m #.*Post. - N.\ 10.632*.#
Em uma espaçonave fictícia que se move na velocidade da luz, levaria
240 anos para atravessar esta região do espaço — Foto:
NASA/ESA/CSA/STSCI/A.PAGAN
Esta é outra imagem espetacular do novo super telescópio espacial James Webb.
A imagem mostra NGC 346, uma região a cerca de 200 mil anos-luz da Terra, onde muitas estrelas estão sendo criadas.
A Câmera em Infravermelho Próximo do Webb captura os nós, arcos e
filamentos de gás e poeira que estão alimentando este berçário estelar.
A NGC 346 está inserida em uma galáxia satélite da nossa própria
galáxia, a Via Láctea, chamada Pequena Nuvem de Magalhães — e é usada
como um laboratório para o estudo dos processos de formação das
estrelas.
O conglomerado contém concentrações relativamente baixas de elementos mais pesados que o hidrogênio e o hélio.
Desta forma, as condições reproduzem, até certo ponto, aquelas que
existiam muito antes na história do Universo, quando o nascimento das
estrelas estava no auge — um período conhecido como "Aurora Cósmica",
cerca de três bilhões de anos após o Big Bang.
Os telescópios espaciais anteriores eram capazes de detectar os objetos
maiores presentes nesta cena, mas o Webb, com sua sensibilidade e
resolução superiores, permite aos astrônomos identificar as fontes
menores.
"Pela primeira vez, podemos ver a sequência completa da formação de
estrelas em outra galáxia", diz Olivia Jones, do Centro de Tecnologia de
Astronomia do Reino Unido (UK ATC) em Edimburgo, na Escócia.
"Antes, com o Spitzer, que era um dos grandes observatórios da agência
espacial americana Nasa, podíamos detectar as protoestrelas mais
massivas, com cerca de cinco a oito vezes a massa do nosso Sol."
"Mas com o Webb, nós temos os limites de sensibilidade para chegar a
até 1/10 da massa do Sol. Então, temos a sensibilidade para detectar
estrelas de massa muito pequena no processo de formação, mas com
resolução para ver também como elas afetam o ambiente. E como você pode
ver a partir da imagem, é um ambiente muito dinâmico."
Tem gás sendo energizado nesta imagem a temperaturas de 10.000 °C . Por outro lado, o Webb também detecta gás frio a -200 °C.
Os astrônomos se referem a "metais" quando discutem todos os elementos
mais pesados que o hidrogênio e o hélio. É o material necessário para
fazer planetas.
Uma das grandes questões, portanto, girou em torno de se os ambientes
de baixa metalicidade, como a NGC 346, têm material poeirento suficiente
para fazer o processo de acreção (acumulação de matéria na superfície
de um astro através da ação da gravidade) e construir mundos rochosos.
As observações do Webb sobre o conglomerado indicam que ele certamente
têm esse potencial. Até mesmo as menores protoestrelas detectadas na
imagem possuem discos de poeira ao seu redor.
E, por tabela, essa formação planetária sugerida também teria sido
possível no início do Universo, na Aurora Cósmica, conforme explica
Margaret Meixner, astrônoma da Associação Universitária de Pesquisa
Espacial em Maryland, nos EUA.
"A metalicidade na Pequena Nuvem de Magalhães é comparável à época de
pico da formação de estrelas no Universo. É quando basicamente estamos
produzindo a maioria das estrelas do Universo. E isso é muito
interessante porque significa que você poderia estar potencialmente
formando planetas em torno de uma grande quantidade de estrelas", diz a
pesquisadora.
A nova imagem da NGC 346 capturada pelo Webb foi divulgada na 241ª
reunião da Sociedade Americana de Astronomia, em Seattle, nos EUA.
Também foi anunciado que o telescópio descobriu seu primeiro exoplaneta — nome dado aos planetas que orbitam outras estrelas.
Chamado formalmente de LHS 475 b, o planeta tem quase exatamente o mesmo tamanho do nosso, medindo 99% do diâmetro da Terra.
Sua existência havia sido sugerida por dados do Transiting Exoplanet
Survey Satellite, da Nasa, mas o Webb foi capaz de tirar rapidamente as
dúvidas.
Ele observou a luz vinda da estrela-mãe e conseguiu detectar a queda na
emissão quando o planeta passou na sua frente, algo que acontece a cada
dois dias.
Este período orbital tão curto significa que o LHS 475 b está
extremamente próximo de sua estrela e, como consequência, é algumas
centenas de graus mais quente que a Terra.
Os astrônomos estão tentando determinar a composição de uma possível
atmosfera. É possível, no entanto, que o planeta não tenha uma.
"Este
planeta pode muito bem ser um corpo sem ar que perdeu qualquer
atmosfera que já teve um dia", diz Jacob Lustig-Yaeger, do Laboratório
de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins, também em Maryland.
Mas os dados de Webb também podem ser consistentes com uma atmosfera
espessa de dióxido de carbono com nuvens de alta altitude — não muito
diferente de Vênus.
Um artigo detalhando a NGC 346 foi submetido a uma revista acadêmica
para publicação. Atualmente, está disponível no repositório de artigos
de acesso aberto arXiv.
O mineraloide, descoberto pelo astromóvel Curiosity na cratera Gale do planeta vermelho, é composto em parte por H₂O e pode, caso moído e submetido ao calor, liberar sua água. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Lucas Marreiros, g1 PI 13/01/2023 07h00 Atualizado há 2 horas Postado em 13 de janeiro de 2023 às 09h00m #.*Post. - N.\ 10.631*.#
Pedras de opala carregam todas as cores do arco-íris — Foto: TV Clube
A Nasa, agência espacial norte-americana, encontrou opala em Marte. A
descoberta foi divulgada em artigo científico publicado no fim de
dezembro e representa uma vantagem em futuras investidas humanas no
planeta. Isso porque a pedra preciosa é composta em parte por H₂O e
pode, caso moída e submetida ao calor, liberar sua água.
Na Terra, em sua forma multicolorida, esse mineraloide só é encontrado
na Austrália e no Piauí, mais especificamente na cidade de Pedro II, 206 km ao Norte deTeresina, onde, segundo pesquisadores, apenas 10% da opala foi explorada.
De acordo com historiadores, foi em 1969 que a primeira opala foi
encontrada em Pedro II, por um homem que estava colhendo mandioca quando
avistou o pedregulho luminoso. O agricultor levou o achado para
Teresina e teve a confirmação de que se tratava de uma pedra preciosa.
Após a descoberta, as pedras passaram a ser extraídas, de dentro de uma
serra, por garimpeiros que olham atentamente para a terra em busca do
colorido característico da opala. Atualmente, existem cerca de 10 minas
em atividade no município, que já movimentaram milhões de reais na economia local.
A extração só é feita no período de seca, porque as chuvas dificultam o
garimpo e, mesmo assim, apesar da abundância do mineraloide na região,
ele não é facilmente encontrado. Existe relato de garimpeiros que já
passaram um ano sem encontrar a pedra.
Joias de opala
'Mosaicos' de opala são tradicionais nas joias com a pedra preciosa — Foto: Penélope Araújo/g1
Com a extração, também criou-se um mercado de confecção de joias de
opala em Pedro II, onde alguns habitantes viram o potencial econômico da
pedra e apostaram no setor de joalheria.
Foi o caso do empresário Jucelino Araújo, que iniciou a atividade ainda
nos anos 90. "Recebemos as opalas brutas e vamos fazendo a lapidação
conforme a vocação delas, desde as mais humildes às mais preciosas, e
direcionamos para o mercado", disse.
Com isso, são confeccionados anéis, colares e brincos, por exemplo. É
comum encontrar peças que façam referência ao Piauí e ao Brasil,
facilmente encontradas em lojas de lembranças em pontos turísticos do
estado.
Com a demanda por veículos elétricos disparando, cientistas estão em busca de materiais para fabricar baterias sustentáveis. E uma forte candidata é a lignina presente nas árvores. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Chris Baraniuk, BBC 11/01/2023 17h39 Atualizado há um dia Postado em 12 de janeiro de 2023 às 14h25m #.*Post. - N.\ 10.630*.#
A lignina para a produção de ânodos vem de resíduos que hoje são
descartados pela indústria de fabricação de papel — Foto: Getty Images
Com a demanda por veículos elétricos disparando, cientistas estão em
busca de materiais para fabricar baterias sustentáveis. E uma forte
candidata é a lignina presente nas árvores.
Cerca de oito anos atrás, um importante produtor de papel na Finlândia percebeu que o mundo estava mudando.
O crescimento das mídias digitais, a queda do uso de papel nos
escritórios e a redução da popularidade do envio de objetos e papéis
pelo correio, entre outros fatores, significava que o consumo de papel
passou a enfrentar um declínio constante.
A empresa finlandesa Stora Enso define a si própria como "um dos
maiores proprietários de florestas particulares do mundo". Ou seja, ela
possui muitas árvores, que são usadas para fabricar produtos de madeira,
papel e embalagens. E, agora, ela também quer produzir baterias de
veículos elétricos que possam ser carregadas em até oito minutos.
A empresa contratou engenheiros para analisar a possibilidade de uso da
lignina, que é um polímero encontrado nas árvores. A lignina compõe
cerca de 30% das árvores, dependendo da espécie, enquanto o restante é
basicamente celulose.
"A lignina é a cola das árvores, ela meio que cola as fibras de
celulose entre si e também faz com que as árvores fiquem muito rígidas",
explica Lauri Lehtonen, chefe da Lignode, a solução de baterias
baseadas em lignina da Stora Enso.
A lignina é um polímero e contém carbono. E o carbono é um ótimo
material para produzir um componente vital das baterias, chamado ânodo. A
bateria de íons de lítio do seu telefone celular, com quase toda
certeza, tem um ânodo de grafite. E o grafite é uma forma de carbono com
estrutura estratificada.
Os engenheiros da Stora Enso descobriram que podem extrair lignina da
polpa residual que já é produzida em algumas das suas fábricas e
processar essa lignina para fabricar material de carbono para os ânodos
das baterias.
A empresa já firmou parceria com a companhia sueca Northvolt e planeja começar a fabricar baterias já em 2025.
As fábricas de papel geram grandes quantidades de resíduos de lignina — Foto: Getty Images
Com cada vez mais pessoas comprando carros elétricos e armazenando
energia em casa, estima-se que a demanda global por baterias apresente
forte crescimento nos próximos anos.
Para Lehtonen, "a demanda é simplesmente alucinante".
Em 2015, foi necessário gerar algumas centenas de gigawatts-hora (GWh) a
mais para carregar baterias em todo o mundo. Mas esta demanda irá
disparar até atingir milhares de GWh anuais em 2030, à medida que o
mundo reduzir o consumo de combustíveis fósseis, segundo a empresa de
consultoria empresarial McKinsey & Company.
A questão é que as baterias de íons de lítio que usamos hoje em dia
dependem, em grande parte, da mineração e de processos industriais que
prejudicam o meio ambiente.
E alguns dos materiais usados na fabricação dessas baterias são tóxicos
e de difícil reciclagem. Muitos deles vêm de países com problemas em
relação aos direitos humanos.
Para produzir grafite sintético, por exemplo, o carbono precisa ser
aquecido por semanas a fio a mais de 3000 °C. A energia usada no
aquecimento, muitas vezes, vem de usinas elétricas movidas a carvão na
China, segundo a empresa de consultoria Wood Mackenzie.
Por isso, a busca por materiais sustentáveis para uso em baterias que
sejam amplamente disponíveis está aberta. E algumas pessoas dizem que
podemos encontrá-los nas árvores.
Geralmente, as baterias precisam incluir um cátodo e um ânodo - os
eletrodos positivo e negativo, respectivamente - para que as partículas
carregadas chamadas íons possam fluir entre eles.
Quando a bateria é carregada, os íons de lítio ou sódio, por exemplo,
são transferidos do cátodo para o ânodo, onde ficam estacionados como
carros em um edifício-garagem, como explica a consultora independente
Jill Pestana, engenheira e cientista especializada em baterias da
Califórnia, nos Estados Unidos.
"A principal propriedade desejável nessa estrutura de estacionamento de
material é que ela possa receber facilmente o lítio ou o sódio e deixar
que ele saia, sem desintegrar-se", explica ela.
Quando a bateria é descarregada para alimentar algo como um carro
elétrico, os íons retornam para o cátodo depois de liberar os elétrons,
que se movem através do fio de um circuito elétrico, transferindo
energia, no caso, para o veículo.
Pestana afirma que o grafite é um material "espetacular". Seu
funcionamento como ânodo é tão confiável que permite que essas reações
aconteçam. Materiais alternativos, incluindo as estruturas de carbono
derivadas de lignina, enfrentam dificuldade para demonstrar sua
adequação para o trabalho.
Mas existem diversas empresas que estão explorando o potencial da
lignina no desenvolvimento de baterias. Uma delas é a sueca Bright Day
Graphene, que produz grafeno, que é outra forma de carbono, a partir da
lignina.
Também Lehtonen exalta as virtudes do material de ânodo de carbono da
sua empresa, a Stora Enso, que o batizou de Lignode. Ele não revela
exatamente como a companhia transforma a lignina em uma estrutura de
carbono rígida, nem o que é exatamente essa estrutura.
Ele informa apenas que o processo envolve o aquecimento da lignina, mas
a temperaturas muito abaixo das necessárias para a produção de grafite
sintético.
Uma característica importante da estrutura de carbono resultante é que
ela é "amorfa", ou irregular, segundo Lehtonen. "Realmente, ela permite
muito mais mobilidade de entrada e saída dos íons", afirma ele.
A Stora Enso afirma que isso os ajudará a fabricar baterias de íons de
lítio ou de sódio que podem ser carregadas em até oito minutos. O
carregamento rápido é um objetivo importante dos desenvolvedores de
baterias para veículos elétricos.
Em busca da sustentabilidade
A sustentabilidade das baterias feitas com a polpa residual da
fabricação de papel depende de muitos fatores, incluindo a origem da
matéria-prima — Foto: Stora Enso/Divulgação
Outra pesquisa sobre ânodos de carbono derivados de lignina está sendo
conduzida por Magda Titirici, do Imperial College de Londres, e seus
colegas. Ela indica que é possível produzir esteiras condutoras que
contêm estruturas de carbono complexas e irregulares, com muitos
defeitos ricos em oxigênio.
Esses defeitos, aparentemente, ampliam a capacidade de reação do ânodo
com íons transferidos do cátodo em baterias de íons de sódio, segundo
Titirici. E, por sua vez, esta capacidade reduz o tempo de carregamento.
"Esta esteira condutora é fantástica para baterias", afirma ela.
Wyatt Tenhaeff, da Universidade de Rochester, no Estado de Nova York
(EUA), também produziu ânodos derivados de lignina em ambiente de
laboratório.
A lignina "realmente é ótima", segundo ele, pois é um subproduto que, potencialmente, pode ter muitos usos.
Durante os experimentos, Tenhaeff e seus colegas descobriram que podem
usar a lignina para produzir ânodos com estrutura autossustentante, que
não necessitam de cola, nem de coletores de corrente de cobre, que são
componentes comuns das baterias de íons de lítio.
Isso pode reduzir o custo dos ânodos de carbono derivados de lignina,
mas o pesquisador tem dúvidas se eles poderão competir comercialmente
com os ânodos de grafite.
"Simplesmente não acho que será uma mudança de processo suficiente, em
termos de custo ou desempenho, para substituir o grafite, que está
consagrado", afirma ele.
Existe também a questão da sustentabilidade. A pesquisadora Chelsea
Baldino, do Conselho Internacional sobre Transporte Limpo, ressalta que,
desde que a lignina usada para a produção de ânodos seja extraída como
subproduto do processo de fabricação de papel, não será preciso cortar
mais árvores para a produção de baterias.
Um porta-voz da Stora Enso confirmou que, atualmente, toda a lignina
empregada pela companhia é "um subproduto do processo de fabricação de
polpa" e que seu uso não aumenta o número de árvores derrubadas, nem o
volume de madeira consumido na fabricação de polpa.
Mas Pestana acrescenta que qualquer pessoa que procurar fabricar ânodos
de lignina deve garantir que a floresta de onde aquela lignina é
extraída também seja sustentável. "Se a indústria da polpa não for
sustentável, o material em si não é um material derivado de fontes
sustentáveis", explica ela.
O relatório anual da Stora Enso de 2021 afirma que a empresa "conhece a
origem de toda a madeira que utiliza e 100% dela vêm de fontes
sustentáveis".
Existe pelo menos mais uma forma em que a lignina pode ser utilizada em
baterias, além dos ânodos. Em abril de 2022, uma equipe de pesquisa na
Itália publicou um estudo sobre seus esforços para o desenvolvimento de
um eletrólito com base em lignina.
O eletrólito é o componente que fica entre o cátodo e o ânodo. Ele
ajuda a fazer os fluxos fluírem entre os eletrodos, mas também força os
elétrons a seguir o trajeto desejado através do circuito elétrico ao
qual a bateria é conectada.
Em outras palavras, o eletrólito evita que os elétrons fiquem
simplesmente pulando entre os eletrodos, o que deixaria o seu telefone
celular morto e enterrado.
É possível conseguir polímeros para os eletrólitos a partir de óleo,
segundo Gianmarco Griffini, da Universidade Politécnica de Milão, na
Itália. Mas ele acrescenta que seria conveniente encontrar fontes
alternativas, que sejam sustentáveis.
Griffini explica que a ideia de usar lignina surgiu depois que ele e
seus colegas fizeram experiências com o uso do material em painéis
solares, com resultados levemente abaixo do esperado.
"A eficiência que você obtém nas células solares é relativamente
limitada porque a lignina é marrom e, por isso, realmente absorve parte
da luz", explica ele. Mas, nas baterias, este problema não existe.
Para a produção de ânodos, a lignina é tratada a quente para decompô-la
nos seus carbonos constituintes. Mas Griffini, que se autodefine como o
"'cara' dos polímeros", afirma que prefere usá-la na forma de polímero.
Com isso em mente, ele e seus colegas desenvolveram um eletrólito
polimérico em gel que auxiliou o movimento dos íons em uma bateria
experimental de potássio. "Realmente teve resultados muito bons", ele
conta.
A viabilidade comercial de todas essas ideias ainda precisa ser
comprovada. Magda Titirici acrescenta que, teoricamente, é possível
fabricar uma bateria que use polímeros de lignina no eletrólito e
carbono derivado de lignina no ânodo.
Quem sabe podemos até usar essa bateria para alimentar os componentes
eletrônicos de madeira que foram descritos em outro estudo, no ano
passado. Seria a tecnologia perfeita para iluminar uma casa na árvore,
não? Ou será que estaríamos indo longe demais?
Leia a versão original desta reportagem (em inglês) no site BBC Future.
Identificado como TOI 700 e, o corpo celeste tem tamanho semelhante ao da Terra e condições ideais para possuir água em sua superfície. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Júlia Putini, g1 12/01/2023 05h01 Atualizado há 3 horas Postado em 12 de janeiro de 2023 às 08h10m #.*Post. - N.\ 10.629*.#
O planeta TOI 700 e. — Foto: NASA/JPL-Caltech/Robert Hurt
Um novo planeta que pode ser habitável foi descoberto pelo satélite TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da Nasa.
Identificado como TOI 700 e, ele está em uma "zona habitável", isto é, está em uma região de seu sistema planetário que permite a presença de água líquida em sua superfície, viabilizando a existência de vida.
A descoberta foi apresentada na terça-feira (10) na 241ª reunião da
Associação Astronômica Americana, em Seattle, que acontece entre os dias
8 e 12 de janeiro.
O corpo celeste éum dos poucos planetas do tamanho da Terra descobertos na zona habitável de uma estrela até
agora. O sistema onde ele se encontra possui outros três planetas (TOI
700 b, c, d). Dos quatro, apenas dois têm condições para ser habitável.
Localizado no sistema planetário TOI 700, o planeta está a 100
anos-luz, na constelação Dorado, e tem as seguintes características:
Tem 95% do tamanho da Terra;
Provavelmente é rochoso; e
Completa uma órbita a cada 28 dias.
"Este é um dos poucos sistemas com vários planetas pequenos e de zona habitável que conhecemos."
— Emily Gilbert, membro do laboratório Jet Propulsion da Nasa.
De acordo com Paul Hertz, diretor da divisão de astrofísica na sede da
Nasa, o satélite TESS que encontrou os planetas desse sistema foi
projetado e lançado especificamente para encontrar corpos celestes do
tamanho da Terra orbitando estrelas próximas.
A Casa dos Vettii era de propriedade de dois ricos ex-escravos e passava por restauração. Local é conhecido por apresentar afrescos eróticos que retratam contos da mitologia grega. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Reuters 11/01/2023 05h01 Atualizado há 2 horas Postado em 11 de janeiro de 2023 às 07h10m #.*Post. - N.\ 10.628*.#
Conhecida pelas imagens eróticas, 'Capela Sistina da Pompeia' reabre para o público
O Parque Arqueológico de Pompeia, no sul da Itália, reabriu a Casa dos Vettiinesta terça-feira (10), após 20 anos de restauração. (veja imagens abaixo)
Conhecida como "Capela Sistina da Pompeia", a casa era de propriedade de dois ricos ex-escravos: Aulo Vettius Conviva e Aulus Vettius Restitutus.
Luxuosamente decorada, a casa é conhecida por apresentar afrescos eróticos que retratam contos da mitologia grega, como Priapo, deus grego da fertilidade.
Destino certo de todos os turistas que visitam Pompeia, a casa apresenta um caleidoscópio de cores e imagens.
A Casa dos Vettii estava fechada ao público desde 2001.
Veja abaixo mais imagens da Casa dos Vetti:
Casa é conhecida por apresentar afrescos eróticos que retratam contos da mitologia grega — Foto: Reprodução/Reuters
A Casa dos Vettii estava fechada ao público desde 2001 — Foto: Reprodução/Reuters
Casa apresenta um caleidoscópio de cores e imagens — Foto: Silvia Vacca/Parco Archeologico di Pompei Folheto via Reuters
Propriedade de dois ricos ex-escravos: Aulo Vettius Conviva e Aulus
Vettius Restitutus — Foto: Silvia Vacca/Parco Archeologico di Pompei
Folheto via Reuters
— Foto: Silvia Vacca/Parco Archeologico di Pompei Folheto via Reuters
— Foto: Silvia Vacca/Parco Archeologico di Pompei Folheto via Reuters
— Foto: Silvia Vacca/Parco Archeologico di Pompei Folheto via Reuters