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sábado, 14 de março de 2020

Volkswagen Nivus terá sistema de streaming na central multimídia com o 'VW Play' e novo modelo de volante

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Nivus chega até o meio do ano, e vai estrear nova logomarca da empresa. Crossover também é o 1º carro desenvolvido na região que será vendido na Europa.
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 Por G1  

 Postado em 14 de março de 2020 às 21h00  
Gipope-Marketing
      Post.N.\9.177  
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Volkswagem Nivus terá nova central multimídia e sistema 'VW play' — Foto: DivulgaçãoVolkswagem Nivus terá nova central multimídia e sistema 'VW play' — Foto: Divulgação

A Volkswagen divulgou nesta quinta-feira (12) mais alguns detalhes do Nivus. O modelo, que é um dos mais aguardados do ano, terá uma nova central multimídia com o sistema "VW Play".

De acordo com a montadora, o dispositivo poderá ter acesso a streaming e outros serviços, mas ainda não há especificações detalhadas do sistema.
Volante do Volkswagen Nivus — Foto: ReproduçãoVolante do Volkswagen Nivus — Foto: Reprodução

Além disso, a imagem divulgada pela Volkswagen mostra que o Nivus terá alguns equipamentos interessantes de tecnologia. É o caso do sistema de estacionamento autônomo, chamado pela empresa de Park Assist.

O "SUV do Polo" ainda contará com um novo padrão de volante, semelhante ao adotado na nova geração do Golf, lançada na Europa em outubro de 2019.

Os atuais, presentes em quase todos os modelos da marca, foram lançados há alguns anos.
Nivus, 'SUV-cupê' da Volkswagen, é flagrado em teste em Taubaté — Foto: Rauston Naves/ Rádio MetropolitanaNivus, 'SUV-cupê' da Volkswagen, é flagrado em teste em Taubaté — Foto: Rauston Naves/ Rádio Metropolitana

Confirmado para o primeiro semestre de 2020, o Nivus intensificou seus testes finais e foi flagrado nas ruas brasileiras. A marca espera que ele seja um "divisor de águas" para a empresa no país.

O Nivus será o primeiro carro da marca a ter a nova logomarca da Volkswagen, apresentada no último Salão de Frankfurt.
Novo logo da Volkswagen  — Foto: André Paixão/G1Novo logo da Volkswagen — Foto: André Paixão/G1

Detalhes técnicos ainda não foram revelados, mas é possível que o modelo compartilhe o conjunto mecânico com o T-Cross, ou seja, os motores 1.0 e 1.4, ambos turbinados, com câmbio automático de 6 marchas.

Além de estrear o novo logo da Volkswagen no mercado brasileiro, o grande diferencial do Nivus estará no visual de apelo mais esportivo.
Volkswagen mostra seu próximo SUV, o Nivus — Foto: DivulgaçãoVolkswagen mostra seu próximo SUV, o Nivus — Foto: Divulgação

Nivus, 'SUV-cupê' da Volkswagen, é flagrado em teste em Taubaté — Foto: Rauston Naves/ Rádio MetropolitanaNivus, 'SUV-cupê' da Volkswagen, é flagrado em teste em Taubaté — Foto: Rauston Naves/ Rádio Metropolitana

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Pesquisadores montam armadilhas fotográficas para estudar mamíferos do Parque da Serra do Divisor

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Imagens foram colhidas entre novembro e dezembro do ano passado e agora seguem sendo analisadas. Algumas espécies são endêmicas da região. 
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 Por Tácita Muniz, G1 AC — Rio Branco  

 Postado em 14 de março de 2020 às 16h00m  
Gipope-Marketing

      Post.N.\9.176  
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Soim preto fotografado dentro do Parque Nacional da Serra do Divisor, no Acre  — Foto: Hugo Costa/Arquivo pessoal Soim preto fotografado dentro do Parque Nacional da Serra do Divisor, no Acre — Foto: Hugo Costa/Arquivo pessoal

Muitos estudos têm sido feitos para atualizar o número e tipo de espécies que habitam a área que engloba o Parque Nacional da Serra do Divisor, que fica entre Acre e Peru, em cidades do Vale do Juruá.

E foi pensando nisso que uma expedição foi feita na unidade de conservação entre novembro e dezembro do ano passado. Foram cerca de 15 pesquisadores para estudar mamíferos, aves e répteis. Um desses grupos estuda mamíferos terrestres de médio e grande porte e também os primatas.

Durante o período da expedição, armadilhas fotográficas foram montadas para fazer os flagras dentro da unidade.

A ideia é fazer um inventário das espécies que ocorrem no parque, mas nesta primeira fase, o grupo ficou apenas na região do rio Moa.

O diferencial desta expedição foi a utilização de armadilhas fotográficas, que nada mais são do que câmeras fotográficas digitais disparadas por sensores de movimento e temperatura. Com elas, conseguimos registrar, por 24 horas durante 40 dias, todos os animais que passavam pelas trilhas e também no topo das árvores. Como as armadilhas foram retiradas há poucos dias, ainda estamos analisando as imagens, explica o doutorando em ecologia e conservação da biodiversidade pela Universidade Estadual de Santa Cruz em Ilhéus (BA) e também membro fundador e pesquisador do Instituto Juruá, Hugo Costa.

Localização privilegiada
Até que as imagens sejam completamente analisadas, detalhe por detalhe, é difícil antecipar se há alguma novidade na área estudada pelo grupo de Costa, porém, ele destaca que o Parque Nacional da Serra do Divisor é um dos lugares mais ricos do país.

É uma região com poucos estudos e de localização geográfica privilegiada e que, com mais estudos genéticos e de taxonomia, com certeza encontraremos novidades para muitos grupos como primatas, aves e pequenos mamíferos, acredita.

As peculiaridades da região, segundo Costa, provêm do fato de sofrer forte influência dos Andes.

É provavelmente a região de maior diversidade biológica do Brasil e de toda a Amazônia brasileira, justamente por ser uma região sob forte influência dos Andes, além de ser nascente de importantes rios Amazônicos como o rio Juruá por exemplo, pontua.
Uacari é uma das espécies que só são registradas na Serra do Divisor  — Foto: Hugo Costa/Arquivo pessoal Uacari é uma das espécies que só são registradas na Serra do Divisor — Foto: Hugo Costa/Arquivo pessoal

Espécies endêmicas
O local pré-andino também abriga espécies que só podem ser vistas lá, segundo o pesquisador. Outras estão ameaçadas de desaparecer, caso não sejam conservadas. Algumas espécies conhecidas pela ciência hoje naquela região são:
  • O Callimico goeldi, um macaco conhecido localmente como lalau ou soim preto;
  • O uacari (Cacajao calvus);
  • O macaco-barrigudo (Lagothrix poeppigii)
Além de muitas questões de taxonomia e de distribuição geográfica, que precisam ser elucidadas sobre os soins (primatas de pequeno porte dos gêneros Saguinus e Leontocebus), parauacus (Pithecia spp) e zogue-zogues (Plecturocebus spp). Além desses também ocorrem no Parque a onça-pintada (Panthera onca), o cachorro vinagre (Speothos venaticus), o cachorro-do-mato-de-orelha-curta ou raposa (Atelocynus microtis) a ariranha (Pteronura brasiliensis) a anta (Tapirus terrestris), o queixada (Tayassu pecari) todos sob o risco de extinção de acordo com a IUCN [União Internacional para a Conservação da Natureza), acrescenta o estudo.

Falta de recurso
Apesar do grande potencial científico e para turismo da região, muitos pesquisadores esbarram na falta de recursos para apostar em estudos dentro da unidade de conservação.
Atualmente, Costa diz que ocorrem pesquisas pontuais, mas diz que há meios de expandir.

O Acre possui campus da sua Universidade Federal em Cruzeiro do Sul. Tenho certeza que todos os pesquisadores e professores da instituição teriam o maior prazer em conduzir suas pesquisas e aulas na unidade com maior frequência, salienta.
Grupo fez armadilhas fotográficas para captar imagens de primatas  — Foto: Hugo Costa/Arquivo pessoal Grupo fez armadilhas fotográficas para captar imagens de primatas — Foto: Hugo Costa/Arquivo pessoal

Fase seguinte
Após essa expedição, o grupo pretende conseguir mais recursos para explorar outras áreas dentro do parque. Conforme o levantamento for avançando, os resultados devem ser apresentados em artigos científicos.

Esperamos obter mais recursos para uma nova expedição, agora na parte sul do parque, que pode possuir algumas espécies diferentes ou que não encontramos durante esse primeiro trabalho. Com esses dados podemos auxiliar na gestão do parque e também propor novas pesquisas e também o monitoramento de algumas espécies, finaliza.

Quarto maior parque nacional do país
A Serra do Divisor é o 4º maior Parque Nacional do Brasil, segundo o biólogo Ricardo Plácido. O local tem mais de 843 mil hectares e ocupa cinco municípios acreanos, entre eles, Mâncio Lima (31,8%), Marechal Thaumaturgo (4,8%), Cruzeiro do Sul (23,1%), Rodrigues Alves (13,3%), Porto Walter (27%).

Um projeto de lei propõe mudar a unidade de conservação da área de proteção integral para uma área de uso sustentável, mas uma petição online tenta barrar a aprovação do projeto e já reúne mais de 80 mil assinaturas.
Parque Nacional da Serra do Divisor tem uma das faunas e floras com mais diversidade de espécies — Foto: Tomaz de Melo/Arquivo pessoal Parque Nacional da Serra do Divisor tem uma das faunas e floras com mais diversidade de espécies — Foto: Tomaz de Melo/Arquivo pessoal

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sexta-feira, 13 de março de 2020

'Nova onda' de vírus de resgate avança em redes empresariais com ataques controlados por humanos, alerta Microsoft

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Vírus não funcionam de forma automatizada como as pragas digitais antigas. Invasores adaptam ataques e exploram erros de configuração.
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 Por Altieres Rohr  

 Postado em 13 de março de 2020 às 15h30m  
Gipope-Marketing
      Post.N.\9.175  
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Vírus de resgate 'automatizados' estão dando lugar a pragas digitais instaladas por humanos, que usam ferramentas para roubar senhas em redes corporativas e chegar ao maior número possível de computadores. — Foto: Simon Stratford/FreeimagesVírus de resgate 'automatizados' estão dando lugar a pragas digitais instaladas por humanos, que usam ferramentas para roubar senhas em redes corporativas e chegar ao maior número possível de computadores. — Foto: Simon Stratford/Freeimages

Embora os filmes e séries de TV normalmente mostrem hackers "pilotando" ataques em tempo real, a maioria das violações é consequência do trabalho automatizado de programas invasores.

Os criminosos muitas vezes nem sabem se o vírus que eles criaram contaminou um notebook de um estudante ou um servidor que armazena o banco de dados de uma empresa.
Mas uma nova onda de vírus de resgate está deixando a realidade um pouco mais próxima da ficção. Os códigos são personalizados e configurados em tempo real pelos criminosos, inclusive provocando as vítimas com referências, como o nome de empresa ou o número de telefone.
O fenômeno não é novo, mas um relatório recente da Microsoft expôs detalhes dos procedimentos de três gangues envolvidas nesses ataques, que operam os vírus de resgate Wadhrama, Doppelpaymer e Ryuk.

Vírus de resgate são assim chamados porque exigem que a vítima desembolse uma certa quantia para restaurar arquivos e o funcionamento de sistemas "sequestrados". Uma consequência da ação humana é uma arbitrariedade maior no valor cobrado.

Enquanto vírus de resgate antigos cobravam o mesmo valor de todas as vítimas, o preço do resgate nos vírus desta nova onda varia conforme os dados sequestrados e os recursos da vítima para quitar o resgate. O Wadhrama, por exemplo, pode cobrar de 0,5 a 2 Bitcoin (R$ 18 a R$ 74 mil) por máquina contaminada.
Tela de aviso do sequestro de arquivos do vírus de resgate Wadhrama, um dos programas utilizados pelos criminosos.  — Foto: Reprodução/MicrosoftTela de aviso do sequestro de arquivos do vírus de resgate Wadhrama, um dos programas utilizados pelos criminosos. — Foto: Reprodução/Microsoft

Acesso a dados confidenciais
Uma vítima recente do Doppelpaymer foi a Visser Precision, uma fabricante de peças e fornecedora da Tesla e da Boeing. Os criminosos criptografaram os arquivos como de costume, mas o resgate foi cobrado também sob a ameaça de que o não pagamento levaria ao vazamento desses arquivos.

Em um site dedicado ao golpe, os hackers publicaram contratos confidenciais para servir de "amostra" do que poderia vir a público.

Esse tipo de flexibilidade e adaptação ao alvo não é comum em vírus de resgate "automáticos". De acordo com a Microsoft, o DoppelPaymer nem sequer possui capacidade de contaminar outros computadores da rede. Toda a disseminação é controlada manualmente pelos hackers, que também personalizam outros aspectos da contaminação.

O vírus de resgate normalmente não é ativado imediatamente. Antes, os hackers aprofundam o acesso na rede atacada, roubando senhas e elevando os privilégios e permissões em cada sistema alcançado.
O vírus de resgate pode demorar semanas ou meses para aparecer, segundo o relatório. Nesse período, os hackers se aproveitam das máquinas para outras finalidades, como o envio de mensagens indesejadas (spam) ou mineração de criptomoedas.
Além de aumentar o número de máquinas e agravar as consequências do ataque, essa estratégia fortalece a presença dos criminosos na rede. Se eles não forem expulsos por completo, o vírus pode ser novamente acionado.

De acordo com o FBI, criminosos já conseguiram cobrar pelo menos US$ 144 milhões (cerca de R$ 676 milhões) das vítimas de vírus de resgate desde 2013. O número foi estimado com base em uma análise das carteiras de Bitcoin associadas com o crime. Pagamentos em outras moedas não foram contabilizados.

Senhas fracas e sem antivírus
Para a atividade ser mais lucrativas, os criminosos miram as redes de empresas e instituições governamentais.

Para chegar nelas, as gangues utilizam ataques à Área de Trabalho Remota (RDP, na sigla em inglês), uma tecnologia comum em redes corporativas. Muitas vezes, os invasores tentam diversas combinações de usuário/senha até conseguir o acesso.

Em outros casos, o acesso inicial pode ser realizado por vírus que roubam senhas bancárias e normalmente chegam por e-mail, como o Trickbot ou Dridex. Segundo a empresa de segurança Check Point, o Trickbot foi distribuído por e-mails falsos que prometem conteúdo ligado ao coronavírus.

A Microsoft afirmou que alguns dos ataques mais bem-sucedidos foram realizados contra servidores sem antivírus ou controles de segurança. De acordo com a Microsoft, essa situação normalmente acontece por receio de que as proteções possam interferir no funcionamento do servidor ou diminuir o desempenho da máquina.

Por essa razão, esses criminosos não estão no mesmo nível dos operadores de ataques sofisticados (chamados de "APT"). Para a Microsoft, esses problemas podem ser evitados, mas é preciso uma "mudança de mentalidade" nas empresas: em vez de tentar resolver o problema o mais rápido possível, as causas de uma invasão devem ser analisadas e compreendidas.

Sem essa análise, é possível que a empresa não consiga expulsar os invasores e tenha problemas mais de uma vez.

A Microsoft recomendou o uso do Windows Defender ATP, a configuração de boas senhas e o monitoramento de tentativas de ataques de força bruta. A empresa sugere o uso de senhas administração temporárias ou credenciais restritas para reduzir a eficácia do roubo de senhas locais.

Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com
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