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quinta-feira, 5 de março de 2020

GM lança bateria para carros elétricos com autonomia de 645 km

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Empresa espera reduzir os custos dos veículos a bateria e aumentar vendas nos próximos anos. Aposta é na versatilidade, com aplicações em carros de passeio, caminhões e esportivos.
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 Por G1  

 Postado em 05 de março de 2020 às 20h00m  
Gipope-Marketing
      Post.N.\9.164  
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Novas baterias da General Motors  — Foto: DivulgaçãoNovas baterias da General Motors — Foto: Divulgação

A General Motors lançou uma nova geração de baterias para seus carros elétricos, em mais um movimento para concorrer com a Tesla.

Segundo a GM, suas baterias Ultium terão alcance de 645 km por carga, e foram desenvolvidas para recarregamento rápido e versatilidade na utilização.
A empresa afirma que elas poderão ser empregadas em carros de passeio, veículos de trabalho, caminhões e até esportivos. As baterias terão de 50 a 200 kWH, de acordo com a utilização.

Elas poderão ser carregadas em sistemas de 400 volts, e, no caso de caminhões, de 800 volts. Essa última é ultrarrápida, semelhante ao sistema usado pelo Porsche Taycan, já avaliado pelo G1.

"Nossa equipe aceitou o desafio de transformar o desenvolvimento dos produtos na GM e posicionar nossa companhia em um futuro totalmente elétrico", destacou a presidente executiva do grupo, Mary Barra.

A GM informou que está aumentando seu portfólio de veículos elétricos com vários novos modelos este ano, incluindo uma nova versão do Bolt EV, que será lançado no final de 2020.

A estratégia da GM é baseada em um "sistema de propulsão modular" e na flexibilidade das novas baterias, que podem ser instaladas de maneira vertical ou horizontal, dependendo do modelo do veículo.

"Milhares de cientistas, engenheiros e projetistas da GM estão trabalhando para executar uma reformulação histórica da companhia", disse o presidente da GM, Mark Reuss.
GMC Hummer 2021 — Foto: DivulgaçãoGMC Hummer 2021 — Foto: Divulgação

A GM planeja lançar carros elétricos sob suas marcas Cadillac e GMC Hummer, e também produz os veículos elétricos autônomos Cruise, na Califórnia. Em janeiro, a empresa mostrou os primeiros detalhes do novo Hummer.

Para produzir os novos veículos elétricos, a GM está investindo R$ 2,2 bilhões em uma fábrica em Detroit. Os primeiros veículos começam a sair das linhas no final do ano que vem.

No ano passado, a GM vendeu apenas 16.400 unidades do elétrico Chevrolet Bolt nos EUA e 60 mil modelos Baojun E-Series na China com a joint venture SAIC Motor. Enquanto isso, a Tesla vendeu 367.500 veículos elétricos, sendo 223 mil nos Estados Unidos.
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PIB do Brasil cresce 1,1% em 2019, menor avanço em 3 anos

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IBGE mostra que houve desaceleração no 4º trimestre. Apesar do 3º ano de resultados positivos, economia ainda não anulou perdas da recessão e está no patamar de 2013.
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 Por Darlan Alvarenga e Daniel Silveira, G1 — São Paulo e Rio de Janeiro  

 Postado em 05 de março de 2020 às 11h00m  
Gipope-Marketing
      Post.N.\9.163  
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PIB cresce 1,1% em 2019 e frustra expectativas de analistas
PIB cresce 1,1% em 2019 e frustra expectativas de analistas
O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 1,1% em 2019, segundo divulgou nesta quarta-feira (4) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o desempenho mais fraco em 3 anos, com o resultado afetado principalmente pela perda de ritmo do consumo das famílias e dos investimentos privados. Em valores correntes, o PIB do ano passado totalizou R$ 7,3 trilhões em 2019.

Foi a 3ª alta anual consecutiva após 2 anos de retração, mas a recuperação lenta ainda mantém a economia do país abaixo do patamar pré-recessão.

Já o PIB per capita (por habitante) teve alta de apenas 0,3% em termos reais em 2019, alcançando R$ 34.533 em 2019.
São três anos de resultados positivos, mas o PIB ainda não anulou a queda de 2015 e 2016 e está no mesmo patamar do primeiro trimestre de 2013, destacou Rebeca Palis, coordenadora das Contas Nacionais do IBGE.
Segundo ela, em valores correntes, o PIB brasileiro ainda segue 3,1% abaixo do pico (ponto mais alto da economia brasileira), registrado no primeiro trimestre de 2014. "Por outro lado, estamos a 5,4% do vale, o ponto mais baixo que foi alcançado no 4º trimestre de 2016", explicou.

Em 2017 e 2018 o crescimento foi de 1,3% em ambos os anos, após retrações de 3,5% em 2015 e de 3,3% em 2016. Veja gráfico abaixo:
Evolução do PIB anual — Foto: Arte G1
Evolução do PIB anual — Foto: Arte G1

Apesar de mais um ano de crescimento decepcionante, o resultado veio dentro do esperado pelo mercado que, após resultados fracos da atividade econômica em novembro e dezembro, passou a projetar mais um ano de taxa bem próxima de 1%. No começo de 2019, a estimativa era de um avanço de mais de 2% no ano. A estimativa do Ministério da Economia era de uma alta de 1,12%.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.
Veja os principais destaques do PIB em 2019:
  • Serviços: 1,3%
  • Indústria: 0,5%
  • Agropecuária: 1,3%
  • Consumo das famílias: 1,8%
  • Consumo do governo: -0,4%
  • Investimentos: 2,2%
  • Construção civil: 1,6% (1ª alta após cinco anos consecutivos de queda).
  • Exportação: -2,5% (1ª queda em 5 anos)
  • Importação: 1,1%
Casal de bailarinos viu 2019 como um ano de estabilidade; veja relato
Casal de bailarinos viu 2019 como um ano de estabilidade; veja relato
Consumo das famílias tem resultado mais fraco desde 2016
Informalidade atrapalha crescimento do consumo das famílias
Informalidade atrapalha crescimento do consumo das famílias

O crescimento da economia em 2019 foi mais uma vez sustentado pelo consumo das famílias, mas o ritmo de recuperação do consumo desacelerou 1,8%, após avanços de 2% em 2017 e 2,1% em 2018. Foi o resultado mais fraco desde 2016, diante da baixa confiança e do mercado de trabalho ainda frágil.

"O crescimento do PIB continua ancorado no consumo das famílias", enfatizou a pesquisadora, destacando que trata-se do componente com maior peso no cálculo do PIB, representando 65% de toda a atividade econômica.

O consumo das famílias em 2019 foi beneficiado, entre outros fatores, pela melhora da ocupação no mercado de trabalho, pela redução da taxa básica de juros e pela liberação de recursos extras do FGTS.
Questionada sobre o motivo pelo qual estes fatores não permitiram um crescimento maior que no ano anterior, Rebeca ponderou que "o crescimento do emprego foi muito ancorado na informalidade, que tem salários menores, e sabemos que o efeito da liberação do FGTS não é direto no consumo, já que as famílias estavam endividadas".
Segundo a pesquisadora, a contribuição da demanda interna no resultado do PIB de 20198 foi de 1,7%, sendo 1,2 ponto percentual (p.p). do consumo das famílias, 0,6 p.p. de investimento e estoque e -0,1% do consumo do governo. Já a demanda externa contribuiu negativamente com 0,5%.

Investimentos desaceleram
Os investimentos tiveram uma desaceleração mais forte, registrando uma alta de 2,2% no ano passado, após um salto de 3,9% em 2018 e queda de 2,6% em 2017. Já a despesa de consumo do governo caiu 0,4%, em meio ao rombo das contas públicas e dificuldades orçamentárias.

A taxa de investimento em 2019 foi de 15,4% do PIB, acima do observado em 2018 (15,2%), mas ainda bem abaixo do patamar acima de 21% registrado em 2013. Já a taxa de poupança caiu para 12,2%, ante 12,4% em 2018.

No setor de serviços, as atividades que registraram maior avanço no ano foram: informação e comunicação (4,1%) – maior taxa de crescimento entre todos os componentes do PIB –, atividades imobiliárias (2,3%) e comércio (1,8%).

Na agropecuária, o crescimento foi puxado pelo cultivo de milho (23,6%), algodão (39,8%), laranja (5,6%) e feijão (2,2%).
PIB 2019 setores  — Foto: Arte/G1
PIB 2019 setores — Foto: Arte/G1

Construção tem 1ª alta após 5 anos de quedas
Pela ótica da produção, tanto os serviços como a agropecuária tiveram um crescimento menor em 2019, enquanto que a indústria manteve o resultado de 0,5%, com destaque para construção civil que cresceu 1,6% – (1ª alta após 5 anos consecutivos de quedas).

Apesar do crescimento, o setor se encontra 30% abaixo do pico, que foi alcançado no primeiro trimestre de 2014. E no 4º trimestre houve retração de 2,5%, ante o 3º trimestre. O IBGE destacou também que a alta em 2019 foi puxado pela atividade imobiliária, e não pelo setor de infraestrutura.
Já a indústria extrativa teve queda de 1,1% em 2019, enquanto que a de transformação registraram avanço de apenas 0,1%.

No setor externo, as exportações de bens e serviços caíram 2,5% – a 1ª queda em 5 anos –, enquanto as importações de bens e serviços avançaram 1,1%.

A necessidade de financiamento da economia brasileira cresceu de R$ 168 bilhões em 2018 para R$ 212,2 bilhões em 2019. "O principal fator para esse crescimento foi a transformação do superávit de R$ 26,3 bilhões do saldo externo de bens e serviços no ano de 2018 para o déficit de menos R$ 24,1 bilhões em 2019", destacou Rebeca.
PIB 2019 ótica da demanda — Foto: Arte G1
PIB 2019 ótica da demanda — Foto: Arte G1

Economia desacelerou no final do ano
No 4º trimestre, o PIB cresceu 0,5% na comparação com o trimestre anterior, o que representa uma desaceleração frente ao avanço de 0,6% registrado no 3º trimestre. Na comparação com o 4º trimestre de 2018, houve alta de 1,7%, o 12º resultado positivo consecutivo.

A indústria e os serviços apresentaram variação positiva de 0,2% e 0,6%, respectivamente, na comparação com o 3º trimestre, enquanto a agropecuária caiu 0,4%.

Do lado da demanda, o consumo das famílias desacelerou para um avanço de 0,5% (ante 0,7% no 3º trimestre), enquanto que os investimentos caíram 3,3%, interrompendo 2 trimestres seguidos de altas. Já a despesa do governo cresceu 0,4% em relação ao trimestre imediatamente anterior.

No setor externo, as exportações cresceram 2,6%, enquanto as importações caíram 3,2%.
PIB variação trimestral  — Foto: Arte/G1
PIB variação trimestral — Foto: Arte/G1

Perspectivas para 2020
Após um início de ano de maior otimismo sobre as perspectivas para a economia brasileira, preocupações em torno dos impactos do coronavírus na economia global e incertezas sobre o ritmo de aprovação de reformas no Congresso têm derrubado as projeções para o PIB do Brasil em 2020.

Embora não faça projeções, o IBGE considera que a economia brasileira será afetada negativamente pelo coronavírus. "Quando a gente divulgar o primeiro trimestre do ano provavelmente a gente vai ver o impacto do coronavírus sobre a economia", disse a gerente das Contas Nacionais, Rebeca Palis.

"Vai ser um impacto no todo, provavelmente vai afetar o comercio exterior e, também, a produção nacional", acrescentou ao ser questionada sobre quais setores devem ser impactados.

O mercado brasileiro reduziu para 2,17% a previsão a alta do PIB neste ano, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central, mas diversos bancos e consultorias já estimam um crescimento abaixo de 2% e mais cortes na taxa básica de juros.
Até o final de janeiro deste ano, o ministro da Economia, Paulo Guedes, se dizia confiante em uma taxa de crescimento de 2,5% em 2020. Nesta quarta, em comunicado, o ministério da Economia afirmou que o coronavírus tornou o crescimento este ano 'desafiador', ao reduzir a expectativas de crescimento mundial e "adicionar incertezas" sobre a evolução do comércio internacional.

A estimativa atual do governo para o crescimento da economia em 2020 segue em 2,4%, mas o secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, já adiantou que, até o início da próxima semana, a projeção oficial deverá ser revisada.
O que o PIB tem a ver com o nosso dia a dia?
O que o PIB tem a ver com o nosso dia a dia?

Fatores de impacto em 2019
Entre os principais fatores que impediram um ritmo de recuperação mais forte da economia em 2019, estão:
  • a retração da indústria extrativa, impactada pela tragédia de Brumadinho (MG), que levou a Vale, maior produtora de minério do país, a suspender a produção em diversas instalações;
  • incertezas no ambiente externo, como a guerra comercial entre China e Estados Unidos e a recessão na Argentina, que impactaram negativamente a produção industrial e o resultado da balança comercial. Pela 1ª vez em 40 anos, Brasil exportou mais produtos básicos do que industrializados;
  • a recuperação lenta do mercado de trabalho e o desemprego resistente. No trimestre encerrado em dezembro, a taxa de desocupação ficou em 11%, atingindo 11,6 milhões de pessoas. Mesmo com a redução do desemprego, a informalidade atingiu patamar recorde em 2019, superando 50% em 19 estados e no Distrito Federal;
  • dependência cada vez maior da recuperação dos investimentos privados, em meio ao rombo das contas públicas. As contas do governo federal apresentaram em 2019 um déficit primário de R$ 95,065 bilhões, com bloqueio de verbas atingindo diversas atividades do setor público. Foi o sexto ano seguido em que as contas ficaram no vermelho.
Do lado dos fatores positivos para a economia e para a confiança dos investidores no ano passado, destaque para a aprovação da reforma da Previdência, com previsão de economia de R$ 855 bilhões em 10 anos, e a queda da taxa básica de juros para mínimas históricas, que reduziu o custo de empréstimos e permitiu um avanço do crédito bancário.

Para tentar aquecer a economia, o governo Bolsonaro também anunciou, no ano passado, a liberação de saques das contas inativas, e ativas, do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), injetando mais de R$ 27 bilhões na economia.

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terça-feira, 3 de março de 2020

Pesquisadores da UFV realizam estudos há quase 20 anos sobre solos da Antártica e mudanças climáticas

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O G1 conversou com pesquisadores que analisam o permafrost -, o solo congelado do continente - e monitoram as alterações. 
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 Por Amanda Andrade, G1 Zona da Mata  

 Postado em 03 de março de 2020 às 16h00m  
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Oito anos depois do incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, base brasileira reabre para cientistas e pesquisadores. — Foto: Divulgação Marinha do BrasilOito anos depois do incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, base brasileira reabre para cientistas e pesquisadores. — Foto: Divulgação Marinha do Brasil


Há quase 20 anos, pesquisadores da Universidade Federal de Viçosa (UFV) coordenam projetos em um território muito diferente das paisagens da Zona da Mata mineira. Na gelada Antártica, os professores Márcio Francelino e Carlos Schaefer estudam e analisam as mudanças climáticas do continente por meio do solo.

O G1 conversou com Carlos Schaefer, responsável pelo projeto Permaclima e que viajou à Antártica durante 18 anos seguidos. O colega de profissão, Márcio Francelino, embarcou para o continente no início de fevereiro, após a inauguração das novas instalações da Estação Antártica Comandante Ferraz.

Rede de monitoramento das mudanças climáticas
Gelo da Antártica está derretendo 6 vezes mais rápido do que há 40 anos — Foto: Chris Larsen/Nasa/AFPGelo da Antártica está derretendo 6 vezes mais rápido do que há 40 anos — Foto: Chris Larsen/Nasa/AFP

Em parceria com diversas universidades brasileira, a UFV lidera o projeto na parte de monitoramento das mudanças climáticas por meio de análise dos solos congelados - chamado permafrost.

A análise do que acontece no continente antártico gera informações importantes para a elaboração de possíveis cenários futuros de mudanças climáticas no Brasil.

Se ocorre aquecimento, o permafrost se aprofunda. Se ocorre resfriamento, ele chega mais próximo da superfície. Isso o torna um eficiente sensor das variações do clima e nos permite modelar o que pode acontecer por aqui, analisou o professor Márcio Francelino.

Carlos Schaefer afirmou que as pesquisas são para entender a dimensão ecológica destas mudanças e o impacto que gera na vegetação e evolução do relevo e dos solos.

Para realizar esse trabalho do monitoramento da mudanças e da dinâmica do permafrost, era necessário uma viagem anual de navio até a Antártica para recolher os dados.

Atualmente, o grupo de pesquisadores está realizando automação do envio dos dados e, com isso, a necessidade de viajar até o local mudou de um ano para três anos.

"Nós temos uma rede de monitoramento, que são 23 sítios espalhados por toda a Antártica e esses sítios demandam apoio de navio para deslocamento e para baixar os dados de monitoramento", afirmou o pesquisador.

Os sítios de monitoramento são localizados na Antártica peninsular, em ilhas e em uma parte continental.

Outros estudos do grupo avaliam a emissão de gases de efeito estufa nas áreas livres de gelo, principalmente naquelas que estão recentemente expostas com o recuo das geleiras.

Por conta dos anos de estudo, o grupo brasileiro é um dos maiores em atuação no continente em pesquisas de clima e solo. Com as estruturas novas da estação, a expectativa é de que o apoio para continuar os estudos e permanência na região seja facilitado.

As instalações da Estação Antártica Comandante Ferraz foram destruída por um incêndio, em 2012, e reinauguradas em janeiro de 2020.

"Com o incêndio, tivemos perda de alguns equipamentos que estavam na estação, mas depois foram repostos pelo Ministério da Ciência e Tecnologia e continuamos realizando os estudos utilizando o navio como base", revelou Schaefer.

Para 2021, os planos são de voltar a trabalhar entorno da estação brasileira e com o foco em pesquisas na Baía do Almirantado, uma área de 8 km de comprimento.

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