Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Serpente fêmea é filhote e deve crescer no serpentário. Comprimento médio do animal é de seis metros. =.=.=.= =---____--------- ---------____------------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------------______--------- -----------____---.=.=.=.= =
Por G1 DF Postado em 11 de janeiro de 2020 às 18h35m Zoológico de Brasília recebe cobra da espécie Eunectes murinus, conhecida como sucuri-verde, a maior do mundo — Foto: Zoológico de Brasília/Divulgação
A Fundação Jardim Zoológico de Brasília anunciou que a espécie de cobra do mundo - Eunectes murinus, conhecida como sucuri-verde - passa a fazer parte do serpentário da capital a partir de segunda-feira (13). A serpente atinge em média seis metros de comprimento e pode pesar 100 kg.
A cobra é uma fêmea filhote e deve crescer no Zoológico. Atualmente, ela tem seis meses de idade e mede cerca de 90 cm, de acordo com a Fundação.
A sucuri deu entrada no Zoológico em agosto, após um resgate feito pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A administração do parque não confirmou ao G1 em qual região a serpente foi encontrada.
Ainda de acordo com a Fundação, é comum encontrar a espécie em áreas alagadas com incidência de alta vegetação e elas se alimentam de todos os grandes grupos de vertebrados.
Zoológico de Brasília recebe maior espécie de cobra do mundo Enquete para o nome
A escolha do nome da serpente foi feita por enquete nas redes sociais. O público escolheu o nome Nagini, por meio do perfil da Fundação Zoológico do Instagram.
Veja como foi a votação:
Nagini: 521
Oliva: 208
Sogra: 183
Caipora: 148
Eva: 140
Ekns: 95
Total: 1295 votos
O serpentário do Zoológico de Brasília está aberto para visitação de terça a domingo e feriados, de 8h30 às 17h.
É o pior resultado para o mês desde 2015. No acumulado no ano, setor tem queda de 1,1%. =.=.=.= =---____--------- ---------____------------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------------______--------- -----------____---.=.=.=.= =
Por Darlan Alvarenga e Daniel Silveira, G1 — São Paulo e Rio de Janeiro 09/01/2020 09h00 Atualizado há 3 horas Postado em 09 de janeiro de 2019 às 13h00m Produção das indústrias brasileiras cai, depois de três meses seguidos de alta.
Após três meses seguidos de alta, a produção industrial brasileira caiu 1,2% em novembro, na comparação com outubro, segundo divulgou nesta quinta-feira (9) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Trata-se do maior recuo mensal desde março(-1,4%)e o pior novembro desde 2015, quando a indústria caiu 1,9%,
Em relação ao resultado de novembro do ano anterior, a queda foi de 1,7%, interrompendo dois meses de resultados positivos nesta base de comparação e indicando que a indústria brasileira ainda enfrenta dificuldades para engrenar uma trajetória de recuperação.
Evolução da produção industrial
Comparação com o mês imediatamente anterior, em %
Fonte: IBGE
Ano no vermelho
No acumulado no ano, o setor industrial tem queda de 1,1%. Em 12 meses, a produção manteve recuo de 1,3%, repetindo os resultados de setembro e de outubro.
Com a perda de ritmo em novembro, o índice de média móvel trimestral ficou negativo (-0,1%) e interrompeu a trajetória ascendente iniciada em julho.
"Houve redução na produção das quatro grandes categorias econômicas e em 16 das 26 atividades pesquisadas nessa comparação. A queda de 1,2% elimina parte da expansão de 2,2% acumulada no período agosto-outubro de 2019. Com esses resultados, o setor industrial se encontra 17,1% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011", destacou o IBGE.
Produção industrial em 12 meses
Variação acumulada em 1 ano, em %
Fonte: IBGE
De acordo com o gerente da pesquisa, André Macedo, os resultados de novembro interromperam a recuperação que o setor vinha apresentando na comparação com o ano anterior.
“Olhando a sequência de resultados positivos até outubro, o setor estava em um patamar superior ao de 2018. Com a entrada de novembro, foi para um patamar abaixo”, disse. Segundo ele, a produção industrial ficou 0,8% abaixo do que registrava em dezembro de 2018.
“Fica claro que [o resultado de novembro] altera a trajetória de recuperação e faz com que a indústria permaneça operando no campo negativo”, enfatizou o pesquisador.
Atividades que mais caíram
A queda de novembro foi generalizada. Segundo o IBGE, 16 dos 26 ramos pesquisados registraram recuo na produção em novembro.
As principais quedas foram registradas nos segmentos de veículos automotores (-4,4%), produtos alimentícios (-3,3%) e indústrias extrativas (-1,7%).
16 dos 26 ramos da indústria pesquisados pelo IBGE registraram queda na produção em novembro. — Foto: Divulgação
No ramo de produtos alimentícios, a queda de 3,3%, eliminou quase toda a expansão verificada no mês anterior (3,6%). “O crescimento vinha sendo alavancado pelo aumento nas exportações de carne e da produção de açúcar. A carne continua em expansão, mas o açúcar tem uma volatilidade maior, tanto por conta de condições climáticas quanto em função da demanda por etanol, que também é produto da cana-de-açúcar”, explicou o gerente da pesquisa, André Macedo.
O pesquisador explicou ainda que é comum a produção de automóveis subir nos meses de setembro e cair no final do ano, por conta das férias coletivas.
“Para além do peso que o setor automobilístico tem no segmento industrial, ele se relaciona com outros setores importantes da indústria, ou seja, traz a reboque a produção de outros segmentos”, disse.
Já entre os ramos que conseguiram ampliar a produção em novembro, destaque para coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,6%), impressão e reprodução de gravações (24,0%) e produtos de borracha e de material plástico (2,5%).
Indústria 4.0: tecnologia aumenta produtividade da indústria em 22%
Entre as grandes categorias, a de bens de consumo duráveis registrou a queda mais acentuada em novembro (-2,4%), influenciada, em grande parte, pela menor produção de automóveis. Os outros 3 segmentos – bens intermediários (-1,5%), bens de capital (-1,3%) e bens de consumo semi e não-duráveis (-0,5%) – também assinalaram taxas negativas no mês.
Apesar de todas as 4 grandes categorias terem recuado em novembro, apenas a de bens intermediários registra desempenho negativo no acumulado do ano até novembro (-2,2%). O segmento teve queda de 1,5% em relação ao mês anterior e de 2,8% em relação a novembro de 2018, refletindo, especialmente, a queda verificada no setor extrativo.
Perspectivas
Para o consolidado de 2019, os economistas das instituições financeiras projetam uma queda de 0,73% na produção industrial, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central.
Para o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), resultado de novembro indica que a indústria ainda não conseguiu melhorar seu atual padrão de desempenho.
"Quando consegue engatar uma sequência de meses de crescimento, o que tem ocorrido muito raramente, isso dura pouco tempo. Não foi diferente neste final de 2019. Trata-se de um sinal de alerta para que evitemos otimismo exagerado para a indústria e a economia em 2020", avaliou.
Para André Perfeito, economista-chefe da Necton Investimentos, apesar da queda da indústria mais forte que a esperada no mês, a variação trimestral encerrada em novembro aponta alta de 1,04% e "indica certa recuperação econômica no 4º trimestre".