Total de visualizações de página

terça-feira, 19 de novembro de 2019

A estranha criatura mexicana que se regenera sozinha e pode desvendar chave de imunidade ao câncer

=.=.=.= =---____---------   ---------____------------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------------______---------   -----------____---.=.=.=.= =


Os axolotes têm atraído o interesse dos cientistas, mas estão ameçados de extinção em seu habitat natural.
=.=.=.= =---____---------   ---------____------------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------------______---------   -----------____---.=.=.=.= =

 Por BBC  

 Postado em 19 de novembro de 2019 às 15h00m  
Gipope-Marketing
Aparência dos axolotes divide opiniões — para alguns, eles são adoráveis, para outros, criaturas bizarras — Foto: Mindem Pictures/Alamy/BBC
Aparência dos axolotes divide opiniões — para alguns, eles são adoráveis, para outros, criaturas bizarras — Foto: Mindem Pictures/Alamy/BBC


Frankie tinha perdido metade do rosto em decorrência de uma infecção fúngica. Mas, assim como outros axolotes, ele tinha um talento especial.

A veterinária e pesquisadora de axolotes Erika Servín Zamora, que também era cuidadora de Frankie, disse que ficou impressionada ao ver a extraordinária capacidade de regeneração do animal que ela, até então, conhecia apenas dos livros.

Em dois meses, Frankie ganhou um novo olho totalmente funcional, e a vida voltou ao normal em seu tanque no Zoológico de Chapultepec.
Mas não teve tanta sorte em seu habitat natural, a apenas 30 quilômetros ao sul do zoológico.

O axolote, anfíbio nativo dos lagos da Cidade do México, apesar de ter ganhado força como símbolo da capital mexicana, e especificamente no bairro de Xochimilco, declarado Patrimônio Mundial pela Unesco, está quase extinto na natureza — sobretudo por causa da proliferação de espécies invasoras de peixes e da poluição da água nos agitados canais da cidade.

Para piorar a situação, Frankie é um axolote albino, o que significa que ele é rosa claro com brânquias plumosas rosadas saindo da sua cabeça — uma presa fácil para as tilápias invasoras nas águas escuras e turvas de Xochimilco.
Muitas espécies de axolotes estão seriamente ameaçadas de extinção — Foto: Ullstein Bild/Getty Images/BBC
Muitas espécies de axolotes estão seriamente ameaçadas de extinção — Foto: Ullstein Bild/Getty Images/BBC

Conhecidos localmente como "monstros da água", os axolotes têm uma aparência que divide opiniões. Para alguns, essas criaturas de pele macia e 20 cm de comprimento são consideradas adoráveis, com um sorriso permanente no rosto. Para outros, esses anfíbios de quatro dedos são simplesmente estranhos.

Apesar da aparência um tanto polêmica, eles despertam um interesse particular nos cientistas, que acreditam que axolotes como Frankie possam ensinar um dia aos seres humanos o segredo da regeneração.

"Os cientistas estão tentando tirar proveito das propriedades regenerativas dos axolotes e aplicá-las em pessoas feridas em acidentes, guerras ou vítimas de doenças — pessoas que perderam membros", explica Servín Zamora.
"Outros estão procurando maneiras de como a regeneração do axolote pode ajudar a cicatrizar órgãos humanos, como coração ou fígado".
Os axolotes também estão ajudando Servín Zamora e outros cientistas a entender a aparente resistência ao câncer que todos os anfíbios parecem ter.

"Em 15 anos, não vi nenhum caso de tumor maligno em axolotes, o que é interessante", diz ela. "Suspeitamos que sua capacidade de regenerar células e partes do corpo ajude nesse aspecto."
Os cientistas querem desvendar e aplicar em seres humanos as propriedades regenerativas dos axolotes — Foto: Robert Michael/Getty Images/G1
Os cientistas querem desvendar e aplicar em seres humanos as propriedades regenerativas dos axolotes — Foto: Robert Michael/Getty Images/G1

E não para por aí. Os axolotes têm sido usados ​​tradicionalmente em todo o México como remédio para algumas condições associadas à gravidez, fraqueza e doenças respiratórias.

Um grupo de freiras em Patzcuaro, no México, cria legalmente uma espécie de axolote, Ambystoma dumerilii, e usa os animais como ingrediente de um xarope para tosse, embora tradicionalmente eles fossem consumidos como parte de um caldo.

Eternos adolescentes — e representação do divino
Frankie é um Ambystoma mexicanum, uma das 17 espécies de axolote no México. Encontradas principalmente nos estados do México, Puebla e Michoacán, várias estão seriamente ameaçadas. Algumas espécies se transformam em salamandras que vivem na terra, perdendo as caudas semelhantes a girinos e as brânquias da cabeça.

No entanto, isso também depende do ambiente. Frankie, por exemplo, vivendo em cativeiro e, portanto, a salvo de predadores, permanecerá um "eterno adolescente". Ou seja, axolotes como ele nunca vão se transformar em salamandras — vão manter a cauda que desenvolveram como larva e viverão sempre debaixo d'água.

"Basicamente, eles decidem se vão completar a metamorfose, com base em fatores de pressão ambiental", diz Zamora.

"Se eles decidirem que é melhor viver fora d'água, vão passar pela mutação em salamandras, mas pode ser uma empreitada estressante, pois eles param de comer completamente durante esse período."

"A teoria atual é que, por razões evolutivas, o Ambystoma mexicanum permanecerá jovem (em algum estágio entre um girino e uma salamandra), uma vez que há muita comida na água (como pequenos peixes de água doce) e poucos predadores, ou seja, poucas razões para emergir."
Algumas espécies de axolotes se transformam em salamandras que vivem na terra — Foto: Patrick Guenette/Alamy/BBC
Algumas espécies de axolotes se transformam em salamandras que vivem na terra — Foto: Patrick Guenette/Alamy/BBC

Devido a essa tendência de mudar de forma, os axolotes têm uma presença forte na mitologia asteca. Eles costumam ser reconhecidos como uma representação de Xolotl, deus do submundo que é o irmão gêmeo do mal de Quetzalcoatl, frequentemente representado pelo Sol.

Quando vários deuses foram convidados a fazer um sacrifício para criar o mundo, Xolotl fugiu para a água. Por sua covardia e relutância em ajudar, ele foi condenado a viver para sempre na água e a sofrer da eterna juventude. Para os astecas, a morte era transcendente — e não concluir esse ciclo significava ser impedido de alcançar uma esfera superior.

Uma atração turística
Apesar de o axolote estar ameaçado de extinção, imagens de Frankie e seus amigos estão espalhadas por toda a Cidade do México — seja na forma de grafite nos muros da capital ou de bichos de pelúcia em loja de souvenir.
O novo ônibus de turismo oficial da Cidade do México exibe a imagem de um axolote albino — Foto: Megan Frye/BBC
O novo ônibus de turismo oficial da Cidade do México exibe a imagem de um axolote albino — Foto: Megan Frye/BBC

Além disso, o Ambystoma mexicanum vai estampar a nota de 50 pesos que será lançada em 2022. E os novos ônibus de turismo da cidade apresentam a imagem de um axolote albino pintado na lateral.

Anos atrás, se você quisesse encontrar um axolote, tudo o que você precisava fazer era procurar um canal. A Cidade do México foi construída sobre o leito do que outrora era um lago enorme, onde os astecas costumavam criar canais — além de chinampas, ilhas flutuantes feitas de árvores e lama que eram usadas para cultivar alimentos — para fins de navegação e transporte.

Embora o lago e grande parte do sistema de canais tenham sido drenados ao longo dos anos para abrir espaço para uma população crescente, ainda há mais de 183 km de canais no bairro de Xochimilco — e 165 hectares de terra e água estão localizados na área protegida do Parque Ecológico de Xochimilco.

Mas, em vez de axolotes, é mais provável que os visitantes encontrem hoje inúmeras espécies de aves migratórias e guias nos barcos nos canais. A área se tornou altamente turística, sendo mais conhecida como um lugar para dar um passeio nas icônicas traineiras coloridas, onde barcos menores passam repletos de mariachis ou vendendo cerveja.

Ameaças ambientais
Como as traineiras são barcos sem motor, não têm, a princípio, um impacto negativo nos axolotes. No entanto, as chinampas não estão conectadas ao sistema de esgoto da cidade; e os resíduos costumam acabar nos canais.

Outras ameaças aos anfíbios incluem o rápido crescimento de plantas aquáticas ornamentais não nativas e a poluição de fertilizantes industriais, além de espécies invasoras, como carpas e tilápias, que foram introduzidas pelo governo na década de 1970 para fornecer alimento para a antiga área rural.

A última iniciativa foi bem-intencionada, diz Servín Zamora, mas não tão bem planejada, uma vez que a carpa e a tilápia se deliciam com os jovens axolotes.

"Os problemas que Xochimilco enfrenta não são apenas ambientais, mas também sociais", acrescenta.

Nos canais de Xochimilco, uma das atrações é o passeio nas icônicas traineiras coloridas — Foto: Megan Frye/BBC
Nos canais de Xochimilco, uma das atrações é o passeio nas icônicas traineiras coloridas — Foto: Megan Frye/BBC

"As pessoas não obtêm renda suficiente com suas chinampas ou com o ecoturismo, então tendem a construir suas casas lá (no terreno das chinampas, o que é uma opção acessível, pois elas já são donas da propriedade) e, por esse motivo, a urbanização aumentou muito naquelas áreas. Infelizmente, todo o esgoto dessas casas vai diretamente para os canais, e isso causou uma tremenda poluição."

Em 2017, a Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM) fez um estudo monitorando os canais. Embora os resultados ainda estejam sendo analisados, foi demonstrado que a poluição da água é muito grave nas zonas urbanas de crescimento rápido de Xochimilco.

Servín Zamora disse que há esperança de recuperar espaços ainda dedicados à agricultura e, portanto, menos propensos a serem contaminados pela poluição causada pela superpopulação.

"Se trabalharmos duro com educação, pesquisa e trabalho diretamente na área, podemos resgatá-lo, mesmo que seja apenas uma parte."
Ainda assim, o estudo encontrou apenas um axolote vivendo na natureza em Xochimilco.

Salvando o axolote
Hoje, a maioria dos axolotes vive em cativeiro. Yanin Carbajal é cofundadora da Casa del Axolotl, um museu e aquário dedicado a educar o público sobre os axolotes, localizado na cidade de Chignahuapan, em Puebla.

O projeto dela começou anos atrás, com tanques de criação no rancho de sua família, nas colinas das montanhas da Sierra Madre Oriental. O espaço do museu localizado na cidade foi inaugurado no ano passado, exibindo de 15 a 20 axolotes de quatro espécies diferentes.

Carbajal conta que se sentiu motivada a cuidar dos axolotes por causa do seu forte vínculo com a história pré-colombiana do México, seus importantes efeitos para a saúde humana e o objetivo de preservar as espécies e melhorar seus habitats.

Ela adverte, no entanto, que criar axolotes não é uma tarefa fácil. Embora seja permitido em todo o mundo mantê-los como animais de estimação, no México só é autorizado obter axolotes de um viveiro credenciado pela Secretaria de Meio Ambiente (equivalente a um ministério no Brasil).
"A ignorância é um grande problema, com pessoas tirando (os axolotes) da natureza, mantendo como animais de estimação ou, em alguns casos, vendendo", afirma Carbajal.
"Se as pessoas conseguem fazer com que se reproduzam, é positivo. Mas, do contrário, não ajuda as espécies. Como eles vivem nas águas tranquilas de lagos e lagoas, as temperaturas tendem a não flutuar tão rápido quanto em cativeiro."

A Cidade do México tem poucos lugares onde os axolotes podem ser vistos em cativeiro hoje — entre eles, o Zoológico de Chapultepec, o Zoológico Los Coyotes e a sede das operadoras de turismo Axolotitlán e Umbral Axochiatl, ambas em Xochimilco.

Pamela Valencia é fundadora da Axolotitlán, operadora da Cidade do México que tem como objetivo educar moradores e turistas sobre o delicado ecossistema de Xochimilco e a necessidade de se apoiar a causa dos axolotes, por meio de passeios com uma cooperativa de chinamperos (agricultores das chinampas) no parque ecológico.
"O axolote é um tema no México que tem a ver com política, sociedade, uso de recursos, educação ambiental e sistematizada", avalia Valencia.
"É um tópico que perpassa todas as vertentes da sociedade, de uma maneira ou de outra. 
Acreditamos que o axolote é o segredo para salvar nossa cidade, nosso país e provavelmente o mundo. É um animal incrivelmente importante que pode inspirar as pessoas a parar de fazer coisas que estamos fazendo há muito tempo como sociedade (como poluir) e sermos melhores de várias maneiras."

Dionisio Eslava, presidente da Umbral Axochiatl, que trabalha em parceria com a Axolotitlán organizando passeios em Xochimilco, para que os visitantes entendam melhor a natureza do bairro, acredita que diminuir a diferença geográfica, cultural e socioeconômica entre a população da Cidade do México e os agricultores do sul é uma maneira de ajudar a limpar a área e incentivar, assim, os axolotes a voltarem para a região.
"Os ecossistemas são um tipo de segurança, não apenas para alimentos, mas também para água, oxigênio e um aliado para enfrentar as mudanças climáticas", afirmou.
"As grandes cidades devem apoiar nossos ecossistemas nos visitando e nos acompanhando neste tesouro que é uma grande herança de toda a humanidade."
Essa pequena criatura, muitas vezes esquecida, pode não só nos guiar na proteção do planeta, como também é potencialmente a chave para desvendar alguns mistérios científicos.

Frankie viveu até os oito anos (embora os axolotes em cativeiro possam viver 12 anos ou mais), morrendo de causas naturais no Zoológico de Chapultepec em 2010.
Ele ocupa até hoje um lugar cativo no coração Servín Zamora, já que foi um dos primeiros axolotes de quem ela cuidou e ela diz ter aprendido muito com ele — esperamos que o resto do mundo também aprenda.


      Post.N.\9.060  
                      <.-.-.-  Atendimento Personalizado com recepção Vip!  -.-.-.>
Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches. Logística & Solutions with Intelligence for 2.019

 Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98215 - 9520
.__-__________________________ ______________ __ _________________________ ___________________-_

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Crescimento econômico enche de embalagens o lixo da Alemanha

=.=.=.= =---____---------   ---------____------------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------------______---------   -----------____---.=.=.=.= =


Cada cidadão produz, por ano, uma média de quase 230 quilos de lixo de embalagens, apesar de campanhas de conscientização. Um dos culpados é a prosperidade econômica alemã. 
=.=.=.= =---____---------   ---------____------------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------------______---------   -----------____---.=.=.=.= =

 Por Deutsche Welle  

 Postado em 18 de novembro de 2019 às 21h45m   
Gipope-Marketing
Lata de lixo com inscrição em alemão na cidade de Berlim — Foto: Unsplash
Lata de lixo com inscrição em alemão na cidade de Berlim — Foto: Unsplash


Nunca houve tanto lixo na Alemanha: em 2017 foram descartados 18,7 milhões de toneladas de embalagens. A enormidade desse volume fica mais evidente dividindo-o entre a população: 226,5 quilos por habitante, em média. Trata-se de um novo recorde, 3% acima ao ano anterior, garantindo ao país um inglório primeiro lugar no ranking europeu do lixo.

Além disso, um exame das estatísticas dos últimos anos mostra que esse incremento não é um fato isolado. Pois, apesar de todas as discussões sobre proteção ambiental e sustentabilidade, a quantidade de embalagens cresceu continuamente na Alemanha, nos últimos anos.

Com uma única exceção: entre 1991 e 1995, a produção desse tipo de resíduo de fato recuou. Nesse período foi introduzido o Grüner Punkt (Ponto Verde), que até hoje indica as de embalagens a serem coletadas e processadas separadamente.
Desde então, existem no país tonéis e sacos "amarelos", em que as embalagens são depositadas, para a coleta especial. Quem arca com esse sistema de eliminação são os consumidores, pois sobre cada "ponto verde" recai uma taxa – que os produtores pagam, mas naturalmente repassam no preço ao consumidor.

O fato de muito material de acondicionamento tornar as mercadorias mais caras possivelmente explica a redução dos resíduos no começo dos anos 90. Mas a tendência não durou: em 2010 já havia novamente mais embalagens descartadas do que em 1991.

É justo esclarecer que a maior parte desses detritos sequer vem diretamente dos consumidores: 53% são produzidos por empresas, na forma de embalagens usadas no processo de manufatura ou que permanecem com os comerciantes.

Muitos deles preferem que os produtores não entreguem os gêneros diretamente nos estabelecimentos de venda, reunindo-os primeiro em centros de logística, onde são compostas as paletes de artigos para as diferentes lojas. Essas também precisam ser devidamente acondicionadas para transporte, muitas vezes, por exemplo, envolvendo-as totalmente em filme de PVC, o qual, ao chegar na loja, é descartado pelo próprio comerciante.
Lixeiras coloridas para coleta seletiva de lixo doméstico — Foto: Unsplash
Lixeiras coloridas para coleta seletiva de lixo doméstico — Foto: Unsplash

Crescimento e consumo: os grandes vilões
Mas por que tem que haver quantidades sempre maiores de lixo? Entre outros fatores, o Departamento Federal alemão do Meio Ambiente aponta o bom crescimento econômico dos últimos anos. Como muitos cidadãos estão melhor hoje do que alguns anos atrás, gasta-se mais em consumo. O resultado é que "mais produtos também implicam mais embalagem".

Há ainda outros dois aspectos: por um lado, a comodidade. O Departamento do Meio Ambiente observou que os pacotes muitas vezes oferecem funções adicionais – como a possibilidade de serem novamente fechados ou acessórios para dosagem – que são desnecessárias ou realizadas com complexidade excessiva, aumentando o consumo de material e possivelmente dificultando a reciclagem.

O outro fator é a mudança de estilo de vida. A tendência atual é de porções menores de alimento ou de comer fora, e ambos geram mais lixo. Além disso, o comércio online floresce: cada vez menos consumidores compram em lojas, encomendando na internet com entrega a domicílio. Para que cheguem intatos, os artigos costumam ser empacotados de forma mais elaborada do que antes.

Na opinião de Maria Krautzberger, presidente do Departamento do Meio Ambiente da Alemanha, a dinâmica vai na direção inteiramente errada: são usadas embalagens demais, o que é nocivo do ponto de vista ambiental e do emprego de matérias primas.

Ela apela à indústria e aos consumidores: "Precisamos evitar detritos, se possível já na fase de produção. Por isso deve-se abrir mão de acondicionamentos desnecessários e com emprego desnecessariamente intensivo de material."

Muitas vezes, contudo, vê-se o contrário, até mesmo o tubo de pasta de dentes é multiplamente embalado. "Precisamos de muito mais invólucros e recipientes reutilizáveis, não só para água mineral e cerveja", apela Krautzberger. Pode-se também tomar o café em copos reutilizáveis, e quem traz comida de casa também deveria usar recipientes reaproveitáveis, exemplifica.

Há um pequeno consolo, entretanto: em termos de reciclagem, a Alemanha continua tendo bom desempenho. Cerca de 70% das embalagens são reaproveitadas, e grande parte do resto acaba nas usinas de incineração, gerando assim pelo menos energia. Apenas uma pequena parcela dos invólucros acaba em depósitos sanitários.

Nos próximos anos, a percentagem das embalagens reutilizáveis deverá aumentar ainda mais. Desde 1º de janeiro vigora na Alemanha uma nova lei de embalagens, prescrevendo uma quota de reciclagem de pelo menos 63%, até 2022. As diferentes quotas dos diferentes materiais mostram que a meta é viável: quase 88% do papel e papelão já é atualmente reaproveitado, o vidro tem uma quota comparável, de 85%. As piores cifras cabem ao plástico e a madeira, com taxa de reciclagem abaixo de 50%.
Pesquisadores calculam volume de lixo descartado nos rios e no mar
Pesquisadores calculam volume de lixo descartado nos rios e no mar


      Post.N.\9.059  
                      <.-.-.-  Atendimento Personalizado com recepção Vip!  -.-.-.>
Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches. Logística & Solutions with Intelligence for 2.019

 Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98215 - 9520
.__-__________________________ ______________ __ _________________________ ___________________-_

domingo, 17 de novembro de 2019

Embraer anuncia venda de três jatos E195-E2 por US$ 212,6 milhões a aérea nigeriana

=.=.=.= =---____---------   ---------____------------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------------______---------   -----------____---.=.=.=.= =


Em abril, empresas já haviam fechado acordo para outras 10 aeronaves do mesmo modelo. Pedido da Air Peace agora prevê 13 jatos E195-E2, com direito a compra a outras 17 aeronaves. Embraer também anunciou venda de outros três jatos E-190.
=.=.=.= =---____---------   ---------____------------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------------______---------   -----------____---.=.=.=.= =
 Por G1 Vale do Paraíba e Região  

 Postado em 17 de novembro de 2019 às 12h45m  

Gipope-Marketing
Air Peace vai ser a primeira operadora africana do modelo E195-E2 — Foto: Embraer/DivulgaçãoAir Peace vai ser a primeira operadora africana do modelo E195-E2 — Foto: Embraer/Divulgação

A Embraer, fabricante de aeronaves brasileira, anunciou a venda de mais três jatos E195-E2 à Air Peace, companhia aérea nigeriana. O valor do contrato está avaliado em US$ 212,6 milhões e o pedido será incluído na carteira do quarto trimestre de 2019. Além dessa encomenda, a Embraer também anunciou venda de outros três jatos E-190 (veja mais abaixo).

O acordo, anunciado na feira de aviação Dubai Airshow 2019, é para três jatos E195-E2 adicionais no pedido da aérea nigeriana, que confirma os direitos a compra do contrato original assinado em abril. À época, o acordo era para 10 jatos do mesmo modelo com possibilidade de compra de mais 20.

Segundo a Embraer, a primeira entrega está prevista para o segundo trimestre de 2020, o que deixa a Air Peace prestes a se tornar a primeira operadora dos E-Jets E2 na África.

Os jatos E195-E2 da Air Peace terão uma configuração de duas classes com 124 assentos. O E190-E2 é produzido na sede da Embraer, em São José dos Campos (SP).

A Air Peace opera mais de 20 rotas locais, regionais e internacionais e tem planos estratégicos para expandir esses destinos.

E-190
A Embraer também anunciou neste domingo a venda de três aeronaves E-190 para a Ciaf Leasing. A encomenda está avaliada em US$ 161,4 milhões e também será adicionada à carteira de pedidos da Embraer do quarto trimestre de 2019.

Os aviões integrarão a atual frota da Ciaf composta por três jatos E170, dois dos quais estão arrendados pela Jasmin Airways e o outro pela Air Cairo. A Ciaf também deve receber dois jatos E195 em meados de novembro.
As três aeronaves serão entregues no quarto trimestre de 2020.
        Post.N.\9.058  
                        <.-.-.-  Atendimento Personalizado com recepção Vip!  -.-.-.>
    Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches. Logística & Solutions with Intelligence for 2.019

     Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98215 - 9520
    .__-__________________________ ______________ __ _________________________ ___________________-_

    sexta-feira, 15 de novembro de 2019

    Os 'indestrutíveis' robôs do MIT capazes de dar saltos mortais e jogar futebol

    =.=.=.= =---____---------   ---------____------------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------------______---------   -----------____---.=.=.=.= =


    Vídeo mostra protótipos criados por laboratório de robótica do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos.
    =.=.=.= =---____---------   ---------____------------------____::_____   _____= =..= = =..= =..= = =____   _____::____-------------------______---------   -----------____---.=.=.=.= =

     Por BBC  

     Postado em 15 de novembro de 2019 às 19h35m  
    Gipope-Marketing
    Os 'indestrutíveis' robôs do MIT capazes de dar saltos mortais e jogar futebol — Foto: BBCOs 'indestrutíveis' robôs do MIT capazes de dar saltos mortais e jogar futebol — Foto: BBC
    O laboratório de robótica do Instituto de Tecnologia de Massachussetts MIT testou um novo tipo de protótipo no campus da universidade, nos Estados Unidos (veja o vídeo).
    São os robôs chamados pelos pesquisadores de mini cheetah (ou mini-guepardo).
    Os 'indestrutíveis' robôs do MIT capazes de dar saltos mortais e jogar futebol — Foto: BBCOs 'indestrutíveis' robôs do MIT capazes de dar saltos mortais e jogar futebol — Foto: BBC

    Com 9 kg, eles podem dar cambalhota e correr a até 8 km/h – apesar de impressionante para um robô, no entanto, ainda está muito longe da velocidade máxima de um guepardo real, que pode atingir até 120 km/h.

    Nove deles foram testados. No futuro, eles vão poder ser usados em situações de emergência. Mas agora, servem para pesquisas – e para divertir pesquisadores e alunos.

        Post.N.\9.057  
                        <.-.-.-  Atendimento Personalizado com recepção Vip!  -.-.-.>
    Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches. Logística & Solutions with Intelligence for 2.019

     Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98215 - 9520
    .__-__________________________ ______________ __ _________________________ ___________________-_