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segunda-feira, 3 de junho de 2019

Venda de veículos sobe 21,6% em maio, diz Fenabrave

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Foram emplacados 245.466 automóveis, comerciais leves, caminhões em ônibus no período. Desempenho mensal foi o melhor de 2019 até agora. 
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 Por G1  

 Postado em 03 de junho de 2019 às 20h15m  
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

Venda de veículos novos em alta — Foto: Fábio Tito/G1Venda de veículos novos em alta — Foto: Fábio Tito/G1
A venda de veículos novos subiu 21,6% em maio, informou a associação das concessionárias, a Fenabrave, nesta segunda-feira (3).

Foram emplacados 245.466 automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus no período, contra 201.864 unidades no mesmo mês de 2018.

O desempenho mensal foi o melhor de 2019 até agora. Comparado a abril, quando 231.939 emplacamentos foram registrados, a alta foi de 5,83%.

No acumulado do ano, o setor tem 1.084.975 unidades vendidas, o que representa uma alta de 12,47%. No mesmo período do ano passado, o total de 964.664 veículos haviam sido emplacados até maio.

Marcas e modelos
Renault Kwid Outsider — Foto: Divulgação/RenaultRenault Kwid Outsider — Foto: Divulgação/Renault

Entre as fabricantes, a Renault se destacou, ocupando a quarta colocação entre as fabricantes, com 8,83% de participação no acumulado.

Ela deixou para trás Ford (8,34%), Toyota (8,29%) e Hyundai (8,01%). Considerando o número de unidades, as quatro fabricantes estão separadas por menos de 10 mil veículos.

Entre os modelos, mais uma vez o Chevrolet Onix conseguiu vender mais do que segundo e terceiro colocados, juntos.

O hatch da Chevrolet emplacou 22.279 exemplares, contra 10.111 Hyundai HB20 e 9.484 Ford Ka. Completam o "top 10", Renault Kwid (8.661), Volkswagen Gol (8.317), Chevrolet Prisma (7.509), Fiat Strada (7.136), Volkswagen Polo (6.199), Fiat Toro (5.853) e Jeep Renegade (5.754).

Em seu primeiro mês cheio de vendas, o Volkswagen T-Cross emplacou mais de 3 mil unidades. Com isso, ele superou o Ford EcoSport, e foi o 5º SUV compacto mais vendido, atrás de Renegade, Kicks, HR-V e Creta.
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sábado, 1 de junho de 2019

Número de fumantes cai 40% no Brasil nos últimos 12 anos

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Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que as pessoas com o hábito de fumar passaram de 15,6% da população em 2006 para 9,3% em 2018. Porto Alegre e São Paulo são as capitais com mais fumantes.
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 Por G1  

 Postado em 01 de junho de 2019 às 18h00m  
GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

Aviso em maço de cigarro — Foto: G1/G1
Aviso em maço de cigarro — Foto: G1/G1

Mais de 90% da população brasileira não tem o hábito de fumar. Segundo pesquisa do Ministério da Saúde divulgada nesta sexta-feira (31), 9,3% dos brasileiros afirmavam ser fumantes em 2018. Nos últimos 12 anos, a quantidade de pessoas que fumam caiu 40% no país.

Em 2006, os fumantes eram 15,6% da população, de acordo com a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel). A pesquisa marca o Dia Mundial Sem Tabaco.

De acordo com o ministério, há uma "tendência nacional de queda constante desse hábito nocivo para a saúde" no Brasil.

Entre as capitais, a maior prevalência de fumantes está em Porto Alegre, com 14,4% das pessoas, São Paulo (12,5%) e Curitiba (11,4%). Veja abaixo a lista das capitais.
Tratamento para largar cigarro pode sair mais barato que continuar fumando, diz médica
Tratamento para largar cigarro pode sair mais barato que continuar fumando, diz médica

Perfil dos fumantes
Os homens ainda fumam quase duas vezes mais do que as mulheres, diz a pesquisa. Entre os homens , a porcentagem de fumantes em 2018 foi de 12,1%. Já a parcela de mulheres fumantes, 6,9%.

A redução do hábito de fumar entre mulheres foi de 44% no período de 12 anos.
Os jovens tendem a fumar mais do que os mais idosos. Entre as pessoas com 18 a 24 anos, a proporção de fumantes chega a 6,7%. Entre aqueles com mais de 65 anos, os que fumam são 6,1%.
Porém, a maior parte dos fumantes está mesmo entre as pessoas com idade de 55 a 64 anos, cujo índice é de 12,3%.
O estudo também mostra que os menos escolarizados são os que mais fumam: 13% dos entrevistados com até 8 anos de escolaridade dizem ser fumantes. O menor percentual de fumantes está entre os que tiveram oportunidade de estudar por 12 anos ou mais (6,2%).

Parcela de fumantes nas capitais brasileiras
CidadeFumantes (%)
Salvador4,8
São Luís4,8
Belém4,9
Macapá
5,5
Teresina5,5
Aracaju5,6
Fortaleza5,7
Manaus6,4
Palmas6,5
Maceió6,9
João Pessoa7,1
Boa Vista7,2
Natal7,2
Recife
7,2
Cuiabá7,5
Vitória7,6
Distrito Federal8,3
Porto Velho8,7
Goiânia8,8
Rio Branco9
Rio de Janeiro10
Belo Horizonte10,8
Campo Grande10,8
Florianópolis11,2
Curitiba11,4
São Paulo12,5
Porto Alegre14,4

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sexta-feira, 31 de maio de 2019

Dossiê dos SUVs: conheça e compare os 10 principais modelos

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Foram analisados critérios como segurança, equipamentos, custos de manutenção e seguro e desempenho. Segmento representa 1/4 das vendas de carros novos no Brasil.
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 Por André Paixão, G1  

 Postado em 31 de maio de 2019 às 22h00m  
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SUVs mais vendidos do Brasil — Foto: Marcelo Brandt, Fábio Tito, André Paixão e Guilherme Fontana/G1

Há dez anos, apenas 1 em cada 15 carros novos vendidos no Brasil era SUV. Hoje, a proporção é de 1 para cada 4. E esse número só deve aumentar nos próximos anos.

De olho no gosto dos clientes, as fabricantes têm despejado nas lojas diversos lançamentos, de todos os tamanhos e preços. A fatia mais disputada deste segmento é aquela que contempla modelos que custam entre R$ 75 mil e R$ 110 mil – 9 dos 10 SUVs mais vendidos entre janeiro e maio deste ano estão nesta faixa.

Entre tantas opções, qual é o mais espaçoso? E o que tem preço de seguro mais baixo? Qual oferece o melhor pacote de equipamentos? E o que tem melhor desempenho off-road?

Para responder a estas e outras perguntas, o G1 listou estes 9 modelos mais vendidos, além do Volkswagen T-Cross, o principal lançamento da categoria em 2019.
Radar - SUVs — Foto: Diana Yukari/G1
Radar - SUVs — Foto: Diana Yukari/G1

Os modelos foram comparados levando em conta seis critérios: consumo, desempenho, espaço, equipamentos, aptidão off-road e modernidade do projeto.

Dentro deles, estão aspectos relevantes para o consumidor. É o caso do custo das revisões, valor do seguro (com cotações da Minuto Seguros), espaço no porta-malas e presença de equipamentos de segurança, conforto e tecnologia, entre outros.

O objetivo não é apontar um vencedor, afinal os veículos possuem, na maior parte dos casos, diferentes versões, com propostas distintas. A ideia é mostrar as principais virtudes e defeitos de cada um.

Chevrolet Tracker
Chevrolet Tracker — Foto: Fabio Tito/G1
Chevrolet Tracker — Foto: Fabio Tito/G1

A Chevrolet atualizou o visual do Tracker há pouco mais de dois anos – na mesma época em que adotou a eficiente motorização 1.4 turbo. Isso faz dele um dos modelos mais gostosos de dirigir. Nas vendas, ele tenta se destacar no pelotão intermediário.

Só que a Chevrolet derrapou ao deixar de lado equipamentos comuns nesta categoria – é o caso dos airbags adicionais aos obrigatórios, do ar-condicionado digital. Seu seguro é o terceiro mais alto, enquanto o porta-malas é o mais acanhado. Uma nova geração já foi apresentada, e foi confirmada para o Brasil.

Citroën C4 Cactus
Citroën C4 Cactus — Foto: Fabio Tito/G1
Citroën C4 Cactus — Foto: Fabio Tito/G1

Ainda que tenha sido lançado há quase um ano, o SUV compacto da Citroën ainda traz ares de novidade. Seu visual é o menos convencional do grupo, enquanto o porte está mais para hatch médio.

Os maiores méritos do Cactus são oferecer uma versão topo de linha muito bem equipada por menos de R$ 100 mil e um motor turbo competente, com 173 cavalos. Por outro lado, entre os modelos aqui citados, ele é o que tem menor porte, além de possuir a segunda apólice de seguro mais cara e o terceiro pacote de revisões com custos mais elevados.

Ford EcoSport
Ford EcoSport — Foto: Guilherme Fontana/G1
Ford EcoSport — Foto: Guilherme Fontana/G1

A Ford tem tentado manter seu produto nos holofotes. Primeiro, a reestilização de 2017, acompanhada de um novo motor 1.5 e a aposentadoria do câmbio Powershift. Neste ano, a novidade é a adoção dos pneus "run flat" (que podem rodar vazios) na versão topo de linha. Com isso, o fundador deste segmento consegue figurar bem no pelotão intermediário.

Só que seu projeto antigo já dá sinais de cansaço. Ele é pequeno, comparado aos rivais.
Seu entre-eixos é o menor do grupo, enquanto o porta-malas está longe de ser farto. Para piorar, a versão 2.0 4x4 é uma das piores em consumo, ainda que o novo 1.5 seja um motor competente e econômico.

Honda HR-V
Honda HR-V — Foto: Fábio Tito/G1
Honda HR-V — Foto: Fábio Tito/G1

Ex-líder da categoria, o HR-V mudou pouquíssimo no ano passado para continuar cativando o público. No entanto, a maior novidade acaba de chegar às lojas. É a nova versão com motor 1.5 turbo, que promete, com o perdão do trocadilho, turbinar as vendas do Honda. O problema é que ela chega custando o mesmo que um SUV médio, R$ 140 mil.

Na última mudança, a fabricante japonesa até melhorou o pacote de equipamentos do HR-V. Só que ele continua custando muito pelo que oferece. Este é seu principal ponto negativo. Sob outra ótica, nenhum outro SUV compacto oferece tanta versatilidade quanto ele.

Hyundai Creta
Hyundai Creta — Foto: Fabio Tito/G1
Hyundai Creta — Foto: Fabio Tito/G1

Campeão de vendas entre os SUVs compactos em 2018, o Hyundai Creta está no auge de sua forma. Mesmo assim, com quase três anos de mercado, deve receber uma reestilização. O visual, porém, deve ser diferente da versão chinesa, apresentada no Salão de Xangai.

Uma das grandes virtudes do Creta é não ir muito mal em nenhum critério. O ponto onde ele vai pior é o consumo de combustível. Por outro lado, suas revisões estão entre as mais baratas, enquanto sua etiqueta de preços fica na média da concorrência.

Jeep Renegade
Jeep Renegade — Foto: Marcelo Brandt/G1
Jeep Renegade — Foto: Marcelo Brandt/G1

Em 2019, o Renegade tem dominado o segmento, bem à frente dos rivais nas vendas. E olha que as mudanças feitas pela Jeep no ano passado foram bem tímidas. Ainda assim, seu visual é bastante diferente do resto da turma.

O Jeep é o único modelo compacto que oferece opção de motor diesel. Por outro lado, suas revisões são as mais caras do grupo – puxadas pelos custos elevados de manutenção do motor diesel. Já a versão flex fica devendo desempenho melhor, com o prejuízo de também não entregar economia de combustível.

Nissan Kicks
Nissan Kicks — Foto: Fábio Tito/G1
Nissan Kicks — Foto: Fábio Tito/G1

No ano passado, o Kicks finalmente se firmou entre os SUVs mais vendidos do Brasil – ele foi o terceiro colocado, no encalço de Creta e HR-V. Sem mudanças desde o lançamento, em 2016, a perspectiva é que o modelo ganhe uma motorização híbrida nos próximos anos.

Mesmo sem a adição de um motor elétrico, o Nissan figura entre os mais econômicos da categoria – a contrapartida vem com um desempenho que não empolga. Nos custos, ele também se sai bem com uma apólice de seguros entre as mais baixas e revisões com preços camaradas.

Renault Captur
Renault Captur — Foto: Marcelo Brandt/G1
Renault Captur — Foto: Marcelo Brandt/G1

O Captur é uma releitura com visual moderno do Duster. Lançado em 2017, compartilha plataforma e conjunto mecânico com o SUV da Renault. Isso quer dizer que alguns vícios também são comuns. É o caso da sede por combustível – principalmente na versão 2.0.

Ele também não se destaca por oferecer tantos equipamentos de conforto ou segurança. Pelo menos não cobra a mais por isso. As virtudes também são comuns às do Duster – espaço mais generoso do que a média. Seu seguro é o segundo mais baixo.

Renault Duster
Renault Duster — Foto: Celso Tavares/G1
Renault Duster — Foto: Celso Tavares/G1

O Duster até tenta compensar a falta de modernidade com um preço mais baixo. Tanto que sua versão topo de linha custa menos do que as configurações de entrada de outros rivais. Uma das – poucas – vantagens do Duster é a apólice de seguro mais baixa entre os 10 SUVs.

Ele também é dono do maior porta-malas, e um dos poucos que oferece tração 4x4. Por outro lado, fica devendo itens de conforto como ar-condicionado digital, e de segurança, caso dos airbags laterais ou de cortina. Tudo isso deve ser resolvido com a chegada de uma nova geração, no ano que vem.

Volkswagen T-Cross
Volkswagen T-Cross — Foto: Fabio Tito/G1
Volkswagen T-Cross — Foto: Fabio Tito/G1

A Volkswagen demorou para entrar no segmento. Agora, quer tirar o atraso e promete colocar seu modelo entre os mais vendidos da categoria. Para isso, o T-Cross chega com uma oferta bem variada de versões – elas custam de R$ 70 mil a R$ 110 mil. Como praxe na marca, alguns itens são opcionais, e o preço pode subir até R$ 125 mil.

O T-Cross se destaca por ser o mais econômico do grupo, além de ter as revisões mais baratas (as 3 primeiras são grátis). Apesar de ter bom espaço interno, sua carroceria é bastante compacta – a conta vem no porta-malas abaixo da média – os maiores rivais têm compartimento mais espaçoso.
Quanto custam os SUVs mais vendidos do país — Foto: Diana Yukari/G1
Quanto custam os SUVs mais vendidos do país — Foto: Diana Yukari/G1

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