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sexta-feira, 26 de abril de 2019

Segundo maior diamante do mundo é encontrado em Botsuana

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Pedra pesa 352 gramas e tem aproximadamente o tamanho de uma bola de tênis, embora não chegue a ser qualificada como uma joia por causa de sua 'qualidade variável'.

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Por Agência EFE 

Postado em 26 de abril de 2019 às 15h50m 

GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
Diamante de 1.758 quilates, encontrado pela mineradora canadense Lucara em sua unidade de exploração em Botsuana. — Foto: Eduardo Hernandez M./Lucara Diamond/Handout via REUTERSDiamante de 1.758 quilates, encontrado pela mineradora canadense Lucara em sua unidade de exploração em Botsuana. — Foto: Eduardo Hernandez M./Lucara Diamond/Handout via REUTERS




















O segundo maior diamante do mundo, de 1.758 quilates, foi encontrado pela empresa mineradora canadense Lucara em sua unidade de exploração de Karowe, no centro de Botsuana, informou a companhia.

A pedra pesa 352 gramas e tem aproximadamente o tamanho de uma bola de tênis, embora não chegue a ser qualificada como uma joia por causa de sua "qualidade variável".

"Karowe produziu dois grandes diamantes de mais de 1.000 quilates em apenas quatro anos", ressaltou o executivo-chefe da Lucara, Eira Thomas, em comunicado divulgado no final da noite desta quinta-feira.

A pedra desbanca da segunda posição outra encontrada pela mesma companhia em 2015 também em Botsuana, que tinha 1.111 quilates.
Estas duas pedras só são superadas pelo famoso "diamante de Cullinan", de 3.106 quilates, extraído no povoado sul-africano de mesmo nome em 1905, e que faz parte das joias da coroa do Reino Unido.

A empresa canadense assegura que desde 2015 foram descobertos 12 diamantes de mais de 300 quilates em Karowe, dos quais vendeu 11, arrecadando cerca de US$ 158 milhões.

Situado no sul da África, Botsuana, um vasto país árido de pouco mais de dois milhões de habitantes, é um dos maiores produtores de diamantes do mundo, uma indústria que representa 80% de suas exportações.
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    Brasil liderou desmatamento de florestas primárias no mundo em 2018, mostra relatório

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    Só no Brasil, 1,3 milhão de hectares de florestas primárias – que nunca haviam sofrido interferência humana – desapareceram no ano passado.

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    Por BBC 

    Postado em 26 de abril de 2019 às 09h00m 

    GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013



    Cenas de desmatamento no interior de Alagoas — Foto: Jonathan Lins/FPI do São Francisco

    Cerca de 12 milhões de hectares de florestas tropicais desapareceram em 2018, o equivalente a 30 campos de futebol por minuto. Só no Brasil, foram desmatados 1,3 milhão de hectares de florestas - é o país que mais perdeu árvores no ano passado.

    Os dados de 2018 são do Global Forest Watch, atualizado pela Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. O levantamento mostra o complexo retrato do desmatamento em áreas densas de florestas tropiciais - da Amazônia, na América do Sul, a África e Indonésia.

    A maior preocupação apontada pelo relatório diz respeito à destruição continuada das florestas primárias, como são chamadas as áreas com as árvores mais antigas e que não são fruto de replantio.

    De acordo com o relatório do Global Forest Watch, uma área de florestas primárias equivalente ao tamanho da Bélgica foi destruída em 2018.
    Brasil liderou desmatamento de florestas primárias no mundo em 2018, mostra relatório — Foto: BBCBrasil liderou desmatamento de florestas primárias no mundo em 2018, mostra relatório — Foto: BBC

    Brasil é o país com mais desmatamento
    Brasil e Indonésia foram responsáveis por 46% do desmatamento de florestas tropicais no mundo em 2018. O percentual é bem menor que o revelado pelo relatório de 2002, que mostrou que só esses dois países foram responsáveis por 71% das perdas de árvores tropiciais.

    Mas o grande mérito na redução não é do Brasil, e sim da Indonésia, onde a perda de floresta primária foi 40% menor no ano passado que a taxa média entre 2002 e 2016.

    O Brasil vivenciou uma queda significativa no desmatamento entre 2007 e 2015, de cerca de 70%. Mas incêndios - muitos deles provocados intencionalmente - provocaram grande aumento entre 2016 e 2017.

    A área de floresta primária destruída no Brasil em 2018 – 1,3 milhões de hectares - foi menor que em 2017. Mas ainda assim está acima da média histórica do país.

    "Pode parecer tentador comemorar essa queda nos últimos dois anos, mas quando observamos os últimos 18 anos, fica claro que a tendência é de alta no desmatamento. Estamos longe de vencer essa batalha", diz Frances Seymour, do World Resources Institute, que administra o Global Forest Watch.

    Na Amazônia, especificamente, o Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes) registrou, entre agosto de 2017 e julho de 2018, aumento no desmatamento de 13,7% em relação aos 12 meses anteriores - o pior resultado em 10 anos.

    O Global Forest Wacth destaca que várias áreas de florestas desmatadas em 2018 ficam próximas ou dentro de territórios indígenas. A reserva Ituna Itata, que abriga índios isolados, perdeu mais de 4 mil hectares em decorrência de exploração ilegal de madeira.

    Por que os novos dados da Global Forest Watch são relevantes?
    Florestas primárias, como mencionado antes, são aquelas que se encontram em seu estado original, que não foram afetadas pela ação humana. Algumas das árvores nessas áreas têm centenas ou até milhares de anos de idade.

    Elas são essenciais para a manutenção da biodiversidade - são abrigo de animais selvagens, como onças, tigres, macacos e diferentes espécies de aves.

    Essas árvores também são essenciais para o controle do aquecimento global, já que armazenam dióxido de carbono, destaca o relatório do Global Forest Watch. Por isso, a perda de milhares de hectares de floresta em 2018 é tão preocupante.

    "Para cada hectare perdido, estamos um passo mais próximos dos desastrosos cenários projetados para o aquecimento global", diz Frances Seymour.

    Desmatamento em outras partes do mundo
    Vários países tiveram aumento na perda de florestas primárias desde 2002, principalmente República Democrática do Congo, Colômbia, Bolívia e Peru.

    No caso da Colômbia, o crescimento do desmatamento, principalmente a partir de 2016, é visto como consequência do processo de paz do governo com as Farc, guerrilha de esquerda que ocupava áreas de floresta.

    O fim da luta armada nessas regiões abriu caminho para a exploração econômica da Amazônia colombiana.

    Em termos proporcionais, Madagascar apresentou resultados preocupantes - perdeu 2% de suas florestas primárias em 2018, mais do que qualquer outro país tropical.

    "Não é incomum que a perda de áreas de floresta seja associada à morte, porque a cada ano centenas de pessoas são assassinadas tentando impedir a atividade ilegal de madeireiros e garimpeiros", destaca ainda Frances Seymour.

    E há alguma notícia boa nisso tudo?
    O caso bem sucedido da Indonésia, que foi capaz de reduzir a perda de florestas primárias em 40% em 2018, mostra que políticas públicas podem ter impacto significativo na redução do desmatamento.

    Um acordo firmado entre a Indonésia e a Noruega, que prevê compensação pela redução de emissões, também parece ter cumprido papel importante nos resultados positivos.

    "Nós estamos levando a política ambiental a sério. No nosso país, várias empresas foram punidas ou receberam alertas do governo, então estamos nos esforçando para garantir o cumprimento da lei", diz Belinga Margono, do Ministério de Meio Ambiente da Indonésia.

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    quinta-feira, 25 de abril de 2019

    Hábitos digitais estão 'atrofiando' nossa habilidade de leitura e compreensão?

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    Neurocientista explica que, como leitores cada vez mais digitais e desatentos, podemos comprometer nossa capacidade de entender textos complexos, de desenvolver empatia e de pensar criticamente.

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    Por BBC 

    Postado em 25 de abril de 2019 às 20h15m 

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    -HN- Criança mexe em um smartphone enquanto ouve música com fones de ouvido; celular — Foto: Anne-Sophie Bost/AltoPress/PhotoAlto

    A neurocientista cognitiva americana Maryanne Wolf costuma ser abordada, em suas palestras e aulas, por pessoas que se queixam de não conseguir mais se concentrar em textos longos ou "mergulhar" na leitura tão profundamente quanto conseguiam antes.

    "As pessoas estão percebendo que algo está mudando em si mesmas, que é seu poder de leitura. E há um motivo para isso", diz Wolf.

    A razão, segundo a pesquisadora da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), é que o excesso de tempo em telas - celulares e tablets, desde a infância até a vida adulta - e os hábitos digitais associados a isso estão mudando radicalmente a forma como muitos de nós processamos a informação que lemos.

    Segundo um livro de Wolf prestes a ser lançado no Brasil (O Cérebro no Mundo Digital - Os desafios da leitura na nossa era; ed. Contexto) e algumas pesquisas sobre o tema, o fato de lermos cada vez mais em telas, em vez de papel, e a prática cada vez mais comum de apenas "passar os olhos" superficialmente em múltiplos textos e postagens online podem estar dilapidando nossa capacidade de entender argumentos complexos, de fazer uma análise crítica do que lemos e até mesmo de criar empatia por pontos de vista diferentes do nosso.

    Tudo isso tem o poder de impactar desde a nossa performance individual no mercado de trabalho até nossa tomada de decisões políticas e a vida em sociedade.
    Mas o que acontece com a leitura no nosso cérebro, e o que podemos fazer a respeito?

    O circuito da leitura
    Wolf, que é diretora do Centro de Dislexia, Aprendizagem Diversa e Justiça Social da UCLA, explica à BBC News Brasil que, ao contrário da visão e da linguagem oral, a habilidade de ler e interpretar letras e números não é algo com que nascemos: a leitura é resultado de um circuito que os seres humanos começaram a criar no cérebro cerca de 6 mil anos atrás.

    Esse circuito cerebral começou a se desenvolver quando nossos antepassados passaram a contar cabeças de gado e a criar símbolos para fazer seus primeiros registros escritos. E evoluiu, em (relativamente) pouco tempo, até a elaborada capacidade que temos hoje, de processar argumentos, sutilezas e emoções impressos nas páginas de livros e jornais.

    "Não existe, portanto, um circuito genético para ler, que se desenvolva logo que uma criança nasce", explica Wolf à BBC News Brasil.

    "(A habilidade de) ler é algo que precisa ser criada no cérebro, e o circuito vai refletir a linguagem que a pessoa usa, seu sistema de escrita, e o meio pelo qual lê."

    Ou seja, esse circuito é moldado pela forma como lemos e pelo tempo que gastamos na leitura. Como os hábitos digitais atualmente favorecem uma leitura pouco aprofundada, em que apenas passamos os olhos por textos diversos, o perigo, diz Wolf, é que a habilidade de entender argumentos complexos - sejam eles presentes em um contrato legal, em um livro, em uma reportagem mais longa - pode ser "atrofiada" caso não seja exercitada.

    Em um cenário de leitura apenas superficial, "o circuito da leitura no cérebro não vai alocar tempo suficiente para um processamento cognitivo" necessário para um processamento crítico, diz a acadêmica.

    "Ao apenas 'passar os olhos' em um texto, a pessoa passa por cima da argumentação, dos pontos mais sofisticados do texto, e receberá menos da substância de pensamento que é importante para a análise crítica."

    Tempo de tela
    A preocupação principal de Wolf e de acadêmicos como ela é o que acontecerá com as gerações mais jovens, habituadas desde os primeiros anos de vida a passar horas nos celulares e tablets e a consumir ali toda a sua informação, com rapidez e diversas distrações.

    Embora muito se fale dos riscos que o excesso de tempo passivo diante de telas pode causar para a saúde infantil - dos problemas de visão à obesidade -, só agora a ciência começa a explorar o potencial impacto dos hábitos digitais sobre o poder de leitura e a concentração dessas crianças no futuro.

    Uma meta-análise feita por estudiosos da Espanha e de Israel analisou dados de 171 mil pessoas na Europa, coletados entre 2000 e 2017, para comparar a compreensão de leitura dos participantes nos meios digital e papel.

    O estudo diz que ainda é difícil chegar a conclusões absolutas, porque o desempenho das pessoas é "inconsistente", mas identificou o que chama de "inferioridade da tela": a leitura digital parece não favorecer as habilidades de compreensão dos leitores, e o processamento das informações é mais "raso" nesses meios online.

    O que acontecerá no futuro ainda é difícil prever. O estudo levanta a possibilidade de as vantagens da leitura no meio impresso se perderem ao longo do tempo.

    Já Maryanne Wolf teme que, em vez disso, as pessoas percam aos poucos as capacidades de leitura que levamos milênios para desenvolver no nível atual.

    "É isso o que me preocupa nos mais jovens: eles estão desenvolvendo uma impaciência cognitiva que não favorece (a leitura crítica)", diz a acadêmica. "Deixamos de estar profundamente engajados no que estamos lendo, o que torna mais improvável que sejamos transportados para um entendimento real dos sentimentos e pensamentos de outra pessoa."

    É nesse aspecto que Wolf acredita que a "leitura rápida" pode reduzir a nossa capacidade de sentir empatia pelos demais ou de superar mais limites de conhecimento. E também dificultar o nosso entendimento sobre o que está acontecendo na política, na economia ou em qualquer outro fenômeno social complexo, que exija uma leitura cuidadosa e que tenha causas - e soluções - não simplistas.

    "As pessoas ficam muito mais suscetíveis a fake news e demagogos que criam falsas expectativas", opina ela.

    Outra possível consequência é que diminua nossa capacidade de pensar mais criticamente e de levar em conta diferentes pontos de vista, habilidades consideradas cada vez mais importantes no mercado de trabalho à medida que empregos que exigem menos capacitação vão sendo automatizados.

    O psicólogo Daniel Goleman, que também estuda esse assunto, alerta para o que chama de "atenção parcialmente contínua" - citando, por exemplo, participantes de seminários que, de olho em seus celulares e notebooks, não conseguem prestar atenção plena ao que diziam os palestrantes do evento.

    O perigo, diz ele, é que percamos parte da nossa habilidade de chegar ao fim de leituras e de tarefas offline.

    É preciso ser realista
    No entanto, os pesquisadores concordam que não adianta querer evitar o inevitável: as pessoas leem cada vez mais online e de modo rápido, e isso certamente não mudará em um futuro próximo.

    "Está claro que a leitura em meios digitais é uma parte inevitável das nossas vidas e uma parte integral do campo da educação", diz a meta-análise europeia.

    "Ainda que os resultados atuais indiquem que a leitura em papel deva ser preferida à leitura online, não é realista recomendar que se evitem os dispositivos digitais. No entanto, ignorar os resultados de um robusto efeito de inferioridade da tela pode (...) impedir que leitores se beneficiem plenamente de suas capacidades de leitura e que crianças desenvolvam essas habilidades."

    Wolf lembra, ao mesmo tempo, que são inegáveis os benefícios da internet e da leitura online para democratizar e agilizar a transmissão de informação. Para ela, o primeiro passo é termos consciência do que está acontecendo com nossa capacidade de leitura.

    "Quero reforçar que não vejo isso como uma questão binária, como uma oposição (entre telas e material impresso). Temos apenas de saber qual o propósito do que estamos lendo e qual é a melhor forma de fazê-lo. Não se trata de escolher um meio em detrimento do outro, mas sim entender o que está acontecendo com nosso cérebro e entender o propósito do que se está lendo", diz a pesquisadora.

    "Se eu precisar ler algo simples e superficial, a tela é ótima. Mas se for algo complexo, que necessite de um olhar sob diferentes perspectivas, em que precise discernir o verdadeiro valor da informação, então tenho de pensar se o meio vai promover o processamento mais lento e profundo de uma análise crítica."

    Como incentivar a leitura crítica
    Não há, diz ela, uma receita universal para preservar nossa habilidade de leitura crítica, mas sim a necessidade de prestar atenção a nossos próprios hábitos e aos das crianças.

    Para algumas pessoas, bastará concentrar-se em uma leitura sem distrações - mesmo que seja online - e manter o olhar atento para múltiplas perspectivas e pontos de vista. 

    Outros talvez precisem ter a autodisciplina de limitar seu tempo diário diante das telas, para ter o que ela chama de "vida digital mais saudável", além de retomar o hábito de ler livros impressos.

    E, para crianças e adolescentes, eis algumas recomendações do livro de Wolf:
    • Ensinar a evitar o "multitasking". A realização de múltiplas tarefas simultaneamente online dá aos jovens a capacidade de lidar com múltiplos fluxos de atenção, mas cria dependência de dopamina (que recompensa o cérebro por buscar constantes estímulos) e desestimula a memória;
    • Proteger o tempo ocioso das crianças, ou seja, não deixar que todo momento de ócio vire desculpa para usar telas. É no ócio que nasce a criatividade;
    • Ler livros para as crianças, antes mesmo de elas começarem a falar. Isso estimula conexões neurais, a atenção recíproca entre pais e filhos, a experiência tátil dos livros e é, diz ela, o "começo ideal para uma vida de leitor". Wolf faz coro com especialistas que sugerem que crianças com menos de 2 anos não devem ser expostas a telas;
    • Entre dois e três anos, limitar a no máximo meia hora o tempo diário de tela. Para os maiores, limitar a duas horas diárias. Wolf acha que não adianta proibir totalmente as telas, porque isso só causará mais obsessão por elas. O jeito é buscar equilíbrio;
    • Sobretudo entre 2 e 5 anos de idade, cercar as crianças de lápis coloridos, livros, números e música, que estimulem a criatividade e a exploração física do meio. O aprendizado de música e de esportes também ajuda a ensinar disciplina e recompensas de longo prazo;
    Por fim, ela lembra que muitas crianças conseguem manter a conexão com os livros mesmo acessando tablets e celulares com moderação.

    "O importante é estimular a formação de uma mente curiosa", escreve ela. "A formação cuidadosa do raciocínio crítico é a melhor maneira de vacinar a próxima geração contra a informação manipuladora e superficial, seja em texto (de papel) ou em telas."

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