Total de visualizações de página

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Casos como o da passageira americana sugada por janela de avião são muito raros; entenda

==---____--------------------__________________::___________________==..===..==..===____________________::________________----------------------____---==
\..________-------------------- ----------------------------------------------------------------=---------------------------------------------------------------------------------------________../




No Brasil, em 1996, passageiro morreu ao ser jogado para fora de avião após explosão.

.________---------------------------------------------------------------------------------------=--------------------------------------------------------------------------------------________..
/==---____--------------------__________________::__________________==..===..==..===___________________::________________----------------------____---==\

Por G1 
Avião da empresa Southwest fez pouso de emergência após problemas em um dos motores (Foto: REUTERS/Mark Makela) 

Casos como o da passageira sugada por um buraco na fuselagem de um avião nos Estados Unidos na última terça-feira (17) são extremamente raros na história da aviação.

A passageira, identificada como Jennifer Riordan, executiva de um banco, foi parcialmente sugada pela janela do Boeing 737-700 da Southwest Airlines, que fazia o voo WN-1380, de Nova York a Dallas na manhã de terça-feira (17). Ela morreu em razão dos ferimentos. O avião teve que fazer um pouso de emergência na Filadélfia.

Segundo o NTSB, órgão dos Estados Unidos responsável por investigações de acidentes aéreos, uma das pás de um dos motores se soltou a 9.700 metros, enquanto o avião ainda subia para a altitude de cruzeiro, e atingiu a janela da aeronave --o evento é classificado como "falha incontida do motor". Um exame preliminar indicou evidências de fadiga do metal no local onde houve a ruptura da pá.

A fuselagem de um avião é feita para aguentar forças superiores às de uma turbulência ou à causada por um raio, por exemplo. Esse é um dos fatores que tornam o avião o meio de transporte de massa mais seguro do mundo em relação aos demais; em 2017, a propósito, foi o ano mais seguro já registrado na aviação comercial -- com zero mortes, em mais de 36 milhões de voos. Dados compilados pela Boeing mostram que, de 1959 a 2016, a taxa de acidentes com morte na aviação comercial foi de 0,68 para um milhão de decolagens.

Mas há situações em que um fuselagem pode ser rompida, acidentalmente ou não -- o que não necessariamente põe todos a bordo em risco. A consequência imediata é a descompressão do avião; as aeronaves usam sistemas que permitem manter a pressão a bordo suficiente para respirar, mesmo em grandes altitudes. Sem esse sistema, ou caso não funcionem corretamente, é necessário recorrer às máscaras de oxigênio.

"Algumas descompressões são mais arriscadas que outras. Bombas, por exemplo, podem desfazer a fuselagem em segundos. Falhas de estrutura em larga escala (...) podem ser igualmente desastrosas", disse o piloto americano Patrick Smith em artigo ao blog "Ask the Pilot".

Mas são ocorrências raras, diz, e a maioria são inofensivas.

"Mesmo descompressões súbitas --como quanto partes do motor atingem a janela, como aparentemente ocorreu na terça-- são muito simples de lidar. Basicamente, os pilotos colocam as suas máscaras de oxigênio e iniciam uma descida rápida para uma altitude segura (normalmente 10 mil pés, ou cerca de 3.000 metros). Os passageiros, enquanto isso, tem suplemento de oxigênio se precisarem. Uma descida de emergência pode parecer muito abrupta, mas estará dentro das capacidades do avião", escreveu Smith.

E as janelas?
Tal qual a fuselagem, as janelas têm diferentes camadas e são igualmente resistentes. Segundo a legislação americana, padrão na indústria da aviação, elas devem levar em consideração o fato de a aeronave operar em grandes altitudes, os ciclos de pressurização e despressurização e as variações de temperatura, entre outras. As janelas ainda devem ser capazes de se manter íntegras e permitir um voo seguro em altitudes de no máximo 15 mil pés (4.500 metros), em que aviões podem voar despressurizados. 


Outros casos
Segundo os registros do NTSB, além do acidente de terça-feira, há apenas um caso de um passageiro ferido por uma janela que se rompeu. O incidente se deu em 17 de dezembro de 1992, quando a janela de um Boeing 727 da Miami Air abriu durante a descida do avião. O braço de um passageiro foi sugado para fora do avião; ele teve pequenos cortes e arranhões, ainda de acordo relatório do NTSB. Um outro passageiro se feriu. A investigação não conseguiu identificar a razão pela qual a janela falhou.


Mais comum são as chamadas "falhas incontidas do motor", em que partes do motor se soltam, o que pode resultar ou não em danos à fuselagem. Em 6 de julho de 1996, um McDonnell Douglas MD-88 da Delta começava a decolagem no aeroporto de Pensacola quando, ainda na pista, uma parte do motor se soltou, rasgou a fuselagem e matou dois passageiros. A investigação do NTSB concluiu ter havido fadiga de material no motor.

No Brasil, em 9 de junho de 1996, o engenheiro Fernando Caldeira de Moura Campos foi jogado para fora de um avião da TAM que ia de São José dos Campos a Congonhas. O corpo foi encontrado em Suzano, na Grande São Paulo. Investigação da Polícia Federal concluiu ter havido explosão de um artefato a bordo. O principal suspeito, o professor Leonardo Teodoro de Castro, foi considerado incapaz de responder à Justiça, e o processo sobre o caso foi extinto.
     Post.N.\8.258 
                      <.-.-.-  Atendimento Personalizado com recepção Vip!  -.-.-.>
    .__-______________________________________________________________________________________-__.
Nenhum texto alternativo automático disponível.
++++====================================================================================++++
Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches. Logística & Solutions with Intelligence for 2.018

  Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98215 - 9520  
.__-______________________________________________________________________________________-__.

terça-feira, 17 de abril de 2018

Pesquisadores encontram corais em área da Amazônia que pode ser liberada para exploração de petróleo

==---____--------------------__________________::___________________==..===..==..===____________________::________________----------------------____---==
\..________-------------------- ----------------------------------------------------------------=---------------------------------------------------------------------------------------________../




Recém-descobertos pela ciência na costa norte do Brasil, corais ocupam área subaquática equivalente ao estado do Rio de Janeiro. Licença para exploração de petróleo na região pode sair a qualquer momento.

.________---------------------------------------------------------------------------------------=--------------------------------------------------------------------------------------________..
/==---____--------------------__________________::__________________==..===..==..===___________________::________________----------------------____---==\

Deutsche Welle
Por Deutsche Welle 
Postado em 17 de abril de 2018 às 20h40m 



Corais da Amazônia foram localizados em uma área que pode, a qualquer momento, ser liberada para a exploração de petróleo. (Foto: Greenpeace)

Escondidos no fundo do Oceano Atlântico, numa das regiões de correnteza mais fortes do mundo, corais da Amazônia foram localizados em uma área que pode, a qualquer momento, ser liberada para a exploração de petróleo. A descoberta foi feita por pesquisadores brasileiros a bordo do navio Esperanza, cedido pelo Greenpeace para a missão científica.

Pesquisadores buscam evidências numa faixa da costa norte do Brasil, próxima ao Amapá e ainda sob influência das águas que o rio Amazonas despeja no mar. É exatamente ali que a empresa francesa Total aguarda licença do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para extrair petróleo.

"Pela primeira vez, obtivemos imagens da área com um robô. Encontramos recifes na porção mais rasa dos blocos de onde se quer extrair petróleo", afirma Ronaldo Francini-Filho, pesquisador da Universidade Federal da Paraíba (UFPA).

"Tem área de petróleo aqui que está embaixo das áreas de recife. Isso a gente não pode deixar de considerar."

Inicialmente, estimou-se que os corais da Amazônia ocupassem uma área de 9,5 mil quilômetros quadrados, mas o cálculo mais recente indica que seu tamanho seja mais de cinco vezes maior. "O recife tem em torno de 56 mil quilômetros quadrados. Portanto, é o maior recife do Brasil e um dos maiores do mundo", disse Fabiano Thompson, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), também a bordo do navio.

Os recifes cobrem, portanto, uma área submersa maior que o estado do Rio de Janeiro, habitada por mais de 40 espécies de corais, 60 de esponjas – metade provavelmente ainda desconhecida –, 70 espécies de peixes, lagostas, estrelas-do-mar. A região também é refúgio de peixes que já desapareceram da costa brasileira, como o mero. Os detalhes dessa descoberta serão publicados num artigo científico nas próximas semanas.

A expedição a bordo do Esperanza, iniciada em 2 de abril, entrava no sexto dia quando o novo alvo foi identificado. Enquanto um robô especialmente trazido para a missão científica –equipado com três câmeras e um sistema de coleta de água e material – atingia profundidade, as imagens eram exibidas em duas telas instaladas na popa do navio.

Depois de uma detalhada análise e longos debates, os pesquisadores confirmaram: os corais da Amazônia cobrem também exatamente o local considerado nova fronteira petrolífera, na Bacia da Foz do Amazonas.

A faixa de recifes está localizada entre 70 e 220 metros de profundidade na costa ao longo dos estados de Maranhão, Pará e Amapá. Até então, os livros diziam que corais não cresciam perto da foz de grandes rios, onde a água doce chega ao mar carregada de lama, é mais escura e impede a entrada a luz – fonte usada pelos corais para produzir alimento.

Um mundo improvável e desconhecido
A jornada dos pesquisadores brasileiros em busca do improvável recife de corais começou em 2011. Mais tarde, missões científicas fizeram a coleta de dados no local. Os resultados surpreenderam o mundo num artigo publicado em 2016.

"Exatamente porque o acesso é tão difícil e as condições oceanográficas aqui são tão duras é que a gente sabe pouco sobre esse lugar", comenta Francini-Filho sobre o impacto da descoberta.

As primeiras imagens dos corais da Amazônia foram registradas em 2017, numa viagem de submarino realizada com apoio do Greenpeace. "O pouco do conhecimento que a gente tem dessa região já indica que realmente é uma área extremamente rica, sensível à exploração de petróleo", complementa o pesquisador, estimando que se conheçam apenas 5% da vida que o recife abriga.

Com o anúncio que surpreendeu a ciência, diante da iminência da chegada de plataformas para retirada de petróleo nessa parte do Atlântico, a conservação dos corais da Amazônia se transformou numa campanha mundial do Greenpeace.

Corais sobre o petróleo
A atual expedição, que deve se estender até maio, exigiu mais de um ano de planejamento, obteve autorização do governo brasileiro, e custou 700 mil euros – montante que veio dos doadores que mantêm o Greenpeace.

"É urgente a campanha, é urgente essa pesquisa cientifica que nós fazemos aqui pra provar que é mesmo um novo bioma, único no mundo, pouquíssimo conhecido pela ciência", argumenta Thiago Almeida, representante da Campanha Defenda os Corais da Amazônia.

Um vazamento de petróleo traria danos irreparáveis, argumenta Almeida. "Além disso, esse petróleo chega mais perto da costa e dos rios brasileiros na Amazônia, região com um dos maiores mangues do planeta. Estamos falando de uma ameaça a diversas populações de pescadores, extrativistas, ribeirinhos e povos indígenas."

Thompson vê grande potencial nas pesquisas. "Esse recife é considerado uma farmácia submarina. Ele pode se reverter em divisas para nosso país, se conseguirmos desenvolver a biotecnologia marinha a partir da biodiversidade que ele abriga, e gerar moléculas bioativas para novos medicamentos para tratar doenças como câncer, viroses, doenças infecciosas", explica o pesquisador da UFRJ, citando iniciativas já em andamento em países na Europa, Estados Unidos e Japão.

Últimos passos antes da exploração
O processo de licenciamento para exploração de petróleo no local pela francesa Total e a britânica BP estão em suas etapas finais. O Ibama informou que o processo conduzido pela Total está em estágio mais próximo de decisão.

Os blocos para exploração foram adquiridos em 2013, num leilão da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Estima-se que a região da Bacia da Foz do Amazonas armazene até 14 bilhões de barris de petróleo.

Questionada pela DW Brasil, a Total não respondeu se sabia da existência dos corais sobre a região que pretende explorar e se manifestou por meio de nota. "A Total respondeu, em janeiro, ao último parecer técnico do Ibama em relação ao Estudo de Impacto Ambiental da atividade de perfuração de poços que a empresa prevê realizar nos blocos que opera na Bacia da Foz do Amazonas. 
A empresa no momento aguarda um posicionamento do órgão, no âmbito do processo de licenciamento ambiental que está em curso."

Os pesquisadores esperam que a ciência seja levada em conta na decisão. "Com base no conhecimento que temos até agora, a exploração de petróleo aqui será realmente uma tragédia, caso ela ocorra. Porque a gente conhece muito pouco disso que estamos chamando de megabioma: uma região da Floresta Amazônica conectada com o segundo maior rio do planeta e um dos maiores recifes do mundo", opina Francini-Filho. 
     Post.N.\8.257 
                      <.-.-.-  Atendimento Personalizado com recepção Vip!  -.-.-.>
    .__-______________________________________________________________________________________-__.
Nenhum texto alternativo automático disponível.
++++====================================================================================++++
Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches. Logística & Solutions with Intelligence for 2.018

  Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98215 - 9520  
.__-______________________________________________________________________________________-__.

Novo BMW M5 pode ser reservado no Brasil por R$ 694.950

==---____--------------------__________________::___________________==..===..==..===____________________::________________----------------------____---==
\..________-------------------- ----------------------------------------------------------------=---------------------------------------------------------------------------------------________../




Sexta geração do esportivo vem com motor V8 biturbo de 600 cv.

.________---------------------------------------------------------------------------------------=--------------------------------------------------------------------------------------________..
/==---____--------------------__________________::__________________==..===..==..===___________________::________________----------------------____---==\

Por G1 
BMW começou nesta segunda-feira (16) a receber reservas do novo M5 no Brasil. Quem quiser ser um dos primeiros a ter a sexta geração do esportivo por aqui vai desembolsar nada menos do que R$ 694.950.

A maior novidade no sedã trabalhado pela divisão "M" é a chegada da inédita tração integral, mas o motor 4.4 V8 biturbo também foi incrementado e agora desenvolve 600 cv - 40 cv a mais que a geração anterior.
Interior do BMW M5 (Foto: Divulgação)
Para o alívio dos puristas, o M5 terá 5 modos diferentes para a seleção da tração. Em um deles, a força é enviada apenas para as rodas traseiras. Nos demais modos de condução, é o carro quem define qual a melhor distribuição.

De acordo com dados de fábrica, o novo M5 acelera de 0 a 100 km/h em 3,4 segundos. Para chegar aos 200 km/h, o modelo leva apenas 11,1 segundos, número melhor do que o 0 a 100 km/h de diversos carros nacionais.

A velocidade máxima é limitada em 250 km/h. Se o comprador quiser, pode comprar o pacote M Driver, que eleva a máxima para 305 km/h. O câmbio é automático de 8 marchas.
Nova geração do BMW M5 (Foto: Divulgação)

Motor V8 do BMW M5 (Foto: Divulgação) 

BMW SÉRIE 5 SEDÃ
     Post.N.\8.256 
                      <.-.-.-  Atendimento Personalizado com recepção Vip!  -.-.-.>
    .__-______________________________________________________________________________________-__.
Nenhum texto alternativo automático disponível.
++++====================================================================================++++
Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches. Logística & Solutions with Intelligence for 2.018

  Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98215 - 9520  
.__-______________________________________________________________________________________-__.