Total de visualizações de página

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Desemprego fica em 13,3% em maio e atinge 13,8 milhões do ano anterior, quando o índice foi de 11,2%, o quadro é de elevação.

=---____--------------------__________________::___________________==..===..==..===____________________::________________----------------------____---==
\..________-------------------- --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------________../

  Gipope  - Mercado & Solutions®.
 NOTÍCIAS  &  INFORMAÇÕES. 
 Brasil  -.x.x.-> Economia & Mercados - Recessão & Crise - Emprego & Renda - ]}> Estatística & Levantamento <{[

Trata-se de uma redução em relação à taxa de abril, que foi de 13,6%. Mas na comparação com mesmo período do ano anterior, quando o índice foi de 11,2%, o quadro é de elevação.

.________------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------________..
/==---____--------------------__________________::__________________==..===..==..===___________________::________________----------------------____---==\



Desemprego fica em 13,3% e atinge 13,8 milhoes
Desemprego fica em 13,3% e atinge 13,8 milhoes

O desemprego ficou em 13,3% no trimestre encerrado em maio, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da pesquisa Pnad Contínua. No período, o Brasil tinha 13,8 milhões de desempregados.

Trata-se de uma redução em relação à taxa do trimestre encerrado em abril, que foi de 13,6%. Mas, na comparação com o mesmo período do ano anterior, quando o índice foi de 11,2%, o quadro foi de elevação (2,1 pontos percentuais). Segundo o instituto, é a segunda queda seguida da taxa desde 2014, mas a maior taxa para maio da série histórica, iniciada em 2012.

A taxa de desemprego é medida pelo IBGE por meio de uma média móvel trimestral, ou seja, de três meses, portanto, o dado de maio se refere ao período de março a maio. O instituto divulga a taxa mensalmente.
Taxa de desemprego, de acordo com a Pnad (Foto: Editoria de Arte/G1)
Taxa de desemprego, de acordo com a Pnad (Foto: Editoria de Arte/G1)

Para o IBGE, a taxa de desemprego permaneceu estável em relação ao trimestre de dezembro a fevereiro, que foi de 13,2%.

A população desocupada permaneceu estável em relação ao trimestre terminado em fevereiro, quando havia 13,5 milhões de desempregados, e 20,4% (mais 2,3 milhões de pessoas) maior que no mesmo trimestre de 2016.

A população ocupada (89,7 milhões) manteve-se estável em relação ao trimestre terminado em fevereiro, mas caiu 1,3% (menos 1,2 milhão de pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2016.
Número de desocupados, segundo o IBGE (Foto: Editoria de Arte/G1)
Número de desocupados, segundo o IBGE (Foto: Editoria de Arte/G1)

No ano, é a primeira vez que o contingente de desocupados fica abaixo de 14 milhões.

Nós tivemos uma desaceleração no processo de queda da população ocupada, mas essa desaceleração vem acompanhada de uma queda forte do contingente de carteira assinada, analisa o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo.

Azeredo salienta que é necessário aguardar as próximas divulgações da pesquisa para se fazer uma análise mais detalhada do cenário de desemprego no país.

Qualquer análise que se faça agora do mercado de trabalho, com esses dados que mostram uma taxa que está estável contrapondo com uma redução do emprego registrado é conjecturar, diz. O pesquisador destacou que é um resultado bom a estabilidade da desocupação, mas ela pode vir acompanhada do desalento, que é o grupo de pessoas com potencial para trabalhar mas que não procuraram emprego nos últimos 30 dias.

Carteira assinada
No trimestre terminado em maio, havia no país 33,3 milhões de trabalhadores com carteira assinada. É o menor contingente desde 2012. O pico de carteira assinada foi atingido em maio de 2014, quando o país apresentava pleno emprego e o contingente total com carteira assinada chegou a 36,7 milhões.

Houve redução em ambos os períodos de comparação: frente ao trimestre dezembro-janeiro-fevereiro (-1,4% ou menos 479 mil pessoas) e no confronto com o trimestre de março a maio de 2016 (-3,4% ou redução de 1,2 milhão de pessoas).

Em dois anos, nós perdemos cerca de 2,7 milhões de postos com carteira de trabalho assinada, disse o coordenador. Azeredo ressaltou que a redução do contingente de trabalhos com carteira assinada foi o primeiro sinal da crise no mercado de trabalho.

Segundo o pesquisador do IBGE, a redução dos postos com carteira de trabalho assinada na comparação com o trimestre terminado em fevereiro é mais impactante que a estabilização da taxa de desocupação.

No período de março a maio, os empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada (10,5 milhões de pessoas) apresentaram elevação de 2,2% em relação ao trimestre terminado em fevereiro. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, também houve aumento, de 4,1% - adicional estimado em 409 mil pessoas.

Autônomos e domésticos
A categoria dos trabalhadores por conta própria, formada por 22,4 milhões de pessoas, registrou estabilidade na comparação com o trimestre anterior (dezembro a fevereiro de 2017). Em relação ao mesmo período do ano anterior o movimento foi de queda (-2,6%, ou seja -599 mil pessoas).

A categoria dos trabalhadores domésticos, estimada em 6,1 milhões de pessoas, se manteve estável em ambos os trimestres comparativos.

Nível de ocupação
O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) também ficou estável em relação ao trimestre terminado em fevereiro (53,4%). Em relação ao nível de ocupação do mesmo trimestre de 2016 (54,7%), houve retração de 1,3 ponto percentual. Foi o menor nível da ocupação da série histórica da pesquisa (2012) para trimestres terminados em maio.

Rendimento
O rendimento médio foi estimado em R$ 2.109 no trimestre encerrado em maio, mantendo estabilidade em relação ao trimestre terminado em fevereiro (R$ 2.102) e também ante mesmo trimestre de 2016 (R$ 2.062).

Crise econômica mudou estrutura do mercado de trabalho, diz IBGE
Crise econômica mudou estrutura do mercado de trabalho, diz IBGE

Por setores e atividades
Por grupamentos de atividade, em relação ao trimestre de dezembro a fevereiro, houve queda na construção (-3,9% ou – 271 mil pessoas) e aumento na indústria geral (3% ou mais 344 mil pessoas), alojamento e alimentação (2,9%, ou mais 144 mil pessoas) e na administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (1,9% ou mais 287 mil pessoas).

Na comparação com 2016, houve redução nos em construção (-10,6% ou -793 mil pessoas), agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e agricultura (-7,3% ou -684 mil pessoas) e serviços domésticos (-3,2% ou -203 mil pessoas). E verificou-se aumento nos grupamentos alojamento e alimentação (12,5% ou mais 568 mil pessoas) e outros serviços (6,2% ou mais 257 mil pessoas).

De acordo com Azeredo, a crise está trazendo uma mudança na estrutura do mercado de trabalho. Ele destacou que os três setores que mais empregavam no país tiveram redução significativa do contingente na comparação com o trimestre terminado em maio de 2012. Naquele ano, a indústria representava 14,7% dos postos de trabalho com carteira assinada e passou para 13% este ano. A agricultura caiu de 11,7% para 9,7% e a construção de 8,2% para 7,4%.

Em contrapartida, houve aumento no contingente de trabalhadores nos setores de comércio (de 18,6% para 19,3%), transportes (de 4,6% para 5,1%) e alojamento e alimentação (de 4,3% para 5,7%). Segundo Cimar, os três setores são os que mais absorvem trabalhadores sem carteira assinada.As pessoas perdem emprego e acabam lançando mão do que vêm pela frente. Vão fazer salgado para vender, vão virar motorista particular, analisa.

O pesquisador destaca ainda o aumento no setor de transportes, que ele atribui ao advento dos aplicativos de motoristas particulares. Embora o IBGE não tenha uma pesquisa nesse sentido, você observa claramente que o motorista de Uber ou de outro aplicativo está vindo de uma condição de desemprego, aponta.

Questionado sobre a queda na contratação na agricultura neste ano, diante do cenário de superssafra, Cimar Azeredo ponderou que é necessário observar o processo de mecanização nos processos no agronegócio.

Caged
De acordo com os últimos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), no mês de maio, a abertura de vagas formais de trabalho superou as demissões em 34,2 mil postos.

Pelo segundo mês seguido houve criação de postos de trabalho com carteira assinada e esta foi a primeira vez desde 2014 que um mês de maio registrou mais contratações do que demissões.
 Post.N.\7.895 
.__-______________________________________________________________________________________-__.
                <.-.-.-   Atendimento Personalizado com recepção Vip!    -.-.-.>
.__-______________________________________________________________________________________-__.
Rua Décio Monte Alegre, 20 
Bairro Santa Cruz -Valente - Bahia -Brasil.
Funcionamento:das 10:30 às 02:00 
-----------------------------------------------
-----------------------------------------------
-----------------------------------------------

     |||---------------________--_____________--------------------------------__--------- ------------------------|||
Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches.         ._._._._._._|:|:|
|||--------------------------------------------------------_________________________________________------ ------_----------------------------------||| : =.=:=.=.|:|
.__-______________________________________________________________________________________-__.

 Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98262 - 7946    
.__-______________________________________________________________________________________-__.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

Clássicos: Ford F-1, uma paixão americana

=---____--------------------__________________::___________________==..===..==..===____________________::________________----------------------____---==
\..________-------------------- --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------________../

  Gipope  - Marketing & Opinião®.
 NOTÍCIAS  &  INFORMAÇÕES. 
 Internacional  -.x.x.-> Indústria & Produção - Veículos & Relíquias - Fatos & Fotos - [[> Status & Ranking <]]  


.________------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------________..
/==---____--------------------__________________::__________________==..===..==..===___________________::________________----------------------____---==\


Marco de Bari Estilo próprio, descolado dos carros de passeio da marca

Por 40 anos consecutivos, a Série F da Ford é a picape mais vendida nos Estados Unidos. Há 35 anos ela é também o veículo de maior vendagem por lá. A tradição da Ford com esse tipo de utilitário vem dos tempos do Modelo T, disponível nessa versão de carroceria a partir de 1925.

Nos anos 30 a picape começou gradualmente a evoluir de maneira distinta dos carros de passeio da marca. Mas a grande virada na história desses utilitários viria após a Segunda Guerra Mundial. Em 16 de janeiro de 1948 a picape era o primeiro novo produto a chegar às lojas, antes mesmo dos carros de passeio da marca.

O design da nova Série F dava um salto em relação ao que se conhecia de picapes até ali. O para-brisa era inteiriço. Para-lamas incorporados à dianteira davam um tom de modernidade, ressaltado pela grade cromada entre os faróis. Anúncios da época diziam que as novas cabines tinham custado 1 milhão de dólares para serem desenvolvidas.
A F1 nasceu para o trabalho e levava 500 kg de carga© Marco de Bari A F1 nasceu para o trabalho e levava 500 kg de carga

Até então as picapes eram adquiridas quase sempre com poucos opcionais. As equipes de venda de sua rede aprenderam a alardear as vantagens do produto – como o V8 que a Chevrolet não tinha – e convencer o cliente a incrementar o carro com acessórios, estratégia que melhorava a margem de lucro. As versões variavam de acordo com o entre-eixos e a capacidade de carga, contabilizando um total de 139.

A F-1 levava 500 kg e era a picape da linha. As demais eram consideradas caminhões expressos. A F-2 suportava até 750 kg e a F-3, 1 tonelada. A linha crescia até a F-8, apta a carregar 3 toneladas.

Eram dois os motores disponíveis para a F-1, o seis-cilindros de 3,7 litros e 95 cv e o V8 de 3,9 litros e 100 cv. O câmbio manual podia vir com três ou quatro marchas.
O motor V8 era argumento de venda contra a Chevrolet© Marco de Bari O motor V8 era argumento de venda contra a Chevrolet

A F-1 ano 1951 verde-petróleo das fotos é do empresário paulista Walter Delfino. Naquele ano o modelo ganhou frente nova. A grade parecia dentada. Mudaram também capô e painel e a janela traseira ficou mais ampla. Um novo seis-cilindros rendia 101 cv.

Se a distância do volante ao encosto do banco é curta, a altura do habitáculo proporciona ventilação agradável. O espaço é bom para duas pessoas, três só para distâncias curtas.

Sem assistência, a direção aproveita o grande diâmetro do volante. Só em manobras curtas exige mais esforço para completar as duas voltas entre batentes. O rodar é confortável para a categoria, ainda que a rigidez da suspensão privilegie a estabilidade.
Banco inteiriço: dois é bom, já três...© Marco de Bari Banco inteiriço: dois é bom, já três...

Para 1953, a F-100 substituiu a F-1, mas a saga da Série F continuou. Hoje ela está na 13ª geração. Ao longo dos anos, inovações expandiram seu mercado. Entre as mais marcantes estão a tração 4×4 de 1959 e a suspensão dianteira independente Twin-I-Beam de eixo duplo de 1965, que valorizaram as picapes Ford como veículo de lazer.

Em 1974 surgiu a SuperCab, de cabine estendida. Um V8 a diesel chegou em 1980. As rodas traseiras ganhariam ABS sete anos depois. Em 1999 a SVT F-150 Lightning unia um compressor e um V8 de 5,4 litros que produzia 360 cv.

Em 1995 a picape havia ultrapassado o recorde de vendas do seu contemporâneo Fusca. Como outros recordistas comprovam, a aposta da Ford nas muitas versões, opções e atualizações regulares mostrou-se não apenas vitoriosa, mas a única capaz de alcançar tal proeza.

No Brasil
A Série F também tem importância no Brasil. Foi ela que em outubro de 1957 inaugurou a produção local da Ford, depois de décadas só montando carros aqui. O motor V8 foi nacionalizado um ano depois. A F-100 nacional era bem próxima da linha 1956 americana. Ford de passeio feito aqui, só em 1966, com o Galaxie.

Ficha técnica – Ford F-1 1951

  • Motor: 6 cilindros em linha de 3,7 litros; 8 cilindros em V de 3,9 litros
  • Potência: 95 cv a 3300 rpm; 100 cv a 3800 rpm
  • Câmbio: manual de 3 ou 4 velocidades
  • Dimensões: comprimento, 479 cm; largura, 193 cm; altura, 192 cm; entre-eixos, 290 cm; peso, 1385 kg
  • Carroceria: picape, de aço
  • Desempenho: n/d
 Post.N.\7.894 
.__-______________________________________________________________________________________-__.
                <.-.-.-   Atendimento Personalizado com recepção Vip!    -.-.-.>
.__-______________________________________________________________________________________-__.
Rua Décio Monte Alegre, 20 
Bairro Santa Cruz -Valente - Bahia -Brasil.
Funcionamento:das 10:30 às 02:00 
-----------------------------------------------
-----------------------------------------------
-----------------------------------------------

     |||---------------________--_____________--------------------------------__--------- ------------------------|||
Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches.         ._._._._._._|:|:|
|||--------------------------------------------------------_________________________________________------ ------_----------------------------------||| : =.=:=.=.|:|
.__-______________________________________________________________________________________-__.

 Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98262 - 7946    
.__-______________________________________________________________________________________-__.

CMN baixa meta central de inflação para 4,25% em 2019 e 4% em 2020

=---____--------------------__________________::___________________==..===..==..===____________________::________________----------------------____---==
\..________-------------------- --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------________../

  Gipope  - Mercado & Opinião®.
 NOTÍCIAS  &  INFORMAÇÕES. 
 Brasil  -.x.x.-> Economia & Mercados - Recessão & Crise - Desenvolvimento & Sustentabilidade - }[> Estatística & Números <]{

É a primeira vez desde 2005 que governo muda a meta, que terá que ser perseguida pelo Banco Central. Medida indica que governo vai buscar inflação menor nos próximos anos.

.________------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------________..
/==---____--------------------__________________::__________________==..===..==..===___________________::________________----------------------____---==\

O Conselho Monetário Nacional (CMN) anunciou nesta quinta-feira (29), após reunião em Brasília, que a meta central de inflação será de 4,25% em 2019 e de 4% em 2020.

A decisão significa a primeira redução na meta central de inflação desde 2005. De lá para cá, a meta, que tem que ser perseguida pelo Banco Central, permaneceu em 4,5% ao ano - índice considerado alto para padrões internacionais. A meta de 4,5% vai vigorar até 2018.
Metas de inflação para 2019 e 2020, definidas pelo CMN (Foto: Arte/G1)Metas de inflação para 2019 e 2020, definidas pelo CMN (Foto: Arte/G1)

A redução da meta indica, portanto, que o governo vai perseguir uma inflação mais baixa nos próximos anos e cria a expectativa de preços mais estáveis no futuro. Isso tende a trazer benefícios imediatos para os consumidores e as empresas, na formação dos preços e também nas taxas de juros cobradas pelos bancos.

Entretanto, se a inflação não se comportar conforme o previsto, o Banco Central pode ser obrigado a elevar os juros ou deixá-los em um patamar mais alto, para cumprir as metas mais baixas.

Além da meta central, o sistema brasileiro de meta de inflação prevê um intervalo de tolerância, para cima e para baixo, que foi mantido pelo CMN nesta quinta em 1,5 ponto percentual.

Com isso, o Banco Central cumprirá a meta se a inflação oscilar entre 2,75% e 5,75%, em 2019, e entre 2,5% e 5,5%, em 2020.
Nos últimos cinco anos, o IPCA tem ficado bem distante do centro da meta de 4,5% e mais próximo ao teto de 6,5%. Entre 2012 e 2016, a inflação variou de 5,84% a 10,67%.

Definição dos juros básicos
O Conselho Monetário Nacional é formado pelos ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, além do presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn. Eles definem a meta de inflação e quem deve cumpri-la é o BC.

O principal instrumento usado pelo Banco Central para cumprir a meta de inflação é a taxa básica de juros da economia brasileira, a chamada Selic.

Quando a inflação está alta e foge da meta, o BC sobe a Selic para tornar o crédito mais caro e inibir o consumo, o que tende a fazer os preços baixarem. Quando a inflação está em linha com as metas de inflação, o BC pode reduzir os juros.

Apesar de ter efeito benéfico de controlar a inflação, a alta dos juros prejudica a economia do país ao encarecer o consumo.
Nos últimos meses, com a queda da inflação, a Banco Central vem reduzindo a Selic. Na sua mais recente reunião, o Comitê de Política Monetária (Copom), do BC, cortou a taxa em 1 ponto percentual, para 10,25%. Foi o sexto corte seguido.

A redução da Selic é comemorada pelo comércio e pelo setor produtivo pois tende a baratear o crédito e estimular a retomada do consumo num momento em que o pais enfrenta crise econômica e alto desemprego.

Meta e expectativa do mercado
Em entrevista nesta quinta, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, justificou a redução apontando que as novas metas estão em linha com as expectativas do mercado para a inflação nos próximos anos.

Instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central na semana passada estimaram que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, ficará em 3,48% neste ano, em 4,3% em 2018 e em 4,25% em 2019 e 2020.

"Temos uma convergência natural da formação de preços para esses patamares. A indexação é uma das razões que justificam essa convergência gradual. A montagem é ótima pois assegura convergência da inflação, crescimento potencial e assegurando a manutenção do poder de compra da população", disse Meirelles.

O presidente do BC, Ilan Goldfajn, afirmou que a fixação de uma meta de inflação menor para 2019 e 2020 vai levar a juros mais longos, no mercado futuro, menores desde que as metas sejam criveis.

"Temos observado que as expectativas estejam ancoradas nas metas. A expectativa para 2019 já está em 4,25% e isso provavelmente vai levar a taxa de juros longa menor", acrescentou.
 Post.N.\7.893 
.__-______________________________________________________________________________________-__.
                <.-.-.-   Atendimento Personalizado com recepção Vip!    -.-.-.>
.__-______________________________________________________________________________________-__.
Rua Décio Monte Alegre, 20 
Bairro Santa Cruz -Valente - Bahia -Brasil.
Funcionamento:das 10:30 às 02:00 
-----------------------------------------------
-----------------------------------------------
-----------------------------------------------

     |||---------------________--_____________--------------------------------__--------- ------------------------|||
Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches.         ._._._._._._|:|:|
|||--------------------------------------------------------_________________________________________------ ------_----------------------------------||| : =.=:=.=.|:|
.__-______________________________________________________________________________________-__.

 Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98262 - 7946    
.__-______________________________________________________________________________________-__.