Total de visualizações de página

terça-feira, 25 de abril de 2017

Após 3 meses de alta, confiança do empresário diminui em abril, informa CNI

=---____--------------------__________________::___________________==..===..==..===____________________::________________----------------------____---==
\..________-------------------- --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------________../

 Gipope  - Informations & Opinião®.
NOTÍCIAS  &  INFORMAÇÕES.
 Brasil  -.x.x.-> Estudos & Pesquisas - Opinião & Mídia - Status & Ranking - }[> Estatística & Levantamento <]{

Índice de confiança recua em abril, mas segue acima de 50 pontos - o que indica que empresários seguem 'confiantes'.

..________------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------________..
/==---____--------------------__________________::__________________==..===..==..===___________________::________________----------------------____---==\

Depois de crescer por três meses consecutivos, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) caiu 0,9 ponto em abril, para 53,1 pontos, na comparação com março.

A informação foi divulgada nesta segunda-feira (24) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que fez pesquisa entre 3 e 17 deste mês com 2.952 empresas de todo o país.

"Apesar da queda, o índice manteve-se acima da linha divisória de 50 pontos, o que significa dizer que os empresários permanecem confiantes. Na comparação com abril de 2016, a melhora da confiança é significativa: um aumento de 16,3 pontos", acrescentou a entidade. 

Pela metodologia adotada, o índice de expectativas varia no intervalo zero a 100 pontos, sendo que valores abaixo de 50 pontos indicam falta de confiança do empresário e vice-versa. Quanto mais abaixo de 50 pontos, maior e mais disseminada é a falta de confiança, informou a CNI.

A entidade explicou que a piora do ICEI, em abril, deve-se, principalmente, a uma acomodação das expectativas dos empresários para os próximos meses, cujo índice recuou 1,4 ponto, de 58 para 56,6 pontos.

"Apesar da queda, o índice permanece acima dos 50 pontos, o que indica que as perspectivas seguem positivas – ainda que o otimismo seja mais moderado do que o registrado em março", informou a Confederação Nacional da Indústria.

Ao mesmo tempo, o índice de condições atuais da economia, por sua vez, mostrou pequena variação: queda de 0,3 ponto em abril, para 46 pontos. Com isso, o índice mantém-se abaixo da linha divisória de 50 pontos, o que significa dizer que o empresário ainda percebe piora em suas condições correntes de negócio.
 Post.N.\7.772 
.__-______________________________________________________________________________________-__.
                <.-.-.-    Atendimento Personalizado com recepção Vip!    -.-.-.>
.__-______________________________________________________________________________________-__.
Rua Décio Monte Alegre, 20 
Bairro Santa Cruz -Valente - Bahia -Brasil.
Funcionamento:das 10:30 às 02:00 
-----------------------------------------------
-----------------------------------------------
-----------------------------------------------

     |||---------------________--_____________--------------------------------__--------- ------------------------|||
Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches.         ._._._._._._|:|:|
|||--------------------------------------------------------_________________________________________------ ------_----------------------------------||| : =.=:=.=.|:|
.__-______________________________________________________________________________________-__.
 Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98262 - 7946    
.__-______________________________________________________________________________________-__.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Mercado reduz estimativa de inflação e vê alta maior do PIB em 2017

=---____--------------------__________________::___________________==..===..==..===____________________::________________----------------------____---==
\..________-------------------- --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------________../

 Gipope  - Mercado & Estratégia®.
NOTÍCIAS  &  INFORMAÇÕES.
 Brasil  -.x.x.-> Economia & Mercados - Recessão & Crise - Inflação & Juros - }}> Estatística & Números <{{

Expectativa dos economistas de bancos, divulgada nesta segunda (24) pelo Banco Central, é de inflação em 4,04% e alta do PIB de 0,43%.

..________------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------________..
/==---____--------------------__________________::__________________==..===..==..===___________________::________________----------------------____---==\


Os economistas do mercado financeiro estimam um comportamento melhor para a inflação neste ano e, também, uma alta maior do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017.

As expectativas dos analistas do mercado financeiro foram coletadas pelo Banco Central na semana passada e divulgadas nesta segunda-feira (24) por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus. Mais de cem instituições financeiras foram ouvidas.

Para o comportamento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2017, a "inflação oficial" do país, o mercado baixou sua previsão de 4,06% para 4,04%. Foi a sétima redução seguida do indicador.

Com isso, manteve a expectativa de que a inflação deste ano ficará abaixo da meta central, que é de 4,5%. A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e deve ser perseguida pelo Banco Central, que para isso eleva ou reduz a taxa de juros (Selic).

A meta central de inflação não é atingida no Brasil desde 2009. Naquele momento, o país ainda sentia os efeitos da crise financeira internacional de forma mais intensa, que acabou se espalhando pelo mundo.

Pelo sistema vigente no Brasil, a meta de inflação é considerada formalmente cumprida quando o IPCA fica dentro do intervalo de tolerância também fixado pelo CMN. Para 2017, esse intervalo é de 1,5 ponto percentual para baixo ou para cima do centro da meta. Assim, o BC terá cumprido a meta se o IPCA terminar este ano entre 3% e 6%.

No ano passado, a inflação ficou acima da meta central, mas dentro do intervalo definido pelo CMN. Já em 2015, a meta foi descumprida pelo BC - naquele ano, a inflação superou a barreira dos 10%.

Para 2018, a previsão do mercado financeiro para a inflação recuou de 4,39% para 4,32%. O índice está abaixo da meta central de inflação para o período (4,5%) e também do teto de 6% fixado para o ano que vem.

Produto Interno Bruto
Para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2017, o mercado financeiro elevou sua estimativa de crescimento de 0,40% para 0,43%.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos no país, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.

Em 2016, o PIB brasileiro caiu pelo segundo ano seguido e confirmou a pior recessão da história do país, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para 2018, os economistas das instituições financeiras mantiveram sua estimativa de expansão do PIB estável em 2,50%.

Taxa de juros
O mercado financeiro manteve sua previsão para a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 8,5% ao ano no fechamento de 2017. Ou seja, os analistas continuam estimando novas reduções de juros neste ano. Atualmente, a Selic está em 11,25% ao ano.

Para o fechamento de 2018, a estimativa dos economistas dos bancos para a taxa Selic continuou em 8,5% ao ano. Com isso, estimaram que os juros ficarão estáveis no ano que vem.

A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para tentar conter pressões inflacionárias. A instituição tem de calibrar os juros para atingir índices pré-determinados pelo sistema de metas de inflação brasileiro.
As taxas mais altas tendem a reduzir o consumo e o crédito, o que pode contribuir para o controle dos preços. Entretanto, também prejudicam a economia e geram desemprego.

Câmbio, balança e investimentos
Na edição desta semana do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2017 permaneceu em R$ 3,23. Para o fechamento de 2018, a previsão dos economistas para o dólar recuou de R$ 3,40 para R$ 3,38.

A projeção do relatório Focus para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2017 subiu de US$ 52 bilhões para US$ 53 bilhões de resultado positivo. Para o próximo ano, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit ficou estável em US$ 42 bilhões.

A projeção do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil em 2017 ficou estável em US$ 75 bilhões. Para 2018, a estimativa dos analistas permaneceu inalterada também em US$ 75 bilhões.
 Post.N.\7.771 
.__-______________________________________________________________________________________-__.
                <.-.-.-    Atendimento Personalizado com recepção Vip!    -.-.-.>
.__-______________________________________________________________________________________-__.
Rua Décio Monte Alegre, 20 
Bairro Santa Cruz -Valente - Bahia -Brasil.
Funcionamento:das 10:30 às 02:00 
-----------------------------------------------
-----------------------------------------------
-----------------------------------------------

     |||---------------________--_____________--------------------------------__--------- ------------------------|||
Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches.         ._._._._._._|:|:|
|||--------------------------------------------------------_________________________________________------ ------_----------------------------------||| : =.=:=.=.|:|
.__-______________________________________________________________________________________-__.
 Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98262 - 7946    
.__-______________________________________________________________________________________-__.

domingo, 23 de abril de 2017

Tensão com a Coreia do Norte: O mundo pode estar próximo da 3ª Guerra Mundial?

=---____--------------------__________________::___________________==..===..==..===____________________::________________----------------------____---==
\..________-------------------- --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------________../

 Gipope  - Estratégia & Informations®.
NOTÍCIAS  &  INFORMAÇÕES.
 Internacional  -.x.x.-> Guerras & Conflitos - Poder & Política - Diplomacia &  Soberania - [[> Estratégia & Logística <]]

Analistas afirmam que tensão entre EUA e Coreia do Norte não será resolvida com mísseis, mas na mesa de negociações.

..________------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------________..
/==---____--------------------__________________::__________________==..===..==..===___________________::________________----------------------____---==\

Mísseis exibidos durante parada militar em Pyongyang (Foto: KRT via AP)Mísseis exibidos durante parada militar em Pyongyang (Foto: KRT via AP) 

A tensão entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte aumentou recentemente, com agressões e advertências verbais, além de alguns movimentos militares, o que gerou uma preocupação sobre uma nova crise entre duas potências nucleares.

Veículos de comunicação como o jornal americano The New York Times e o britânico The Guardian chegaram a citar a possibilidade de um conflito e compararam o momento atual como a Crise dos Mísseis de Cuba, de 1962. Afinal, seria essa a crise nuclear mais preocupante em 50 anos?

Especialistas ouvidos pela BBC divergem sobre as chances reais de um confronto mais acirrado - e potencialmente destrutivo - entre Washington e Pyongyang.

Há um consenso de que a solução militar não seria a melhor para as diferenças entre os dois países e que, assim como fizeram soviéticos e americanos há quase 55 anos, Donald Trump e Kim Jong-un resolverão seus problemas na mesa de negociações.

O conflito
A crise atual se intensificou em 8 de abril, quando, após um teste de míssil frustrado pela Coreia do Norte, Trump disse ter enviado uma "armada muito poderosa" para a península coreana, uma referência ao porta-aviões USS Carl Vinson e a um grupo tático.

Por sua vez, o Exército norte-coreano exibiu no último fim de semana seu arsenal militar e tentou fazer um novo teste de mísseis de médio alcance. O exercício falhou novamemnte - o dispositivo explodiu pouco após o lançamento.

Estava marcado para o mesmo dia o início de uma visita do vice-presidente americano, Mike Pence, à Ásia, que tem a Coreia do Norte como um dos principais temas de sua agenda. "A era da paciência estratégia (com Pyongyang) terminou", disse ele na segunda-feira, em visita à Coreia do Sul.

A resposta da Coreia do Norte foi breve, vinda de um alto diplomata do país: "Se os Estados Unidos planejam uma ofensiva militar, vamos reagir com um ataque nuclear preventivo".

A escalada de tensão alcançou um nível já considerado por alguns como a maior ameaça nuclear em 50 anos. O The New York Times classificou como uma "Crise dos Mísseis de Cuba em câmera lenta". "Quando as ambições nacionais, o ego pessoal e um arsenal mortífero se misturam, as possibilidades de erro de cálculo se multiplicam", disse o jornal.

Já o The Guardian afirmou que "nesse momento, a maioria das armas nucleares do mundo estão nas mãos de homens para quem a ideia de usá-las está se tornando factível", numa referência a Jong-um, Trump e o presidente russo, Vladimir Putin.

Em Cuba, o episódio é lembrado como a "Crise de Outubro". No dia 15 deste mês em 1962, um avião espião dos EUA descobriu instalações na ilha que pareciam corresponder a mísseis nucleares de médio alcance, o que fez o governo de John F. Kennedy cercar Cuba imediatamente, enquanto navios soviéticos avançavam rumo à ilha.

Entre 22 e 27 de outubro daquele ano, o mundo experimentou o que era sentir-se à beira de uma guerra nuclear. Finalmente, negociações entre Moscou e Washington permitiram que o arsenal nuclear instalado na ilha voltasse à Rússia, enquanto um furioso Fidel Castro culpava os soviéticos de terem negociado pelas suas costas.

O prêmio Nobel da Paz e físico a favor do desarmamento nuclear Joseph Rotblat qualificou a crise dos mísseis como "o momento mais aterrorizante" da sua vida. Seria a crise atual o momento mais crítico desde então?

Sobrevivência
Para Bates Gill, especialista em relações entre Estados Unidos e Ásia da Universidade Nacional da Austrália, trata-se de um pico da tensão nuclear em décadas.

"A situação mudou drásticamente nos últimos três anos por causa do desenvolvimento de armas nucleares pela Coreia do Norte, e isso pede uma abordagem diferente, com urgência", afirma ele, para quem "a expectativa da administração Trump de esperar que a Coreia do Norte se desfaça de seu arsenal nuclear claramente não funcionou".

Em contrapartida, Robert Einhorn, especialista em segurança e política externa do Instituto Brookings, de Washington, afirma que hoje nos encontramos "muito longe de estar à beira de um confronto nuclear como em 1962". "Não é tão preocupante como muitos dizem, mas a situação é claramente tensa por causa das declarações da Coreia do Norte", diz.

Ainda que não acredite na possibilidade de uma guerra nuclear, Einhorn afirma que "será muito difícil que o governo de Trump convença os norte-coreanos a eliminarem seu programa nuclear". O especialista afirma que, para Pyongyang, essas armas são consideradas garantias da sobrevivência do regime.

Apesar de afirmar que o momento atual reflete a maior tensão entre as duas potências em décadas, Gill diz que a crise diplomática não se resolverá com mísseis por duas razões: as declarações do governo de Trump e a pressão que a China pode exercer sobre Pyongyang.

"Duvido de uma guerra nuclear. O governo Trump vem declarando querer esgotar todos as vias diplomáticas e pacíficas. A opção militar seria a última, a menos que exista uma ameaça iminente."

Depois da crise em Cuba, Estados Unidos e União Soviética só voltaram a acender o sinal de alerta nuclar em 1983, com uma série de exercícios militares da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), tidos pela Rússia como um possível ataque atômico. Soviéticos preparam mísseis e alertaram suas bases na Alemanha Oriental e na Polônia.

O incidente teve uma repercussão menor que a crise cubana, mas ainda é considerada por historiadores como a maior relacionada a armas nucleares desde 1962 – até agora.
 Post.N.\7.770 
.__-______________________________________________________________________________________-__.
                <.-.-.-    Atendimento Personalizado com recepção Vip!    -.-.-.>
.__-______________________________________________________________________________________-__.
Rua Décio Monte Alegre, 20 
Bairro Santa Cruz -Valente - Bahia -Brasil.
Funcionamento:das 10:30 às 02:00 
-----------------------------------------------
-----------------------------------------------
-----------------------------------------------

     |||---------------________--_____________--------------------------------__--------- ------------------------|||
Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches.         ._._._._._._|:|:|
|||--------------------------------------------------------_________________________________________------ ------_----------------------------------||| : =.=:=.=.|:|
.__-______________________________________________________________________________________-__.
 Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98262 - 7946    
.__-______________________________________________________________________________________-__.