Total de visualizações de página

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Conheça as revelações da coleção de fitas cassete de Bin Laden

Gipope - Estratégia & Logística®.
NOTÍCIAS & INFORMAÇÕES.
Internacional -.x.- Coleções & Relíquias - Mídia & Comunicação - Fatos & Fotos - ][> Museu & História <][

Gravações foram encontradas em loja de fitas após invasão do Iraque pelos EUA, em 2001.

\\.=.|$|.__________=.=.=________ ____________________________________________=.=.=___________.|$|.=.//
.|%|__=========================......================......============================___|%|.
\\.=.|$|._____  ____=.=.=__________ _______________________   __________________=.=.=___________.|$|.=.//

Richard Fenton-Smith Da BBC
17/08/2015 11h48 - Atualizado em 17/08/2015 11h48
Postado às 16h40m

 Fitas foram encontradas após invasão americana ao Iraque, em 2001  (Foto: Flagg Miller/BBC) Fitas foram encontradas após invasão americana ao Iraque, em 2001 (Foto: Flagg Miller/BBC)

Após a invasão do Afeganistão por tropas lideradas pelos Estados Unidos em 2001, Osama Bin Laden foi forçado a fugir da cidade de Kandahar, onde morava desde 1997.

Vários prédios foram desocupados de forma apressada, incluindo um, em frente ao Ministério das Relações Exteriores do Talebã, onde figurões da Al-Qaeda costumavam se encontrar. Dentro dele, foram encontradas 1,5 mil fitas cassete.

Entre os objetos encontrados no prédio saqueado estavam as fitas de áudio, que foram vendidas por uma família afegã a uma loja de cassetes. Com o fim do domínio do Talebã, passou a ser possível ganhar dinheiro produzindo música pop, que antes era proibida, e as fitas poderiam ser apagadas e regravadas com as canções de sucesso.

Mas um cinegrafista que trabalhava para a CNN ouviu falar sobre o material e convenceu o dono da loja a devolvê-las, dizendo que poderiam ter algum conteúdo importante. Ele estava certo: elas eram a biblioteca em áudio da Al-Qaeda.

As fitas acabaram chegando ao Projeto de Mídia do Afeganistão no Williams College, no Estado americano de Massachusetts, que pediu a Flagg Miller – especialista em literatura e cultura árabe da Universidade da Califórnia Davis – que fizesse uma imersão na mistura desordenada de sermões, músicas e conversas íntimas gravadas nas fitas. Até hoje, ele é o único a ter ouvido todo o material.
Flagg Miller com as fitas da Al-Qaeda, sobre as quais lançou um livro 10 anos depois (Foto: Flagg Miller/BBC)Flagg Miller com as fitas da Al-Qaeda, sobre as quais lançou um livro 10 anos depois (Foto: Flagg Miller/BBC)

"Foi um sentimento totalmente esmagador", diz Miller ao lembrar do dia em que recebeu duas caixas de fitas empoeiradas em 2003.
"Não dormi por três dias pensando no que seria preciso para que aquilo tudo fizesse sentido."

Mais de uma década depois, Miller escreveu um livro sobre suas descobertas, chamado "The Audacious Ascetic" (O Asceta Audacioso, em tradução literal). As fitas vão do final da década de 1960 a 2001 e mais de 200 pessoas aparecem falando. Entre elas, Osama Bin Laden.

Sua voz aparece nas fitas pela primeira vez em 1987 – na gravação de uma batalha entre mujahideen, como são chamados combatentes árabes-afegãos, e forças soviéticas. 

Bin Laden havia deixado a sua casa na Arábia Saudita, onde fora criado com todo luxo, para fazer o seu nome lutando contra os invasores infieis do Afeganistão.
Inimigo
Material traz discursos, conversas, músicas e outros registros (Foto: Flagg Miller/BBC)Material traz discursos, conversas, músicas e outros registros (Foto: Flagg Miller/BBC)

"Bin Laden queria criar a imagem de militante eficaz – trabalho nada fácil, porque ele era conhecido como um dândi, que usava botas de deserto de marca", diz Miller.
"Mas era muito sofisticado em sua autopropaganda, e as fitas são parte dessa história de construção do mito."

A coleção também traz discursos proferidos por Bin Laden nos final dos anos 1980 e início dos 1990 para públicos na Arábia Saudita e no Iêmen.

"É fascinante como Bin Laden fala sobre as ameaças à Península Árabe – mas quem é o inimigo? Não são os Estados Unidos, como costumamos pensar, ou o Ocidente. São outros muçulmanos", diz Miller.

Apesar de os Estados Unidos terem acabado virando o alvo número um de Bin Laden, quase não há referências ao "inimigo distante" nestes primeiros discursos. Por muitos anos, ele estava muito mais preocupado com o que chamava de "falta de fé" entre muçulmanos que não aderiam à sua rigorosa e literal interpretação do Islã.

"Eles são xiitas em primeiro lugar e acima de tudo. Eles são do partido Baath do Iraque. Eles são comunistas e do partido de Nasser do Egito", explica Miller.
"Bin Laden queria trazer a jihad (guerra santa) para a questão de quem é um verdadeiro muçulmano."

Naqueles tempos pré-internet, fitas cassetes eram o veículo perfeito para proselitismo e propaganda – não surpreende que Bin Laden fosse um fã.

Podiam ser compartilhadas facilmente – copiadas ou passadas mão em mão – e censores prestavam pouca ou nenhuma atenção a elas. Também eram extremamente populares no Oriente Médio e no mundo árabe, onde as pessoas as ouviam com frequência, com amigos, formulando ideias revolucionárias.

Embora sermões e discursos formem o grosso da coleção, também há curiosidades. Entre elas, uma conversa com um gênio – ou Jinni, em árabe – que tomou o corpo de um homem. Falando por meio dele, o gênio afirma que tem conhecimento de tramas políticas, embora afirme-se que Bin Laden não perdia tempo com superstições.

Também há uma gravação de militantes árabes-afegãos – árabes lutando no Afeganistão contra a forças invasoras soviéticas – tomando café da manhã em um campo de treinamento no final dos anos 1980. Esta conversa franca revela o tédio da vida no front. 

A conversa é dominada pelo desejo por boa comida e pelas maravilhas culinárias de "Mr. Hellfire" – um chefe famoso em Meca, conhecido por sobremesas deliciosas.

Também há horas de hinos islâmicos – músicas que narram batalhas e levam mensagem aos aspirantes a Mujahideen (combatentes). Uma ferramenta de recrutamento essencial.
"Para muitos, esse era o caminho para a jihad – através do coração", diz Miller.

"Essas música tem um componente emocional, trazendo para os lares o som do combate sobre o qual muitos liam e viam na TV. Há algo íntimo em ouvi-los em fones de ouvido porque eles de fato tocam a sua imaginação."

E Phil Collins? Algum Rolling Stones ou Fleetwood Mac? Infelizmente não – mas músicas pop orientais aparecem com Gaston Ghrenassia, que costumava se apresentar como Enrico Macias, um judeu argelino que ficou famoso primeiramente na França, antes de alcançar sucesso mundial em 1960 e 1970.

"Acho que essa coleção de músicas francesas revela a extensão das línguas faladas pelos árabes-afegãos em Kandahar e suas muitas experiências no mundo. Muitos haviam morado no Ocidente por longos períodos e pode-se até dizer que haviam levado múltiplas vidas", diz Miller.

"Essas músicas sugerem que alguém, em algum ponto da vida, gostava das músicas deste judeu argelino – e pode ter continuado a gostar, apesar dos ensinamentos que consideravam isso uma heresia."

Gandhi
Outro nome inesperado que aparece nas fitas é Mahatma Gandhi, citado como inspiração por Osama Bin Laden em um discurso de setembro de 1993.


Este também é o primeiro discurso na coleção em que Bin Laden pede que apoiadores ajam contra os EUA boicotando seus produtos.
"Considerem o caso da Grã-Bretanha, um império tão vasto que alguns diziam que o sol nunca se punha."

"Foram obrigados a se retirar de uma de suas maiores colônias quando Gandhi, o hindu, declarou um boicote contra os seus produtos. Temos que fazer a mesma coisa hoje com os EUA."

Bin Laden também encoraja o público a escrever cartas para embaixadas americanas para alertar sobre o papel dos EUA no conflito do Oriente Médio. Até aí, não há menção à violência contra os EUA.

"Isso muda em 1996, dias após ele ser deportado do Sudão", diz Miller.
"Sob pressão dos EUA, ele perde sua cidadania da Arábia Saudita em 1994. Também havia perdido todo o seu dinheiro e estava quase esgotado emocionalmente. Então Bin Laden precisa criar algo desesperadamente para reanimar os seus simpatizantes extremistas, e isso é feito em seus discursos em Tora Bora em 1996."

O discurso nas montanhas de Hindu Kush costuma ser chamado de "declaração de guerra de Bin Laden". Mas, após ouvir o áudio completo dos discursos, Miller diz que isso não é completamente preciso.

"O terço final do discurso tem 15 poemas, e muitas vezes quando este discurso é traduzido a poesia não aparece. Por causa disso, nós não reconhecemos o quanto este discurso não era uma declaração de guerra, como foi descrito pela imprensa na época."

"Ele fala sobre a urgência de dominar os EUA, mas à luz de uma luta muito maior – a luta contra a corrupção saudita."

É apenas em uma das últimas gravações da coleção que há alguma alusão ao 11 de Setembro, a de um casamento do guarda-costas de Osama Bin Laden, Umar, que foi gravado alguns meses antes dos ataques a Nova York e Washington DC.

Violência
"Há muita risada na fita e então Bin Laden aparece, e não há mais alegria. Ele fala sobre como celebrar é importante, mas não deve ofuscar assuntos mais sérios."


Bin Laden faz, então, uma referência nefasta.
"Ela fala explicitamente sobre 'um plano' – sem revelar detalhes – e sobre como estamos próximos de 'ouvir notícias', e ele pede a Deus que 'dê sucesso a nossos irmãos'", diz Miller.

"Entendo que ele se referia aos ataques de 11 de Setembro. Ele está falando especificamente sobre os EUA naquela conjuntura."
É curioso que entre mais de uma década de gravações com Osama Bin Laden, a coisa com a qual ele costuma ser associado com mais frequência – violência terrorista contra o Ocidente – seja pouco mencionada.

"O primeiro inimigo da Al-Qaeda na maioria dessas fitas, na maior parte do tempo, são líderes muçulmanos", diz Miller.
"A presença contínua da Al-Qaeda no Iêmen, seus efeitos no Iraque e a contínua devastação de vidas muçulmanas no mundo muçulmano apenas cofirma o fato de que essa organização, essa ideia, pede muitos caminhos sangrentos."

"Não há nada de inevitável sobre o 11 de Setembro nessas fitas. Foi difícil me lembrar disso trabalhando nelas."

Post.N.\6.403
.__-______________________________________________________________________________________-__.
       .<<.<<.. |||::|||       Atendimento Personalizado com recepção Vip!        |||::||| ..>>.>>.
.__-______________________________________________________________________________________-__.
Rua Décio Monte Alegre, 20 
Bairro Santa Cruz -Valente - Bahia -Brasil.
Funcionamento:das 10:30 às 00:30 
----------------------------------------------
--------------------------------------------------------------------------------------------

     |||---------------________--_____________--------------------------__--------- ------------------------|||
Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches.       ._._._._._._|:|:|
|||--------------------------------------------------------_________________________________________------ ------_----------------------------------||| : =.=:=.=.|:|
.__-______________________________________________________________________________________-__.
|||::||| Celular.-:) 075 - 9830 - 7582 -.- 9989 - 9970 -.- 8299 - 8117 -.- 9163 - 9259 |||::||| *
.__-______________________________________________________________________________________-__.

Mercado financeiro prevê, pela 1ª vez, retração do PIB também em 2016

Gipope - Mercado & Solutions®.
NOTÍCIAS & INFORMAÇÕES.
Brasil -.x.- Economia & Mercado - Recessão & Crise - Inflação & Juros - {{> Estatística & Números <}}

Para este ano, queda prevista já passa de 2%.
Expectativa dos analistas é de dólar em quase R$ 3,50 no fim deste ano.

\\.=.|$|.__________=.=.=________ ____________________________________________=.=.=___________.|$|.=.//
.|%|__=========================......================......============================___|%|.
\\.=.|$|._____  ____=.=.=__________ _______________________   __________________=.=.=___________.|$|.=.//

Alexandro Martello Do G1, em Brasília
17/08/2015 08h32 - Atualizado em 17/08/2015 09h01
Postado às 10h20m

Os economistas do mercado financeiro acreditam que a economia brasileira vai demorar mais tempo para se recuperar. Segundo o relatório de mercado, também conhecido como Focus, divulgado nesta segunda-feira (17), o Produto Interno Bruto (PIB) deverá "encolher" não somente neste ano, mas também em 2016. Foi a primeira vez que o mercado previu o PIB se retraindo no ano que vem.

ESTIMATIVAS PARA O PIB 2016
Em %
Created with @product.name@ @product.version@0,50,50,330,20,20-0,15em %03/0710/0714/0724/0731/0707/0814/08-0,200,20,40,6
Fonte: BCB
Para o comportamento da economia neste ano, os analistas passaram a estimar, na semana passada, uma retração de 2,01%. Foi a quinta queda seguida deste indicador. Até então, a expectativa do mercado era de um recuo de 1,97% para o PIB de 2015. Se confirmado, será o pior resultado em 25 anos, ou seja, desde 1990 – quando foi registrada uma queda de 4,35%.

Para 2016, os economistas das instituições financeiras passaram a prever uma contração de 0,15% no Produto Interno Bruto do país. Na semana anterior, haviam estimado um PIB zero.

Para se ter uma ideia, no início deste ano, a previsão dos economistas era de uma expansão de 1,8% para a economia brasileira no ano que vem. O relatório de mercado é fruto de pesquisa do BC com mais de 100 instituições financeiras.

ESTIMATIVAS PARA O PIB 2015
Em %
Created with @product.name@ @product.version@-1,24-1,27-1,3-1,35-1,45-1,49-1,5-1,5-1,7-1,76-1,8-1,97-2,01em %22/0529/0505/0612/0619/0626/0603/0713/0717/0724/0731/0707/0814/08-2,2-2-1,8-1,6-1,4-1,2
Fonte: BCB
O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.

No fim de maio, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a economia brasileira registrou queda de 0,2% no primeiro trimestre de 2015, puxada pelo desempenho negativo do setor de serviços e da indústria, bem como pelo recuo do consumo das famílias e dos investimentos. Neste início de ano, o que evitou um tombo ainda maior do PIB foi a agropecuária.

Inflação
Para a inflação oficial do país, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a previsão do mercado financeiro ficou estável em 9,32% na semana passada. Se confirmado, será o maior índice em 13 anos, ou seja, desde 2002 – quando somou 12,53%.


Segundo economistas, a alta do dólar e principalmente dos preços administrados (como telefonia, água, energia, combustíveis e tarifas de ônibus, entre outros) pressiona os preços em 2015. Além disso, a inflação de serviços, impulsionada pelos ganhos reais de salários, segue elevada.

ESTIMATIVAS PARA O IPCA 2015
subtítulo
Created with @product.name@ @product.version@8,398,468,798,9799,049,129,159,239,259,329,32em %29/0505/0612/0619/0626/0603/0713/0717/0724/0731/0707/0814/0898,258,58,759,259,5
Fonte: BCB
Para 2016, a expectativa de inflação do mercado subiu de 5,43% para 5,44% na última semana. Foi a segunda alta consecutiva da previsão do mercado financeiro para o IPCA do ano que vem.

Pelo sistema que vigora no Brasil, a meta central para 2015 e 2016 é de 4,5%, mas, com o intervalo de tolerância existente, o IPCA pode oscilar entre 2,5% e 6,5%, sem que a meta seja formalmente descumprida. Com isso, a inflação deverá superar o teto do sistema de metas em 2015, algo que não acontece desde 2003.

Taxa de juros
Após o Banco Central ter subido os juros para 14,25% ao ano no fim de julho, o maior patamar em nove anos, o mercado manteve a estimativa de que não devem ocorrer novos aumentos de juros em 2015. Para o fim de 2016, a estimativa recuou de 12% para 11,88% ao ano - o que pressupõe reduções da taxa Selic ao longo do ano que vem.


A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para tentar conter pressões inflacionárias. Pelo sistema de metas de inflação brasileiro, a instituição tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados. As taxas mais altas tendem a reduzir o consumo e o crédito, o que pode contribuir para o controle dos preços.

Câmbio, balança e investimentos
Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2015 subiu de R$ 3,40 para R$ 3,48 por dólar. Para o término de 2016, a previsão dos analistas para a taxa de câmbio avançou de R$ 3,50 para R$ 3,60.


A projeção para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2015 subiu de US$ 7,70 bilhões para US$ 8 bilhões de resultado positivo. Para 2016, a previsão de superávit avançou de US$ 15 bilhões para US$ 15,19 bilhões.

Para este ano, a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil permaneceu em US$ 65 bilhões. Para 2016, a estimativa dos analistas para o aporte ficou estável também em US$ 65 bilhões.

Post.N.\6.402
.__-______________________________________________________________________________________-__.
       .<<.<<.. |||::|||       Atendimento Personalizado com recepção Vip!        |||::||| ..>>.>>.
.__-______________________________________________________________________________________-__.
Rua Décio Monte Alegre, 20 
Bairro Santa Cruz -Valente - Bahia -Brasil.
Funcionamento:das 10:30 às 00:30 
----------------------------------------------
--------------------------------------------------------------------------------------------

     |||---------------________--_____________--------------------------__--------- ------------------------|||
Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches.       ._._._._._._|:|:|
|||--------------------------------------------------------_________________________________________------ ------_----------------------------------||| : =.=:=.=.|:|
.__-______________________________________________________________________________________-__.
|||::||| Celular.-:) 075 - 9830 - 7582 -.- 9989 - 9970 -.- 8299 - 8117 -.- 9163 - 9259 |||::||| *
.__-______________________________________________________________________________________-__.