Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
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Troféu desembarca na cidade que abrigará final do Mundial, em julho. Após passar por 89 países e mais de 150 mil km, objeto rodará 27 cidades pelo Brasil
A Taça da Copa do Mundo já está no Brasil. O troféu desembarcou no Rio de Janeiro na noite desta segunda-feira, após uma viagem por outros 89 países, rodando mais de 150 mil quilômetros desde setembro do ano passado. O avião saiu de Los Angeles, nos Estados Unidos, fez escalas em Belize e Manaus, e permanecerá no Rio até sexta, para exibição ao público no Maracanã. O objeto de desejo das 32 seleções que disputarão a Copa rodará as 26 capitais brasileiras e o Distrito Federal antes do início do Mundial (confira a programação completa no final do texto). O GloboEsporte.com acompanhou de perto a viagem da taça com uma equipe de reportagem dentro do avião por todo o giro pelo mundo.
A chegada a São Paulo acontece duas semanas antes do jogo de abertura, entre Brasil e Croácia, marcado para o dia 12 de junho, na Arena Corinthians. A capital paulista será a última cidade a receber o troféu. Campeões mundiais das cinco gerações (1958, 1962, 1970, 1994 e 2002) serão embaixadores da Coca-Cola, patrocinadora da Fifa e do evento, no tour pelo Brasil.
De acordo com a regra estabelecida pela Fifa, apenas jogadores que foram campeões e chefes de Estado podem tocar o troféu. Responsáveis pela segurança apenas transportam a taça utilizando luvas, sem fazer contato direto. A volta ao mundo do objeto passou por diversos lugares marcantes. Cidades devastadas por acidentes naturais, como Porto Príncipe, no Haiti, e Rikuzentakata, no Japão, tiveram a oportunidade de exibir a taça à população. Ela ainda atravessou a fronteira entre Israel e Palestina, e recebeu a visita de pessoas ilustres, como Pelé (na França) e o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. Agora, é a vez dos brasileiros.
Adolescente que viajou da Califórnia ao Havaí junto com a roda de avião é levado a ambulência no aeroporto de Kahului, em Maui (Foto: AP Photo/The Maui News, Chris Sugidono)
Um adolescente de 16 anos de idade viajou de San José, na Califórnia, para Maui, no Havaí, na cavidade da roda do trem de pouso de um Boeing 767, informaram a Hawaiian Airlines e o FBI neste domingo (21).
O garoto saiu ileso do voo de 5 horas pelo Oceano Pacífico, resistindo às temperaturas gélidas a 38 mil pés e a falta de oxigênio. "Nossa principal preocupação agora é com o bem-estar do menino, que é excepcionalmente sortudo por ter sobrevivido", disse a companhia aérea.
O jovem rapidamente perdeu a consciência quando as temperaturas no compartimento caíram a menos 80 graus Fahrenheit (62 graus Celsius abaixo de zero), disse o agente especial do FBI Tom Simon à agência Reuters.
Cerca de uma hora depois que o avião pousou na manhã de domingo, o menino recuperou a consciência e saiu para a pista no aeroporto, onde foi visto pela equipe de terra. "É um aparente milagre. Não houve aparentemente o uso de qualquer equipamento especial de qualquer espécie ", acrescentou Simon. O porta-voz do FBI ainda disse à AP que o jovem foi interrogado depois de descoberto na pista do aeroporto sem identificação.
Simon revelou que câmeras de segurança ao aeroporto de San José flagraram o menino pulando a cerca para chegar ao voo 45 da Hawaiian Airlines. O garoto teria fugido de sua casa em Santa Clara, na Califórnia.
O jovem será encaminhado aos serviços de proteção à criança, informou o FBI. De acordo com a BBC, desde o início dos registros desse tipo de caso na aviação internacional, em 1947, 96 passageiros clandestinos teriam tentado embarcar em 85 voos. Destes, 73 teriam morrido e apenas 23 sobrevivido.
BERLIM - Os tempos em que Berlim era o paraíso dos jovens de toda a Europa em busca de uma cidade com aluguéis acessíveis e apartamentos espaçosos chegaram ao fim. Há anos os imóveis da capital alemã e de outras metrópoles do país estão subindo de preço, tanto para comprar como para alugar. Diante do descontentamento de uma população acostumada a viver de aluguel, o governo prepara medidas para conter a escalada de preços. Estará a Alemanha caminhando para um perigosa bolha imobiliária? Não, caso se compare com as que viveram no começo deste século Espanha ou Irlanda — o que explica boa parte dos problemas econômicos dos últimos anos desses dois países. No entanto, a valorização, que afetou sobretudo as grandes metrópoles e as cidades universitárias, preocupa cada vez mais.
O Bundesbank (o banco central alemão) já vem há muito apontando que os preços de aquisição de imóveis em cidades como Berlim, Munique, Hamburgo, Frankfurt ou Colônia cresceram 25% desde 2010; e alguns de seus membros alertaram para o risco de uma bolha alimentada pela liquidez. — Após anos de queda de preços, a atual tendência de alta começou em 2010. Ela é impulsionada pelas baixas taxas de juros, o aumento da população urbana e a crise do euro, que fez com que o capital migre para setores considerados mais seguros — explica Konstanti Kholodilin, especialista imobiliário do Instituto Alemão para Pesquisa Econômica. Após uma valorização nos últimos cinco anos de 6% anual — com grandes diferenças, que variam de 10% em Berlim ou Munique a quedas em cidades que perdem população —, este instituto prevê que a tendência continue no futuro próximo. Comprar ficou mais caro do que alugar nos últimos anos, mas é a alta dos preços do aluguel que gerou mais mal-estar. Diante disso, o ministro de Justiça, o social-democrata Heiko Maas, prepara um pacote para conter “o avanço dos preços do aluguel”. Controle gera críticas Entre as medidas pretendidas, ainda em fase de elaboração e previstas para entrar em vigor em 2015, está uma norma para impedir que os aluguéis de segunda mão subam mais de 10% em relação aos preços habituais da região. A iniciativa, no entanto, recebeu críticas do setor, especialistas e até mesmo de setores do governo, que afirmam que restrições ao mercado livre não são boas e que a imposição de um freio nos preços espantará os investidores e reduzirá a oferta de imóveis.
Equipes de resgate desistiram neste domingo (20) de procurar os três guias sherpa desaparecidos, dois dias depois que o acidente mais mortal no Monte Everest, no Nepal, matou pelo menos 13 pessoas e chocou o mundo do alpinismo. Neve e enormes pedaços de gelo desceram pela perigosa e cheia de fendas Geleira de Khumbu na sexta-feira (18), enquanto guias carregavam suprimentos para os acampamentos mais altos de alpinistas estrangeiros que estavam tentando alcançar o pico da montanha mais alta do mundo.
Neve de avalanche que deixou 13 mortos é registrada no Monte Everest nesta sexta-feira (18) (Foto: Buddhabir Rai/AFP)
Buscas de helicópteros e equipes de resgate que vasculharam a região em terra na sexta-feira e no sábado não encontraram nenhum sinal dos homens, que os agentes acreditam que desapareceram nas fendas ou ficaram presos debaixo da neve enquanto preparavam o caminho para os alpinistas. "Cancelamos a operação de busca. Não é possível encontrar as três pessoas desaparecidas, vivas ou mortas", disse Lakpa Sherpa, da Operação de Resgate do Himalaia, falando do acampamento-base, ponto de partida para as expedições ao Everest.
Os helicópteros usados nas buscas e para transportar os corpos da montanha foram chamados de volta para Katmandu, disse um porta-voz do Exército. O número oficial de mortos permaneceu em 13. As equipes de resgate levaram seis corpos do acampamento-base para Katmandu, no fim de semana, e os mantiveram em um mosteiro budista sherpa, de acordo com a tradição. O resto dos corpos foi entregue aos familiares na região de Solukhumbu, onde ocorreu o acidente. "Os corpos serão retirados do monastério e cremados separadamente, de acordo com a tradição sherpa, na segunda-feira", disse Ang Tshering Sherpa, da Associação de Montanhismo do Nepal. Os sherpas são um grupo étnico do Nepal e ajudam os estrangeiros a escalar os picos do país desde antes de Sherpa Tenzing Norgay e o neozelandês Sir Edmund Hillary se tornarem os primeiros a chegar ao pico, em 1953. Pausa nas expedições? O acidente chamou a atenção sobre os riscos que os sherpas correm e sobre a superlotação do Everest, onde o número de acidentes fatais tem aumentado nas últimas décadas, embora tenha diminuído no ano passado. O governo emitiu 334 autorizações nesta temporada, contra 328 no ano passado, com um número igual de guias assistentes que, frequentemente, fazem trabalhos perigosos, como fixação de cordas e escadas para tornar a montanha mais segura para seus clientes. Chocados e desmoralizados pelo acidente, vários guias sherpa pediram que a montanha de 8.850 metros seja fechada para expedições durante a popular temporada de escalada que dura todo o mês de maio deste ano como um sinal de respeito aos mortos. "Eu me sentiria melhor se todas as expedições deste ano fossem canceladas por causa das 15 a 20 pessoas que morreram. Seria um gesto de respeito a eles. Se todos os guias sherpas fizessem isso, resolveria o problema. Além disso, o governo do Nepal deveria tentar convencer a equipe da expedição assim como as equipes de trekking", disse o guia Jyagba Sherpa, falando em Katmandu. No entanto, alguns guias sherpas são contra o fechamento do Everest nesta temporada porque as expedições são as principais fontes de trabalho deles, que arrecadam até US$ 5 mil dólares por ano em um país com renda anual média de apenas US$ 700. O governo, que depende em grande parte das expedições, disse que a decisão cabia aos sherpas. "Nós emitimos permissões de escalada. Portanto, não podemos pedir a ninguém para não subir. Do mesmo modo, também não podemos forçar ninguém a subir", disse Tilakram Pandey, do Ministério do Turismo.