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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Europa pode estar na pior crise desde a 2ª Guerra, diz Merkel

GIPOPE - ESTRATÉGIA.

NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.
ECONOMIA -- CRISE EUROPÉIA

'Se o euro fracassar, então a Europa fracassa', disse a chanceler.
Angela Merkel discursou aos colegas da União Democrata-Cristã (CDU).


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Do G1, com informações da Reuters

][*-|:|:|-*][ A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, disse nesta segunda-feira (14) que a Europa pode estar vivendo o momento mais difícil desde a Segunda Guerra Mundial, enquanto os novos líderes de Grécia e Itália corriam para formar governos e limitar os danos da crise de dívida da zona do euro.
    "A Europa está em um dos mais difíceis, talvez o mais difícil momento desde a Segunda Guerra Mundial", declarou Merkel ao seu partido conservador em Leipzig. Ela disse temer que o continente fracasse se o euro falhar e prometeu fazer de tudo para impedir que isso aconteça.


    Merkel após discurso aos deputados do Bundestag (Foto: Reuters)Merkel, em imagem de arquivo. (Foto: Reuters)

    Mas no discurso de uma hora feito aos colegas da União Democrata-Cristã (CDU), Merkel não ofereceu novas ideias para resolver a crise, que obrigou Grécia, Irlanda e Portugal a pedir ajuda externa, gerando preocupação sobre a sobrevivência da união monetária de 17 nações.
    "Se o euro fracassar, então a Europa fracassa, e nós queremos impedir e nós iremos impedir isso. Isso é no que estamos trabalhando, porque é um projeto histórico enorme', disse Merkel.


    Avanços na Itália
    No drama de Roma, o presidente italiano pediu que o ex-comissário europeu e novo premiê do país, Mario Monti, forme um novo governo para restaurar a confiança do mercado na economia, cuja dívida é grande demais para o bloco do euro resgatar.



    Enquanto isso, os mercados financeiros mostravam alívio cauteloso com um leilão de bônus do país, que atraiu boa demanda dos investidores. Foram vendidos 3 bilhões de euros em títulos de cinco anos, mas os juros bateram recorde, atingindo 6,29%.

    Diante da alta dos rendimentos, o Banco Central Europeu (BCE) começou a comprar bônus do governo italiano logo após o leilão.

    As nomeações de Monti e de um novo primeiro-ministro na Grécia, Lucas Papademos, foram recebidas com otimismo pelos mercados, mas era difícil apagar uma insegurança tão enraizada.


    Obstáculos de Papademos
    O premiê Silvio Berlusconi fez um discurso de despedida no domingo, pedindo que o BCE se torne um banco de último recurso para ajudar o euro. 'Isso se tornou uma crise para nossa moeda comum, o euro, que não tem o apoio que toda moeda deveria ter', afirmou em uma mensagem por vídeo.



    Embora os problemas da Itália e a saída de Berlusconi tenham mandado para segundo plano a Grécia, que tem uma economia bem menor, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e os líderes europeus manterão Papademos sob pressão para implementar reformas radicais.


    Pesquisas de opinião mostram que o premiê tecnocrata tem apoio de três em cada quatro gregos. Mas ele enfrentava seu primeiro protesto nesta segunda-feira, com manifestantes acusando o novo governo de trabalhar de acordo com os interesses dos banqueiros.


    Inspetores do FMI, do BCE e da União Europeia começam a chegar a Atenas nesta segunda-feira, aumentando a pressão para a Grécia qualificar-se para um segundo programa de resgate, no valor de 130 bilhões de euros, e para uma parcela de empréstimos de 8 bilhões de euros do resgate anterior.
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    Apple faz recall de iPod nano da primeira geração

    GIPOPE - LOGÍSTICA.

    NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.
    TECNOLOGIA & MÍDIA

    Fabricado até 2006, aparelho pode apresentar superaquecimento e até pegar fogo

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    O Globo

    iPod nano de primeira geração: brasileiros devem ir até uma assistência técnica autorizada
    iPod nano de primeira geração: brasileiros devem ir até uma assistência técnica autorizada Divulgação
    ||Z//#.$.#\\Z|| RIO - Está enganado quem pensa que os problemas da Apple com as baterias dos seus aparelhos surgiu agora, com o novo iPhone 4S, que padece de um consumo voraz de energia ainda sem solução. A empresa anunciou este fim de semana um recall da primeira geração do iPod nano, que chegou às lojas há seis anos, por um problema de superaquecimento que pode até levá-lo a pegar fogo. Se você possui um desses iPods, é possível que você ganhe um novo aparelho da companhia:


    "A Apple chegou à conclusão que, em casos muito raros, a bateria no iPod nano (1ª geração) pode sobreaquecer e se tornar um risco à segurança. Os iPods nano afetados foram vendido entre setembro de 2005 e dezembro de 2006", escreveu a empresa em sua página oficial. "O problema foi rastreado e descobriu-se que um único fornecedor de baterias as produzia com um defeito de fabricação. A possibilidade de acidente é rara, mas ela aumenta à medida em que a bateria vai se tornando obsoleta."


    Usuários de 20 países (América do Norte, alguns da Europa, Japão e Austrália) podem solicitar o novo aparelho pela internet. Já os brasileiros precisam solicitar a troca em uma assistência técnica autorizada da Apple.


    "Esteja com o seu iPod nano em mãos para a validação do número de série. O número de serie do seu iPod nano será verificado para confirmar se ele é elegível para esse programa", orientou a Apple. "Você receberá uma unidade de substituição em, aproximadamente, seis semanas após recebermos o seu iPod nano (1ª geração) atual."


    O iPod nano da primeira geração é o que a parte frontal em plástico preto ou branco e a traseira em metal prateado. Os modelos posteriores - que não estão em recall - têm as partes frontal e traseira em metal. Mas quem acha que vai trocar um modelo de seis anos atrás por um iPod de última geração ficará decepcionado. Um porta-voz da Apple disse ao site Mashable que os usuários receberão novos iPod nano da primeira geração, com garantia de três meses.


    A Apple não informou quantos aparelhos apresentam o problema.
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    Polêmica: estado do Pará e União disputam posse de 7 mil ilhas

    GIPOPE - MÉDIA.

    NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.
    BRASIL -- PARÁ

    Associação de municípios de Marajó defende emancipação da área, onde vivem 456 mil pessoas


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    *||*>:<*||* SÃO PAULO - Sete mil ilhas do Pará que totalizam mais de 70 mil quilômetros quadrados estão no centro de uma polêmica entre o governo do estado e a União. O Instituto de Terras do Pará (Iterpa), responsável pela criação de assentamentos da reforma agrária no estado, reivindica a posse dessas ilhas, entre elas, o arquipélago de Marajó, território maior do que os estados de Rio de Janeiro, Alagoas e Sergipe. É a maior ilha fluvial do mundo.


    Enquanto a questão não se resolve, os 456 mil marajoaras reclamam do abandono pelo poder público. Não há hospital, e a distância média de seus municípios até Belém é vencida em 36 horas de barco. Os doentes acabam indo para unidades de saúde de Macapá (AP), para onde a viagem é mais curta. Os índices de criminalidade não param de crescer e vão desde roubo de gado até prostituição infantil.
    A Associação dos Municípios do Arquipélago do Marajó (Amam) defende a emancipação de Marajó, que se tornaria território federal. Os recursos da União seriam repassados diretamente aos 16 municípios do arquipélago, sem intermediação do governo do estado.


    O Ministério do Planejamento, através da Secretaria de Patrimônio da União, é taxativo: de acordo com a Constituição Federal, as ilhas reivindicadas pelo Pará são de posse da União. O caso já foi tema de uma sessão extraordinária na Assembleia Legislativa do Pará e ameaça ir parar no Supremo Tribunal Federal (STF).


    As ilhas em disputa são costeiras, fluviais (em rios) ou lacustres (em lagos). A discussão sobre o domínio das ilhas passa pela interpretação da Constituição de 1988. Para o presidente do Iterpa, Carlos Lamarão, que reivindica para o Pará as ilhas, a Constituição não diz que elas pertencem à União:
    - A Constituição deixa claro que as ilhas que não estão em áreas de fronteiras com países vizinhos foram excluídas do patrimônio da União e incorporadas aos estados, excluídas as que têm sede de municípios. E a União só teria a posse de ilhas fluviais e lacustres se tivesse registado cada uma delas como suas. Isso não ocorreu.


    Ele diz que o Pará já perdeu parte do território para a União com as terras devolutas. São áreas públicas que nunca tiveram proprietário particular, mesmo estando ocupadas. No Pará, terras devolutas foram devolvidas à União para uso na reforma agrária.
    - Em dezembro, teremos o plebiscito para decidir sobre a divisão do Pará em três estados: Carajás, Marajó e Pará. Se for aprovado, e o Pará ainda ficar sem as ilhas de Marajó, só restará um terço do território original - diz Lamarão.


    Para a Secretaria de Patrimônio da União, a Constituição é clara ao afirmar que ilhas costeiras são de posse da União, excluídas as que abrigam sede de municípios. Nessa condição, de acordo com a secretaria, só existe uma ilha, onde está a sede de Chaves. Já as ilhas lacustres ou fluviais são posse da União desde a Constituição de 1946. Segundo a SPU, há até parecer da Procuradoria Geral do Estado do Pará contrário à pretensão do Iterpa. "Em nenhum momento, desde a Constituição de 1946 até a de 1988, houve destinação das ilhas lacustres e fluviais para o patrimônio dos estados, municípios ou particulares. Elas se mantêm no domínio da União", diz o parecer.


    Por trás desse conflito está o interesse do Pará em aumentar a arrecadação de seus cofres. Nas ilhas em disputa, o Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra) faz assentamentos da reforma agrária. O Incra concede títulos de uso da terra a famílias, sem dar a propriedade definitiva.
    - Queremos é regularizar a posse e cobrar um valor correspondente a essas terras - explica Lamarão.
    Para o advogado Adib Kassouf Sad, especialista em Direito Administrativo, não há o que discutir: as ilhas em questão são patrimônio da União:


    - O fato de as ilhas fluviais ou lacustres não terem sido registradas pela União não significa nada. Não houve modificação na Constituição de 1988 que transmitisse a posse dessas ilhas que sempre foram da União aos estados. E, no caso das ilhas costeiras isso não se alterou desde 1946.

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    Pesquisa mostra que apenas 2% dos jovens querem ser professores

    ESTATÍSTICA - Pesquisa e opinião

    GIPOPE - MARKETING.

    NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.
    EDUCAÇÃO.

    Falta de qualificação dos novos docentes também preocupa pesquisadores


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    Publicado:
    Atualizado:
    O aluno em Licenciatura em Física na USP, Rivaldo Vieira Xavier.
    O aluno em Licenciatura em Física na USP, Rivaldo Vieira Xavier. Michel Filho

    ||\.\\0//./|| SÃO PAULO - A falta de professores qualificados ainda preocupa no Brasil, e a desvalorização da carreira faz com que muitos jovens prefiram outras profissões. Cerca de 600 mil professores que atuam na educação básica — que inclui a educação infantil e os ensinos fundamental e médio — não têm o preparo necessário à função, de acordo com o Ministério da Educação (MEC). E apenas 2% dos jovens querem cursar Pedagogia ou alguma licenciatura, segundo pesquisa da Fundação Carlos Chagas.


    Pela legislação atual, os professores da educação básica têm que ter nível superior. Porém, cerca de 600 mil dos quase dois milhões de docentes do país não possuem curso universitário, segundo o MEC. De acordo com o secretário de Ensino Superior do ministério, Luiz Cláudio Costa, cerca de 300 mil estão fazendo licenciaturas ou mestrado para se adequar à exigência.


    Na avaliação de especialistas, há carência de professores qualificados em diversas áreas, como nos primeiros anos da educação infantil e nas disciplinas de Física e Química.
    — Nas Ciências Biológicas, faltam professores praticamente em todos os setores. As redes procuram cobrir isso usando profissionais que, na sua formação, tangenciam as disciplinas (em que há falta de professores) — diz a pesquisadora Bernadete Gatti, colaboradora da Fundação Carlos Chagas.
    Como outros especialistas, Bernadete se preocupa com a queda no número de alunos de licenciatura ou Pedagogia. Segundo o MEC, esse número vem diminuindo na modalidade presencial, por causa da falta de interesse dos jovens. Em 2005, 1,2 milhão de alunos estudava alguma licenciatura, número que, em 2009, passou para 978 mil. No mesmo período, o número de alunos de Pedagogia caiu de 288 mil para 247 mil.


    No entanto, houve expansão das graduações à distância, para atender à necessidade de professores que já estão no mercado de trabalho. De 2005 para 2009, o número de estudantes das licenciaturas subiu de 101 mil para 427 mil. Nos cursos de Pedagogia, o número pulou de 27 mil para 265 mil, no mesmo período.


    — Nem todos os cursos à distância são ruins. Mas eles não são supervisionados direito, não têm uma proposta clara. Muitos alunos desistem porque não têm com quem discutir — diz a superintendente de pesquisa em Educação da Fundação Carlos Chagas, Elba Siqueira Barretto.


    MEC rebate e diz que tem fechado cursos de má qualidade.
    A evasão dos cursos de Pedagogia e licenciatura também preocupa educadores.
    — Nas universidades privadas, os cursos de licenciatura e a Pedagogia são os que têm as taxas mais elevadas de evasão, de 50 a 55% — afirma Maria Helena Guimarães Castro, ex-presidente do Inep, órgão responsável pelas estatísticas do MEC.
    Mas, segundo o MEC, dados preliminares já mostram que a taxa de evasão está diminuindo em algumas universidades.


    "Quero lutar pela educação", diz estudante
    Pesquisa realizada em 2010 pelas fundações Carlos Chagas e Victor Civita mostrou que, dos 1.500 alunos ouvidos, apenas 2% dos jovens do terceiro ano do ensino médio pretendiam cursar Pedagogia ou alguma Licenciatura.


    — A carreira é um horror. Apesar de os planos de carreira terem melhorado, e de existir um piso salarial nacional (R$ 1.187 para jornada de 40 horas semanais), eles deixam a desejar. A média salarial está baixa em relação às exigências. Outra coisa que afeta a escolha é a condição das escolas públicas, que são precárias, sem infraestrutura e gestão — diz Bernadete.


    Mesmo sabendo desses problemas, o estudante de Pedagogia Cesar Scarpelli, de 24 anos, quer dar aulas para crianças:
    — Quero lutar pela educação. Meus pais sempre falam: "não vá trabalhar na rede pública", por causa da ideia de que é uma profissão sofrível. Mas acho que temos que ir para a periferia.
    Rivaldo Vieira Xavier Júnior, de 21 anos, estuda licenciatura em Física e sabe bem o que é sofrer com a falta de professores:
    — Estudei em escola pública e fiquei sem aulas de Química por quase todo o segundo ano do ensino médio. Tenho interesse em educação devido à realidade da escola onde estudei. Ser professor no Brasil é ato de coragem.


    Já a estudante de Pedagogia Maria Alice Bertodini diz que é preciso ser sonhador para abraçar a profissão:
    — A ideia de ser professor é idealista, é por amor, por gostar de crianças.
    Para o estudante de Química Mauritz Gregori de Vries, de 20 anos, que dá aulas particulares, falta vocação a muitos dos que estão fazendo licenciatura.
    — Às vezes, as pessoas fazem a licenciatura porque sabem que a demanda por professores é alta e que um emprego na indústria, por exemplo, é mais difícil.


    O secretário de Ensino Superior do MEC reconhece que os salários não são adequados. Mas diz que a meta do governo é que, em 2020, o rendimento médio dos docentes com a qualificação necessária seja o mesmo que o de qualquer profissional com nível superior.
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    Rússia faz primeiro voo tripulado depois de série de fracassos

    GIPOPE - INTELLIGENCE.

    NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.
    INTERNACIONAL -- CIÊNCIA & TECNOLOGIA

    Lançamento aconteceu na madrugada desta segunda-feira (14).
    Três tripulantes serão levados até a Estação Espacial Internacional.


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    Do G1, em São Paulo

    |[|*-=-*|]| A agência espacial russa (Roscosmos) lançou a nave Soyuz ao espaço por volta das 2h14 desta segunda-feira (14), com três astronautas a bordo que seguirão até a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). O lançamento aconteceu no cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, dois meses depois do previsto.
      Os três tripulantes --o norte-americano Dan Burbank e os russos Anton Shkaplerov e Anatoli Ivanishin - integram a Expedição 30 da ISS. Eles vão render outros três astronautas que estão na ISS e são os únicos seres humanos no espaço atualmente: o norte-americano Mike Fossum, o japonês Satoshi Furukawa e o russo Serguei Volkov.


      Este será o primeiro voo tripulado desde a falha de um foguete similar, que não conseguiu decolar com o cargueiro norte-americano Progress, da Nasa, em agosto.


      A credibilidade do programa Soyuz foi posta à prova após 1,8 mil lançamentos com sucesso. A nave russa é a única opção para transporte de astronautas à ISS, já que os Estados Unidos aposentaram a sua frota de veículos para este fim em 2011.


      Aviões e helicópteros estão preparados no Cazaquistão, na região da Sibéria e no extremo oriente russo, caso ocorram imprevistos após o lançamento. No Japão, um barco de resgate também poderá ser deslocado no caso de queda da nave.

      Nave Soyuz antes do lançamento nesta segunda-feira (14), em Baikonur, no Cazaquistão. (Foto: Shamil Zhumatov / Reuters)
      Nave Soyuz antes do lançamento nesta segunda-feira (14), em Baikonur, no Cazaquistão. (Foto: Shamil Zhumatov / Reuters)
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      domingo, 13 de novembro de 2011

      Aos 22 anos, piloto argentino morre em acidente


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      ESPORTES -- AUTOMOBILISMO

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      DE SÃO PAULO


      [*.<=:=>.*] O piloto argentino Guido Falaschi, 22, morreu após sofrer um acidente neste domingo, em etapa da Turismo Carretera, conforme informou a a associação dos pilotos da competição.


      Segundo a entidade, ele morreu após de 40 minutos de tentativas de reanimação no hospital municipal de Balcarce, na Argentina.

      Diego HC/Creative Commons
      O piloto argentino Guido Falaschi
      O piloto argentino Guido Falaschi
      Falaschi, apelidado de "El Principe" (o príncipe), perdeu o controle de seu carro, bateu na barreira de pneus de uma curva do autódromo Juan Manuel Fangio e ao voltar para a pista, foi acertado em cheio por Oscar Larrauri e, em seguida, Nestor Girolami.


      Falaschi foi campeão da F-Renault Argentina em 2008, mesmo ano em que chegou a disputar duas corridas da F-3 Sul-Americana. No mesmo ano, foi campeão da Copa América da Top Race V6, correndo pela Mercedes.


      Veja o vídeo do acidente:
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