SEATTLE e BRUXELAS - A Microsoft submeteu na quinta-feira uma queixa formal contra a Google às autoridades reguladoras antitruste da União Europeia (UE) alegando que a empresa de internet é desleal com seus concorrentes no ramo de busca na web.
É a primeira vez que a Microsoft apresenta uma denúncia aos reguladores sobre questões de concorrência. O que é irônico nessa história é o fato de a Microsoft sempre ter sido um alvo de ações antitruste nos Estados Unidos e na Europa.
Em sua denúncia, a empresa de Bill Gates alega que a Google pratica um "padrão de atitudes" que prejudica a concorrência de forma desleal.
A Google controla mais de 90% do mercado de publicidade em buscas de internet na Europa, bem à frente da ferramenta Bing, da Microsoft, que luta para solapar participação de mercado da rival.
A Google já está sob investigação da Comissão Europeia após ter sido denunciada por três pequenas empresas, entre elas uma que pertence à Microsoft.
A firma de Mountain View procurou não refutar publicamente as acusações da Microsoft, mas deu sinais de que não está muito preocupada com elas.
- Não nos surpreende que a Microsoft tenha feito isso, pois uma das empresas que fizeram a denúncia original pertence a ela - disse a porta-voz da Google Al Verney. - Continuamos discutindo o caso com a Comissão Europeia e ficamos felizes em poder explicar a todos como funciona nosso negócio.
A Comissão Europeia disse que irá rever as alegações da Microsoft.
"A Comissão toma nota da queixa e, como é o procedimento, informará a Google e pedirá sua opinião sobre o assunto. Nenhuma outra informação será dada", afirmou o porta-voz da Comissão da União Europeia Amelia Torres, em comunicado enviado por e-mail.
Total de visualizações de página
quinta-feira, 31 de março de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
Artista transforma artigos da Wikipedia em livro de 5 mil páginas
| O artista inglês Robert Matthews imprimiu os mais de 3 mil artigos recomendados pela Wikipedia e os transformou em um livro com mais de 5 mil páginas. Pela organização da Wikipedia, apenas 1 em cada 1.110 artigos cumpre os critérios exigidos para receber a recomendação (Foto: Divulgação/Rob Matthews) |
Inglês imprimiu 3 mil artigos recomendados por enciclopédia colaborativa.
Apenas um em cada 1,1 mil textos entram em categoria, segundo site.
Fotógrafo flagra zebra dando coice e escapando de ataque de leão
Nas imagens, feitas no parque nacional de Ngorongoro, na Tanzânia, um leão tenta abater uma zebra, mas é derrotado.
Um fotógrafo amador capturou o raro momento em que uma zebra conseguiu escapar de um leão dando um coice na cara do predador. A zebra pastava tranquilamente, alheia à presença do leão, quando o felino correu e saltou sobre ela. Os dois lutam e o caçador chega a morder a presa.
Após diversas tentativas de desvencilhar-se, o equino consegue enfim distância suficiente do seu predador para desferir-lhe o golpe. O leão vai ao chão. Derrotado, o rei da selva apenas observa o grupo de zebras que se afasta na savana africana.
Um fotógrafo amador capturou o raro momento em que uma zebra conseguiu escapar de um leão dando um coice na cara do predador. A zebra pastava tranquilamente, alheia à presença do leão, quando o felino correu e saltou sobre ela. Os dois lutam e o caçador chega a morder a presa.
Após diversas tentativas de desvencilhar-se, o equino consegue enfim distância suficiente do seu predador para desferir-lhe o golpe. O leão vai ao chão. Derrotado, o rei da selva apenas observa o grupo de zebras que se afasta na savana africana.
Um fotógrafo amador capturou o raro momento em que uma zebra conseguiu escapar de um leão dando um coice na cara do predador. A zebra pastava tranquilamente, alheia à presença do leão, quando o felino correu e saltou sobre ela. Os dois lutam e o caçador chega a morder a presa.
Após diversas tentativas de desvencilhar-se, o equino consegue enfim distância suficiente do seu predador para desferir-lhe o golpe. O leão vai ao chão. Derrotado, o rei da selva apenas observa o grupo de zebras que se afasta na savana africana.
Leão recebendo coice de zebra durante tentativa de ataque. (Foto: Thomas Whetten / Caters / via BBC)As imagens foram feitas no parque nacional de Ngorongoro, na Tanzânia, pelo fotógrafo amador americano Thomas Whetten, de 63 anos. Whetten, que é de Tucson, no Arizona, organiza safáris fotográficos na África. Mas mesmo para ele a cena foi um presente raro.
"Foi espetacular - melhor que no cinema. É muito raro para uma zebra escapar de um leão ilesa", disse o fotógrafo. "O engraçado é que algumas pessoas no jipe em que estávamos ficaram entediadas de observar o leão, que estava parado. Elas foram embora antes da ação e perderam toda a sequência."
Após diversas tentativas de desvencilhar-se, o equino consegue enfim distância suficiente do seu predador para desferir-lhe o golpe. O leão vai ao chão. Derrotado, o rei da selva apenas observa o grupo de zebras que se afasta na savana africana.
"Foi espetacular - melhor que no cinema. É muito raro para uma zebra escapar de um leão ilesa", disse o fotógrafo. "O engraçado é que algumas pessoas no jipe em que estávamos ficaram entediadas de observar o leão, que estava parado. Elas foram embora antes da ação e perderam toda a sequência."
Nasa divulga 1ª imagem realizada pela sonda Messenger em Mercúrio
*Sol, a mjestade do Sistema!* *Mercúrio,o planeta vermelho...*
Os astrônomos estão interessados em Mercúrio, o planeta mais próximo do Sol, porque ele é rochoso como a Terra, e não gasoso, como Júpiter. Existem muitas dessas esferas rochosas em torno de estrelas fora do nosso sistema solar, o que significa que Mercúrio poderia oferecer pistas sobre outros mundos, segundo nota divulgada pela Nasa.
O Messenger (que significa "mensageiro", mas é também a sigla em inglês para Exploração, Geoquímica, Ambiente Espacial e Superfície de Mercúrio) partiu em 3 de agosto de 2004, e desde então fica "dançando" entre a Terra, a Lua e Mercúrio propriamente dito, num complexo movimento que o impede de ser atraído pelo campo gravitacional do Sol.
A nave, com dois painéis solares para alimentação e um guarda-sol para mantê-lo fresco o suficiente para operar, vai estuda a história geológica, o campo magnético, a composição da superfície e outros mistérios desse planeta tão pouco conhecido. Quando a missão terminar, a nave vai cair na superfície do planeta.
Com um diâmetro ligeiramente maior que o da Lua (cerca de 4.800 quilômetros), Mercúrio deveria ser todo sólido, até o núcleo. Mas a presença de um campo magnético sugere que ele é parcialmente derretido por dentro.
Há décadas os cientistas precisam se contentar com as fotos feitas pela Mariner 10, de um só lado do planeta, além de observações terrestres e dados obtidos a partir de Marte e de meteoritos.
No caminho até Mercúrio, o Messenger conseguiu tirar muitas fotos que tinham escapado à Mariner, e restam agora apenas cerca de 5 por cento do planeta por mapear, principalmente nos polos. A sonda tentará captá-los durante a fase orbital da missão.
"Sonda percorreu quase 7,9 bilhões de quilômetros para chegar ao planeta do Sistema Solar mais próximo do Sol."
##= SÃO PAULO - A Nasa divulgou nesta terça-feira, 29, a primeira imagem realizada pela sonda Messenger que após seis anos e meio começou a orbitar Mercúrio no dia 18 desse mês. A sonda percorreu quase 7,9 bilhões de quilômetros para chegar ao planeta do Sistema Solar mais próximo do Sol. Ainda hoje a agência espacial americana deve divulgar outras imagens realizadas pela missão.Os astrônomos estão interessados em Mercúrio, o planeta mais próximo do Sol, porque ele é rochoso como a Terra, e não gasoso, como Júpiter. Existem muitas dessas esferas rochosas em torno de estrelas fora do nosso sistema solar, o que significa que Mercúrio poderia oferecer pistas sobre outros mundos, segundo nota divulgada pela Nasa.
O Messenger (que significa "mensageiro", mas é também a sigla em inglês para Exploração, Geoquímica, Ambiente Espacial e Superfície de Mercúrio) partiu em 3 de agosto de 2004, e desde então fica "dançando" entre a Terra, a Lua e Mercúrio propriamente dito, num complexo movimento que o impede de ser atraído pelo campo gravitacional do Sol.
A nave, com dois painéis solares para alimentação e um guarda-sol para mantê-lo fresco o suficiente para operar, vai estuda a história geológica, o campo magnético, a composição da superfície e outros mistérios desse planeta tão pouco conhecido. Quando a missão terminar, a nave vai cair na superfície do planeta.
Com um diâmetro ligeiramente maior que o da Lua (cerca de 4.800 quilômetros), Mercúrio deveria ser todo sólido, até o núcleo. Mas a presença de um campo magnético sugere que ele é parcialmente derretido por dentro.
Há décadas os cientistas precisam se contentar com as fotos feitas pela Mariner 10, de um só lado do planeta, além de observações terrestres e dados obtidos a partir de Marte e de meteoritos.
No caminho até Mercúrio, o Messenger conseguiu tirar muitas fotos que tinham escapado à Mariner, e restam agora apenas cerca de 5 por cento do planeta por mapear, principalmente nos polos. A sonda tentará captá-los durante a fase orbital da missão.
![]() |
| Imagem da Nasa...sistema de Galáxia! |
terça-feira, 29 de março de 2011
São Paulo sobe 21 posições em ranking de produção científica
Levantamento britânico indica que Brasil está se tornando uma potência científica, juntamente com outros emergentes.
##-- Um relatório divulgado na Grã-Bretanha diz que São Paulo subiu da posição 38 para o 17º lugar em um ranking de cidades com mais publicações científicas no mundo. De acordo com o estudo feito pela Royal Society, a academia nacional de ciência britânica, a evolução da capital paulista nesse setor "reflete o rápido crescimento da atividade científica brasileira".
O documento indica que o Brasil e outros países emergentes, liderados pela China, estão despontando como grandes potências na área de produção de estudos científicos, capazes de rivalizar com países que têm tradição nessa área, como os Estados Unidos, nações da Europa Ocidental e o Japão.
A representatividade dos estudos brasileiros teve leve aumento: entre 1999 e 2003, eles equivaliam a 1,3% do total de pesquisas científicas globais. Entre 2004 e 2008, essa porcentagem subiu para 1,6.
Mas "as reduções significativas no orçamento de ciência em 2011 levantam preocupações", diz o relatório. Em meio aos cortes de R$ 50 bilhões anunciados pelo governo no orçamento federal, o Ministério de Ciência e Tecnologia deve perder R$ 1,7 bilhão.
ChinaSegundo o levantamento, o desempenho da China é ''particularmente notável'' - a publicação de documentos científicos do país superou as do Japão e da Europa nos últimos anos.
O país asiático só é ultrapassado pelos Estados Unidos, mas deve superá-los antes de 2020, se a atual tendência continuar.
Em 1996, os Estados Unidos tinham produção científica dez vezes maior que a chinesa; hoje, sua produção, com crescimento menor, não chega a ser o dobro da do país asiático.
No entanto, o relatório diz que ''ainda demorará algum tempo para que a produção dessas nações emergentes esteja à altura de ser uma referência para a comunidade científica internacional'', ressalta a pesquisa.
Áreas específicas
O estudo diz que há avanços em áreas específicas da ciência em alguns países, entre eles o Brasil.
''Existe diversificação de alguns países demonstrando lideranças em setores específicos, como a China em nanotecnolgia, e o Brasil em biocombustíveis, mas as nações avançadas do ponto de vista científico continuam a dominar a contagem de citações.''
A pesquisa também identificou nações emergentes no campo da ciência que não costumam ser associadas a uma base científica forte, como o Irã, a Tunísia e a Turquia.
As projeções feitas pelo relatório "sugerem que o sistema científico global está se desvencilhando de seu padrão anterior".
"China e Coreia do Sul cumprem com suas ambiciosas metas de investimento em pesquisa e desenvolvimento, enquanto economias como Brasil e Rússia também prometem recursos substancialmente maiores para pesquisas."
Com isso, é possível que nações emergentes - Brasil incluído - superem os investimentos de países como Japão e França no setor.
saiba mais
O relatório, chamado Conhecimento, Redes e Nações: A Colaboração Científica no Século 21, analisa a publicação de trabalhos científicos por país no período entre 1996 e 2008.O documento indica que o Brasil e outros países emergentes, liderados pela China, estão despontando como grandes potências na área de produção de estudos científicos, capazes de rivalizar com países que têm tradição nessa área, como os Estados Unidos, nações da Europa Ocidental e o Japão.
A representatividade dos estudos brasileiros teve leve aumento: entre 1999 e 2003, eles equivaliam a 1,3% do total de pesquisas científicas globais. Entre 2004 e 2008, essa porcentagem subiu para 1,6.
Mas "as reduções significativas no orçamento de ciência em 2011 levantam preocupações", diz o relatório. Em meio aos cortes de R$ 50 bilhões anunciados pelo governo no orçamento federal, o Ministério de Ciência e Tecnologia deve perder R$ 1,7 bilhão.
ChinaSegundo o levantamento, o desempenho da China é ''particularmente notável'' - a publicação de documentos científicos do país superou as do Japão e da Europa nos últimos anos.
O país asiático só é ultrapassado pelos Estados Unidos, mas deve superá-los antes de 2020, se a atual tendência continuar.
Em 1996, os Estados Unidos tinham produção científica dez vezes maior que a chinesa; hoje, sua produção, com crescimento menor, não chega a ser o dobro da do país asiático.
No entanto, o relatório diz que ''ainda demorará algum tempo para que a produção dessas nações emergentes esteja à altura de ser uma referência para a comunidade científica internacional'', ressalta a pesquisa.
Áreas específicas
O estudo diz que há avanços em áreas específicas da ciência em alguns países, entre eles o Brasil.
''Existe diversificação de alguns países demonstrando lideranças em setores específicos, como a China em nanotecnolgia, e o Brasil em biocombustíveis, mas as nações avançadas do ponto de vista científico continuam a dominar a contagem de citações.''
A pesquisa também identificou nações emergentes no campo da ciência que não costumam ser associadas a uma base científica forte, como o Irã, a Tunísia e a Turquia.
As projeções feitas pelo relatório "sugerem que o sistema científico global está se desvencilhando de seu padrão anterior".
"China e Coreia do Sul cumprem com suas ambiciosas metas de investimento em pesquisa e desenvolvimento, enquanto economias como Brasil e Rússia também prometem recursos substancialmente maiores para pesquisas."
Com isso, é possível que nações emergentes - Brasil incluído - superem os investimentos de países como Japão e França no setor.
## = Dilma põe em dúvida, pela 1ª vez, meta de erradicar pobreza em quatro anos =##
# -" Ao lançar o programa Rede Cegonha, em Belo Horizonte, presidente afirma que governo vai dar um salto em relação às políticas sociais de Lula, mas admite que miséria talvez persista ao final do mandato." -#
Julia Duailibi e Marcelo Portela, de O Estado de S. Paulo
A presidente Dilma Rousseff (PT) admitiu nesta segunda-feira, 28, pela primeira vez, que os quatro anos de seu mandato podem não ser suficientes para erradicar a miséria no País. O combate à miséria foi uma das principais promessas de Dilma durante a campanha eleitoral e ao assumir o governo. A presidente também aproveitou o discurso em Belo Horizonte, ao participar do lançamento da Rede Cegonha, programa de atendimento às gestantes, para minimizar as críticas que ela própria fizera ao sistema público de saúde, na semana passada.
"Temos também um grande compromisso, que é acabar com a miséria no nosso Brasil. Posso não conseguir acabar nos meus quatro anos, mas eu vou insistir tanto nisso, que esse objetivo de acabar com a miséria vai ficar selado nas nossas consciências", afirmou ontem a presidente. Em seu discurso de posse, em janeiro, Dilma chegou a dizer que a erradicação da miséria, uma "tragédia", como definiu, seria a prioridade da sua gestão. "Lutarei firme e decididamente para acabar com a miséria no nosso País", afirmou em fevereiro.
De acordo com dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), de 2009, o número de pobres (com renda per capita mensal de até R$ 140) no Brasil caiu quase pela metade, entre 2003 e 2009, passando de 30,4 milhões para 17 milhões. Os próprios economistas do governo, no entanto, já diziam ser pouco provável diminuir o número para zero em quatro anos.
‘Salto’. Apesar de admitir que talvez não consiga extinguir a miséria no seu governo, Dilma disse achar que o Brasil dará um "salto maior ainda" que o visto nos dois mandatos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010). Os avanços, segundo a presidente, serão consequência da "herança" positiva recebida do antecessor.
$$ = Site libera acesso gratuito ao "The New York Times" com apenas quatro linhas de código = $$
Site libera acesso gratuito ao "The New York Times" com apenas quatro linhas de código
Publicada em 28/03/2011 às 21h17m
O código presente no bookmark NYTClean remove o histórico de navegação com apenas quatro linhas de programação em javascript. Quando o usuário ultrapassa o limite mensal de 20 artigos, o marcador entra em ação, permitindo o acesso ao site NYTimes.com sem o bloqueio.
(Leia mais: Acesso a cinco cliques diários no "New York Times" deve se estender aos principais motores de busca )
A empresa ainda não se pronunciou sobre a iniciativa do blog Eurica, que permanece no ar. Links postados em redes sociais, como o Facebook e o Twitter, não estão vulneráveis aos limites impostos pelo jornal. Entretanto, o acesso ao conteúdo via motores de busca como Google, Bing e Yahoo é limitado a apenas cinco cliques por dia.
Dias antes, um porta-voz do grupo afirmou que a companhia está monitorando as ações de usuários que tentam burlar o sistema.
- Como acontece com qualquer produto pago, esperamos que haja alguma porcentagem de pessoas que vai encontrar maneiras de contornar nossas assinaturas digitais. Continuaremos a monitorar a situação, mas não planejam mudanças na estrutura de pagamento antes da o lançamento mundial em 28 de março - disse.
Para o grupo de mídia, as assinaturas digitais devem atrair um número de leitores suficiente para pagar o acesso ao jornal. Entretanto, não há números sobre a adesão neste primeiro dia de cobrança.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Brasil perde projetos automobilísticos para a Índia
Novos modelos serão desenvolvidos pelo parceiro no Bric, diz consultoria.
País também pode tirar este ano do Brasil o sexto posto de maior produtor.
Depois de conquistar com as matrizes o direito de desenvolver carros no próprio país e de chegar ao quarto lugar na lista dos maiores mercados mundiais e ao sexto no ranking de fabricantes, a indústria automobilística do Brasil perde espaço para a Índia, sua parceira no Bric, o bloco dos países emergentes.
Estudo da consultoria Roland Berger conclui que vários dos novos modelos que serão produzidos pelas montadoras nacionais nos próximos anos serão desenvolvidos na Índia, ainda que tenha participação de técnicos brasileiros. O país também pode tirar este ano do Brasil o sexto posto de maior produtor de veículos, mantido desde 2008.
No ano passado, a diferença foi de apenas 111,5 mil veículos a mais para o Brasil, segundo a Organização Internacional dos Construtores de Automóveis (Oica). Há cinco anos, quando o país ocupava a oitava posição, a Índia estava em 11º e a diferença entre os dois era de 900 mil veículos. Nesse período, a produção brasileira passou de 2,53 milhões para 3,64 milhões de unidades em 2010. A indiana teve salto de 1,63 milhão para 3,53 milhões.
"O Brasil está perdendo espaço na produção para veículos importados, que já respondem por mais de 20% das vendas", justifica um dirigente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). A Índia, ao contrário, atende quase todo o mercado interno com produção local. As vendas de carros no país asiático crescem a ritmos mais acelerados que o brasileiro, assim como seu PIB.
No primeiro bimestre deste ano, o país já tirou do Brasil o quarto lugar entre os maiores mercados, posto inédito alcançado em 2010. Foram 519 mil veículos vendidos no país contra 594 mil no mercado indiano. No ano passado, a Índia também estava à frente do mercado brasileiro no início do ano, mas acabou na sexta posição.
Para Stephan Keese, diretor da Roland Berger, "o Brasil continuará a participar do desenvolvimento de novos carros compactos, mas vai perder a oportunidade de liderar projetos no segmento que mais cresce no mundo." O alto custo local, segundo ele, tira a competitividade do país.
A Roland Berger realizou 60 entrevistas com montadoras, autopeças, associações e governos dos principais países, inclusive o Brasil, para traçar um perfil da indústria para daqui a 15 anos.
Segundo Keese, além da consolidação da China como líder do setor e do aumento das vendas de carros compactos, uma das conclusões do estudo é que as montadoras vão concentrar o processo de criação em países de baixo custo. Nesse quesito, a Índia leva vantagem, embora as grandes fabricantes tenham centros de pesquisas no Brasil.
País também pode tirar este ano do Brasil o sexto posto de maior produtor.
Depois de conquistar com as matrizes o direito de desenvolver carros no próprio país e de chegar ao quarto lugar na lista dos maiores mercados mundiais e ao sexto no ranking de fabricantes, a indústria automobilística do Brasil perde espaço para a Índia, sua parceira no Bric, o bloco dos países emergentes.
Estudo da consultoria Roland Berger conclui que vários dos novos modelos que serão produzidos pelas montadoras nacionais nos próximos anos serão desenvolvidos na Índia, ainda que tenha participação de técnicos brasileiros. O país também pode tirar este ano do Brasil o sexto posto de maior produtor de veículos, mantido desde 2008.
No ano passado, a diferença foi de apenas 111,5 mil veículos a mais para o Brasil, segundo a Organização Internacional dos Construtores de Automóveis (Oica). Há cinco anos, quando o país ocupava a oitava posição, a Índia estava em 11º e a diferença entre os dois era de 900 mil veículos. Nesse período, a produção brasileira passou de 2,53 milhões para 3,64 milhões de unidades em 2010. A indiana teve salto de 1,63 milhão para 3,53 milhões.
"O Brasil está perdendo espaço na produção para veículos importados, que já respondem por mais de 20% das vendas", justifica um dirigente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). A Índia, ao contrário, atende quase todo o mercado interno com produção local. As vendas de carros no país asiático crescem a ritmos mais acelerados que o brasileiro, assim como seu PIB.
No primeiro bimestre deste ano, o país já tirou do Brasil o quarto lugar entre os maiores mercados, posto inédito alcançado em 2010. Foram 519 mil veículos vendidos no país contra 594 mil no mercado indiano. No ano passado, a Índia também estava à frente do mercado brasileiro no início do ano, mas acabou na sexta posição.
Para Stephan Keese, diretor da Roland Berger, "o Brasil continuará a participar do desenvolvimento de novos carros compactos, mas vai perder a oportunidade de liderar projetos no segmento que mais cresce no mundo." O alto custo local, segundo ele, tira a competitividade do país.
A Roland Berger realizou 60 entrevistas com montadoras, autopeças, associações e governos dos principais países, inclusive o Brasil, para traçar um perfil da indústria para daqui a 15 anos.
Segundo Keese, além da consolidação da China como líder do setor e do aumento das vendas de carros compactos, uma das conclusões do estudo é que as montadoras vão concentrar o processo de criação em países de baixo custo. Nesse quesito, a Índia leva vantagem, embora as grandes fabricantes tenham centros de pesquisas no Brasil.
Vírus Zeus realiza fraude bancária no Brasil com técnica avançada
Praga atua antes que alguns programas de segurança.
Kit traz 'assistente de criação de praga virtual'.
28/03/2011 08h00 - Atualizado em 28/03/2011 08h39
Vírus Zeus realiza fraude bancária no Brasil com técnica avançada
Praga atua antes que alguns programas de segurança.
Kit traz 'assistente de criação de praga virtual'
O Zeus é um “kit” de desenvolvimento de vírus. Após adquiri-lo, um criminoso consegue gerar um vírus novo, com fins específicos, e às vezes sem precisar de conhecimento de programação. Segundo as fabricantes de antivírus Trend Micro a praga está chegando ao Brasil com uma técnica avançada de roubo de informações bancárias. Mas a atuação do vírus ainda é limitado justamente porque o “kit” custa US$ 500 – o que é caro para os padrões do crime virtual brasileiro.
Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá até o fim da reportagem e utilize a seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras.
A Trend Micro alerta para o uso de uma técnica chamada “man in the browser”, mais avançada que o boy in the browser em uso disseminado no Brasil.
“No momento que você entra na página do banco, ele vai capturar toda a informação transferida entre o banco e o usuário. Ele captura a informação antes do componente de segurança agir”, explica o diretor de Suporte e Serviços da Trend Micro, Leonardo Bonomi. Segundo ele, a Trend Micro precisou alterar seu componente de detecção de rootkit – usado para as pragas mais persistentes – para conseguir “enxergar” a presença dele no sistema.
O Zeus monitora a comunicação interna do próprio navegador. Nos casos mais avançados, ainda não observados no Brasil, o vírus altera as páginas do banco para forçar o usuário a trabalhar para o criminoso. Por exemplo, uma transferência pode ser realizada diretamente ao golpista, enquanto o nome verdadeiro da pessoa que deveria receber a transferência aparece na tela.
Em outros casos, o vírus foi usado para quebrar os recursos de “registro de computador”, fazendo o usuário pensar que seu computador não havia sido registrado para uso da conta on-line. Com isso, a vítima faz uma solicitação de novo registro ao banco - registro esse que na verdade é da máquina do criminoso, pois as informações na tela haviam sido trocadas.
Ataques combinados em celulares também já foram vistos para burlar esse tipo de proteção.
Mas esses ataques ainda estão um pouco longe da realidade brasileira. Aqui, o Zeus opera com o simples monitoramento do acesso. Mas, segundo a fabricante russa de antivírus Kaspersky, ele teve uma distribuição limitada e pouco sucesso. Vírus brasileiros – que usam técnicas mais rudimentares – são mais comuns, porque são mais baratos e funcionam.
Cibercriminosos brasileiros produzem código nacional eficiente no roubo de informações bancárias com um valor bem menor do que o Zeus”, explica Fabio Assolini, analista de vírus da Kaspersky no Brasil. Assolini diz que, apesar de o Zeus não ser utilizado diretamente, alguns criadores de vírus brasileiros copiam códigos e técnicas dele, mesmo sem usar o kit de desenvolvimento da praga.
Man in The Browser
O Zeus é conhecido por sua sofisticação e flexibilidade. Quem comprar o kit de desenvolvimento de vírus pode criar novas pragas seguindo “assistentes de criação de praga virtual”. O criminoso pode escolher sua “configuração” entre as opções disponíveis e no fim terá um vírus funcionando para a atividade desejada.
No caso da sofisticação, Bonomi, da Trend Micro, acredita que a tendência é que o Zeus passa a ser mais usado ou que suas técnicas sejam incorporadas quando as técnicas hoje em uso, como o Boy in The Browser, já não forem eficazes. O conjunto de técnicas usada pelo Zeus (e algumas outras pragas) é conhecida como “Man in The Browser”. Outro detalhe é que kit do Zeus permite a criação de páginas web que infectam o internauta imediatamente após a visita, sem a necessidade da confirmação de download.
O Boy in The Browser é a alteração da configuração do navegador de internet para redirecionar sites de bancos a páginas falsas. A técnica é muito mais simples do que modificar a página dentro do próprio navegador ou monitorar os dados trocados do navegador com o banco, como no caso do Man in The Browser do Zeus.
“O Boy in the Browser usa técnicas mais simples para redirecionar a informação. O Man in the Browser é mais sofisticado. Então, eu acredito que o Man in the Browser vai ser muito mais utilizado no futuro”, acredita Bonomi.
* Altieres Rohr é especialista em segurança de computadores e, nesta coluna, vai responder dúvidas, explicar conceitos e dar dicas e esclarecimentos sobre antivírus, firewalls, crimes virtuais, proteção de dados e outros. Ele criou e edita o Linha Defensiva, site e fórum de segurança que oferece um serviço gratuito de remoção de pragas digitais, entre outras atividades. Na coluna “Segurança digital”, o especialista também vai tirar dúvidas deixadas pelos leitores na seção de comentários. Acompanhe também o Twitter da coluna, na página http://twitter.com/g1seguranca.
O Zeus é um “kit” de desenvolvimento de vírus. Após adquiri-lo, um criminoso consegue gerar um vírus novo, com fins específicos, e às vezes sem precisar de conhecimento de programação. Segundo as fabricantes de antivírus Trend Micro a praga está chegando ao Brasil com uma técnica avançada de roubo de informações bancárias. Mas a atuação do vírus ainda é limitado justamente porque o “kit” custa US$ 500 – o que é caro para os padrões do crime virtual brasileiro.
Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá até o fim da reportagem e utilize a seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras.
A Trend Micro alerta para o uso de uma técnica chamada “man in the browser”, mais avançada que o boy in the browser em uso disseminado no Brasil.
“No momento que você entra na página do banco, ele vai capturar toda a informação transferida entre o banco e o usuário. Ele captura a informação antes do componente de segurança agir”, explica o diretor de Suporte e Serviços da Trend Micro, Leonardo Bonomi. Segundo ele, a Trend Micro precisou alterar seu componente de detecção de rootkit – usado para as pragas mais persistentes – para conseguir “enxergar” a presença dele no sistema.
O Zeus monitora a comunicação interna do próprio navegador. Nos casos mais avançados, ainda não observados no Brasil, o vírus altera as páginas do banco para forçar o usuário a trabalhar para o criminoso. Por exemplo, uma transferência pode ser realizada diretamente ao golpista, enquanto o nome verdadeiro da pessoa que deveria receber a transferência aparece na tela.
Em outros casos, o vírus foi usado para quebrar os recursos de “registro de computador”, fazendo o usuário pensar que seu computador não havia sido registrado para uso da conta on-line. Com isso, a vítima faz uma solicitação de novo registro ao banco - registro esse que na verdade é da máquina do criminoso, pois as informações na tela haviam sido trocadas.
Ataques combinados em celulares também já foram vistos para burlar esse tipo de proteção.
Mas esses ataques ainda estão um pouco longe da realidade brasileira. Aqui, o Zeus opera com o simples monitoramento do acesso. Mas, segundo a fabricante russa de antivírus Kaspersky, ele teve uma distribuição limitada e pouco sucesso. Vírus brasileiros – que usam técnicas mais rudimentares – são mais comuns, porque são mais baratos e funcionam.
Cibercriminosos brasileiros produzem código nacional eficiente no roubo de informações bancárias com um valor bem menor do que o Zeus”, explica Fabio Assolini, analista de vírus da Kaspersky no Brasil. Assolini diz que, apesar de o Zeus não ser utilizado diretamente, alguns criadores de vírus brasileiros copiam códigos e técnicas dele, mesmo sem usar o kit de desenvolvimento da praga.
Man in The Browser
O Zeus é conhecido por sua sofisticação e flexibilidade. Quem comprar o kit de desenvolvimento de vírus pode criar novas pragas seguindo “assistentes de criação de praga virtual”. O criminoso pode escolher sua “configuração” entre as opções disponíveis e no fim terá um vírus funcionando para a atividade desejada.
No caso da sofisticação, Bonomi, da Trend Micro, acredita que a tendência é que o Zeus passa a ser mais usado ou que suas técnicas sejam incorporadas quando as técnicas hoje em uso, como o Boy in The Browser, já não forem eficazes. O conjunto de técnicas usada pelo Zeus (e algumas outras pragas) é conhecida como “Man in The Browser”. Outro detalhe é que kit do Zeus permite a criação de páginas web que infectam o internauta imediatamente após a visita, sem a necessidade da confirmação de download.
O Boy in The Browser é a alteração da configuração do navegador de internet para redirecionar sites de bancos a páginas falsas. A técnica é muito mais simples do que modificar a página dentro do próprio navegador ou monitorar os dados trocados do navegador com o banco, como no caso do Man in The Browser do Zeus.
“O Boy in the Browser usa técnicas mais simples para redirecionar a informação. O Man in the Browser é mais sofisticado. Então, eu acredito que o Man in the Browser vai ser muito mais utilizado no futuro”, acredita Bonomi.
* Altieres Rohr é especialista em segurança de computadores e, nesta coluna, vai responder dúvidas, explicar conceitos e dar dicas e esclarecimentos sobre antivírus, firewalls, crimes virtuais, proteção de dados e outros. Ele criou e edita o Linha Defensiva, site e fórum de segurança que oferece um serviço gratuito de remoção de pragas digitais, entre outras atividades. Na coluna “Segurança digital”, o especialista também vai tirar dúvidas deixadas pelos leitores na seção de comentários. Acompanhe também o Twitter da coluna, na página http://twitter.com/g1seguranca.
Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá até o fim da reportagem e utilize a seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras.
A Trend Micro alerta para o uso de uma técnica chamada “man in the browser”, mais avançada que o boy in the browser em uso disseminado no Brasil.
“No momento que você entra na página do banco, ele vai capturar toda a informação transferida entre o banco e o usuário. Ele captura a informação antes do componente de segurança agir”, explica o diretor de Suporte e Serviços da Trend Micro, Leonardo Bonomi. Segundo ele, a Trend Micro precisou alterar seu componente de detecção de rootkit – usado para as pragas mais persistentes – para conseguir “enxergar” a presença dele no sistema.
O Zeus monitora a comunicação interna do próprio navegador. Nos casos mais avançados, ainda não observados no Brasil, o vírus altera as páginas do banco para forçar o usuário a trabalhar para o criminoso. Por exemplo, uma transferência pode ser realizada diretamente ao golpista, enquanto o nome verdadeiro da pessoa que deveria receber a transferência aparece na tela.
Em outros casos, o vírus foi usado para quebrar os recursos de “registro de computador”, fazendo o usuário pensar que seu computador não havia sido registrado para uso da conta on-line. Com isso, a vítima faz uma solicitação de novo registro ao banco - registro esse que na verdade é da máquina do criminoso, pois as informações na tela haviam sido trocadas.
Ataques combinados em celulares também já foram vistos para burlar esse tipo de proteção.
Mas esses ataques ainda estão um pouco longe da realidade brasileira. Aqui, o Zeus opera com o simples monitoramento do acesso. Mas, segundo a fabricante russa de antivírus Kaspersky, ele teve uma distribuição limitada e pouco sucesso. Vírus brasileiros – que usam técnicas mais rudimentares – são mais comuns, porque são mais baratos e funcionam.
Cibercriminosos brasileiros produzem código nacional eficiente no roubo de informações bancárias com um valor bem menor do que o Zeus”, explica Fabio Assolini, analista de vírus da Kaspersky no Brasil. Assolini diz que, apesar de o Zeus não ser utilizado diretamente, alguns criadores de vírus brasileiros copiam códigos e técnicas dele, mesmo sem usar o kit de desenvolvimento da praga.
Man in The Browser
O Zeus é conhecido por sua sofisticação e flexibilidade. Quem comprar o kit de desenvolvimento de vírus pode criar novas pragas seguindo “assistentes de criação de praga virtual”. O criminoso pode escolher sua “configuração” entre as opções disponíveis e no fim terá um vírus funcionando para a atividade desejada.
No caso da sofisticação, Bonomi, da Trend Micro, acredita que a tendência é que o Zeus passa a ser mais usado ou que suas técnicas sejam incorporadas quando as técnicas hoje em uso, como o Boy in The Browser, já não forem eficazes. O conjunto de técnicas usada pelo Zeus (e algumas outras pragas) é conhecida como “Man in The Browser”. Outro detalhe é que kit do Zeus permite a criação de páginas web que infectam o internauta imediatamente após a visita, sem a necessidade da confirmação de download.
O Boy in The Browser é a alteração da configuração do navegador de internet para redirecionar sites de bancos a páginas falsas. A técnica é muito mais simples do que modificar a página dentro do próprio navegador ou monitorar os dados trocados do navegador com o banco, como no caso do Man in The Browser do Zeus.
“O Boy in the Browser usa técnicas mais simples para redirecionar a informação. O Man in the Browser é mais sofisticado. Então, eu acredito que o Man in the Browser vai ser muito mais utilizado no futuro”, acredita Bonomi.
* Altieres Rohr é especialista em segurança de computadores e, nesta coluna, vai responder dúvidas, explicar conceitos e dar dicas e esclarecimentos sobre antivírus, firewalls, crimes virtuais, proteção de dados e outros. Ele criou e edita o Linha Defensiva, site e fórum de segurança que oferece um serviço gratuito de remoção de pragas digitais, entre outras atividades. Na coluna “Segurança digital”, o especialista também vai tirar dúvidas deixadas pelos leitores na seção de comentários. Acompanhe também o Twitter da coluna, na página http://twitter.com/g1seguranca.
Assinar:
Postagens (Atom)

















