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domingo, 27 de março de 2011

Solução de mistério de 'cidade dos gêmeos' no RS é destaque no 'NYT'


Prefeitura realiza encontro anual de gêmeos em Cândido Godói

A apresentação de uma possível solução para o mistério da 'cidade dos gêmeos' gaúcha é destaque nesta sexta-feira no jornal americano 'The New York Times'.

Reforçando o destaque internacional que o tema tem recebido pela imprensa mundial, a reportagem aguarda as revelações de um estudo conduzido para explicar o alto percentual de nascimento de gêmeos em Cândido Godói (RS), uma história que motivou várias especulações.

O mistério aumentou quando o jornalista argentino Jorge Camarasa, autor de uma biografia sobre o geneticista nazista Josef Mengele, sugeriu que o fenômeno poderia ter sido resultado dos experimentos realizados por ele durante uma suposta passagem pela região nos anos 1960.

Os moradores se perguntam também se se trata de alguma substância presente na água da cidade, segundo reza a lenda local.

'Um grupo de cientistas agora pode descartar esses rumores de longa data. Úrsula Matte, uma geneticista de Porto Alegre, afirma que uma série de testes de DNA conduzidos em 30 famílias a partir de 2009 identificou um gene específico entre a população de Cândido Godói que aparece mais frequentemente em mães de famílias com gêmeos que naquelas sem gêmeos', escreve o jornal americano.

Josef Mengele
"Josef Mengele"

Pesquisadores descartaram possível 'efeito Mengele' na cidade

'O fenômeno é reforçado por um alto nível de procriação consanguínea entre a população, composta quase inteiramente por imigrantes de língua alemã.'

Os detalhes serão apresentados em um evento da prefeitura nesta sexta-feira, após dois anos de pesquisas conduzidas pelo Instituto Nacional de Genética Médica Populacional da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

A pesquisadora foi a primeira a registrar cientificamente o fenômeno, particularmente notável na pequena São Pedro, um vilarejo de 350 moradores perto de Cândido Godói. Entre 1990 e 1994, o percentual de nascimentos de gêmeos em São Pedro foi de 10%, comparado com a média nacional de 1%.

A pesquisa analisou certidões de nascimento de 80 anos atrás e concluiu que o fenômeno dos gêmeos já existia nos anos 1930, antes da suposta passagem de Mengele pelo sul do Brasil.

Estudos feitos na água local não mostraram nenhuma substância atípica.

BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.


A nova cara do terrorismo

Por Darío Garzarón
Da EFE


Após os atentados de 11 de setembro em Nova York e os de 11 de março e 7 de julho em Madri e Londres, respectivamente, a opinião pública mundial tomou conhecimento da existência de um terrorismo nunca visto até então. Hoje, sua versão 2.0 avança com estratégias cada vez mais complexas.

Depois de serem completados sete anos dos atentados em Madri, continuamos, quase a cada dia, vendo o reflexo de uma prática que remonta há vários séculos na história: o terrorismo.

Neste novo século, após a ampla cobertura midiática registrada nos atentados de 11 de setembro em Nova York, o terror continua apresentando, seja qual for o lugar onde apareça, metas bem definidas: ferir o maior número de pessoas possível.

O ponto de partida

Os atentados ocorridos nos Estados Unidos em 2001 não só comoveram a opinião pública pelas dramáticas imagens e depoimentos que os rodearam por sua cobertura ao vivo em todo o mundo, mas, como afirma Francisco Llera, professor de Ciência Política da Universidade do País Basco (norte da Espanha), "significaram um antes e um depois no que se refere ao terrorismo, já que romperam o mito da invulnerabilidade da primeira potência mundial e atacaram, de forma espetacular, o coração do capitalismo mundial".

Alfonso Merlos, graduado em Estudos de Segurança pelo Instituto Espanhol de Estudos Estratégicos, acrescenta que "após estes eventos, os Estados tomaram consciência de que o terrorismo internacional é a maior ameaça simétrica existente para as sociedades abertas, enquanto a opinião pública foi testemunha da presença de constantes focos de violência antiocidentais e antidemocráticos".

"Após os atentados ocorridos em Nova York, o governo dos EUA defendeu a destruição de todos os campos de treinamento a céu aberto, o que fez com que a tipologia dos ataques evoluísse fundamentalmente por duas razões: a utilização de campos de treinamento virtuais e a aparição de terroristas isolados", avalia Merlos.

27/03/2011 04h33 - Atualizado em 27/03/2011 08h15

Alemão da RBR lidera desde o início e não é ameaçado em prova com toques e disputas mais atrás. Massa é apenas o sétimo e Rubinho para após punição


Atual campeão mundial, Sebastian Vettel não poderia ter escolhido melhor maneira para começar o ano em que terá de defender seu título: com vitória no GP da Austrália. Após marcar a pole com folga, o alemão da RBR fez um verdadeiro passeio no circuito montado nas ruas do Albert Park, em Melbourne, e não foi ameaçado nas 58 voltas da corrida que marcou a abertura da temporada 2011. Lewis Hamilton, mesmo com problemas na parte dianteira do assoalho, chegou em segundo com a surpreendente McLaren, e o russo Vitaly Petrov, da Renault-Lotus, foi o terceiro, subindo ao pódio pela primeira vez em sua carreira na Fórmula 1.
Os pilotos brasileiros até apareceram bem durante a corrida na Austrália, mas acabaram longe das posições esperadas. Felipe Massa, da Ferrari, fez uma excelente largada, subiu para quinto, travou um emocionante duelo com Jenson Button nas primeiras voltas, mas acabaria apenas em nono, após ser superado pelo companheiro Fernando Alonso, que chegou em quarto. Após a corrida, no entanto, ele seria alçado à sétima posição graças à desclassificação de Sergio Pérez e Kamui Kobayashi, pilotos da Sauber, por irregularidades técnicas em seus carros.
Já Rubens Barrichello, da Williams, fez uma corrida para esquecer. Após escapar na primeira volta e fazer uma bela prova de recuperação, exagerou, bateu na lateral de Nico Rosberg, da Mercedes, em uma disputa de posição, rodou, trocou a asa dianteira e caiu para 15º. No fim, ele acabou abandonando com problemas de câmbio. O alemão também parou.
Grande atração da corrida, a zona de ultrapassagem acabou sendo pouco usada. A rigor, apenas Button fez uma ultrapassagem na área em que a asa traseira móvel poderia ser utilizada por quem estava atacando. O inglês da McLaren, que havia sido punido por ter cortado o caminho em uma disputa com Massa, apertou o botão e superou Kamui Kobayashi, da Sauber. Ele acabou na sexta posição. O uso do Sistema de Recuperação de Energia Cinética (Kers) acabou se revelando uma boa defesa contra a asa móvel em Melbourne.
Outro destaque da corrida em Melbourne foi o desempenho da Sauber e, principalmente, do estreante mexicano Pérez. Ele foi o único a fazer apenas uma parada no GP da Austrália e conseguiu ganhar muitas posições na fase final da corrida. Ele terminaria em sétimo, uma posição à frente do companheiro Kobayashi, mas ambos acabaram desclassificados. A próxima corrida da temporada será o GP da Malásia, em Sepang, no dia 10 de abril.
Ao contrário do restante do fim de semana, o domingo começou com sol e temperatura acima dos 20ºC, cinco a mais do que no restante do fim de semana. Antes dos carros na pista, entretanto, um silêncio eloquente. A Fórmula 1 prestou uma homenagem no grid às vítimas do terremoto seguido de tsunami ocorrido no Japão há quase duas semanas. O país asiático, que recebe a categoria no fim do ano, já conta mais de dez mil mortos pela tragédia.
O barulho voltou no momento da largada, que transcorreu tranquilamente para Vettel, que conseguiu pular na liderança com boa folga. Em quinto, Alonso fez a escolha errada ao ir por fora e caiu para nono. Em oitavo, Massa, por sua vez, optou pela linha de dentro e subiu para a quinta posição.
Ainda na primeira volta, Barrichello se envolveu em uma disputa na freada para a curva 3 e saiu da pista, voltando apenas na última posição. Jaime Alguersuari, da STR, e Michael Schumacher, da Mercedes, acabaram se tocando e tiveram de fazer um put stop precoce na segunda volta por causa de problemas em seus carros.
Em quinto, Massa começou a ser pressionado por Button na terceira volta, que não conseguia superar o brasileiro na reta mesmo com o uso da asa traseira móvel. A disputa, que durou muito tempo, acabou permitindo a aproximação de Alonso, que já havia se livrado de dois outros carros e havia subido para a sétima posição. Enquanto isso, Barrichello já tinha subido para a 14º na sexta.
A disputa entre Massa e Button durou até a 12ª volta, quando o inglês tentou a ultrapassagem no S de alta após a reta oposta. O piloto da McLaren cortou caminho, passou a frente e não devolveu a posição. Alonso aproveitou a oportunidade e também superou o brasileiro, que caiu para a sétima posição na corrida naquele momento.
Na liderança, Vettel viu sua vantagem começar a diminuir para Hamilton antes do primeiro pit stop, na 15ª volta. O inglês pararia apenas duas voltas depois e retornaria na segunda posição após um trabalho ruim da McLaren nos boxes. A vantagem do piloto da RBR cresceu para tranquilos seis segundos após o ocorrido com o rival na parada para troca dos pneus.
Punido com um drive through, Button cumpriu a pena na 18ª volta, duas antes de fazer seu pit stop para troca de pneus. Ele tinha caído para fora da zona de pontuação, mas deu sorte em seguida. Na 24ª passagem, Barrichello, que já era o nono após uma bela ultrapassagem em Kobayashi, errou a freada e acertou Nico Rosberg na curva 3. O inglês da McLaren acabou beneficiado e ganhou duas posições na confusão. Rubinho acabaria recebendo um drive through.
A segunda rodada de pit stops começou na 27ª volta, quando Webber trocou para os macios. Alonso parou em seguida. Massa entrou nos boxes na 32ª, para colocar os duros e tentar ir até o fim da prova. O brasileiro acabou perdendo rendimento com os novos pneus, mais lentos e que demoram a chegar mais à temperatura ideal quando estão na pista.
Vettel e Hamilton entraram juntos para a parada final na 36ª passagem. A ordem de ambos ficou inalterada, mas o inglês começou a se preocupar por causa do assoalho solto na parte da frente do carro, problema causado por uma leve saída de pista do inglês da McLaren. Petrov, que vinha em quarto, fez o pit stop na 37ª e assumiu o terceiro posto na 42ª, quando Webber, que já perdia rendimento, colocou os macios para tentar passar Alonso, novo quarto colocado.
Na 40ª volta, o novato Pérez começou sua apresentação para a Fórmula 1. Com a volta mais rápida até aquele momento, o mexicano já estava na zona de pontuação com apenas uma parada. Após poupar pneus, ele avançava com facilidade pelo pelotão. Ele começou a pressionar Massa na 48ª, logo após Button passar o brasileiro, e assumiu o sétimo posto com a parada do ferrarista.
Com problemas no câmbio, Barrichello abandonaria a seis voltas do final, quando estava em 15º. Mais à frente, Massa também sofria para tentar passar Sebastien Buemi, da STR, e ganhar a nona posição. Após algumas tentativas, ele foi bem sucedido na 55ª passagem. Ao mesmo tempo, Alonso tentava chegar em Petrov para roubar o último lugar no pódio, mas o russo não deu chances ao rival.
Na ponta, Vettel cruzou a linha de chegada para vencer a corrida com muita tranquilidade, mais de 22 segundos à frente de Hamilton, que se arrastou com o assoalho danificado para chegar na segunda posição. Atual campeão, o alemão começou 2011 como terminou 2010: no alto do pódio.
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Confira o resultado final do GP da Austrália, em Melbourne (307,574 quilômetros):
1 - Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) - 58 voltas em 1h29m30s259
2 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - a 22s297
3 - Vitaly Petrov (RUS/Renault-Lotus) - a 30s560
4 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - a 31s772
5 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - a 38s171
6 - Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - a 54s300
7 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - a 1m25s1008 - Sebastien Buemi (SUI/STR-Ferrari) - a 1 volta
9 - Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes) - a 1 volta
10 - Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes) - a 1 volta
11 - Jaime Alguersuari (ESP/STR-Ferrari) - a 1 volta
12 - Nick Heidfeld (ALE/Renault-Lotus) - a 1 volta
13 - Jarno Trulli (ITA/Lotus-Renault) - a 2 voltas
14 - Jerome D'Ambrosio (BEL/MVR-Cosworth) - a 3 voltas
Não terminaram:Timo Glock (ALE/MVR-Cosworth) - a 8 voltas/mecânico
Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth) - a 9 voltas/câmbio)Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - a 36 voltas/acidente
Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Renault) - a 39 voltas/mecânico
Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - a 39 voltas/mecânico
Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth) - a 48 voltas/pane mecânica
Sergio Pérez (MEX/Sauber-Ferrari) - desclassificado
Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) - desclassificado
Melhor volta: Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1m28s947, na 55ª

 

sábado, 26 de março de 2011

##= Entenda como a geração de energia elétrica afeta o meio ambiente =##

Cada tecnologia de geração de energia tem um impacto diferente sobre a natureza.
Os custos e a  viabilidade também devem ser levados em conta na comparação.
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Tipo de usina Vantagens Desvantagens
Hidroelétrica
Ícone hidroelétrica (Foto: Arte/G1)
- Emissão de gases causadores do efeito estufa muito baixa

- Baixo custo
- Impacto social e ambiental do represamento do rio
- Dependência (limitada) das condições climáticas
Termoelétrica a carvão
Ícone carvão (Foto: Arte/G1)
- Baixo custo de construção e combustível

- Alta produtividade

- Independência das condições climáticas
- Emissão de gases de efeito estufa muito alta (é a que mais emite)
- Poluição local do ar com elementos que causam chuva ácida e afetam a respiração
Termoelétrica a gás natural
Ícone gás natural (Foto: Arte/G1)
- Baixo custo de construção
- Independência das condições climáticas
- Baixa poluição local (comparada à termoelétrica a carvão)
- Emissão de gases de efeito estufa alta (menor que a do carvão, porém significativa)
- Custo de combustível muito oscilante (atrelado ao petróleo)
Termoelétrica a biomassa
Ícone biomassa (Foto: Arte/G1)
- Baixo custo de construção e combustível
- Emissão de gases de efeito estufa praticamente se anula (o ciclo do carbono fica perto de ser fechado)
- Independência das condições climáticas
- Disputa do espaço do solo com a produção de alimentos
- Caso haja desmatamentos para o cultivo, cria um novo problema ambiental
Nuclear
Ícone nuclear (Foto: Arte/G1)
- Emissão de gases de efeito estufa praticamente inexistente
- Alta produtividade
- Independência das condições climáticas
- Alto custo (exige investimentos em segurança)
- Produção de rejeitos radioativos
- Risco de acidentes (a probabilidade é baixa, mas os efeitos são gravíssimos)
Eólica
Ícone eólica (Foto: Arte/G1)
- Emissão de gases de efeito estufa praticamente inexistente
- Impacto ambiental mínimo
- Baixa produtividade
- Dependência das condições climáticas
- Poluição visual
Fotovoltaica
Ícone fotovoltaica (Foto: Arte/G1)



- Baixo impacto ambiental
- Alto custo
- Baixa produtividade









sexta-feira, 25 de março de 2011

Médicos descobrem terceiro bebê em parto de gêmeos em Salvador

Durante toda a gravidez, só eram esperadas duas meninas. Mas depois que a segunda menina nasceu, os médicos perceberam que havia outro bebê.


Esta semana, o Bom Dia mostrou a surpresa de um nascimento. A família esperava gêmeos, dois meninos, mas um dos bebês era menina. Aconteceu em São Paulo. Em Salvador, nesta quinta-feira (24), outros dois partos e mais duas surpresas.
O parto começou em um hospital de Santo Amaro, a 80 quilômetros de Salvador. Lá nasceu Adrielle, mas faltava ainda nascer a segunda menina.
“Foi só o tempo de chegar e a segunda já foi logo nascendo. Após a segunda nascer, perceberam que tinha mais uma. Em vez de gêmeos, eram trigêmeos”, conta a dona de casa Edneide Pereira. “Foi uma surpresa, mas, graças a Deus, foi tudo bem”, diz a enfermeira Márcia Cardoso.
Durante toda a gravidez, só eram esperadas duas meninas. “Fiquei sem chão na hora”, completa a mãe das meninas.
As trigêmeas juntas pesam pouco mais de cinco quilos - menos que Gustavo, outro bebê que está na mesma maternidade das meninas. Ele nasceu com 6,75 kg, o peso de uma criança de seis meses, bem acima do que o ultrassom previa. “Achava que ia ser o peso de 4 kg como estava na ultrassom. Eu fui na quinta-feira passada e, quando foi no domingo, ele nasceu com 6,75 kg”, afirma Edneide Pereira.
Nos dois casos, as mães fizeram pré-natal e tiveram acompanhamento médico, mas erros podem acontecer, dizem os especialistas. “O exame de imagem tem duas variáveis. Uma é o operador, aquele que está fazendo, a experiência do avaliador. A outra é a do equipamento”, explica o médico obstetra David Nunes.

Agora, as duas famílias vão ter de refazer o enxoval dos bebês.

Temporada 2011 coloca tradição do Brasil em risco na F-1


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País com grande tradição na F-1, dono de oito títulos mundiais, o Brasil corre o risco de em um futuro não muito distante não ter mais representantes na categoria máxima do automobilismo.

A temporada que começa neste final de semana, na Austrália, pode involuntariamente acelerar o processo.
Dos quatro pilotos que o Brasil tinha no ano passado, restaram apenas dois: Felipe Massa e Rubens Barrichello. Lucas di Grassi ficou sem vaga, e Bruno Senna será piloto de testes da Renault.

Tanto Massa quanto Barrichello estão em momentos cruciais nas suas carreiras.

O primeiro, depois de uma temporada complicada na Ferrari, na qual ficou à sombra do parceiro, Fernando Alonso, tendo inclusive que lhe ceder a vitória em Hockenheim, tem de provar que é capaz de bater o espanhol.

Caso contrário, seus dias como piloto da escuderia italiana podem chegar ao fim antes mesmo do final de seu contrato, que vai até 2012.

Em Melbourne, onde fez sua estreia na categoria em 2002, Massa disse saber da importância deste Mundial.

"Preciso fazer o melhor que eu posso, não só dentro do carro mas também com a equipe e com todo o resto. E é isso que estou pronto para fazer", afirmou o ferrarista.

Barrichello, que começa sua 19ª temporada na categoria, vive situação diferente.

Aos 38, sabe que sua carreira está chegando ao fim. Um mau desempenho em 2011 pode antecipar a aposentadoria que ele tenta adiar. E, consequentemente, antecipar o plano de ajudar jovens pilotos a chegar à F-1.

"É até engraçado chegarmos a esta situação porque o Brasil sempre teve muitos pilotos de alto nível. Até hoje, se você for a um kartódromo, vai ver muita gente que tem potencial para entrar na F-1", afirmou o piloto da Williams.

"Acho que está na hora de o Brasil começar a pensar se não tem que injetar algum incentivo. Isso é uma coisa que eu penso em fazer quando eu parar porque a gente sabe que, hoje, só talento não leva ninguém para a F-1."

Massa, que criou uma categoria no Brasil para tentar reverter a situação, faz coro.

"Há 15 anos, o que mais se via era brasileiro correndo em todas as categorias pelo mundo. Hoje, é superdifícil."

Em 2010, por exemplo, dos 34 pilotos que correram na GP2, a categoria de acesso à F-1, só dois eram brasileiros.

"A chance de, se isso continuar, não termos mais brasileiros na F-1 é muito grande."

Temporada 2011 coloca tradição do Brasil em risco na F-1

País com grande tradição na F-1, dono de oito títulos mundiais, o Brasil corre o risco de em um futuro não muito distante não ter mais representantes na categoria máxima do automobilismo.
A temporada que começa neste final de semana, na Austrália, pode involuntariamente acelerar o processo.
Dos quatro pilotos que o Brasil tinha no ano passado, restaram apenas dois: Felipe Massa e Rubens Barrichello. Lucas di Grassi ficou sem vaga, e Bruno Senna será piloto de testes da Renault.
Tanto Massa quanto Barrichello estão em momentos cruciais nas suas carreiras.
O primeiro, depois de uma temporada complicada na Ferrari, na qual ficou à sombra do parceiro, Fernando Alonso, tendo inclusive que lhe ceder a vitória em Hockenheim, tem de provar que é capaz de bater o espanhol.
Caso contrário, seus dias como piloto da escuderia italiana podem chegar ao fim antes mesmo do final de seu contrato, que vai até 2012.
Em Melbourne, onde fez sua estreia na categoria em 2002, Massa disse saber da importância deste Mundial.
"Preciso fazer o melhor que eu posso, não só dentro do carro mas também com a equipe e com todo o resto. E é isso que estou pronto para fazer", afirmou o ferrarista.
Barrichello, que começa sua 19ª temporada na categoria, vive situação diferente.
Aos 38, sabe que sua carreira está chegando ao fim. Um mau desempenho em 2011 pode antecipar a aposentadoria que ele tenta adiar. E, consequentemente, antecipar o plano de ajudar jovens pilotos a chegar à F-1.
"É até engraçado chegarmos a esta situação porque o Brasil sempre teve muitos pilotos de alto nível. Até hoje, se você for a um kartódromo, vai ver muita gente que tem potencial para entrar na F-1", afirmou o piloto da Williams.
"Acho que está na hora de o Brasil começar a pensar se não tem que injetar algum incentivo. Isso é uma coisa que eu penso em fazer quando eu parar porque a gente sabe que, hoje, só talento não leva ninguém para a F-1."
Massa, que criou uma categoria no Brasil para tentar reverter a situação, faz coro.
"Há 15 anos, o que mais se via era brasileiro correndo em todas as categorias pelo mundo. Hoje, é superdifícil."
Em 2010, por exemplo, dos 34 pilotos que correram na GP2, a categoria de acesso à F-1, só dois eram brasileiros.
"A chance de, se isso continuar, não termos mais brasileiros na F-1 é muito grande."

quinta-feira, 24 de março de 2011

##= Ex-mendigo constrói carro com martelo e talhadeira na Paraíba =##

{**}Orismar de Souza, 35 anos, demorou quatro anos para concluir projeto.
Ele disse que ainda tem sonho de ter um carro de verdade.




##= O ex-mendigo Orismar de Souza, 35 anos, morador de São José de Piranhas (PB), sempre teve o sonho de dirigir um carro. A paixão automobilística surgiu aos 9 anos, quando começou a construir carrinhos com lata de óleo, no sítio onde trabalhavam os pais, produtores rurais em Cajazeiras (PB). Aos 17 anos, ele viu um deficiente físico dirigindo um carro adaptado e teve o seguinte lampejo: "vou construir meu próprio carro". O sonho se tornou realidade em dezembro de 2010, quando ele concluiu o seu atual meio de transporte, o 'camarão móvel'.
Veja fotos do carro construído por ex-mendigo na Paraíba
Usando apenas uma talhadeira e um martelo, que foram presentes de um vizinho, Souza disse que começou a cortar as primeiras chapas de aço. "Virei piada. Lembro de quando vi um homem montando um portão em uma casa e perguntei onde ele comprava as chapas de aço. Ele riu da minha cara e disse que eu estava louco quando falei que queria construir um carro."
Souza contou ao G1 que chegou a passar fome para guardar dinheiro e conseguir comprar o material para a lataria do 'camarão móvel'. "Deixava de comer para juntar todo o dinheiro necessário. Em quatro meses eu juntei R$ 450 e fui até a cidade comprar as chapas. Ninguém acreditava, todo mundo ria de mim. Fui muito humilhado por isso, mas eu venci e construí meu carro, sozinho, com minhas próprias mãos."
Ele disse que a inexperiência em lidar com o aço quase o fez desistir do sonho. "Comecei a cortar o aço com a talhadeira e o aço foi ficando mole, não sabia mexer com isso e me assustei. Depois, quando fui dobrando as peças, ele voltou a ficar rígido. Foi Deus que me ajudou e consegui dar forma ao carro."
A única habilidade que Souza disse ter era lidar com a terra, quando ajudava os pais na roça. "Comecei a fazer miniaturas com o metal das latas de óleo que minha mãe usava em casa. Trocava os carrinhos por galinha, ovo, comida e roupa. Era o jeito que eu conseguia ajudar meus pais. Eu fazia carro de polícia, trator e até picape. Quando meus pais viram aquilo, até compraram uma latinha de tinta para eu pintá-los."
Para construir o 'camarão móvel', Souza disse que pedia muitas peças nas oficinas da região e também pegava tudo que era descartado no lixo. "Peguei um motor de motocicleta, de 125 cc, para mover o carro. Antes, a ligação era feita com pedal, igual ao de moto, na parte traseira. Agora, em dezembro, consegui fazer a ignição com chave e também coloquei câmbio com ré."
Souza disse que o 'camarão móvel' chega até 80 km/h na rodovia de asfalto. "Na cidade e no barro eu ando devagar, não passo dos 40km/h. Cabe duas pessoas, mas não tenho namorada. Quando ando na rua é aquela festa, porque muita gente me admira e acaba tirando foto."
Apesar de ter conseguido construir seu próprio carro, o ex-mendigo, que faz bicos de faxineiro e cortador de cana, disse que espera um dia arrumar uma garagem fixa para seu 'camarão móvel'. "Na verdade, na verdade, ainda sonho em ter um carro direitinho, com placa, documento e tudo, além de um lugar para guardá-lo com segurança."

##= Dívida pública sobe 2,6% em fevereiro e atinge R$ 1,67 trilhão =##

"...é isto e mais um pouco a dívida pública em fevereiro!???...É MOLE!??"
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Dívida pública sobe 2,6% em fevereiro e atinge R$ 1,67 trilhão

DE BRASÍLIA Os aumentos da inflação e da taxa básica de juros elevaram o custo da dívida pública federal acumulado em 12 meses, que passou de 11,43% ao ano em janeiro para 11,70% em fevereiro, segundo dados do Tesouro Nacional. Em fevereiro do ano passado, esse custo era de 9,4% ao ano.
No mês passado, a dívida do governo federal subiu de R$ 1,63 trilhão para R$ 1,67 trilhão, aumento de 2,6%. A previsão é terminar o ano com um endividamento entre R$ 1,8 trilhão e R$ 1,9 trilhão.
A participação de estrangeiros na dívida teve um pequeno recuo, de 11,8% para 11,4%. Desde que o governo aumentou o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para essas aplicações, essa participação se mantém praticamente estável.
O Tesouro informou que não foi percebida saída de investidores japoneses por conta das tragédias que abalam o país asiático. A avaliação do governo, baseada também em relatórios de bancos e consultorias, é que não deve haver um grande fluxo de repatriação de recursos japoneses que afetem a dívida brasileira.

Entenda como é e como Funciona a Escala RICHTER


0 = Somente um sismógrafo pode captar o Movimento;
1 = Somente um sismógrafo pode captar o Movimento;
2 = Oscilação de objetos suspensos;
3 = Efeito parecido com a passagem de um caminhão;
4 = Quebra de vidro e outros objetos;
5 = Deslocamentos de móveis, rachaduras nas paredes;
6 = Danos fortes nas construções sólidas. Destruição de casas frágeis;
7 = Deslocamentos de edifícios. Fissuras no solo, rupturas de canos;
8 = Destruicão de pontes e da maioria das construções;
9 = Destruição quase total, ondulações visíveis.