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quarta-feira, 25 de junho de 2025

Onde a bola rola: conheça os 12 estádios da Copa do Mundo de Clubes 2025

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Os campos dos jogos tiveram que se adequar para obedecer a um padrão, com mesma medida e grama natural. Por trás da uniformidade, cada estádio carrega identidade e história próprias
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Por Claudio Assis, Flávia Ribeiro e Rodrigo Lois — Rio de Janeiro

Postado em 25 de Junho de 2.025 às 08h30m

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Onde a bola rola: conheça os 12 estádios da Copa do Mundo de Clubes 2025

A palavra de ordem da Fifa para as 12 sedes da Copa do Mundo de Clubes é uniformidade. Cada estádio pode ter sua identidade visual e preservar história, claro. Mas quando se trata dos campos, todos precisaram se adequar para obedecer a um padrão, com a medida de 105m x 68m e grama natural. Seis deles, normalmente voltados para o futebol americano, tinham originalmente gramado artificial mas trocaram para o natural.

Fred Bruno apresenta o estádio da estreia do Fluminense na Copa do Mundo de Clubes
Fred Bruno apresenta o estádio da estreia do Fluminense na Copa do Mundo de Clubes

MetLife, Mercedes-Benz Stadium, Bank of America Stadium, Hard Rock e Lumen Field já estão com o gramado natural instalado, enquanto o Lincoln Financial Field é o único com um campo híbrido no torneio, mas composto por 95% de grama natural.

Conheça abaixo um pouco mais sobre os 12 estádios da Copa do Mundo de Clubes. Cinco deles sediarão jogos da Copa do Mundo de 2026, e dois foram sedes de partidas da de 1994. Entre eles, um que sempre terá um espaço especial no coração do brasileiro: o Rose Bowl, palco do tetracampeonato do Brasil, arena que explodiu em verde e amarelo quando Baggio errou o último pênalti da Itália e Dunga levantou a taça ao lado de Bebeto, Romário e companhia.

Estádios Copa do Mundo de Clubes - Audi — Foto: Infografia ge
Estádios Copa do Mundo de Clubes - Audi — Foto: Infografia ge

O Audi Field é um estádio específico de futebol, um dos principais da Major League Soccer (MLS), a liga de futebol dos Estados Unidos. Casa do D.C. United, se destaca pela proximidade da primeira fileira das arquibancadas para o campo, de apenas dois metros e meio. Mesmo nas últimas fileiras, a visão é boa por causa da inclinação dos assentos. Com capacidade para apenas 25 mil espectadores, é um dos dois menores da Copa do Mundo de Clubes, junto com o Inter&Co.

Estádios Copa do Mundo de Clubes - Bank of America — Foto: Infografia ge
Estádios Copa do Mundo de Clubes - Bank of America — Foto: Infografia ge

O estádio Bank of America tem um design específico para o futebol americano. Do lado de fora, chama a atenção o caminho até a arena com mais de dez espécies diferentes de árvores, mesmo no meio da cidade de Charlotte. Rolling Stones e Beyoncé já fizeram shows lá.

Estádios Copa do Mundo de Clubes - Camping World — Foto: Infografia ge
Estádios Copa do Mundo de Clubes - Camping World — Foto: Infografia ge

Chamado inicialmente de Orlando Stadium, o Camping World já teve vários nomes, como Tangerine Bowl e Citrus Bowl, desde sua inauguração, em 1936. Ele foi construído durante a administração do presidente americano Franklin Delano Roosevelt, como uma das obras programadas para oferecer emprego aos americanos durante a Grande Depressão, e passou por várias expansões ao longo de seus quase 90 anos. Sediou jogos da Copa do Mundo de 1994 e foi palco de shows de bandas como The Rolling Stones, The Who, Pink Floyd, e Guns N' Roses e artistas como Paul McCartney.

Estádios Copa do Mundo de Clubes - Geodis Park — Foto: Infografia ge
Estádios Copa do Mundo de Clubes - Geodis Park — Foto: Infografia ge

É o maior estádio específico para o futebol nos Estados Unidos (e no Canadá também), com capacidade para 30 mil pessoas sentadas. A distância entre os torcedores das últimas fileiras e as cadeiras à beira do gramado é de apenas 45 metros. Há também uma área reservada para torcedores ficarem em pé.

Estádios da Copa do Mundo de Clubes 2025 - Hard Rock — Foto: Infografia ge
Estádios da Copa do Mundo de Clubes 2025 - Hard Rock — Foto: Infografia ge

Essa arena multiuso atende ao futebol americano, universitário e profissional, luta livre, tênis, eventos de músicas e mais. Recebeu seis edições do Super Bowl, da NFL. Também costuma servir de estádio para a seleção brasileira quando joga nos EUA.

Estádios Copa do Mundo de Clubes - Inter&Co — Foto: Infografia ge
Estádios Copa do Mundo de Clubes - Inter&Co — Foto: Infografia ge

Primeiro estádio da MLS a assistir cinco vitórias consecutivas após sua inauguração, o Inter&Co é casa do Orlando City, da MLS, e do Orlando Pride, da NWSL, a liga feminina de futebol dos EUA. Sediou jogos das Eliminatórias da América do Norte para as edições de 2018 e 2022 da Copa do Mundo. Há um setor nas arquibancadas com 40 cadeiras pintadas com as cores do arco-íris, as mesmas da bandeira do movimento LGBT, uma homenagem permanente às vítimas do Massacre de Orlando, atentado terrorista em uma boate LGBT em 2016. O estádio conta ainda com um setor chamado The Wall, para os torcedores que preferem ver os jogos em pé - mas em jogos como o da Copa do Mundo de Clubes, esse recurso é proibido e só são vendidos ingressos para as cadeiras.

Estádios Copa do Mundo de Clubes - Lincoln Financial Field — Foto: Infografia ge
Estádios Copa do Mundo de Clubes - Lincoln Financial Field — Foto: Infografia ge

O estádio primordialmente de futebol americano da histórica cidade da Filadélfia é casa do Philadelphia Eagles. Mas seu jogo de estreia foi de futebol, um amistoso entre Barcelona e Manchester United, em 2003. Recebeu quatro jogos da Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2003 e será uma das sedes da Copa do Mundo de 2026.

Estádios Copa do Mundo de Clubes - Lumen Field — Foto: Infografia ge
Estádios Copa do Mundo de Clubes - Lumen Field — Foto: Infografia ge

Estádio multiuso, é a sede tanto dos Seattle Seahawks, da NFL, quanto do Seattle Sounders e do Seattle Reign, da MLS e da NWSL. O Seattle Sounders, por sinal, é o primeiro adversário do Botafogo na Copa do Mundo. Até muito recentemente, tinha gramado sintético, mas teve que passar por mudanças já que, por determinação da Fifa, todos os estádios do torneio precisam ter grama natural.

Estádios Copa do Mundo de Clubes - Mercedes-Benz — Foto: Infografia ge
Estádios Copa do Mundo de Clubes - Mercedes-Benz — Foto: Infografia ge

A característica mais marcante do estádio Mercedes-Benz é o teto retrátil, semelhante a um cata-vento, com oito painéis triangulares translúcidos. Quando abertos, os painéis criam a ilusão das asas de um pássaro. O teto em círculo foi inspirado no Panteão de Roma. Oito jogos da Copa do Mundo da FIFA 26 serão disputados em Atlanta.

Estádios Copa do Mundo de Clubes - Met Life — Foto: Redação do ge
Estádios Copa do Mundo de Clubes - Met Life — Foto: Redação do ge

O MetLife é um estádio mutante, uma maravilha arquitetônica projetada para mudar suas cores, símbolos e estruturas em apenas oito horas - e, assim, receber tanto jogos do New York Giants, time da NFL que tem o azul escuro e o vermelho como cores e umas estrutura de aço exposta e pedra rústica como visual; quanto os do New York Jets, que tem o verde e branco como cores e aposta em um visual mais moderno. Acostumado às mudanças, o estádio passou os últimos quatro meses fechado para se adequar às exigências da Fifa para a Copa do Mundo de Clubes e para a Copa do Mundo de 2026, entre elas a de que os campos tenham o mesmo tamanho - 105m x 68m - e grama natural.

Estádios Copa do Mundo de Clubes - Rose Bowl — Foto: Infografia ge
Estádios Copa do Mundo de Clubes - Rose Bowl — Foto: Infografia ge

O Rose Bowl foi o palco da conquista do tetra, na final da Copa do Mundo de 1994 entre Brasil e Itália. Também recebeu a decisão da Copa do Mundo Feminina de 1999. Quando construído, há mais de um século, o estádio de Pasadena tinha formato de ferradura, mas foi expandido, modernizado e hoje é uma arena circular. É o estádio com maior capacidade entre os 12, abrigando até 88.500 torcedores. O Botafogo vai jogar nele na Copa do Mundo de Clubes.

Estádios Copa do Mundo de Clubes - TQL — Foto: Infografia ge
Estádios Copa do Mundo de Clubes - TQL — Foto: Infografia ge

Aclamado por seu design inovador, o TQL é um dos maiores estádios específicos para o futebol da Major League Soccer. Costuma receber jogos da seleção feminina e masculina dos Estados Unidos.

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Supertelescópio James Webb descobre seu 1º planeta fora do Sistema Solar

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Mundo distante fica a cerca de 111 anos-luz da Terra e é dez vezes mais leve que outros exoplanetas já fotografados por observatórios espaciais.
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Por Roberto Peixoto, g1

Postado em 25 de Junho de 2.025 às 15h00m

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Primeira foto direta do exoplaneta TWA 7b (mancha laranja) capturada pelo telescópio James Webb. Imagem utilizou técnica especial que "esconde" a luz da estrela próxima ao corpo celeste. — Foto: ESA
Primeira foto direta do exoplaneta TWA 7b (mancha laranja) capturada pelo telescópio James Webb. Imagem utilizou técnica especial que "esconde" a luz da estrela próxima ao corpo celeste. — Foto: ESA

O supertelescópio espacial James Webb fez uma descoberta histórica ao capturar pela primeira vez a imagem direta de um exoplaneta, um planeta fora do nosso Sistema Solar (veja ACIMA).

O achado foi publicado num artigo na revista Nature nesta quarta-feira (25). No estudo, os cientistas relatam que o observatório conseguiu "fotografar" diretamente o TWA 7b, como ele foi apelidado, mesmo o planeta orbitando uma estrela, algo extremamente difícil de fazer.

🌌 ENTENDA: Fotografar um exoplaneta do tipo é um grande desafio porque o brilho de uma estrela quase apaga a luz desses astros. Além disso, eles estão tão distantes de nós que parecem pontos minúsculos, mesmo com os melhores telescópios do mundo.

O Webb, o observatório espacial mais poderoso já construído, localizou o corpo celeste em um disco cheio de rochas e poeira ao redor da estrela jovem (na imagem acima o círculo tracejado com um símbolo de estrela ao centro marca a localização do astro) e descobriu que ele está cercado por detritos espaciais onde futuros planetas ainda estão se formando.

"Esta descoberta representa um marco importante na busca por exoplanetas", informou o Centro Nacional de Pesquisa Científica da França (CNRS) em um comunicado. A pesquisa foi liderada por cientistas franceses do Observatório de Paris.

O exoplaneta orbita uma estrela chamada TWA 7, localizada em um sistema solar jovem. O que torna essa descoberta ainda mais especial, contudo, é que o planeta é dez vezes mais leve do que outros mundos já fotografados antes.

Dessa forma, TWA 7b tem uma massa parecida com a de Saturno e pesa cerca de 30% do que pesa Júpiter, o maior planeta do nosso Sistema Solar. Pode parecer grande, mas para os padrões dos exoplanetas já fotografados, ele é considerado "levinho".

Como a descoberta foi feita

Para resolver o problema do ofuscamento da estrela, os cientistas usaram uma técnica especial que envolve a utilização do coronógrafo do James Webb, uma espécie de placa circular posicionada no foco do telescópio.

Com o aparelho, eles conseguiram "tapar" artificialmente a luz da estrela, como se fosse um eclipse artificial. Com isso, conseguiram enxergar o que estava ao redor da estrela.

Os pesquisadores se concentraram então em sistemas solares jovens, com apenas alguns milhões de anos e procuraram por "berçários" onde planetas ainda estão nascendo. Nesses locais, os planetas recém-formados ainda estão quentes, o que os torna mais brilhantes e fáceis de detectar.

Nesse processo, o sistema TWA 7 chamou atenção porque possui três anéis concêntricos muito peculiares. Um desses anéis é inclusive especialmente fino e está cercado por duas áreas praticamente vazias.

Imagem mostra os anéis de detritos ao redor da estrela TWA 7, onde foi descoberto o novo planeta. A área vazia no anel indica exatamente onde o exoplaneta está localizado. — Foto: A.-M. Lagrange et al. / ESO / JWST
Imagem mostra os anéis de detritos ao redor da estrela TWA 7, onde foi descoberto o novo planeta. A área vazia no anel indica exatamente onde o exoplaneta está localizado. — Foto: A.-M. Lagrange et al. / ESO / JWST

Os cientistas suspeitaram então que esses anéis eram formados pela influência gravitacional de planetas invisíveis. Dessa forma, quando o James Webb conseguiu fotografar o sistema, encontrou exatamente o que procurava: uma fonte de luz no centro do anel mais estreito.

Este observatório [o James Webb] nos permite capturar imagens de planetas com massas semelhantes às do Sistema Solar, o que representa um avanço empolgante na nossa compreensão de sistemas planetários, incluindo o nosso, acrescentou a coautora do estudo Mathilde Malin, da Universidade Johns Hopkins.

Agora os cientistas esperam que o James Webb consiga fotografar mundos com apenas 10% da massa de Júpiter, mas o objetivo final é conseguir fotografar diretamente planetas rochosos como o nosso.

Isto é, mundos que possam ter condições para abrigar vida. Os telescópios do futuro, tanto no espaço quanto na Terra, usarão coronógrafos ainda mais avançados para essa tarefa.

VÍDEO: Por que o James Webb é um supertelescópio?

Compare as fotos do supertelescópio James Webb com seu antecessor
Compare as fotos do supertelescópio James Webb com seu antecessor

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terça-feira, 24 de junho de 2025

Ataque dos EUA atrasou programa nuclear do Irã por apenas alguns meses, diz jornal

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Relatório dos EUA obtido pelo "New York Times" contradiz o governo americano e diz que instalações nucleares do Irã não foram destruídas. País ainda pode enriquecer urânio e construir bomba rudimentar em até seis meses. Casa Branca nega.
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Por Redação g1

Postado em 24 de Junho de 2.025 às 17h45m

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Israel acusa Irã de violar cessar-fogo
Israel acusa Irã de violar cessar-fogo

O ataque dos Estados Unidos contra instalações do Irã no sábado (21) atrasou o programa nuclear do país "em apenas alguns meses", segundo reportagem do "The New York Times". O jornal cita um relatório preliminar americano obtido por fontes da inteligência sob condição de anonimato.

De acordo com o documento da Agência de Inteligência de Defesa (DIA, na sigla em inglês), obtido pelo jornal, os ataques selaram as entradas de dois dos três locais atingidos — Fordow, Natanz e Isfahan — mas não chegaram a colapsar suas estruturas subterrâneas, onde estão parte dos principais laboratórios do programa nuclear iraniano.

A eletricidade e parte do maquinário foram danificados, mas a estrutura física das instalações continua de pé, segundo fontes de defesa dos EUA e de Israel. Para que os danos fossem mais duradouros, seriam necessárias múltiplas rodadas de ataques, disseram militares americanos.

Logo após o bombardeio, o secretário de Defesa dos EUA, Peter Hegseth, disse que o ataque "foi concluído com sucesso" e que foi o "último golpe no programa nuclear iraniano". "Ficou claro que devastamos o programa nuclear iraniano", disse ele.

Segundo o relatório, diz a reportagem, antes dos bombardeios, as agências de inteligência estimavam que, caso decidisse produzir uma arma nuclear, o Irã levaria cerca de três meses para conseguir um "artefato básico". Após os ataques americanos e israelenses às instalações, essa previsão foi estendida para "um prazo inferior a seis meses".

A estimativa considera que o Irã ainda possui controle sobre quase todo o seu estoque de urânio enriquecido, que foi deslocado antes da ofensiva, aponta o "The New York Times". Fontes da inteligência americana afirmam que parte desse material pode ter sido transferida para instalações secretas de enriquecimento, fora do alcance das bombas.

Relatório contradiz governo americano

A reportagem afirma que o relatório indica que o impacto da operação foi menor do que o anunciado pelo presidente dos EUA, Donald Trump. A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse ao "The New York Times" que a avaliação está completamente errada.

Todo mundo sabe o que acontece quando você joga 14 bombas de 30 mil libras perfeitamente nos alvos: destruição total, disse Leavitt em comunicado.

Apesar do discurso oficial, autoridades americanas admitem, nos bastidores, que os danos foram significativos, mas insuficientes para impedir o Irã de retomar seu programa nuclear em curto prazo.

No entanto, relatos de novos ataques em Teerã e declarações cruzadas entre os envolvidos colocaram o acordo sob incerteza logo nas primeiras horas.

Trump afirmou que tanto Israel quanto Irã violaram os termos da trégua, negociada com participação ativa do Catar, e que estava "insatisfeito com os dois lados".

Ataques de Israel no Irã — Foto: Vahid Salemi/AP
Ataques de Israel no Irã — Foto: Vahid Salemi/AP

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domingo, 22 de junho de 2025

Irã lança mísseis em Israel horas após ataque dos EUA em instalações nucleare

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https://www.msn.com/pt-br/channel/source/Itatiaia/
História de Enzo Menezes
 • 8 h • 
Postado em 22 de Junho de 2.025 às 010h00m

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Irã lança mísseis em Israel horas após ataque dos EUA em instalações nucleares

Mísseis iranianos atingiram três regiões de Israel, incluindo a cidade costeira de Tel Aviv, na manhã deste domingo (22), deixando ao menos 23 feridos. Os ataques acontecem horas depois dos Estados Unidos bombardearem três importantes instalações nucleares da República Islâmica.

Em Ramat Aviv, bairro de Tel Aviv, edifícios sofreram danos severos. O prefeito Ron Huldai, ao inspecionar os locais atingidos, afirmou que "as casas aqui foram atingidas com muita, muita gravidade". Ele ressaltou, no entanto, que uma das residências impactadas estava desocupada. "Aqueles que estavam no abrigo estão todos seguros e bem. Os danos são muito, muito extensos, mas em termos de vidas humanas, estamos bem", afirmou, conforme a AFP.

Ataques em Haifa e Ness Ziona

A polícia israelense confirmou em comunicado que equipes foram enviadas a outros dois pontos atingidos: um em Haifa, ao norte, e outro em Ness Ziona, ao sul de Tel Aviv.

Fotos da AFP em Haifa mostraram uma praça pública em área residencial coberta por escombros, com lojas e casas vizinhas danificadas.

Eli Bin, chefe do Magen David Adom, o equivalente israelense da Cruz Vermelha, informou que o total de feridos nos ataques em todo o país chegou a 27, sendo "duas (vítimas) em estado moderado e o restante com ferimentos leves".

O exército israelense reportou que duas salvas de mísseis foram disparadas contra Israel 

O exército israelense reportou que duas salvas de mísseis foram disparadas contra Israel por volta das 7h30 (1h30 no horário de Brasília). O ataque iraniano ocorre horas depois de os Estados Unidos entrarem no conflito por decisão de Donald Trump.

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