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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

‘Forbes:’ Bill Gates é o mais rico dos EUA; Zuckerberg, o 14º



LISTA DA FORBES


INTERNACIONAL -- NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.

ECONOMIA & NEGÓCIOS


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21 de setembro de 2011 | 18h27
Sílvio Guedes Crespo
!*%-=-%*! A revista americana “Forbes” divulgou em seu site a mais recente lista das pessoas mais ricas dos Estados Unidos. Bill Gates, fundador da Microsoft, continua em primeiro lugar, agora com uma fortuna de US$ 59 bilhões. Na lista dos mais ricos do mundo, divulgada em março, ele aparecia com US$ 56 bilhões.
O megainvestidor Warren Buffett permanece em segundo, mesmo tendo perdido US$ 11 bilhões. Seu patrimônio caiu de US$ 50 bilhões para US$ 39 bilhões. Larry Ellison, da Oracle, é o terceiro com US$ 33 bilhões.
O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, é o 14º do ranking, com US$ 17,5 bilhões, imediatamente à frente de Sergey Brin e Larry Page, fundadores do Google, com uma fortuna de US$ 16,7 bilhões cada.

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Agências de rating rebaixam notas de 10 bancos dos EUA e da Itália


Crise europeia



INTERNACIONAL -- NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.
ECONOMIA & MERCADOS


Publicada em 21/09/2011 às 15h22m
O Globo, com agências
*$$-.=.-$$* RIO - A agência de classificação de riscos Moody's rebaixou nesta quarta-feira os ratings (notas) de crédito de longo-prazo do Bank of America (BofA) e do Wells Fargo e de curto prazo do Citigroup. Já a agência de classificação de investimentos Standard & Poor's (S&P) rebaixou o rating de sete bancos italianos sob a justificativa de riscos na dívida soberana

A justificativa da Moody's para rebaixar os bancos americanos é a probabilidade cada vez menor de que os Estados Unidos apoiem os credores em caso de emergência.

Em um informe divulgado nesta quarta-feira, a S&P disse agir "de acordo com critérios aplicáveis ao relacionamento entre as classificações de instituições financeiras e suas relações na União Econômica e Monetária Europeia."

Há poucos dias, a S&P havia rebaixado a classificação da Itália, citando fragilidades políticas.
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Brasil ocupa a pior colocação no ranking da Fifa em 18 anos

Queda livre



ESPORTES -- FUTEBOL -- NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.
Seleção Brasileira


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O Globo 
A seleção de Mano Menezes continua em queda livre no ranking da Fifa - AP

*-||\0/||-* RIO - A seleção brasileira continua em queda no ranking da Fifa. Nesta quarta-feira, a entidade divulgou a nova lista em que o time comandado por Mano Menezes aparece na sétima posição. É a pior colocação do Brasil em 18 anos. Em agosto de 1993, a equipe chegou a ocupar o oitavo lugar, sua pior colocação na história.


O Brasil foi ultrapassado pela Itália, que subiu uma posição e agora ocupa o sexto lugar. No último mês, a seleção venceu Gana por 1 a 0 em um amistoso e empatou em 0 a 0 com a Argentina pelo superclássico das Américas.


Houve também mudança na liderança. A Espanha retomou o primeiro lugar, deixando a Holanda, que liderava a lista, na segunda posição e a Alemanha em terceiro. Uruguai e Portugal aparecem na sequência.


Os espanhóis voltaram ao topo depois que uma vitória por 3 a 2 no amistoso contra o Chile e a goleada de 6 a 0 sobre Liechtenstein nas eliminatórias da Eurocopa de 2012. Já os holandeses golearam San Marino por 11 a 0 e derrotaram a Finlândia por 2 a 0 pelas mesmas eliminatórias da Euro.
Completam a lista dos dez primeiros a Inglaterra, Croácia e a Argentina.

Confira a nova classificação:


1º - Espanha - 1605 pontos
2º - Holanda - 1571
3º - Alemanha - 1290
4º - Uruguai - 1184
5º - Portugal - 1158
6º - Itália - 1142
7º - Brasil - 1132
8º - Inglaterra - 1089
9º - Croácia - 1057
10º - Argentina - 1024
11º - Grécia - 1000
12º - França - 956
13º - Rússia - 954
14º - Chile - 932
15º - Japão - 924
16º - Costa do Marfim - 910
17º - Dinamarca - 893
18º - Suíça - 886
19º - Austrália - 882
20º - México - 866 
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Dilma diz 'lamentar' ausência da Palestina na ONU


ONU - REUNIÃO - 66ª Assembleia Geral das Nações Unidas




NOTICIAS & INFORMAÇÃO.

INTERNACIONAL



Presidente falou sobre o tema em discurso de abertura da Assembleia.
Ela também defendeu que Brasil tenha lugar no Conselho de Segurança.


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Do G1, em Brasília

A presidente Dilma Rousseff, durante discurso de abertura da 66ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York. (Foto: AP)
A presidente Dilma Rousseff, durante discurso
de abertura da 66ª Assembleia Geral das Nações
Unidas, em Nova York. (Foto: AP)

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira (21), no discurso de abertura do Debate Geral da 66ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), lamentar a ausência da Palestina na organização.


"Lamento não poder saudar nesta tribuna o ingresso pleno da Palestina na Organização das Nações Unidas. O Brasil já reconhece o Estado palestino como tal. Assim como a maioria dos países dessa assembleia, acreditamos que chega o momento de termos a Palestina aqui representada", afirmou a presidente.


Ao abrir o discurso, Dilma Rousseff afirmou que representa "a voz da democracia". Ela é a primeira mulher a fazer o discurso de inauguração do evento, que, por tradição, cabe ao chefe de Estado brasileiro em razão de o Brasil ter sido o primeiro país a aderir ao organismo internacional, em 1945.


"Pela primeira vez na história das Nações Unidas, uma voz feminina inaugura o debate geral: é a voz da democracia", disse, sendo aplaudida logo depois. "Divido essa emoção com mais da metade dos seres humanos de que esse será o século das mulheres.  Na língua portuguesa, palavras como vida, alma e esperança pertencem ao gênero feminino e são também femininas", completou.


Dilma foi aplaudida também em outra oportunidade, ao defender a reforma dos assentos no Conselho de Segurança da ONU. "[A orientação do conselho] será tão mais acertada quanto mais legítima forem suas decisões, a legitimidade depende cada vez mais de sua reforma. 

A falta de representatividade no Conselho de Segurança corrói sua efetividade. O mundo precisa de um conselho de segurança que venha refletir a sociedade contemporânea", disse.


Crise
A presidente também disse demonstrar preocupação com a crise econômica internacional. " A ONU precisa emitir com a máxima urgência sinais claros de coesão política e macroeconômica. Há sinais evidentes de que várias economias avançadas se encontram no limiar da recessão", afirmou. "Essa crise é seria demais para que seja administrada por uns poucos países."



Em seu discurso, Dilma exaltou o papel de seu governo em contornar as turbulências da economia internacional. "Mantemos gastos do governo sob rigoroso controle sem que isso comprometa o êxito das políticas sociais nem nosso ritmo de crescimetno e investimento."


    Na noite de terça-feira (20), Dilma também abordou a crise em discurso para cerca de 300 convidados em um jantar onde recebeu o prêmio de Serviço Público oferecido pelo instituto americano Woodrow Wilson, em Nova York. Ela afirmou ter "imensa preocupação" com as turbulências econômicas nos países desenvolvidos, mas destacou que o Brasil apresenta "fundamentos sólidos" para enfrentar esta "nova fase" da crise mundial.


    "Externo imensa preocupação com países desenvolvidos no que se refere não só aos efeitos da crise econômica, mas também aos efeitos sobre a sociedade, principalmente sobre os efeitos que o desemprego produz."


    Reuniões
    Antes de discursar na Assembleia Geral das Nações Unidas, a presidente teve uma breve audiência com o secretário-geral do organismo internacional, Ban Ki-moon.


    DIlma teve reunião privada com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, na manhã desta quarta (21), em Nova York (Foto: Timothy A. Clary / AP Photo)Dilma teve reunião privada com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, na manhã desta quarta (21), em Nova York (Foto: Timothy A. Clary / AP Photo)

    Ao longo da tarde desta quarta, Dilma terá reuniões bilaterai, pela ordem, com o premiê do Reino Unido, David Cameron, com os presidentes da França, Nicolas Sarkozy, do Peru, Ollanta Humala, e da da Colômbia, Juan Manuel Santos. De acordo com o Planalto, mais de 40 países pediram audiências com Dilma. Devido à agenda apertada, a presidente precisou selecionar.


    Além de tratar da criação de um Estado Palestino, líderes dos mais de 190 países integrantes das Nações Unidas irão debater o futuro político da Líbia, que vive uma guerra civil desde fevereiro deste ano, quando grande parte da população se rebelou contra a ditadura de 42 anos do coronel Muhammar Kadhafi.

    A ONU deverá decidir se apoia formalmente o Conselho Nacional de Transição (CNT) líbio, formado pelos rebeldes que lutam contras as forças de Kadhafi. A tendência é de que as Nações Unidas defendam que o CNT assuma o poder provisoriamente e organize eleições.

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    Agilidade ao cobrar devedores é fundamental para reverter calote


    BRASIL - COTIDIANO



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    -- Carolina Dall'Olio, do Estadão PME --

    {-$.%.=.%.$-} Tempo é dinheiro quando a empresa tenta receber o dinheiro devido pelos inadimplentes
    O Banco Central espera 90 dias para classificar como inadimplente o cliente que tem dívidas em atraso. Mas a pequena ou média empresa não deve levar tanto tempo assim para reconhecer um calote. Tempo, neste caso, literalmente é dinheiro. Por isso, tão logo detectar que o pagamento não foi honrado, a empresa já deve tomar medidas que ajudem a reaver o crédito – mas com cuidado para não perder o cliente.

    Tarso Sarraf/AE
    Tarso Sarraf/AE

     “Tentar recuperar o dinheiro o quanto antes é algo muito importante para a pequena e média empresa”, enfatiza Fernando Cosenza, superintendente de inovação da empresa de informações de crédito Boa Vista Serviços. “Ao não receber o pagamento na data combinada, a empresa passa a ter prejuízo, pois precisará bancar suas despesas sem poder contar com as receitas programadas. E nem sempre uma empresa desse porte tem fôlego para fazer isso.”


    O comércio, setor que reúne a maior parte das pequenas empresas do País, é também o que registra mais inadimplência entre seus consumidores. Em agosto, o índice teve alta de 5,14% em relação a julho e 6,37% frente a agosto do ano passado, informa a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). É tempo de procurar, portanto, os devedores.


    NEGOCIAÇÃO
    Para fazer esse contato, a empresa precisa ter bom senso. Os especialistas recomendam telefonar para o cliente até no máximo o décimo dia de atraso, informando que o pagamento não foi registrado. É a oportunidade de perguntar se houve algum engano. Caso o cliente confirme que realmente não pagou, a empresa deve se mostrar disposta a entender suas razões e negociar.


    Nesse momento, todo cuidado é pouco. “A pressa pode ser encarada como pressão, especialmente se aquele cliente nunca tiver atrasado um pagamento antes”, avisa Marcel Solimeo, economista-chefe da Associação Comercial de São Paulo. “Por isso, é muito importante conhecer o histórico do consumidor e preparar condições diferenciadas de negociação de acordo com o perfil de cada um.”


    COBRANÇA
    Caso não haja renegociação da dívida ou o acordo não seja cumprido, a empresa pode insistir em uma cobrança informal ou registrar o devedor em listas de proteção de crédito. Nesse caso, o devedor vai receber uma carta de notificação, dizendo que ele tem dez dias para regularizar o débito antes que seu nome seja publicado no cadastro. Cosenza, da Boa Vista Serviços, informa que cerca de 30% das pessoas pagam as dívidas nesse prazo, para não ficar com o nome sujo.


    Mas se a situação não se resolver mesmo assim, as próximas alternativas que a empresa dispõe para recuperar o crédito são mais caras – e mais radicais. Protestar a dívida em cartório, contratar uma empresa de cobrança ou ir à Justiça em busca do dinheiro vão lhe custar ao menos 10% do valor da dívida.


    RENTABILIDADE
    “Ao desenhar o procedimento que a empresa deve adotar seja para evitar a inadimplência seja para cobrar seus devedores, o empresário deve se lembrar que minimizar o número de calotes é fundamental para aumentar sua rentabilidade”, destaca Carlos Henrique de Almeida, assessor econômico da Serasa Experian. “Por isso, esse tema deve ser central na gestão do negócio, ainda mais diante de um cenário econômico que apresenta tantas incertezas.”
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    Estimular cérebro com eletricidade acelera aprendizado, diz estudo


    NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.

    CIÊNCIA & SAÚDE.


    Pesquisadores britânicos esperam que descoberta seja usada em atletismo, educação e tratamentos de pacientes que sofreram derrame.


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    Da BBC

    Estimular cérebro com eletricidade acelera aprendizado, diz estudo (Foto:  Corbis Royalty Free)
    Estimular cérebro com eletricidade acelera
    aprendizado, diz estudo (Foto: Corbis Royalty Free)

    |^!^*~.~*^!^| Estimular eletricamente o cérebro pode ajudar a aumentar a velocidade do aprendizado, segundo especialistas britânicos.
    Eles dizem que aplicar uma corrente elétrica de baixa intensidade em uma parte específica do cérebro pode aumentar sua atividade, tornando o aprendizado mais fácil.


    Os pesquisadores, da University of Oxford, na Inglaterra, estudaram cérebros de pacientes que sofreram derrames e de adultos saudáveis.
    Os resultados da pesquisa foram apresentados durante o British Science Festival, na cidade inglesa de Bradford.


    A equipe, liderada pela professora Heidi Johansen-Berg, usou uma tecnologia conhecida como ressonância magnética funcional para monitorar a atividade nos cérebros de pacientes que sofreram derrames enquanto tentavam recuperar sua capacidade motora, perdida como resultado da doença.


    Uma das principais revelações do estudo foi a de que o cérebro é muito flexível e pode se reestruturar, desenvolvendo novas conexões e alocando tarefas para áreas diferentes quando ocorre algum problema ou quando uma tarefa nova é realizada.


    Como parte do estudo, os especialistas também investigaram a possibilidade de usar estimulação elétrica não invasiva do cérebro para melhorar o processo de recuperação da capacidade motora.
    Melhorias a curto prazo já haviam sido constatadas em pacientes que tinham sofrido derrames.


    Mas um resultado inesperado foi verificado quando os mesmos estímulos foram feitos nos cérebros de adultos saudáveis: a velocidade de aprendizado desses indivíduos também aumentou consideravelmente.


    Aumento de atividade
    Para observar esse efeito, a equipe criou um experimento em que voluntários memorizavam uma sequência de botões para apertar, 'como se aprendessem a tocar uma melodia no piano'.


    Enquanto faziam isso, recebiam, por meio de dois eletrodos colocados em pontos específicos de suas cabeças, estímulos por corrente transcraniana.


    Uma corrente de intensidade muito pequena foi passada entre os eletrodos formando um arco que passava dentro do cérebro e, dependendo da direção da corrente, ela aumentava ou diminuía a atividade naquela parte do cérebro.


    Johansen-Berg explicou que 'um aumento na atividade das células do cérebro as torna mais suscetíveis ao tipo de mudança que ocorre durante o aprendizado'.


    Os resultados do experimento que envolvia apertar os botões em sequência demonstraram os efeitos positivos, em termos do aprendizado, de apenas dez minutos de estímulos ao cérebro, em comparação a um experimento 'placebo' no qual não houve estímulo elétrico.


    'Os estímulos não melhoraram o desempenho máximo do participante, mas a velocidade com a qual ele alcançava seu ponto de desempenho máximo foi aumentada significativamente', disse Johansen-Berg.


    Direcionar o estímulo à área do cérebro que controla a atividade motora permite que tarefas envolvendo movimentos sejam aprendidas mais rápido, e os pesquisadores acreditam que a técnica possa ser usada para auxiliar o treinamento de atletas.


    Os experimentos demonstram explicitamente que estimular o córtex motor do cérebro pode aumentar a velocidade do aprendizado de funções motoras.


    Os pesquisadores dizem ter esperanças de que o mesmo método possa ser aplicado a outras partes do cérebro para melhorar o aprendizado na educação, simplesmente posicionando-se os eletrodos em locais diferentes de forma que a corrente possa ser direcionada à área correta.


    Em função da relativa simplicidade, baixo custo (cerca de US$ 3 mil por unidade) e portabilidade da tecnologia, a equipe acha possível que - após mais pesquisas - aparelhos sejam criados especificamente para uso em casa.


    No futuro, Johansen-Berg e sua equipe pretendem investigar as possibilidades de se aumentar o efeito da técnica por meio de estímulos diários durante períodos de algumas semanas ou meses.


    No tratamento de pacientes que sofreram derrames, a técnica poderia ser usada em associação com tratamentos atuais de fisioterapia para melhorar o quadro geral de a recuperação dos pacientes, que tende a variar bastante.
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    Barco afunda em rio na China após ser atingido por outra embarcação


    INTERNACIONAL -- NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.


    Acidente ocorreu no rio Jialing, na região de Chongqing.
    Barco virou na terça após ser atingido por outra embarcação.


    Do G1, em São Paulo

    //*-=||=-*\\ Um barco virou na terça-feira (20) no rio Jialing, na região de Chongqing, na China, após ser atingido por outra embarcação. Não foi divulgado se havia pessoas no barco. Fortes chuvas provocaram inundações no sudoeste da China e deixaram, pelo menos, 14 pessoas mortes.

    barco com passageiros virou na terça-feira (20) no rio Jialing. (Foto: AP)Barco com passageiros virou na terça-feira (20) no rio Jialing. (Foto: AP)

    Barco virou após ser atingido por outra embarcação. (Foto: Reuters)Barco virou após ser atingido por outra embarcação. (Foto: Reuters)

    Acidente ocorreu no rio Jialing, na região de Chongqing. (Foto: AFP)Acidente ocorreu no rio Jialing, na região de Chongqing. (Foto: AFP)
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    Passagem do tufão Roke mata quatro e mantém Japão em alerta


    INTERNACIONAL -- NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.


    Cerca de seis mil pessoas foram forçadas a sair de casa.
    Mais de oito mil residências estão sem energia elétrica.


    Da EFE



    Pelo menos quatro pessoas morreram e duas estão desaparecidas no Japão nesta quarta-feira (21) por causa dos ventos e chuvas torrenciais provocados pelo tufão 'Roke'. Cerca de seis mil pessoas foram forçadas a sair de casa e mais de oito mil residências estão sem eletricidade.


    Por volta das 11h locais (23h de Brasília), 'Roke' se encontrava perto da península de Kii e avançava rumo ao nordeste a 35 km/h, arrastando fortes chuvas e ventos de até 216 km/h.


    Um porta-voz da Agência Meteorológica do Japão, que mantém o alerta em praticamente todo o país, indicou que o tufão deverá chegar a Tóquio no fim da tarde e posteriormente continuar em direção nordeste.

    Ondas batem em quebra-onda em Udono, na cidade portuária de Kiho, na província japonesa de Mie, nesta quarta-feira (21) (Foto: AP)Ondas batem em quebra-onda em Udono, na cidade portuária de Kiho, na província japonesa de Mie, nesta quarta-feira (21) (Foto: AP)

    Tufão 'Roke' no Japão inunda ruas e já deixa quatro mortos (Foto: AP Photo/Kyodo News)
    Tufão 'Roke' no Japão inunda ruas e já deixa quatro mortos (Foto: AP Photo/Kyodo News)

    Às 21h do horário local, 'Roke' deverá se aproximar da província de Fukushima, afetada pela catástrofe de 11 de março e onde se encontra a danificada usina de Fukushima Daiichi.


    Segundo a televisão pública 'NHK', até o momento há 5.846 pessoas evacuadas em várias províncias do país, enquanto as autoridades recomendaram a mais de 1 milhão que abandonassem suas casas por precaução.
      Os fortes ventos e chuvas que precederam o tufão causaram na terça-feira (20) a morte de um pescador de 71 anos na província de Saga, enquanto outro homem de 66 anos faleceu em Nagóia ao cair do terraço de um edifício, indicou a 'NHK'.


      Além disso, dois homens foram arrastados pela crescente de dois rios em Nagóia e Ehime, enquanto uma criança de dez anos e um idoso de 84 estão desaparecidos na província de Gifu.


      Há no país mais de 800 casas inundadas, enquanto 8.736 imóveis em seis das 47 províncias do Japão tinham sofrido cortes de luz.


      As companhias aéreas anunciaram o cancelamento de 278 voos nacionais nesta quarta por causa de 'Roke', que também provocou a suspensão de serviços ferroviários em todo o arquipélago.


      'Roke' é o segundo tufão que afeta o Japão em poucas semanas, depois que no início deste mês 'Talas' deixou mais de 100 vítimas, entre mortos e desaparecidos, e danos no valor de 511 milhões de euros.
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      Tufão castiga o Japão e se desloca rumo à usina de Fukushima



      INTERNACIONAL -- NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.




      Plantão | Publicada em 21/09/2011 às 08h09m
      Reuters/Brasil Onlin 


      TÓQUIO (Reuters) - Um poderoso tufão atingiu o Japão nesta quarta-feira, castigando a região de Tóquio com fortes chuvas, atrapalhando o transporte público e matando quatro pessoas, e deslocava-se rumo à usina nuclear de Fukushima, destruída por um tsunami em março.


      O tufão Roke, a segunda tempestade a atingir o Japão neste mês, está gerando ventos de até 220 quilômetros por hora e provocou mais de 40 centímetros de chuvas em partes do leste e oeste do Japão nas últimas 24 horas, disse a Agência Meteorológica do Japão.


      A tempestade cortou a energia fornecida para mais de 575.500 residências pela Tokyo Electric Power Co., e obrigou empresas como a Toyota Motor Corp, Nissan Motor e a Mitsubishi Heavy Industries a fechar algumas usinas, segundo representantes das companhias.


      "Precisamos exercer o máximo de cautela contra as fortes chuvas e ventos e as altas ondas em amplas áreas no leste e norte do Japão", disse o secretário-chefe do gabinete japonês, Osamu Fujimura, em coletiva de imprensa.


      O Roke atingiu o continente próximo de Hamamatsu, 200 quilômetros a oeste de Tóquio, aproximadamente às 14h de terça-feira, horário local (1h de quarta-feira, no horário de Brasília), a atravessou o oeste do Japão antes de se deslocar para o norte da capital ao anoitecer.


      Imagens na televisão mostravam ondas atingindo os quebra-mares na costa do Pacífico e árvores derrubadas nas ruas de Tóquio.


      A Tokyo Electric, operadora da usina nuclear de Fukushima Daiichi, localizada a 240 quilômetros nordeste de Tóquio e que foi destruída por um terremoto e tsunami massivos em março, disse que o tufão não havia causado danos à usina por enquanto.


      "O maior motivo de preocupação é o aumento no nível de água (radioativa) nos prédios das turbinas", disse Junichi Matsumoto, representante da Tokyo Electric, em coletiva de imprensa.


      O local ainda tem quantidades enormes de água que foram usadas para resfriar os reatores, onde o derretimento de combustível ocorreu depois que os sistemas de resfriamento foram desativados pelo desastre de março, gerando preocupações de que fortes chuvas poderiam fazer transbordar a água para o mar e águas subterrâneas.


      Trens em Tóquio e nos arredores da cidade suspenderam seus serviços, deixando milhares de passageiros ilhados ao tentarem chegar cedo antes que a tempestade atingisse a capital.


      ** (Reportagem de Yoko Kubota, Kiyoshi Takenaka, Linda Sieg, Tim Kelly e Osamu Tsukimori)  
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