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quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Após 3 altas seguidas, produção industrial cai 1,2% em novembro

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É o pior resultado para o mês desde 2015. No acumulado no ano, setor tem queda de 1,1%. 
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 Por Darlan Alvarenga e Daniel Silveira, G1 — São Paulo e Rio de Janeiro  

 Postado em 09 de janeiro de 2019 às 13h00m  
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Produção das indústrias brasileiras cai, depois de três meses seguidos de alta.
Produção das indústrias brasileiras cai, depois de três meses seguidos de alta.

Após três meses seguidos de alta, a produção industrial brasileira caiu 1,2% em novembro, na comparação com outubro, segundo divulgou nesta quinta-feira (9) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Trata-se do maior recuo mensal desde março (-1,4%) e o pior novembro desde 2015, quando a indústria caiu 1,9%,
Em relação ao resultado de novembro do ano anterior, a queda foi de 1,7%, interrompendo dois meses de resultados positivos nesta base de comparação e indicando que a indústria brasileira ainda enfrenta dificuldades para engrenar uma trajetória de recuperação.

Evolução da produção industrial
Comparação com o mês imediatamente anterior, em %
Created with Highcharts 5.0.90,50,50,10,1-0,6-0,60,70,7-1,4-1,40,50,5-0,1-0,1-0,6-0,6-0,2-0,21,21,20,20,20,80,8-1,2-1,2nov/18dez/18jan/19fev/19mar/19abr/19mai/19jun/19jul/19ago/19set/19out/19nov/19-2-1,5-1-0,500,511,5
Fonte: IBGE

Ano no vermelho
No acumulado no ano, o setor industrial tem queda de 1,1%. Em 12 meses, a produção manteve recuo de 1,3%, repetindo os resultados de setembro e de outubro.

Com a perda de ritmo em novembro, o índice de média móvel trimestral ficou negativo (-0,1%) e interrompeu a trajetória ascendente iniciada em julho.
"Houve redução na produção das quatro grandes categorias econômicas e em 16 das 26 atividades pesquisadas nessa comparação. A queda de 1,2% elimina parte da expansão de 2,2% acumulada no período agosto-outubro de 2019. Com esses resultados, o setor industrial se encontra 17,1% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011", destacou o IBGE.
Produção industrial em 12 meses
Variação acumulada em 1 ano, em %
Created with Highcharts 5.0.91,61,6110,40,40,40,4-0,1-0,1-1,1-1,100-0,7-0,7-1,3-1,3-1,6-1,6-1,3-1,3-1,3-1,3-1,3-1,3nov/18dez/18jan/19fev/19mar/19abr/19mai/19jun/19jul/19ago/19set/19out/19nov/19-2-1012
Fonte: IBGE

De acordo com o gerente da pesquisa, André Macedo, os resultados de novembro interromperam a recuperação que o setor vinha apresentando na comparação com o ano anterior.

Olhando a sequência de resultados positivos até outubro, o setor estava em um patamar superior ao de 2018. Com a entrada de novembro, foi para um patamar abaixo, disse. Segundo ele, a produção industrial ficou 0,8% abaixo do que registrava em dezembro de 2018.
Fica claro que [o resultado de novembro] altera a trajetória de recuperação e faz com que a indústria permaneça operando no campo negativo, enfatizou o pesquisador. 
Atividades que mais caíram
A queda de novembro foi generalizada. Segundo o IBGE, 16 dos 26 ramos pesquisados registraram recuo na produção em novembro.

As principais quedas foram registradas nos segmentos de veículos automotores (-4,4%), produtos alimentícios (-3,3%) e indústrias extrativas (-1,7%).
16 dos 26 ramos da indústria pesquisados pelo IBGE registraram queda na produção em novembro. — Foto: Divulgação
16 dos 26 ramos da indústria pesquisados pelo IBGE registraram queda na produção em novembro. — Foto: Divulgação

No ramo de produtos alimentícios, a queda de 3,3%, eliminou quase toda a expansão verificada no mês anterior (3,6%)

O crescimento vinha sendo alavancado pelo aumento nas exportações de carne e da produção de açúcar. A carne continua em expansão, mas o açúcar tem uma volatilidade maior, tanto por conta de condições climáticas quanto em função da demanda por etanol, que também é produto da cana-de-açúcar, explicou o gerente da pesquisa, André Macedo.

O pesquisador explicou ainda que é comum a produção de automóveis subir nos meses de setembro e cair no final do ano, por conta das férias coletivas.

Para além do peso que o setor automobilístico tem no segmento industrial, ele se relaciona com outros setores importantes da indústria, ou seja, traz a reboque a produção de outros segmentos, disse.

Levantamento divulgado pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) apontou para uma queda de 3,9% na produção de veículos em dezembro.

Já entre os ramos que conseguiram ampliar a produção em novembro, destaque para coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (1,6%), impressão e reprodução de gravações (24,0%) e produtos de borracha e de material plástico (2,5%).
Indústria 4.0: tecnologia aumenta produtividade da indústria em 22%
Indústria 4.0: tecnologia aumenta produtividade da indústria em 22%

Entre as grandes categorias, a de bens de consumo duráveis registrou a queda mais acentuada em novembro (-2,4%), influenciada, em grande parte, pela menor produção de automóveis. Os outros 3 segmentos – bens intermediários (-1,5%), bens de capital (-1,3%) e bens de consumo semi e não-duráveis (-0,5%) – também assinalaram taxas negativas no mês.

Apesar de todas as 4 grandes categorias terem recuado em novembro, apenas a de bens intermediários registra desempenho negativo no acumulado do ano até novembro (-2,2%). O segmento teve queda de 1,5% em relação ao mês anterior e de 2,8% em relação a novembro de 2018, refletindo, especialmente, a queda verificada no setor extrativo.

Perspectivas
Para o consolidado de 2019, os economistas das instituições financeiras projetam uma queda de 0,73% na produção industrial, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central.

Para o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), resultado de novembro indica que a indústria ainda não conseguiu melhorar seu atual padrão de desempenho.
"Quando consegue engatar uma sequência de meses de crescimento, o que tem ocorrido muito raramente, isso dura pouco tempo. Não foi diferente neste final de 2019. Trata-se de um sinal de alerta para que evitemos otimismo exagerado para a indústria e a economia em 2020", avaliou.
Para André Perfeito, economista-chefe da Necton Investimentos, apesar da queda da indústria mais forte que a esperada no mês, a variação trimestral encerrada em novembro aponta alta de 1,04% e "indica certa recuperação econômica no 4º trimestre".

O mercado mantém a previsão de crescimento de 1,17% para a economia brasileira em 2019. Para 2020, a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) é de uma alta maior, de 2,30%.

    quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

    Banco Mundial prevê avanço do PIB do Brasil de 2% neste ano e 2,5% em 2021

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    Instituição piorou a estimativa para o desempenho da economia neste ano, mas melhorou a projeção para 2021.
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     Por G1  

     Postado emm08 de janeiro de 2019 às 

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    O Banco Mundial atualizou nesta quarta-feira (8) as previsões de crescimento para a economia brasileira e mundial. Em 2020, a instituição estima que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deve avançar 2%. Para 2021, a projeção é de alta de 2,5%.

    A previsão para 2020 é menor do que a divulgada no último relatório publicado em junho. Mas a estimativa para o próximo ano melhorou. Na leitura passada, o Banco Mundial projetava crescimento de 2,5% em 2020 e 2,3% para 2021.

    "No Brasil, a confiança mais forte dos investidores, juntamente com o afrouxamento gradual das condições de empréstimos e do mercado de trabalho, deverá sustentar uma aceleração do crescimento para 2%", informou a instituição em relatório.

    Para 2019, a instituição avalia que o PIB brasileiro deve ter crescido 1,1%, 0,4 ponto percentual mais baixo do que o apurado em junho.
    As previsões do Banco Mundial — Foto: Arte/G1As previsões do Banco Mundial — Foto: Arte/G1

    As projeções do Banco Mundial estão próximas das observadas no relatório Focus, elaborado pelo Banco Central com base na projeção de analistas das instituições financeiras. Para 2019, a estimativa é de alta do PIB de 1,17%. Em 2020 e 2021, as projeções são de 2,3% e 2,5%, respectivamente.

    Desempenho da economia mundial
    O Banco Mundial ainda estima que a economia global deve crescer ligeiramente menos neste e no próximo ano em relação ao que era esperado no relatório de junho.

    A previsão é que o PIB mundial avance 2,5% em 2020 e 2,6% em 2021. Em relação a junho, houve uma redução de 0,2 ponto percentual nas leituras para os dois anos.

    Para 2019, o Banco Mundial estima que o PIB global tenha avançado 2,4%.
    Projeções para o PIB desde 2020 — Foto: Arte/G1Projeções para o PIB desde 2020 — Foto: Arte/G1

    No relatório divulgado nesta quarta, a instituição alertou para riscos envolvendo a guerra comercial, uma desaceleração econômica mais forte do que o esperado nas economias avançadas e uma eventual turbulência financeira nos mercados emergentes. Todos esses risco podem piorar o desempenho da economia mundial.

    "Predominam os riscos descendentes para as perspectivas globais que, caso se concretizem, poderiam desacelerar substancialmente o crescimento", escreveu o Banco Mundial.

    "Estes riscos incluem nova escalada das tensões comerciais e incerteza da política comercial, uma desaceleração mais forte do que o esperado nas principais economias e turbulência financeira nas economias de mercados emergentes e em desenvolvimento", completou a instituição.

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    terça-feira, 7 de janeiro de 2020

    Incêndios na Austrália e na Amazônia: entenda as diferenças na devastação

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    O clima seco, o vento e as altas temperaturas elevam os riscos de focos de incêndio na Austrália, que podem começar com faíscas de diversas atividades humanas. Na Amazônia, as chamas são provocadas pelo homem para limpar áreas desmatadas e ocupar terras públicas.
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     Por Elida Oliveira, G1  

     Postado em 07 de janeiro de 2020 às 115h10m  
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    4 de janeiro - Imagem de satélite mostra incêndios florestais queimando a leste de Obrost, na Austrália — Foto: 2020 Maxar Technologies/Divulgação via Reuters
    4 de janeiro - Imagem de satélite mostra incêndios florestais queimando a leste de Obrost, na Austrália — Foto: 2020 Maxar Technologies/Divulgação via Reuters

    Os incêndios na Austrália já atingiram mais de 6,3 milhões de hectares, matando ao menos 25 pessoas e 480 milhões de animais. No Brasil, os incêndios na Amazônia chamaram a atenção em 2019, com ápice em agosto. Mas, de acordo com especialistas, os focos registrados na Austrália são diferentes daqueles que ocorreram na floresta amazônica.

    Na Austrália, a vegetação, que é seca, fica mais suscetível às altas temperaturas da região – que chegam a atingir marcas superiores a 40 ºC. O tempo seco, com pouca chuva, e os fortes ventos ajudam a espalhar as chamas, que podem começar com qualquer faísca produzida por atividades humanas ou naturais.
    Como a vegetação é adaptada a este tipo de ocorrência, ela se recupera após o incêndio. O problema, neste ano, é a extensão da devastação.

    Já na Amazônia, que é floresta úmida, os incêndios com maiores proporções não têm origem natural – eles são provocados pela ação do homem e estão ligados ao desmatamento, que busca limpar a área derrubada para tomar posse de terras públicas. Especialistas afirmam que a devastação da Amazônia causa impacto até no derretimento do gelo nos Andes e no regime de chuvas do Brasil. A floresta leva anos para se recompor, e a perda de biodiversidade é maior.
    Incêndios na Austrália e Amazônia
    AustráliaAmazônia
    Vegetaçãofloresta e savanafloresta tropical
    Climaquente e secoquente e úmido
    Fogonaturalantrópico (provocado pelo homem)
    Recuperaçãorápidalenta
    Caules das árvoresgrossosfinos
    "A gente está comparando um ecossistema dependente do fogo, com outro que é sensível ao fogo. Austrália é dominada por tipos de vegetação – florestas e savanas – que necessitam do fogo para rebrotar. Na Amazônia, o ecossistema é vulnerável ao fogo: existem trabalhos que mostram a mortalidade de 40% das árvores após incêndios, mesmo os que não são tão intensos. O impacto na biodiversidade é enorme", afirma Ane Alencar, diretora de ciência do Instituto de Pesquisas da Amazônia (Ipam), em entrevista ao G1.
    Confira abaixo os principais pontos sobre os incêndios:

    Amazônia
    Amazônia é o bioma mais afetado por incêndios florestais em 2019, diz Inpe — Foto: Reuters
    O auge dos incêndios na floresta Amazônica foi em agosto de 2019, quando houve o mais alto número de ocorrências dos últimos nove anos.
    Foram 30.901 focos ativos na parte da floresta que cobre o Brasil, contra 10.421 no mesmo mês de 2018, de acordo com dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), ligado ao Ministério da Ciência.

    O instituto não divulga a dimensão de hectares atingidos.

    "A Amazônia é um ecossistema que não depende do fogo", afirma Ane Alencar, do Ipam. "Os caules e cascas das árvores são finos e não resistem às chamas. Quando você tem fogo na Amazônia, essas árvores são muito impactadas", diz.

    A intensificação da destruição da floresta e a repercussão negativa do caso levaram o governo a enviar as Forças Armadas para a região. Em outubro, o Inpe registrou o menor número de focos de incêndio da série histórica, com o início da temporada de chuvas em algumas regiões.
    Carlos Nobre, pesquisador do Instituto de Estudos Avançados da Universidade Federal de São Paulo, afirmou em setembro do ano passado que "há indícios de que o processo de savanização começou" em mais da metade da floresta. Isso significa que a Amazônia pode deixar de ser úmida e passar a ser mais parecida com o Cerrado.

    Ele também afirma que a estação seca está ficando mais longa em 60% da Amazônia e que há uma tendência maior na mortalidade de árvores que precisam de mais umidade. Ele lembrou que dois hectares da Amazônia contêm mais espécies do que em toda a Europa, e que somente uma árvore amazônica tem mais espécies de formigas do que vários países europeus.
    Em setembro, o G1 ouviu especialistas para saber os impactos dos incêndios na Amazônia. Segundo eles, os prejuízos ambientais são mais graves do que os verificados em países com outros biomas. Os principais motivos são:
    • Maior perda de biodiversidade: a floresta amazônica é o maior bioma do mundo e abriga a diversidade mais rica do planeta, segundo o ICMBio.
    • Maior emissão de carbono por hectare: por queimar mais biomassa, há maior emissão de gases que contribuem para o efeito estufa.
    • Maior dificuldade de recuperação da cobertura vegetal: o bioma amazônico é úmido e as espécies são pouco ou nada resistentes ao fogo.
    • Maior risco de afetar ciclos de chuva: a umidade produzida pela floresta produz chuvas no Brasil, Paraguai e Argentina.
    Austrália

    Imagem aérea do incêndio em East Gippsland, na Austrália — Foto: Governo Estadual de Victoria

    Esse fenômeno natural das queimadas ocorre todos os anos na Austrália – entre o final da primavera, no mês de novembro, e início do verão, no mês de dezembro. Porém, em 2019, os incêndios começaram antes do previsto, e foram mais violentos.
    Um dos motivos é a temperatura, que ultrapassa os 44 ºC. Ao menos 1,2 mil casas foram destruídas em todo o país.

    No dia 21 de dezembro, a primeira-ministra do estado de Nova Gales do Sul, Gladys Berejiklian, afirmou que seria impossível controlar os incêndios na localidade até que as chuvas comecem".

    Nova Gales do Sul é o estado mais populoso do país – e também concentra 70% dos focos de incêndio. É neste estado que está Sydney, a maior cidade da Austrália, com 5,2 milhões de habitantes. Qualquer foco de incêndio ativo pode se tornar muito perigoso rapidamente", afirmou Berejiklian.
    Desde bitucas de cigarro mal descartadas, labaredas de outros incêndios, a queima de lixo, faíscas produzidas em ferrovias e a limpeza de pequenas áreas de terra com fogo podem sair do controle e dar origem a um grande incêndio florestal. Por causa desses riscos, há épocas do ano em que os governos da Austrália proíbem a queima de materiais.
    Os impactos na saúde da população também são sentidos. Mais de 460 mil hectares foram destruídos somente em Nova Gales do Sul. O local está asfixiado pela fumaça dos incêndios que ardem ao norte, ao sul e a oeste.

    Médicos vêm alertando para um estado de "emergência em saúde pública" em consequência da fumaça tóxica em Sydney. Centenas de pessoas foram forçadas a deixar suas casas – algumas delas pela segunda vez em uma mesma semana. Muitas casas foram queimadas. A fauna do país também tem sido severamente atingida.
    De acordo com Ane Alencar, diretora de ciência do Ipam, a Austrália pode ter deixado de fazer o combate controlado ao fogo. Este método preventivo consiste em queimar parte da vegetação para eliminar o material combustível, de uma forma que as chamas possam ser apagadas ou extintas naturalmente.

    "A redução do uso controlado do fogo para manejar o material combustível pode ter levado aos incêndios de grandes proporções que estão ocorrendo neste ano, por causa de um déficit hídrico que vem se acumulando nos últimos três anos", afirma.






































    Áreas mais atingidas por incêndios florestais na Austrália — Foto: Arte/G1

    VÍDEO
    Em julho de 2018, o Jornal Nacional apresentou o estudo de Carlos Nobre sobre os riscos de parte da Amazônia deixar de ser floresta. Confira abaixo:
    Parte da Amazônia pode deixar de ser floresta, afirma estudo
    Parte da Amazônia pode deixar de ser floresta, afirma estudo

    Em setembro, o Profissão Repórter foi até a região Amazônica para falar dos focos de incêndio. Confira no vídeo abaixo:
    Metade dos focos de incêndio em 2019 no Brasil está na floresta amazônica
    Metade dos focos de incêndio em 2019 no Brasil está na floresta amazônica

    Austrália

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