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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Dívida pública sobe 24,8% em 2015, para R$ 2,79 trilhões, maior da série

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Aumento da dívida em 2015 somou R$ 498 bilhões, diz Tesouro Nacional.
Gastos de R$ 367 bi com juros tiveram o maior peso no aumento da dívida.

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Alexandro MartelloDo G1, em Brasília
25/01/2016 14h25 - Atualizado em 25/01/2016 15h54
Postado às 16h20m

Evolução da díivida pública
Em R$ trilhões
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Fonte: Secretaria do Tesouro Nacional

Impulsionada principalmente pelas despesas com juros, a dívida pública federal, o que inclui os endividamentos no país e no exterior, teve aumento recorde de 24,8% no ano passado, para R$ 2,79 trilhões – patamar que também é o maior da série histórica, que começa em 2004, segundo números divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional nesta segunda-feira (25).

Em valores nominais, crescimento da dívida pública no ano passado foi de R$ 498 bilhões. Em 2014, a dívida pública havia registrado crescimento menor, de 8,15%, ou R$ 173 bilhões, enquanto que no ano anterior (2013), a expansão registrada havia sido de 5,7%, ou R$ 115 bilhões, segundo números oficais.

A dívida pública é a contraída pelo Tesouro Nacional para financiar o déficit orçamentário do governo federal. Quando os pagamentos e recebimentos são realizados em real, a dívida é chamada de interna. Quando tais operações ocorrem em moeda estrangeira (dólar, normalmente), é classificada como externa.

Gastos com juros
O crescimento da dívida pública no ano passado está relacionado, principalmente, com as despesas com juros, no valor de R$ 367,67 bilhões - os maiores da série histórica. Em 2012, 2013 e 2014, respectivamente, as despesas com juros da dívida pública somaram R$ 207 bilhões, R$ 218 bilhões e R$ 243 bilhões, segundo números oficiais.


Despesas com juros
Em R$ bilhões
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Fonte: Secretaria do Tesouro Nacional

Os números do governo mostram que a dívida também cresceu no ano passado porque houve um emissão líquido (emissões de papéis superaram os vencimentos, ou resgates, de títulos públicos) em um valor acima de R$ 130 bilhões.

Aumento nos últimos anos
Segundo os dados do Tesouro, nos últimos dez anos a dívida pública mais que dobrou: em 2005, o estoque de dívida estava em R$ 1,15 trilhão, subindo para R$ 2 trilhões no fechamento de 2012 e para R$ 2,79 trilhões no fim do ano passado.


Da expansão da dívida pública de cerca de R$ 1,11 trilhão nos últimos dez anos, mais de R$ 400 bilhões referem-se a emissões de títulos públicos para capitalizar o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Dívidas interna e externa
No caso da dívida interna, segundo informou o Tesouro Nacional, foi registrado um aumento de 21,3% em 2015, para R$ 2,65 trilhões. Neste caso, o crescimento foi de R$ 467 bilhões. 


Já no caso da dívida externa brasileira, resultado da emissão de bônus soberanos (títulos da dívida) no mercado internacional e de contratos firmados no passado, o governo contabilizou um aumento de 27,2% no ano passado, para R$ 142,84 bilhões. A alta da dívida externa foi de R$ 30,5 bilhões.
Compradores
Os números do Tesouro Nacional também revelam que a participação dos investidores estrangeiros na dívida pública interna registrou pequeno aumento no ano passado, mesmo após a perda do grau de investimento pela Standard & Poors e pela Fitch em 2015. Em dezembro do ano passado, os não residentes detinham 18,8% do total da dívida interna (R$ 497 bilhões) contra 18,6% (R$ 406 bilhões) no fim de 2014.


Mesmo assim, os estrangeiros seguem na quarta colocação de principais detentores da dívida pública interna, atrás das instituições financeiras (25% do total, ou R$ 662 bilhões em outubro), dos fundos de previdência (21,4%, ou R$ 566 bilhões) e dos fundos de investimento (19,6% do total, ou R$ 518 bilhões).

Perfil da dívida
Em dezembro de 2015, o percentual de papéis prefixados somou 41% do total, ou R$ 1,08 trilhão, contra 43% no fechamento de 2014, ou R$ 940 bilhões. Os números foram calculados após a contabilização dos contratos de "swap cambial".


Os títulos atrelados à taxa Selic (os pós-fixados), por sua vez, tiveram sua participação elevada em 2015 (e deve continuar subindo em 2016). No fim do ano passado, representaram 7,90% do total (R$ 209 bilhões), em comparação com 6,57% no fechamento de 2013 (R$ 143 bilhões).

A parcela da dívida atrelada aos índices de preços (inflação), por sua vez, somou 34,28% no fim de 2015, o equivalente a R$ 908 bilhões, contra 36,7% no fechamento de 2013, ou R$ 801 bilhões.

Os ativos indexados à variação da taxa de câmbio, por sua vez, somaram 16,79% do total no fim de 2015, ou R$ 444 bilhões, contra 13,64% no fim de 2014, ou R$ 297 bilhões, no fim do ano anterior. O crescimento da dívida em dólar se deve à emissão de contratos de "swap cambial" pelo BC - para evitar uma alta maior na cotação da moeda norte-americana.

Dívida superará R$ 3 trilhões em 2016
O Tesouro informou que a dívida pública federal interna e externa continuará avançando em 2016 e deverá ultrapassar a barreira dos R$ 3 tilhões no fim deste ano, informou a Secretaria do Tesouro Nacional nesta segunda-feira (25).


Sgundo o Tesouro, as necessidades brutas de financiamento da dívida pública neste ano, por meio da emissão de títulos, são de R$ 698 bilhões, mas estão previstos R$ 108 bilhões em recursos orçamentários. Com isso, a necessidade líquida de financiamento é de R$ 589 bilhões.

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Mercado prevê retração de 3% para o PIB neste ano e mais inflação

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Analistas do mercado estimam mais inflação para 2016 e 2017.
Previsão para o nível de atividade no ano que vem também piorou.

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Alexandro MartelloDo G1, em Brasília
25/01/2016 08h28 - Atualizado em 25/01/2016 09h28
Postado às 09h40m
Os economistas do mercado financeiro passaram a prever uma contração de 3% para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano e elevaram sua estimativa de inflação para 2016 e 2017, informou o Banco Central nesta segunda-feira (25). A instituição realizou pesquisa com mais de 100 instituições financeiras na semana passada.

PREVISÃO PARA O PIB
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Fonte: BC
Para 2016, a expectativa dos economistas para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, subiu de 7% para 7,23%. Com isso, permanece acima do teto de 6,5% do sistema de metas do ano que vem e bem distante do objetivo central de 4,5%.

Para 2017, a previsão do mercado financeiro para a inflação passou de 5,4% para 5,65%. Com isso, a estimativa se distanciou da meta central de 4,5% do ano que vem e se aproximou do teto de 6% do regime de metas para o período.

O aumento das expectativas dos analistas das instituições financeiras para a inflação aconteceu na mesma semana em que o Banco Central manteve a taxa básica de juros estável em 14,25% ao ano - o maior patamar em quase dez anos. 

Até o início da semana passada, o BC indicava que subiria os juros para tentar controlar a inflação, mas depois acabou deixando a taxa inalterada por conta do baixo nível de atividade no Brasil e no mundo. Há analistas que apontam que o BC sucumbiu a pressões políticas.

A autoridade monetária tem informado que buscará "circunscrever" o IPCA aos limites estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em 2016 (ou seja, trazer a taxa para até 6,5%) e, também, fazer convergir a inflação para a meta de 4,5%, em 2017. O mercado financeiro, porém, ainda não acredita que isso acontecerá.

Produto Interno Bruto
Para o PIB de 2016, o mercado financeiro passou a prever uma contração de 3% na semana passada, contra uma retração de 2,99% estimada na semana anterior.


Como o mercado segue estimando "encolhimento" do PIB em 2015, se a previsão se concretizar, será a primeira vez que o país registra dois anos seguidos de contração na economia – a série histórica oficial, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tem início em 1948.

Para o comportamento do PIB em 2017, os economistas das instituições financeiras mostraram mais pessimismo e baixaram a previsão de crescimento de 1% para 0,80% na semana passada.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.

Na semana passada, o Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou a piora de suas estimativas e passou a prever uma contração de 3,5% para o PIB brasileiro neste ano e um crescimento zero para 2017.

Taxa de juros
O mercado financeiro reduziu sua estimativa para a taxa básica da economia no final deste ano de 15,25% para 14,64% ao ano. Isso quer dizer que os analistas acreditam em uma alta menor do juro em 2016.


Já para o fechamento de 2017, a estimativa para a taxa de juros recuou de 12,88% para 12,75% ao ano - o que pressupõe queda dos juros no ano que vem.

A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para tentar conter pressões inflacionárias. Pelo sistema de metas de inflação brasileiro, a instituição tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados. As taxas mais altas tendem a reduzir o consumo e o crédito, o que pode contribuir para o controle dos preços.

Câmbio, balança e investimentos
Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2016 subiu de R$ 4,25 para R$ 4,30. Para o fechamento de 2017, a previsão dos economistas para o dólar subiu de R$ 4,30 para R$ 4,40.


A projeção para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2016 subiu de US$ 35,5 bilhões para US$ 37,4 bilhões de resultado positivo. Para o próximo ano, a previsão de superávit avançou de US$ 38,8 bilhões para US$ 40 bilhões.

Para 2016, a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil ficou inalterada em US$ 55 bilhões e, para 2017, a estimativa dos analistas permaneceu em US$ 60 bilhões.

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domingo, 24 de janeiro de 2016

Testamos os navegadores mais populares da web; saiba qual é o melhor

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Nas nossas bancadas, testamos as últimas versões do Google Chrome; do Edge, da Microsoft; do Firefox, da Mozilla; e do Safari, da Apple.

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Por, olhar digital
28/11/2015
Postado em 24 de janeiro de 2016 às 18h15m


INSTALAÇÃO E COMPATIBILIDADE
Como todo mundo sabe, o navegadores são gratuitos e estão disponíveis nas suas páginas oficiais; no final a gente deixa o link direto de todos eles. O Edge, da Microsoft – que substituiu o esquecido Internet Explorer no Windows 10 – já vem instalado no novo sistema operacional. Da mesma forma, o Safari já vem embarcado nos computadores da Apple. 
Nem todos os navegadores são compatíveis com todos os sistemas operacionais. Veja a tabela. O Chrome e o Firefox são compatíveis com Windows, Mac OS e Linux; o Edge, como acabamos de mencionar, só roda no Windows 10; da mesma forma, o Safari deixou de suportar computadores rodando Windows e agora só está disponível para Macs seguindo a linha de exclusividade de produtos da Apple.

DESIGN E USO
Desde o surgimento da primeira versão do Chrome, em 2008, os navegadores cada vez mais buscam um design minimalista. O objetivo é ser mesmo quase transparente para que o usuário possa aproveitar o máximo o que os serviços online oferecem. Em todos eles, os botões são monocromáticos e bem discretos

Os quatro navegadores trazem na sua página inicial ícones ou pré-visualizações dos sites visitados com maior frequência. Cada browser tem sua própria loja de aplicativos. O Google Chrome é o que traz mais opções de apps; claro, os da própria empresa, como Gmail, YouTube, Google Drive e outros já vêm pré-instalados, mas ainda há opções de jogos, plug-ins e temas para personalizar o navegador. O Firefox também tem seu marketplace com ofertas de aplicativos, temas e outros. O diferencial do browser da Mozilla talvez seja o leitor de PDF integrado; mais do que isso, o Firefox também é o navegador mais personalizável dos quatro testados aqui. 

O Safari usa a mesma App Store do próprio sistema operacional Mac OS X; o que agrada muito no navegador é o modo de leitura, que exibe apenas o texto de uma página, excluindo fotos e publicidade que poluem o site. No Edge, da Microsoft, além do Modo Leitura, que simplifica o layout para permitir uma leitura mais rápida e sem distrações, é possível escrever, desenhar e fazer anotações diretamente nas páginas online. Isso é bem legal.

Os quatro navegadores oferecem a opção de compartilhar as páginas abertas; mais do que isso, é possível ainda sincronizar suas preferências como os bookmarks e até abas abertas em diferentes dispositivos. Para cada um deles é preciso ter uma mesmo conta logada em todos os dispositivos que deseja sincronizar.

PERFORMANCE

Sem dúvida, este é um dos principais quesitos na comparação de navegadores. O desempenho do navegador é o que determina a experiência do usuário. Enquanto um navegador lento pode travar em certas situações ou demorar demais a ponto de irritar o usuário, os mais velozes surpreendem até os mais exigentes. Para compará-los, o mais justo é usar os tradicionais benchmarks; testes completos que avaliam a performance do browser em diversos aspectos. Antes dos resultados, vale dizer que um usuário comum dificilmente vai notar grande diferença nessa velocidade de renderização de páginas; os quatro navegadores são bastante rápidos. Mas vamos aos resultados.

Escolhemos os melhores e mais completos serviços dedicados de benchmarking para avaliar cada um dos browsers. O Peacekeeper, uma das ferramentas mais confiáveis de mercado, realizou uma série de testes simulando inclusive o acesso a redes sociais – umas das principais atividades em navegadores atualmente. Nesta comparação, quem se saiu melhor foi o Safari, com 5023 pontos; em segundo lugar, o Firefox atingiu 3861 pontos; o Chrome ficou bem perto, com 3605 pontos; em último lugar, o Edge marcou 2279 pontos.

O segundo benchmark foi o Browsermark, um serviço independente que testa as habilidades do navegador para executar cálculos complexos relacionados com a tecnologia web. Assim como o Peacekeeper, a aplicação também faz testes padrão, como renderização, HTML5, execução de vídeo e jogos, entre outros. Nesta avaliação, o Safari se destacou bem dos seus rivais e ficou com 7459 pontos; o Chrome veio em segundo, com 4856 pontos; em terceiro, o Firefox marcou 3932 pontos; novamente, com pior desempenho, o Edge anotou 2750 pontos.

A terceira bateria foi realizada pelo Octane 2.0. uma solução desenvolvida pelo Google que tenta simular o uso do mundo real em cada uma das avaliações. O benchmark testa traçado de raios, resolução, criptografia, física 3D e muito mais – ao todo são 17 testes. Segundo o Google, o Octane testa as funções das mais complexas e exigentes da atualidade. Nesta comparação, o Chrome levou a melhor (o que era de se esperar, afinal o teste é da Google), com 23719 pontos; surpreendendo, na segunda colocação, o Edge ficou bem perto, com 23693 pontos; o Firefox marcou 22667 pontos e, nesta bateria, o último colocado foi o Safari, com 21391 pontos.

Por último, o resultado do teste HTML5 indica o suporte do navegador à linguagem HTML5, claro, e também algumas especificações relacionadas. A pontuação é calculada por meio de testes para diversos recursos do HTML5 e é uma das mais valiosas entre os testes que realizamos. Alguns valem mais, outros menos pontos. Do máximo de 555 pontos, em primeiro lugar ficou o Chrome, com 521 pontos; em seguida, o Firefox alcançou 468 pontos; o Safari ficou em terceiro, com 400 pontos; acompanhado bem de perto pelo Edge, com apenas três pontos a menos: 397.

Os benchmarks do Chrome, Edge e Firefox foram realizados na mesma máquina rodando Windows 10; o computador tem processador Core i5 e 8 gigabytes de memória RAM. Cada teste foi executado individualmente, sem qualquer outro programa ou janela do navegador abertas. O único testado em outro equipamento, por motivos de compatibilidade, foi o Safari – neste caso, usamos um Macbook Air também com processador Core i5 e 8 giga de RAM. 

SEGURANÇA E PRIVACIDADE
As constantes atualizações mantêm os navegadores cada vez mais seguros. Apesar de ser o mais “acusado” de coletar informações dos usuários, o Chrome é o que leva um pouco de vantagem nesse quesito; ele sempre faz um alerta para downloads potencialmente nocivos e tem um excelente nível de segurança. 

Todos os navegadores oferecem uma opção de sessão privada. Com esta função, é possível impedir o armazenamento de histórico, arquivos temporários e cookies. 

CONCLUSÃO

Esta é uma decisão difícil, mas depois de tanta análise, ficamos munidos de informação e experiência para escolher o vencedor deste Laboratório Digital. Apesar de ser o mais novo dos quatro, o Edge da Microsoft, que diga-se de passagem é infinitamente melhor do que o Internet Explorer, ficou na última posição. Sim, o navegador é mais rápido que seus antecessores, é bem clean e tem o diferencial de poder fazer anotações na página online. Fora isso, ele amargou as últimas posições em dois benchmarks e ainda só é compatível com Windows 10.

Na terceira posição, a nova versão do Safari. Ainda que tenha se destacado nos testes de benchmark, é um navegador exclusivo para usuários de Mac; aliás, pela integração completa, talvez seja a melhor opção para quem tem dispositivos Apple. As opções de compartilhamento são completas e não temos qualquer problema com desempenho.

O Firefox conquistou o segundo lugar. Além de ter se saído muito bem no benchmark de HTML5, o navegador é o mais indicado para quem curte customização. Ele tem uma infinidade de temas disponíveis. A loja de aplicativos deixa um pouco a desejar, mas o navegador da Mozilla não foi páreo para o grande vencedor desta edição..

É... o Google Chrome continua reinando no mundo dos browsers. É o software mais integrado de todos os comparados aqui; principalmente para acessar os serviços da Google como Gmail e o Drive. Mas não só isso; o Chrome também é o que possui a maior e mais útil seleção de aplicativos e extensões. Se não bastasse, o navegador se saiu super bem nos benchmarks e é definitivamente o melhor e mais rápido dos quatro!

E aí? O que você achou da nossa decisão? Aliás, qual seu navegador preferido? Compartilhe sua experiência e alimente uma saudável discussão para ajudar quem ainda não escolheu ou não está contente com o browser atual.]
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