Total de visualizações de página

terça-feira, 3 de maio de 2011

O preço do terror: US$ 1,2 trilhão

Essa é a estimativa de quanto custou aos EUA o combate à Al-Qaeda e a outros grupos radicais desde o 11 de Setembro

##= A guerra ao terror custa uma fortuna: nos últimos dez anos, o governo americano investiu cerca de US$ 1,2 trilhão. Essa cifra total, de acordo com um pesquisador da Universidade da Defesa, em Washington, é apenas estimada - quase todos os gastos são secretos e estão preservados sob o selo listrado que protege os processos sigilosos.

Tyler Hicks/NYT-9/12/2010
Tyler Hicks/NYT-9/12/2010
Em campo. Tropas especiais socorrem afegão em Kandahar

A agência governamental GAO (Government Accountability Office, ou Escritório Geral de Contabilidade), a auditoria da contabilidade da administração, admite gastos na faixa dos US$ 335 bilhões só na reorganização da comunidade das agências de inteligência - são 13, como divulga a mais conhecida delas, a CIA, ou 19, o número citado no relatório do Conselho Nacional de Inteligência.
O atentado contra as Torres Gêmeas, em setembro de 2001, revelou a enorme fragilidade do sistema. Os militantes da Al-Qaeda haviam deixado claras pistas. Vários indícios estavam registrados em informes que acabaram não consolidados e, pior, não analisados.
O então presidente George W. Bush iniciou o programa de reorganização de acordo com regras especiais. Criou um monstro. Em 2010, estavam em construção 33 complexos para abrigar a nova rede - todos formados no mínimo por três prédios.
Havia, então, 1.271 organizações governamentais e 1.931 particulares dedicadas a produzir informações, a partir de 10 mil locais nos EUA e no exterior. O número de pessoas diretamente envolvidas batia em 854 mil.
O jornal Washington Post acusou o governo de atuar com desperdício, gigantismo, ineficiência e arbitrariedade. A Diretoria de Inteligência Interna limitou-se a emitir uma nota discordando formalmente das conclusões.
O diretor da CIA, Leon Panetta, redimiu a má fama da corporação reduzindo drasticamente o trabalho acadêmico e aumentando as operações táticas, em conjunto com as unidades militares. O melhor resultado dessa retomada da vocação da agência apareceu no domingo: em 44 minutos, a fortificação de Osama caiu.
Os militares chegaram em quatro helicópteros Black Hawk. Perderam um, por falha mecânica. Participaram 24 homens sem nome, sem rosto e sem números de série. Os agentes do Seal (sigla para mar, ar e terra, em inglês) a rigor não têm nem mesmo farda própria. Os integrantes, todos voluntários, da tropa mais letal da Marinha americana, vestem, raramente, as fardas de suas unidades de origem. Acrescentam a elas só a insígnia do time: um tridente.
Quando são condecorados, recebem as homenagens discretamente, sempre à noite, usando a máscara de malha. E sem público. A operação conhecida mais recente, antes do ataque em Abbottabbad, ocorreu em abril de 2009, na Somália. Os soldados do Seal chegaram pelo ar, de grande altitude. Depois da queda livre e do uso da asa de planeio, pousaram em um navio militar dos EUA e entraram em ação para resgatar o capitão de um cargueiro americano refém de piratas. Na primeira chance, dispararam os fuzis M4: três tiros, três mortos. Nada de excepcional na rotina do time especializado em missões incomuns.
Acertar alvos móveis a distância é uma das habilidades dos soldados. Quase todas as informações sobre a equipe são secretas. Sabe-se que há dez grupos operacionais, cada um com 156 suboficiais e 27 oficiais. O treinamento preliminar dura 15 meses. O principal, dois anos e um mês - 20% chegam ao fim.
Eles recebem instrução anfíbia, tiro de precisão, mergulho, paraquedismo, artes marciais, uso de armas brancas, demolição, uso de armas de fogo de vários calibres, pilotagem de helicópteros e aeronaves leves. A cada ano, são abertas 900 vagas. Raramente aparecem mais do que 700 candidatos. Em 2007, apenas 170 foram aprovados.

A empresa RIM lança smartphone BlackBerry Bold com tela sensível ao toque

Celular estará disponível em todo o mundo a partir do segundo semestre.
Vendas do BlackBerry perderam impulso na América Latina e EUA.

BlackBerry Bold (Foto: Reprodução/rim.com)
BlackBerry Bold (Foto: Reprodução/rim.com)
 
##= A Research in Motion apresentou nesta segunda-feira (2) o BlackBerry Bold, uma nova versão de seu smartphone, além da atualização de seu sistema operacional, tentando recuperar o passo após divulgar um alerta de resultados.
A RIM informou que o novo celular com tela de toque, que estará disponível em todo o mundo a partir do segundo semestre, teria mais poder de processamento que o Torch, que a companhia definiu como concorrente digno do iPhone em agosto, quando lançou a mais recente atualização de sua plataforma.
A RIM surpreendeu investidores na semana passada ao lançar novo alerta de resultados, reduzindo as estimativas algumas semanas depois de anunciar projeções negativas de ganhos. As vendas do BlackBerry perderam impulso, principalmente na América Latina e nos Estados Unidos, enquanto as da Apple e do Google seguiram em alta.
"Não é um produto individual que vai alterar a percepção dos investidores quanto à companhia. Será necessário atualizar toda a linha de produtos e o sistema operacional"', disse Alkesh Shah, analista da Evercore Partners.
As ações da RIM caíam quase 1 por cento às 14h25 (horário de Brasília), após recuarem mais de 14 por cento com o alerta de resultados divulgado na sexta-feira.
O novo Bold, modelo voltado ao mercado corporativo, conta com tela de 2,8 polegadas e mantêm o teclado qwerty, característico da companhia, com processador de 1,2 GHz. O aparelho será vendido com chip NFC que permitirá o acesso a sistemas de pagamento com celular, disseram executivos durante a conferência anual BlackBerry World, em Orlando, na Flórida.
A companhia canadense também lançou um aplicativo de videochat para o tablet PlayBook, e anunciou a aquisição da Ubitexx, empresa que fabrica sistemas de controle para aparelhos.
Para explorar os recursos reforçados de segurança do BlackBerry, a empresa anunciou que oferecerá hospedagem de dados para aparelhos Apple e Android em seus servidores BlackBerry Enterprise.

Memórias da Kingston ganham novo visual

Companhia aplicará layout em toda a linha Genesis.
Dispositivo traz acentuada a cor azul e toques militares no design.




**=* A Kingston, fabricante mundial de memória, apresentou o novo visual da memória HyperX DDR3 da linha Genesis, composta por memórias com frequências de 1333 MHz a 2133 MHz, destinada a usuários avançados de PCs e pessoas que gostam de jogos de computador. O dispositivo traz acentuada a tradicional cor azul de algumas memórias da marca e possui toques militares em seu design.

Cientistas criam máquina para transmitir beijos pela internet.

Aparelho com canudo plástico gira conforme a língua do usuário.
Beijo pode ser 'gravado' e usado off-line.


##= Cientistas japoneses conseguiram transmitir a sensação de um beijo pela internet. O sistema, criado pelo Laboratório Kajimoto da Universidade de Comunicações Eletrônicas, em Tóquio, no Japão, utiliza um receptor que registra os movimentos da língua do usuário, fazendo com que o outro aparelho reproduza estes movimentos.
Cientista mostra como funciona a máquina que transmite o beijo pela internet (Foto: Divulgação)Cientista mostra como funciona a máquina que transmite o beijo pela internet (Foto: Divulgação)
 
Um canudo plástico adaptado em um aparelho gira para os lados conforme o usuário realiza movimentos com a língua em outro aparelho similar. A ação é registrada, transformada em códigos e enviada pela internet que, quando chega ao outro aparelho, reproduz a ação.
Além de transmitir ao vivo a sensação de um beijo, é possível gravá-las e "usá-las" sem a intervenção do outro usuário. Uma declaração dos criadores do sistema afirma que, apenas com a criação, eles ainda estão muito longe de replicar o beijo. "Elementos de um beijo inlcuem a respiração, umidade de língua e o tato. Quando isso for alcançado, teremos um aparelho poderoso".

Cientistas identificam receptor dos vírus Ebola e Marburg

Uma proteína chamada TIM-1 faz com que o vírus se fixe ao corpo humano.
Doenças são parecidas e causam muitas mortes na África.


##= Uma equipe de pesquisadores liderada pela microbióloga Wendy Maury, da Universidade de Iowa, nos EUA, identificou uma proteína que age como receptor para os vírus Ebola e Marburg. O estudo foi publicado pela revista científica “PNAS”.

A proteína se chama TIM-1 fica dentro das células, especialmente nas epiteliais. Essas células ficam em superfícies com mucosa, como os olhos e as vias aéreas. A descoberta de que a proteína ocorreu por meio de experimentos com uma nova abordagem bioinformatizada, e foi confirmada em experimentos subsequentes.

Os vírus Ebola e Marburg têm estruturas e origens parecidas. Eles causam febre hemorrágica nos humanos e em outros primatas, e a infecção provocada pode levar a morte em mais da metade dos casos registrados. Os dois surgiram na mesma região, no Leste da África, e ainda ocorrem surtos das doenças com certa frequência.

“Este é o primeiro receptor identificado para os vírus Ebola e Marburg”, afirmou Maury. “Isso é importante, porque se você conseguir identificar e compreender o primeiro passo da infecção – como o vírus entra nas células –, então pode ser que você consiga evitar a infecção cortando pela raiz”, completou.

Os pesquisadores testaram a possibilidade de bloquear a entrada dos vírus nas células. Usando um anticorpo chamado ARD5, conseguiram, com bastante eficiência, impedir que os vírus ficassem presos ao TIM-1. Esse passo, porém, não é suficiente para a criação de alguma vacina.

“Está claro que há outros receptores para o Ebola, pois, embora o TIM-1 seja encontrado em muitas células epiteliais, não é encontrado em tipos celulares importantes que são infectados pelo vírus”, disse Maury. “As células epiteliais não são um alvo tão importante para o vírus como outros tipos, mas podem ser o ponto de entrada para o Ebola”, explicou a cientista.

Em verde, a proteína TIM-1, em células das vias
aéreas (Foto: University of Iowa / Divulgação)

A imprensa isralense considera a morte de Bin Laden "liquidação seletiva"

Osama bin Laden, líder da Al Qaeda, morreu na noite de domingo



##= A imprensa israelense comparou a eliminação do líder da Al-Qaeda, Osama Bin Laden, morto no Paquistão por uma operação de forças especiais americanas, com as "liquidações seletivas" que Israel executa contra seus inimigos.

"Os Estados Unidos executaram uma operação de liquidação seletiva por excelência", destacou um comentarista da rádio pública israelense.

"Israel pode considerar que, do ponto vista legal, a liquidação de Bin Laden fora das fronteiras dos Estados Unidos lhe concede um cheque em branco para atuar contra terroristas fora de suas fronteiras", afirma o jornal Israel Hayom.

Ao mesmo tempo, o jornal destaca que é prematuro celebrar, já que o que o mundo aceita dos Estados Unidos, não aceita necessariamente de Israel.

"Imaginem qual teria sido a reação da comunidade internacional se Israel tivesse matado Bin Laden sem processo", comenta, com tom de ironia, o jornal Yediot Aharonot.

A imprensa israelense também destaca que a morte Bin Laden fortalece o prestígio do presidente americano Barack Obama com a opinião pública do Estado hebreu.

A morte de Bin Laden gera pico de tráfego em sites de notícias on-line

** = Índice registrou 4,1 milhões de visualizações de páginas por minuto.
Twitter recebeu 4 mil tuítes por segundo durante anúncio de Obama. = **



Gráfico mostra a grande procura por informações sobre Ossama na internet (Foto: Divulgação)
Gráfico mostra a grande procura por informações
sobre Ossama na internet (Foto: Divulgação)
 
##= A notícia sobre a morte de Osama bin Laden resultou um pico no tráfego on-line com usuários em busca de informações em sites de jornalismo. O índice Akamai, que mede o tráfego nos principais sites de notícias no mundo, registrou o pico de 4,1 milhões de visualizações de páginas por minuto às 23h de domingo (horário dos Estados Unidos), quando o presidente Barack Obama fez o anúncio sobre a morte na TV.
Segundo o Akamai, o número representa um aumento de 28% na América do Norte e de 24% em todo mundo, se comparado com as médias para o mesmo período. No entanto, conforme o site “Boston.com”, o número não está nem perto dos maiores recordes do Akamai. Na semana passada, por exemplo, o casamento do príncipe William gerou 5,3 milhões de visualizações de site de notícias por minuto.
TwitterO site “Mashable” informou que o índice Akamai mede apenas sites de notícias. Mídias sociais também apresentaram um enorme crescimento no tráfego on-line. O Twitter disse ter recebido 4 mil tuítes por segundo no horário do anúncio de Obama. De acordo com a CNN, o volume de tuítes em torno da notícia pode ser o segundo ou o terceiro maior da história do microblog.

Argentino constrói casa com 6 milhões de garrafas;


Artesão recolheu os objetos durante 21 anos.
Dos 6 milhões de garrafas, pelo menos 100 mil são de cerveja.


##= O artesão argentino Rubén 'Tito' Ingenieri, 47 anos, usou cerca de 6 milhões de garrafas para construir sua casa, uma oficina de arte e um farol.
Rubén Ingenieri usou cerca de 6 milhões de garrafas para construir sua casa. (Foto: Clarín.com )Rubén Ingenieri usou cerca de 6 milhões de garrafas para construir sua casa. (Foto: Clarín.com )
Tito mora na cidade de Quilmes, a 20 minutos da principal cervejaria argentina. 'Destes 6 milhões de garrafas, pelo menos 100 mil são de cerveja', disse ele à BBC Brasil.
O artesão, que não consome bebidas alcoólicas, recolheu as garrafas durante 21 anos. Elas foram encontradas na rua e doadas por moradores ou pela prefeitura local.
'Em um vídeo que fizemos para promover o museu, apareço bebendo numa garrafa de cerveja, mas é água. O que vale é a garrafa', disse.
Tito diz que a sua casa é também um museu, tendo recebido delegações do Japão, da Holanda, da Noruega e do Canadá.
Artesão recolheu os objetos durante 21 anos. (Foto: Clarín.com)Artesão recolheu os objetos durante 21 anos. (Foto: Clarín.com)
'(Construir casas com garrafas) pode ser uma solução para o problema da moradia. É muito mais barato que uma casa de tijolos', afirmou.
A casa está aberta à visitação publica, com entrada gratuita. O argentino afirma que, às vezes, 40 pessoas percorrem o local ao mesmo tempo.
A casa, com pisos e escadas de madeira, tem um quarto, uma sala, uma sala de jantar, um banheiro e uma cozinha.
'É uma casa como qualquer outra, mas com mais cores e iluminação graças aos tons das garrafas', disse. Tito, que iniciou, mas não concluiu, os estudos em belas artes, se define como um 'operário das artes'.
Oito horas por dia
Durante os 21 anos em que recolheu as garrafas, Tito diz ter trabalhado 8 horas por dia nas construções à base de ferro, areia, cimento, madeira e uma cola para prevenir a umidade. 'Soldei cada detalhe destas obras. Estou satisfeito com o resultado'.
Tito é porteiro em uma escola na localidade de Bernal, a 25 minutos de Quilmes. Além da casa onde mora, ele construiu a oficina, onde ensina aos interessados o que aprendeu sozinho, e um farol de 12 metros de altura.
O artesão afirma que se mudará para o farol quando ele ficar pronto, em dois meses. 'O farol também tem quarto e sala, mas com mais requinte que a casa-museu, porque é mais alto', disse.
No planos de Tito, está a construção de uma sala de cinema para os moradores locais, dentro da casa. 'Quero que muitos vejam que é possível fazer tudo isso sozinho. Com estas casas seria possível resolver problemas dos sem-teto e com criatividade'.
Das 6 milhões de garrafas, pelo menos 100 mil são de cerveja. (Foto: Clarín.com)     Das 6 milhões de garrafas, pelo menos 100 mil são de cerveja. (Foto: Clarín.com)

Foi encontrada a segunda caixa-preta do voo 447 da Air France.

##=  A segunda caixa-preta do Airbus A 330 da Air France - que caiu no Atlântico em junho de 2009 - foi encontrada e resgatada do fundo do mar, anunciou na noite de segunda-feira o Escritório de Análises e Investigações da França (BEA, na sigla em francês), órgão que investiga o acidente que matou 228 pessoas. O equipamento foi localizado pelo robô Remora 6000, que encontrara no domingo a primeira caixa-preta do voo 447. A segunda caixa encontrada contém o registro de voz dos pilotos na cabine da aeronave. Agora, segundo o diretor do BEA, Jean-Paul Troadec, com as duas caixas, será possível determinar com precisão as causas do acidente com a aeronave.
A segunda caixa-preta foi localizada às 18h50m (hora de Brasília) e resgatada pelo robô-submarino às 23h40m (hora de Brasília). O aparelho está em boas condições. Segundo o BEA, as memórias das caixas encontradas devem levar pelo menos dez dias até chegar à França, onde serão analisadas. De acordo com informações do jornal francês "Le Monde", especialistas dizem que os dados poderão ser recuperados em dois ou três dias.
A caixa-preta encontrada no domingo, chamada Flight Data Recorder (gravador de dados de voo, ou FDR, na sigla em inglês), contém os parâmetros técnicos do voo, como altitude, velocidade, desempenho do motor e trajetória. A descoberta marca uma etapa crucial nas investigações para descobrir as causas da tragédia. O Airbus da Air France (Rio-Paris) caiu no Atlântico em 31 de maio de 2009.
" Depois de quase dois anos de espera, as famílias das vítimas talvez sejam capazes de entender as circunstâncias do acidente "

Em comunicado, a ministra do Meio Ambiente, Transporte e Habitação da França, Nathalie Kosciusko-Morizet, lembrou que as famílias estão perto de uma explicação.
- Depois de quase dois anos de espera, as famílias das vítimas talvez sejam capazes de entender as circunstâncias do acidente - disse.
Ao jornal "Le Monde", Thierry Mariani, o secretário francês dos Transportes, lembrou que esta foi a primeira vez que destroços de um avião são recuperados a tal profundidade. As operações de buscas, iniciadas no dia 26 de abril, estão sendo realizadas a 3.900 metros de profundidade, a cerca de dez quilômetros ao norte da última posição do avião conhecida nos radares.
A localização das caixa-pretas era uma prioridade. As coordenadas geográficas precisas dos destroços foram obtidas através da análise de fotos tiradas por outros robôs submarinos que descobriram a fuselagem do avião, no início de abril .
Segunda caixa preta do Voo 447
A missão francesa tenta resgatar os corpos junto com os destroços. A Associação dos Familiares de Vítimas do Voo 447 enviou carta solicitando uma audiência à presidente Dilma Rousseff. Segundo Nelson Faria Marinho, presidente da associação, há uma série de reivindicações a serem feitas, entre elas a de que os corpos não sejam levados para a França, como o governo francês pretende fazer.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Obama assistiu ao vivo à operação que matou Bin Laden

** = Imagens foram transmitidas para o presidente dos EUA e para membros do governo em tempo real.= **
 

estadão.com.br

Obama e sua equipe assistem à transmissão da operação.

##= WASHINGTON - A operação dos militares americanos que terminou com a morte do líder da rede terrorista Al-Qaeda, Osama Bin Laden, foi assistida pelo presidente dos EUA, Barack Obama, e por mais membros do governo da Casa Branca, informa o canal CNN nesta segunda-feira, 2. A ação foi transmitida para uma sala na sede do governo americano, a mais de 11 mil quilômetros de onde foi realizada.
De acordo com John Brennan, um dos principais conselheiros de segurança antiterror do presidente, Obama "assistiu ao progresso da operação em tempo real, do início ao recolhimento dos restos". "Conseguimos ter atualizações regulares para assegurar que víamos tudo como estava acontecendo", disse Brennan.
A Casa Branca e a CIA (Agência Central de Inteligência, responsável pela operação) não tiveram acesso ao áudio do que ocorria, mas foi possível acompanhar as imagens da ação em Abbottabad, no norte do Paquistão, de acordo com oficiais americanos. Mais detalhes não foram fornecidos pelas autoridades.
Segundo Brennan, a CIA estava confiante de o líder da Al-Qaeda estava em Abbottabad. Ele ainda descreveu o momento em que Obama e sua equipe assistiam à operação. "Provavelmente foi um dos períodos de maior ansiedade nas vidas das pessoas que estavam ali. Os minutos passaram como dias, e o presidente estava muito preocupado com a segurança do nosso pessoal", relatou Brennan.
Bin Laden era o homem mais procurado pelo governo americano, que oferecia uma recompensa de US$ 25 milhões por sua captura. Ele é considerado um dos responsáveis pelos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 contra o World Trade Center, que mataram mais de 3 mil pessoas. A morte do saudita foi anunciada por Barack Obama no fim da noite do domingo (horário dos EUA).