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sexta-feira, 8 de maio de 2026

Irã alerta embarcações a ficarem longe de navios de guerra dos EUA

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Conteúdo Exclusivo: Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica diz que às vezes precisam "dar uma lição aos ianques" com mísseis e drones após confrontos militares na região
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Da Reuters
08/05/26 às 18:36 | Atualizado 08/05/26 às 18:36
Postado em 08 de Maio de 2.026 às 19h00m
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Lanchas iranianas disparando mísseis no Estreito de Ormuz  • Reuters

A Marinha da IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica do Irã) alertou as embarcações para se manterem afastadas dos navios de guerra dos Estados Unidos no Estreito de Ormuz após confrontos militares, afirmando que às vezes precisa dar uma lição aos "ianques", de acordo com uma gravação de áudio compartilhada com a CNN.

Recomendamos que mantenham uma distância de pelo menos 16 quilômetros dos navios de guerra para sua segurança, porque às vezes precisamos dar uma lição aos ianques com mísseis e drones, disse uma voz no canal 16 do VHF, a frequência de rádio usada por navios internacionais para comunicações urgentes.

Yankees, ou ianques, é um termo usado para se referir a um cidadão dos Estados Unidos. Historicamente, a expressão era usada de forma depreciativa pelos britânicos para se referir aos habitantes da Nova Inglaterra, primeira região dos EUA a ser colonizada pelos ingleses.

Hoje, a região engloba os estados do Maine, New HampshireVermontMassachusettsRhode Island e Connecticut.

Uma fonte da indústria marítima disse à CNN que na quinta-feira (7) "os iranianos ordenaram que todos os navios que estavam na parte norte do Estreito se aproximassem de Dubai, o que todos fizeram", acrescentando que houve "intensos tiroteios" na hidrovia naquele dia.

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O tráfego no Estreito de Ormuz "permanece significativamente reduzido", informou o UKMTO (Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido), com vários novos incidentes relacionados à segurança relatados "nas últimas 48 horas".

Operar na hidrovia "continua sendo de alto risco devido aos recentes ataques a navios na área", afirmou a UKMTO, acrescentando que "as atividades de fiscalização relacionadas ao bloqueio continuam".

Outra fonte que atua no setor marítimo iraniano disse à CNN que as chances de uma resolução amigável bem-sucedida para este conflito permanecem mínimas. Temos certa preocupação de que a guerra possa começar em breve, disse a fonte.

Desde que os EUA e Israel iniciaram ataques aéreos contra o Irã no final de fevereiro, Teerã ameaçou atacar qualquer navio que passasse pelo Estreito de Ormuz sem permissão da marinha do IRGC.



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inglês

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Embraer tem melhor 1º trimestre da história com receita recorde de R$ 7,6 bilhões

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Fabricante de aeronaves, com sede em São José dos Campos (SP), faturou R$ 7,6 bilhões entre janeiro e março deste ano. Carteira de pedidos também bateu recorde histórico.
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Por g1 Vale do Paraíba e Região

Postado em 08 de Maio de 2.026 às 09h15m
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Embraer tem melhor 1º trimestre da história com receita recorde de R$ 7,6 bilhões
Embraer tem melhor 1º trimestre da história com receita recorde de R$ 7,6 bilhões

A Embraer registrou a maior receita da história para um primeiro trimestre em 2026. Segundo um balanço divulgado nesta sexta-feira (8), a fabricante de aeronaves, com sede em São José dos Campos (SP), faturou R$ 7,6 bilhões entre janeiro e março deste ano, alta de 18% em relação ao mesmo período de 2025.

Em dólares, a receita chegou a US$ 1,4 bilhão no trimestre, avanço de 31% na comparação anual - (a comparação em reais e em dólares sofre impacto da variação do câmbio). De acordo com a Embraer, o resultado foi impulsionado principalmente pelas áreas de Defesa & Segurança e Aviação Comercial.

O lucro líquido da Embraer nos três primeiros meses de 2026 foi de R$ 145,4 milhões. No mesmo período do ano passado, a empresa havia registrado lucro de R$ 299,9 milhões.

A Embraer afirmou ainda que as tarifas de importação dos Estados Unidos geraram impacto de US$ 13 milhões durante o trimestre.

A empresa reportou investimentos de US$ 98,8 milhões entre janeiro e março deste ano. Somando os aportes realizados na Eve, subsidiária voltada à mobilidade aérea urbana que desenvolve o carro voador, o total investido chegou a US$ 148,6 milhões.

Jato comercial E175-E2 em São José dos Campos — Foto: Embraer/Divulgação
Jato comercial E175-E2 em São José dos Campos — Foto: Embraer/Divulgação

Ainda segundo o levantamento, a Embraer entregou 44 aeronaves no primeiro trimestre de 2026, 14 a mais do que no mesmo período do ano passado, quando foram entregues 30 aeronaves. O crescimento é de 47%.

Do total entregue neste ano, foram:

  • 10 jatos comerciais;
  • 29 jatos executivos;
  • 5 aeronaves de defesa, sendo um KC-390 Millennium e quatro A-29 Super Tucano.

A carteira de pedidos consolidada da Embraer cresceu 21,6% no primeiro trimestre de 2026, na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo a empresa, o volume de pedidos atingiu US$ 32,1 bilhões, o sexto recorde histórico consecutivo da fabricante.

Segundo a Embraer, o segmento de Aviação Comercial teve destaque, com crescimento de 50% na carteira de encomendas em relação ao ano anterior.

Para 2026, a empresa manteve as projeções divulgadas anteriormente. A expectativa é entregar entre 80 e 85 aeronaves comerciais e entre 160 e 170 jatos executivos ao longo do ano.

Cargueiro C-390, da Embraer — Foto: Embraer/Divulgação
Cargueiro C-390, da Embraer — Foto: Embraer/Divulgação


Avião Embraer — Foto: Divulgação/Embraer
Avião Embraer — Foto: Divulgação/Embraer


Jato E2 da Embraer — Foto: Divulgação/Embraer
Jato E2 da Embraer — Foto: Divulgação/Embraer


Fábrica da Embraer em São José dos Campos — Foto: Divulgação/ Enplan
Fábrica da Embraer em São José dos Campos — Foto: Divulgação/ Enplan


Unidade da Embraer no aeroporto em São José dos Campos — Foto: Divulgação/Embraer
Unidade da Embraer no aeroporto em São José dos Campos — Foto: Divulgação/Embraer


Vista da sede da Embraer, em São José dos Campos, interior de SP — Foto: Luis Lima Jr./Futura Press/Estadão Conteúdo
Vista da sede da Embraer, em São José dos Campos, interior de SP — Foto: Luis Lima Jr./Futura Press/Estadão Conteúdo

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quinta-feira, 7 de maio de 2026

A crise da BioNtech, criadora da 1ª vacina contra a covid‑19

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Antes celebrada por desenvolver em tempo recorde junto com a Pfizer o 1º imunizante de mRNA contra a covid‑19, farmacêutica alemã agora enfrenta prejuízo bilionário, cortes de centenas de vagas e fechamento de unidades.
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TOPO
Por Nik Martin

Postado em 07 de Maio de 2.026 às 18h25m
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O logotipo da BioNTech em Marburg, Alemanha. Foto de 2 de fevereiro de 2023. — Foto: REUTERS/Fabian Bimmer
O logotipo da BioNTech em Marburg, Alemanha. Foto de 2 de fevereiro de 2023. — Foto: REUTERS/Fabian Bimmer

Há seis anos, uma empresa farmacêutica alemã quase desconhecida desenvolveu a primeira vacina contra a covid‑19 baseada em RNA mensageiro (mRNA) e mudou o rumo de uma pandemia global.

Anteriormente, a BioNTech havia passado mais de uma década pesquisando imunizantes desse tipo para tratar câncer sem despertar grande interesse comercial. Com a experiência acumulada, a empresa se uniu à Pfizer em 2020 para concluir exames clínicos e lançar a vacina Comirnaty em tempo recorde.

Em dezembro daquele ano, a britânica Margaret Keenan recebeu a primeira dose. Anteriormente, Rússia e China haviam aplicado imunizantes de vetor viral de forma emergencial, mas ainda sem estarem concluídas todas as fases de avaliação.

Hoje, porém, a empresa de biotecnologia sediada na cidade alemã de Mainz enfrenta um duro acerto de contas. A companhia que um dia distribuiu bilhões de doses de vacina, creditada por evitar milhões de mortes por covid e permitir a reabertura de economias em lockdown, agora corre risco pela aposta em um produto único.

Na terça‑feira (05/04), a BioNTech anunciou um amplo corte de custos após registrar prejuízo líquido trimestral de 532 milhões de euros (R$ 3 bilhões).

Unidades de produção na Alemanha e em Singapura serão fechadas, e seus fundadores, Ugur Sahin e Özlem Türeci, devem deixar a empresa. No total, cerca de 1.860 empregos devem ser afetados.

Por que a BioNTech está em crise?

Analistas financeiros dizem que os problemas da BioNTech decorrem do fim previsível de um ganho temporário com a covid, que gerou dezenas de bilhões de euros em receita desde o fim de 2020.

Isso, combinado com a natureza de alto risco da pesquisa e desenvolvimento no setor de biotecnologia, evidenciou o risco de depender de um único produto. Os problemas econômicos atuais da Alemanha, como os altos custos de mão de obra e energia, além da burocracia, contribuem para o cenário.

Uma enfermeira segura um frasco da vacina da Pfizer-BioNTech contra a Covid-19 no Guy's Hospital, em Londres. — Foto: ASSOCIATED PRESS
Uma enfermeira segura um frasco da vacina da Pfizer-BioNTech contra a Covid-19 no Guy's Hospital, em Londres. — Foto: ASSOCIATED PRESS

A demanda pela vacina contra a covid da BioNtech, a Comirnaty, evaporou mais rápido do que o esperado, com a receita do primeiro trimestre de 2026 caindo para 118 milhões de euros (R$ 684 milhões) – um recuo de 35% em relação ao mesmo período do ano passado.

Ao anunciar os resultados, a empresa afirmou que "antecipa receitas menores com vacinas contra a covid‑19 em comparação com 2025, impulsionadas por quedas tanto nos mercados europeu quanto dos Estados Unidos".

Analistas dizem que a companhia ampliou em excesso sua capacidade produtiva durante o boom e agora enfrenta fábricas ociosas. Como resultado, a Biontech afirma que transferirá toda a produção da vacina contra a covid para a Pfizer.

Cortes miram a CureVac após aquisição

A empresa também se envolveu em controvérsia com a aquisição de 1,25 bilhão de dólares (R$ 6,16 bilhões) da rival CureVac, em dezembro de 2025.

A concorrente havia desenvolvido seu próprio imunizante candidato contra a covid, que apresentou baixa eficácia e foi abandonado. Ainda assim, isso não a impediu de processar a BioNTech e a Pfizer em 2022, alegando que a vacina Comirnaty infringia várias de suas patentes de mRNA.

Ao comprar a rival — e suas patentes —, a farmacêutica conseguiu encerrar todos os litígios e evitar potenciais indenizações de vários bilhões de euros.

Mas, em mais um golpe, quando a BioNTech anunciou nesta semana a reestruturação e os fechamentos, a antiga fábrica da CureVac em Tübingen, perto de Stuttgart, foi uma das incluídas na lista de cortes.

O prefeito de Tübingen, Boris Palmer, acusou a empresa de adotar uma estratégia de "comprar primeiro e depois matar", acrescentando que o fechamento da planta foi um "golpe duro" para os "muitos funcionários altamente qualificados que sustentaram a CureVac por anos".

A medida foi classificada como uma "abordagem planejada de terra arrasada" pela organização sindical IG BCE, que criticou o que chamou de "razões financeiras de curto prazo que prejudicariam a resiliência do polo de biotecnologia da Alemanha".

A câmara de comércio local (IHK Reutlingen) alertou, em comunicado, que "know‑how tecnológico na forma de mentes brilhantes, patentes e resultados de pesquisa e desenvolvimento será perdido" com o fechamento da fábrica.

Fundadores da Biontech vão deixar chefia da empresa. — Foto: Christoph Hardt/Future Image/IMAGO
Fundadores da Biontech vão deixar chefia da empresa. — Foto: Christoph Hardt/Future Image/IMAGO

A BioNTech consegue prosperar sem seus fundadores?

Sahin e Türeci, que em março anunciaram que deixarão a empresa até o fim do ano para lançar um novo empreendimento de biotecnologia, não eram apenas os fundadores da Biontech, mas a principal força motriz por trás do sucesso da companhia.

Como sinal de seu papel central, as ações da empresa despencaram cerca de 18% após o anúncio, com o banco de investimentos Leerink Partners, sediado em Boston e focado em saúde, questionando se a empresa conseguirá manter sua vantagem inovadora sem eles.

"A empresa consegue efetivamente repetir e expandir sua abordagem sem a visão de seus fundadores?", questionaram analistas da Leerink em uma nota de pesquisa.

A farmacêutica agora retoma seu foco em tratamentos de mRNA contra o câncer, incluindo novas terapias desenvolvidas com a Bristol Myers Squibb para câncer de mama, pulmão e outros tipos.

Em sua atualização trimestral mais recente, a empresa disse que espera ter 15 ensaios clínicos de Fase 3 decisivos em andamento até o fim do ano.

Sahin afirmou que a BioNTech "continuará focada em acelerar nossos principais programas estratégicos, enquanto permanecemos firmes em nossa visão de traduzir nossa ciência em sobrevivência para pacientes que vivem com câncer".

Ao transferir a produção da vacina contra a covid para a Pfizer e fechar algumas fábricas, a BioNTechpretende economizar cerca de 500 milhões de euros (R$ 2,8 bilhões) por ano até 2029.

A empresa diz que manterá uma pequena participação na nova startup que está sendo lançada por seus fundadores, que trabalhará em tecnologia de mRNA de próxima geração.

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Brasil lidera investimentos chineses no mundo; veja os principais setores

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País recebeu US$ 6,1 bilhões em aportes da China no ano, impulsionados por energia, mineração e carros elétricos, segundo levantamento do Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC).
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Por Micaela Santos, g1 — São Paulo

Postado em 07 de Maio de 2.026 às 17h40m
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O Brasil foi o país que mais recebeu dinheiro de empresas chinesas para novos negócios e projetos em 2025, segundo relatório divulgado nesta quinta-feira (7) pelo Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC).

Os aportes somaram US$ 6,1 bilhões no ano, impulsionados principalmente pelos setores de energia, mineração e mobilidade elétrica.

De acordo com o levantamento, o Brasil respondeu por 10,9% de todos os investimentos chineses realizados no exterior em 2025, à frente de países como Estados Unidos, Indonésia e Cazaquistão.

O relatório mostra ainda que o Brasil foi o único país a permanecer entre os cinco destinos que mais receberam investimentos chineses nos últimos cinco anos.

💡O setor de eletricidade liderou os aportes, com US$ 1,79 bilhão (aproximadamente R$ 8,8 bilhões) — cerca de 29,5% do total investido — concentrados em projetos de energia renovável e transmissão.

🔨 Já a mineração foi o grande destaque do ano, segundo o estudo, com investimentos que mais que triplicaram em relação a 2024 e atingiram US$ 1,76 bilhão (cerca de R$ 8,6), impulsionados pelo interesse chinês em minerais críticos ligados à transição energética, como níquel, cobre e ouro.

🚘 A mobilidade elétrica também avançou. O setor automotivo recebeu US$ 965 milhões (cerca de R$ 4,7 bilhões) em investimentos, alta de 66% na comparação anual, puxado pela expansão de montadoras chinesas no país.

O relatório cita a inauguração das fábricas da BYD, na Bahia, e da GWM Brasil, em São Paulo, além da parceria entre a Geely Auto e a Renault Brasil.

O setor de petróleo permaneceu entre os principais destinos dos investimentos chineses no Brasil em 2025, com aportes de US$ 804 milhões (cerca de R$ 3,9 bilhões). Apesar da queda de 24% em relação a 2024, a área respondeu por 13,3% do total investido pela China no país e ficou em segundo lugar em número de projetos.

O principal movimento do ano foi a entrada da China National Petroleum Corporation (CNPC) na Foz do Amazonas. A estatal chinesa adquiriu nove blocos exploratórios na região, em consórcio com a Chevron, ampliando a presença chinesa no Norte do país. O avanço ajudou a região a alcançar participação recorde na atração de projetos chineses em 2025.

O que explica a atratividade do Brasil

Segundo o diretor de conteúdo e pesquisa do CEBC e autor do estudo, Tulio Cariello, o avanço é resultado de uma combinação de fatores internos e externos.

Esse quadro reflete um cenário de maior atratividade relativa dos ativos brasileiros, em especial para investidores chineses, devido a fatores internos, como a depreciação do real frente ao dólar, o tamanho do mercado consumidor brasileiro, a abundância de recursos minerais e energéticos e a matriz elétrica limpa do país, afirmou.

  • 🔎 A depreciação do real frente ao dólar significa que os ativos brasileiros ficam mais baratos para investidores estrangeiros. Como os investimentos são feitos em dólar, um câmbio mais alto aumenta o poder de compra das empresas chinesas no Brasil, reduzindo o custo relativo de fábricas, empresas, terras e projetos de infraestrutura. Isso tende a tornar o país mais atrativo para o capital externo.

O relatório também aponta que as tensões geopolíticas e as restrições a investimentos chineses nos mercados dos Estados Unidos e da Europa têm contribuído para redirecionar parte do capital ao Brasil.

Para os próximos anos, a expectativa é de continuidade dos aportes em setores ligados à transição energética, tecnologia da informação, petróleo, mineração e manufaturas avançadas.

Fábrica da BYD em Camaçari (BA) — Foto: divulgação/BYD
Fábrica da BYD em Camaçari (BA) — Foto: divulgação/BYD

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