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sábado, 9 de novembro de 2024

Deserto na Arábia Saudita registra neve pela primeira vez; veja fotos

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Chuvas torrenciais e tempestade de granizo atingiram região de Al-Jawf
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Da CNN
09/11/2024 às 04:18 | Atualizado 09/11/2024 às 04:18
Postado em 09 de novembro de 2024 às 06h00m

#.* Post. - Nº.\  11.396 *.#

Deserto na Arábia Saudita registra neve pela primeira vez na história.
Deserto na Arábia Saudita registra neve pela primeira vez na história. • Agência estatal de notícias da Arábia Saudita

Um deserto na Arábia Saudita ficou coberto de neve pela primeira vez na história. O fenômeno inédito foi registrado na região de Al-Jawf, na fronteira com a Jordânia, após fortes chuvas e granizo atingirem o território saudita.

Segundo a agência de notícias estatal da Arábia Saudita, a neve caiu no último sábado (2). A previsão para os dias seguintes era de formação de tempestades, ventos fortes e chuvas torrenciais.

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O país é conhecido pela paisagem árida, com temperaturas que costumam ficar acima dos 30°C durante o dia.

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quinta-feira, 7 de novembro de 2024

2024 está prestes a ser o primeiro ano a superar o limite histórico de 1,5ºC de aquecimento

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Dados do observatório europeu Copernicus também mostram que outubro de 2024 foi o segundo outubro mais quente já registrado, com uma temperatura média de 15,25°C, 0,80°C acima da média de 1991-2020.
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Por Roberto Peixoto, g1

Postado em 07 de novembro de 2024 às 05h30m

#.* Post. - Nº.\  11.395 *.#


Aquecimento Global: 2024 se encaminha para ser o ano mais quente já registrado no planeta

É praticamente certo que o mundo vivenciará novamente um ano mais quente já registrado e o primeiro em que a temperatura média global ficará mais de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais, apontam dados do Serviço de Mudança Climática do observatório europeu Copernicus (C3S).

Aliado a isso, também já é possível dizer que outubro de 2024 ficou 1,65°C acima do nível pré-industrial, marcando o 15º mês em 16 meses em que a temperatura média global superou 1,5°C acima dos níveis pré-industriais. O dado considera a temperatura média do ar no planeta.

Desde junho de 2023, o mundo vem registrando quase que um mês mais quente na sequência do outro, dado que cientistas e autoridades destacam para apontar que vivemos uma emergência climática. Somente julho, setembro e outubro de 2024 não superaram esse recorde (agosto de 2024 empatou com agosto de 2023).

Ainda de acordo com o observatório europeu, outubro de 2024 foi o segundo outubro mais quente já registrado globalmente porque teve uma temperatura média do ar de superfície 0,80°C acima da média de outubro de 1991-2020.

📝 Os cientistas chamam isso de anomalia de temperatura. Em outras palavras, é um indicador que mostra quanto a temperatura se desvia de uma determinada média histórica.

Essas datas são usadas como referência porque esse período representa um ponto médiodo aumento da temperatura global, ou seja, o intervalo logo antes das mudanças climáticas se tornarem mais intensas e evidentes.

Além disso, a temperatura média global nos últimos doze meses (novembro de 2023 - outubro de 2024) está 1,62°C acima da média pré-industrial de 1850-1900.

E de janeiro a outubro de 2024, a anomalia da temperatura global foi de 0,71°C acima da média de 1991-2020, o que faz de 2024 quase certamente o ano mais quente já registrado.

"Após 10 meses de 2024, é praticamente certo que este será o ano mais quente já registrado e o primeiro a ultrapassar 1,5ºC acima dos níveis pré-industriais, segundo os dados do ERA5. Esse marco nos registros de temperatura global deve servir como um incentivo para aumentar a ambição na próxima Conferência sobre Mudanças Climáticas, a COP29", avaliou Samantha Burgess, vice-diretora do C3S. 
Lista de recordes

A marca de temperatura de agosto se soma à lista de recordes globais de calor neste e no último ano:

  • Primeiro, o planeta registrou em 2023 o mês de junho mais quente da história - até então.
  • Depois, a marca foi sendo quebrada a cada novo mês: julho, agosto, setembro, outubro, novembro, dezembro, janeiro, fevereiro, março, abril, maio, junho de novo e agora agosto.
  • Além disso, o número de dias que ultrapassou o limiar de aquecimento politicamente significativo de 1,5ºC já atingiu um novo máximo;
  • E, para piorar, pela 1ª vez, o mundo registrou um dia com a temperatura média global 2°C acima da era pré-industrial.
  • Fora tudo isso, julho de 2023 foi tão quente que pode ter sido o mês mais quente em 120 mil anos, enquanto as temperaturas médias de setembro quebraram o recorde anterior em 0,5°C.
Caos climático em gráficos

Como mostrou o g1, 2024 ainda está longe de terminar, mas um conjunto de gráficos atualizados com os dados mais recentes disponíveis gritam que o ano será marcante na trajetória da emergência climática. Veja abaixo:

Temperatura da superfície do mar: maio é o décimo terceiro mês consecutivo em que a temperatura da superfície do mar tem sido a mais quente nos registros de dados do observatório europeu Copernicus para o respectivo mês do ano.

Degelo na Antártida: em 2024, a extensão do gelo marinho antártico atingiu um dos níveis mais baixos já registrados pelo terceiro ano consecutivo. Em 20 de fevereiro, a redução de 200 mil km² superou o recorde do ano anterior.

Degelo no Ártico: as altas temperaturas contribuem para uma das menores extensões de gelo marinho já observadas na região: cobertura está abaixo do registrado em maio de 2012, sugerindo a possibilidade de um novo recorde mínimo este ano.

Listras do aquecimento global: esse gráfico foi criado pelo cientista climático Ed Hawkins, da Universidade de Reading, no Reino Unido. Ele foi apresentado publicamente pela primeira vez em 2018 e mostra o aumento da temperatura global desde a Revolução Industrial. E em 2023, as temperaturas foram tão altas que ultrapassaram a escala de representação das listras do aquecimento.

Consumo de combustíveis fósseis: quando queimamos combustíveis fósseis liberamos na nossa atmosfera quantidades significativas de dióxido de carbono (CO2), o principal gás do efeito estufa, que absorve e irradia calor.

Desde a Revolução Industrial no século XVIII, quando passamos a queimar grandes quantidades de combustíveis fósseis, esta instabilidade está em um curso cada vez mais perigoso.

Década de recordes: todos os 10 anos mais quentes que temos registro ocorreram na última década (2014-2023). Além disso, antes de 2015, nenhum dia do ano registrava taxas de temperatura acima de 1.5°C. Agora, na última década, cada vez mais dias estão superando essa marca. O ano de 2023 foi especialmente preocupante, marcando um recorde com 173 dias registrando temperaturas acima de 1.5°C.

Aquecimento Global: 2024 se encaminha para ser o ano mais quente já registrado no planeta

Inpe 

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quarta-feira, 6 de novembro de 2024

Efeito Trump: dólar dispara, juros futuros dos EUA avançam e bitcoin bate recorde após eleições

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Política econômica mais protecionista defendida pelo republicano pode elevar a inflação na maior economia do mundo e gerar aumento nos juros do país, o que valoriza a moeda americana.
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Por Bruna Miato, g1

Postado em 06 de novembro de 2024 às 09h30m

#.* Post. - Nº.\  11.394 *.#

Trump faz discurso da vitória para apoiadores na Flórida — Foto: Alex Brandon/AP
Trump faz discurso da vitória para apoiadores na Flórida — Foto: Alex Brandon/AP

A vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos provocou um aumento expressivo nos juros futuros americanos nesta quarta-feira (6) e, como consequência, o dólar também dispara frente a outras moedas no mundo todo.

No Brasil, às 10h35, o dólar tinha alta de 0,63%, cotado a R$ 5,7827. Na máxima do dia, até aqui, a moeda já bateu os R$ 5,8619. O índice DXY — que mostra qual a variação do dólar em relação a uma cesta de moedas de outros países (como euro, iene, libra esterlina e dólar canadense) — tinha alta de cerca 2%.

Os juros futuros dos Estados Unidos indicam a expectativa do mercado financeiro para qual deve ser a taxa de juros definida pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano) nos próximos anos.

Essas taxas, que hoje estão entre 4,75% e 5,00% ao ano, servem como referência para o rendimento das Treasuries, os títulos públicos americanos, considerados os ativos mais seguros do mundo. Para os próximos anos, havia uma expectativa de que as taxas fossem menores, mas a vitória de Trump voltou a fazer as projeções subirem.

Durante a manhã, o rendimento do Treasury de 10 anos (que representa a expectativa para as taxas americanas daqui a 10 anos), por exemplo, saltou para o maior patamar em quatro meses, em torno de 4,47%, rompendo a máxima da semana passada, de 4,388%. Os rendimentos de dois anos também avançaram, chegando a 4,31%.

Mas qual a razão para este desempenho?

O candidato republicano defende uma política econômica mais protecionista, que prioriza a produção interna nos Estados Unidos em detrimento da importação de outros países.

Isso pode criar uma guerra comercial mais rígida para a China e reduzir as exportações de outros países emergentes que são importantes parceiros comerciais americanos, como Brasil e México, por exemplo. Essa antecipação de cenário ajudou a valorizar o dólar contra outras moedas emergentes.

"Já havia um impacto da percepção do risco de vitória do Trump, com a expectativa de que ele possa colocar tarifas de importação sobre países como México e China. Exportadores de commodities, como o Brasil, também podem ser afetados", diz o economista Luciano Costa, economista-chefe da Monte Bravo Corretora.

Além de uma possível redução das exportações, que fariam com que menos dólares entrassem em circulação no Brasil, o aumento das tarifas nos Estados Unidos também encareceria os preços dos produtos dentro do próprio país, pois quanto mais taxas, mais caros ficam os produtos e serviços.

Preços mais altos gerariam uma nova pressão na inflação americana, o que pode levar o Fed a manter os juros mais altos, por mais tempo, para controlar os preços.

"Desta forma, investidores farão a opção de investir nos EUA com as taxas das Treasuries (títulos públicos americanos, considerados os mais seguros do mundo) mais altas", diz Alexandre Viotto, chefe da mesa de câmbio da EQI Investimentos.

Donald Trump é eleito presidente dos EUA

No Brasil, pode ser pior

Além da força do dólar no mundo inteiro pelas expectativas de juros maiores durante o governo de Trump, no Brasil ainda pesa a questão fiscal.

O cenário das contas públicas brasileiras preocupa os investidores. Quando os gastos públicos estão elevados, acima das receitas do governo (gerando déficit público), o mercado passa a desconfiar da capacidade do país de arcar com suas dívidas no médio e longo prazo.

Esse risco mais alto faz com que investidores esperem juros também mais altos para trazerem seus recursos para o Brasil. O resultado dessa demanda por taxas maiores foi uma desvalorização ainda mais forte do real na última semana.

Havia uma grande expectativa do mercado financeiro de que a equipe econômica do governo federal apresentasse algum pacote de cortes nos gastos públicos ainda na semana passada, logo após o segundo turno das eleições municipais no Brasil. Isso não aconteceu.

A equipe econômica do governo venha afirmando que está discutindo os gastos — o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse, inclusive que o governo está na "reta final" das definições dos cortes.

Porém, enquanto não há definição de quais despesas serão cortadas, o dólar deve continuar subindo com mais força, aliado à eleição de Trump. "Quanto mais tempo passa, mais o mercado vai se protegendo", diz Beto Saadia, diretor de investimentos da Nomos. 
Bitcoin bate recorde

O bitcoin, criptomoeda mais popular do mundo, também dispara nesta quarta-feira (6) e renova seu maior patamar histórico, sendo negociado próximo dos US$ 74 mil, com a vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos.

Às 08h, o bitcoin registrava alta de cerca 6,50% e era vendido a US$ 73.863. Na máxima do dia, a moeda subiu 8,63%, ultrapassando os US$ 75 mil. No Brasil, a alta da criptomoeda era ainda mais expressiva, de mais de 11%, vendida a quase R$ 443 mil.

O efeito da vitória do candidato republicano sobre a democrata Kamala Harris também impulsiona outras criptomoedas pelo mundo, como o ethereum, a solana e a BNB, alguns dos principais criptoativos da atualidade.

Isso porque Donald Trump é um defensor mais ferrenho das criptomoedas do que Harris e investidores esperam que o político adote medidas que favoreçam esse mercado durante seu mandato.

No fim de julho deste ano, durante sua campanha eleitoral, Trump participou da conferência Bitcoin 2024 e disse aos participantes do evento que eles seriam "muito felizes" com uma eventual vitória sua.

"Se a criptografia vai definir o futuro, quero que seja extraída, cunhada e fabricada nos Estados Unidos", disse o republicano.

Essa postura favorável às criptomoedas foi uma mudança nos discursos de Trump. Há alguns anos, ele se manifestava publicamente contra esse tipo de ativo.

Em um post no X (antigo Twitter) em 2019, Trump afirmou que não era "" do bitcoin e de outras criptomoedas, dizendo que esses ativos "não são dinheiro e cujo valor é altamente volátil e baseado no ar".

"Ativos criptográficos não regulamentados podem facilitar comportamento ilegal, incluindo comércio de drogas e outras atividades ilegais", disse o republicano à época.

A mudança de postura, segundo especialistas ouvidos em reportagem do g1, é consequência de uma mudança do perfil do eleitorado norte-americano, que tem cada vez mais criptomoedas.

*Com informações da agência de notícia Reuters

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terça-feira, 5 de novembro de 2024

China revelará caça furtivo enquanto busca igualar o poder aéreo dos EUA

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Modelo J-35A é o segundo caça furtivo desenvolvido pela China; EUA acusam Pequim de roubo de informações
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Simone McCarthyda CNN
05/11/2024 às 08:33
Postado em 05 de novembro de 2024 às 

#.* Post. - Nº.\  11.393 *.#

Caça furtivo J-35A, desenvolvido pela China
Caça furtivo J-35A, desenvolvido pela China • CCTV via Reuters

A força aérea da China está pronta para estrear oficialmente seu novo caça furtivo, o J-35A, dando aos observadores a primeira visão de um ativo altamente antecipado que aumenta as capacidades militares de rápido crescimento do país.

O caça, cuja imagem foi divulgada durante uma coletiva de imprensa da força aérea nesta terça-feira (5), aparecerá em um show aéreo na cidade de Zhuhai, no sul, na próxima semana, disseram autoridades.

O desenvolvimento do jato é amplamente visto como parte da tentativa de Pequim de igualar as capacidades de caça furtivo dos Estados Unidos — à medida que pressiona para modernizar suas forças armadas e afirmar seu poderio militar na Ásia.

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O J-35A é projetado principalmente para operações de combate aéreo e também pode conduzir ataques ar-superfície, de acordo com um relatório de um veículo militar chinês afiliado.

Se a aeronave for comissionada para operação, isso tornaria a China o segundo país depois dos EUA a ter dois tipos de caças furtivos, de acordo com especialistas citados pela mídia estatal chinesa.

O caça furtivo J-20 da China entrou em serviço em 2017, disseram autoridades na época.

Os caças furtivos são aqueles projetados para escapar de radares e outros monitoramentos para conduzir missões sem serem detectados ou interceptados.

O J-35 provavelmente será projetado como uma série e também pode ser usado como aeronave baseada em porta-aviões no futuro, disse a especialista militar chinesa Li Li à emissora estatal CCTV. Isso melhoraria muito a força geral do combate marítimo e aéreo da China, disse ela.

A estreia do caça segue o que analistas da empresa global de inteligência de código aberto Janes descreveram como o reforço da China em seus comandos de teatro avançado com J-20s adicionais.

A Força Aérea do Exército de Libertação Popular entre julho de 2023 e junho deste ano introduziu mais de 70 J-20s, elevando a frota operacional da força para aproximadamente 195, de acordo com um relatório da Janes publicado no início deste ano.

Não está claro quando o novo caça J-35A seria comissionado para uso militar e onde os caças seriam implantados.

Os poucos detalhes divulgados sobre o caça até agora também dificultam a comparação com outros caças stealth, incluindo o F-22 e o F-35 dos EUA.

Carl Schuster, ex-diretor de operações do Centro de Inteligência Conjunta do Comando do Pacífico dos EUA, disse que o J-35A, que está em desenvolvimento há mais de 10 anos, provavelmente era destinado à Marinha chinesa.

O J-35 fez seu voo inaugural em 2021, mas como um derivado de um protótipo anterior, pode estar pronto para produção no início do ano que vem, disse Schuster, acrescentando que o modelo J-35A provavelmente melhorou o design anterior com motores mais potentes.

O desenvolvimento de caças furtivos pela China tem sido perseguido por anos por acusações de que roubou tecnologia crucial dos EUA.

Pequim negou vigorosamente essas alegações, que vieram à tona com a publicação em 2015 pela revista alemã Der Spiegel de documentos supostamente obtidos do ex-analista da Agência de Segurança Nacional dos EUA, Edward Snowden.

O J-35A é um novo tipo de jato de caça furtivo desenvolvido independentemente pela Aviation Industry Corporation of China (AVIC), disse uma agência militar chinesa afiliada esta semana.

O J-35A da China não é a única tecnologia que será exibida pela primeira vez no show aéreo da próxima semana, que acontece em Zhuhai de 12 a 17 de novembro.

O sistema de mísseis terra-ar H-19 e os novos UAVs de reconhecimento e ataque também terão sua estreia pública, disse o coronel Niu Wenbo do departamento de equipamentos da força aérea nesta terça-feira.

A CCTV também relatou que o caça furtivo Su-57 da Rússia participaria do show aéreo pela primeira vez, entre equipamentos de 49 países e regiões diferentes que seriam representados este ano.

Entenda a falha cibernética global que afetou voos, bancos e hospitais

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