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quinta-feira, 10 de agosto de 2023

Veja onde moram e quantos são por país os brasileiros no exterior, de acordo com estimativa do Itamaraty

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Ministério das Relações Exteriores divulgou estimativas referentes a 2022.
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Por g1 — Brasília

Postado em 10 de agosto de 2023 às 06h35m

 #.*Post. - N.\ 10.910*.#

Brasileiros no exterior: Veja onde moram
Brasileiros no exterior: Veja onde moram

Levantamento do Ministério das Relações mostrou que, em 2022, eram 4,59 milhões de brasileiros morando no exterior. O número é o maior desde 2009, quando eram 3,18 milhões brasileiros morando fora.

Os países que possuem as maiores comunidades de brasileiros são:

  • Estados Unidos: 1,9 milhão
  • Portugal: 360 mil
  • Paraguai: 254 mil
  • Reino Unido: 220 mil
  • Japão: 207 mil
Os números são uma estimativa do Itamaraty, referentes a 2022.

Lista por continente

Veja a relação completa de onde moram e quantos são os brasileiros em cada país no exterior, de acordo com a mais recente atualização do Itamaraty, com estimativas referentes a 2022:

América do Sul

Brasileiros que moram em outros países da América do Sul

País Número de brasileiros (em milhares)
Argentina 90,3 mil
Bolívia 56,5 mil
Chile 19,3 mil
Colômbia 12 mil
Equador 3,5 mil
Guiana 11,8 mil
Guiana Francesa 91,5 mil
Paraguai 254 mil
Peru 6,9 mil
Suriname 30 mil
Uruguai 59 mil
Venezuela 11,8 mil

Brasileiros que moram na América do Norte

País Número de brasileiros
Canadá 133,1 mil
Estados Unidos 1,9 milhão
México 45 mil

Brasileiros na América Central e no Caribe

País/ território Número de brasileiros
Anguilla 5
Antigua e Barbuda 2
Aruba 250
Bahamas 250
Barbados 30
Belize 40
Costa Rica 1,8 mil
Cuba 200
Curaçao 120
El Salvador 210
Guatemala 500
Haiti 30
Honduras 350
Ilhas Virgens Britânicas 21
Jamaica 260
Nicarágua 180
Panamá 3,5 mil
República Dominicana 900
Santa Lúcia 18
São Cristóvão e Névis 1
Trinidad e Tobago 110

Brasileiros na Europa

País Número de brasileiros
Albânia 100
Alemanha 160 mil
Armênia 30
Áustria 8 mil
Belarus 40
Bélgica 40 mil
Bósnia Herzegovina 50
Bulgária 250
Chipre 250
Croácia 400
Dinamarca 5 mil
Eslováquia 400
Eslovênia 340
Espanha 165 mil
Estônia 710
Finlândia 2,3 mil
França 90 mil
Geórgia 28
Grécia 4 mil
Hungria 1,2 mil
Irlanda 80 mil
Islândia 240
Itália 157 mil
Letônia 200
Lituânia 70
Luxemburgo 10 mil
Macedônia do Norte 60
Malta 4 mil
Moldova 12
Monâco 100
Montenegro 100
Noruega 11 mil
Países Baixos 76,5 mil
Polônia 3 mil
Portugal 360 mil
Reino Unido 220 mil
República Tcheca 1,3 mil
Romênia 480
Rússia 970
San Marino 1,9 mil
Sérvia 400
Suécia 20 mil
Suíça 64 mil
Turquia 1,1 mil
Ucrânia 50
Vaticano 15

Brasileiros no Oriente Médio

País Número de brasileiros
Arábia Saudita 650
Bahrein 280
Catar 1 mil
Emirados Árabes Unidos 9,6 mil
Irã 120
Iraque 70
Israel 14 mil
Jordânia 3 mil
Kuaite 280
Líbano 21 mil
Omã 200
Palestina 6 mil
Síria 3 mil

Brasileiros na África

País Número de brasileiros
África do Sul 3,9 mil
Angola 27 mil
Argélia 60
Benin 70
Botswana 10
Burkna Faso 30
Burundi 10
Cabo Verde 350
Camarões 70
Chade 17
Costa do Marfim 130
Egito 2,5 mil
Essuatíni (antiga Suazilândia) 9
Etiópia 80
Gabão 80
Gâmbia 15
Gana 150
Guiné Bissau 350
Guiné Equatorial 30
Madagascar 20
Malawi 40
Mali 30
Marrocos 120
Mauritânia 10
Moçambique 3 mil
Namíbia 150
Níger 15
Nigéria 300
Quênia 150
República da Guiné 40
República Democrática do Congo 80
República do Congo 90
Ruanda 50
São Tomé e Príncipe 110
Seicheles 5
Senegal 190
Somália 10
Sudão 27
Sudão do Sul 25
Tanzânia 80
Togo 25
Tunísia 50
Uganda 50
Zâmbia 40
Zimbábue 22

Brasileiros na Ásia

País Número de brasileiros
Azerbaijão 90
Bangladesh 15
Brunei 10
Camboja 20
Cazaquistão 120
China 5,9 mil
Coreia do Norte 1
Coreia do Sul 1,4 mil
Filipinas 490
Índia 800
Indonésia 900
Japão 206,9 mil
Malásia 420
Maldivas 6
Mongólia 10
Myanmar 10
Nepal 70
Paquistão 40
Singapura 2 mil
Sri Lanka 27
Tadjiquistão 40
Tailândia 500
Taiwan 1,7 mil
Timor Leste 140
Uzbequistão 30
Vietnã 300

Brasileiros na Oceania

País Número de brasileiros
Austrália 46,6 mil
Nova Zelândia 6,6 mil
Ilhas Fiji 85
Papua Nova Guiné 30
Vanuatu 10
Guam 8
Estados Federados da Micronésia 1


quarta-feira, 9 de agosto de 2023

Soja, carne, café, suco de laranja: veja os produtos que o Brasil é líder em exportação no mundo

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País deve se tornar o principal fornecedor de milho em 2023, ultrapassando os EUA, e o maior vendedor de farelo de soja, superando a Argentina.
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Por g1

Postado em 09 de agosto de 2023 às 07h15m

 #.*Post. - N.\ 10.909*.#

Faturamento da soja, carne bovina, açúcar, carne de frango, café, celulose e suco de laranja. — Foto: Arte/g1
Faturamento da soja, carne bovina, açúcar, carne de frango, café, celulose e suco de laranja. — Foto: Arte/g1

Soja, carne bovina, açúcar, carne de frango, café, celulose e suco de laranja. Esses são os sete produtos em que o Brasil é líder em exportação no mundo.

Em 2022, a venda dessas mercadorias a outros países chegou a render US$ 98 bilhões aos produtores rurais, valor que, em reais, representa mais de R$ 460 bilhões, mostram dados do Ministério da Agricultura e Pecuária.

Em 2023, o Brasil deve se tornar ainda o principal exportador de farelo de soja, ultrapassando a Argentina, e o maior fornecedor de milho, superando os Estados Unidos, segundo projeções do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Seca na Argentina diminuiu produção de farelo. Brasil teve grande excedente de milho na safra passada.  — Foto: Arte/g1
Seca na Argentina diminuiu produção de farelo. Brasil teve grande excedente de milho na safra passada. — Foto: Arte/g1

Por que Brasil ganha liderança?

A esperada liderança do Brasil nas vendas de farelo de soja este ano é explicada por uma redução da produção da Argentina, que teve as suas lavouras prejudicadas por uma grande seca na região.

O Brasil foi o último maior fornecedor mundial de farelo de soja há mais de 20 anos, na safra 1997/98, segundo informações do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea/USP).

No caso do milho, o Brasil colheu uma boa quantidade do grão na safra passada, o que fez o país entrar em 2023 com um grande excedente de produção.

Ao passo que, nos Estados Unidos, condições climáticas desfavoráveis e aumento de custos provocaram uma diminuição na colheita. Além disso, houve uma alta na demanda interna.

Caso a previsão se concretize, seria a primeira vez que o Brasil se tornaria o principal exportador global de milho, segundo a série história da USDA.

Brasil terá safra recorde de grãos

O volume da produção brasileira de grãos deve atingir 317,6 milhões de toneladas na safra 2022/2023, um crescimento de 16,5% ou de 44,9 milhões de toneladas em relação a 2021/22.

Os dados constam no 10º levantamento de grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), estatal do Ministério da Agricultura e Pecuária que gere políticas de abastecimento interno.

Além disso, a previsão de julho é 0,6% maior do que a estimativa passada. Isso porque houve um melhor desempenho das lavouras de milho segunda safra, além de crescimento da área semeada com o trigo.

A soja deve atingir uma produção recorde, estimada em 154,6 milhões de toneladas, 23,1% ou 29 milhões de toneladas acima da ocorrida no ciclo passado.

para o milho, a previsão é de 127,8 milhões de toneladas, incluindo as três safras, chegando a 12,9% ou 14,6 milhões de toneladas acima da cultivada em 2021/22.

Observamos um avanço mais lento na área colhida do milho segunda safra, que já era esperado, devido ao atraso no plantio e colheita da soja em diversas regiões, e à diminuição das temperaturas durante a maturação dos grãos, explicou o gerente de Acompanhamento de Safras da Conab, Fabiano Vasconcellos.

Mesmo assim, o cenário continua extremamente positivo para a produção do cereal.

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Terra indígena mais desmatada de 2022 teve queda de 98% do desmatamento no 1º semestre, diz ISA

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Por Paloma Rodrigues, g1

Postado em 09 de agosto de 2023às 06h05m

 #.*Post. - N.\ 10.908*.#

Áreas de garimpo ilegal são desmobilizadas em São Félix do Xingu, no Pará. — Foto: Reprodução / PF-PA
Áreas de garimpo ilegal são desmobilizadas em São Félix do Xingu, no Pará. — Foto: Reprodução / PF-PA

A terra indígena Apyterewa, campeã em desmatamento em 2022, registrou queda de 98% de desmatamento no primeiro semestre deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado. O monitoramento é do Instituto Socio Ambiental.

Outras três terras indígenas da bacia do Xingu que estão entre as mais desmatadas do país apresentaram redução semelhante: Cachoeira Seca (98%), Trincheira Bacajá (98%) e Ituna Itatá (99%). Os dados são do sistema de monitoramento por satélite SIRAD X.

De forma geral, o desmatamento no Xingu caiu 52% no primeiro semestre de 2023, em comparação com ano anterior. A queda interrompe a tendência de alta dos últimos cinco anos, período em que a bacia perdeu uma área de floresta o equivalente a sete cidades do Rio de Janeiro de floresta.

Nas Unidades de Conservação, o desmatamento passou de 34,9 mil hectares entre janeiro e junho de 2022 para 4,9 mil no mesmo período deste ano. As UCs Floresta Estadual do Iriri e Floresta Nacional de Altamira apresentaram ambas reduções no desmatamento 99%.

Apesar da queda no desmatamento, o Instituo afirma que o garimpo segue atuante e de maneira crítica na região, com novas áreas de exploração.

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    terça-feira, 8 de agosto de 2023

    A estratégia da China na guerra por microchips contra o Ocidente

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    A segunda maior economia do mundo e principal produtora de gálio e germânio restringe as exportações desses minerais, essenciais para a produção de chips.
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    TOPO
    Por BBC

    Postado em 08 de agosto de 2023 às 06h25m

     #.*Post. - N.\ 10.906*.#

    Os Estados Unidos e a China estão presos em uma guerra por recursos e tecnologia. — Foto: Getty Images via BBC
    Os Estados Unidos e a China estão presos em uma guerra por recursos e tecnologia. — Foto: Getty Images via BBC

    À medida que sua guerra por microchips contra os Estados Unidos se intensifica, a China passa a restringir as exportações de dois elementos-chave na indústria de semicondutores.

    Sob os novos controles, serão necessárias licenças especiais para exportar gálio e germânio do país asiático, que é a segunda maior economia do mundo.

    Esses elementos são utilizados na produção de chips e também possuem usos militares.

    As restrições foram impostas depois que Washington limitou o acesso de Pequim à tecnologia avançada de microchips.

    A China domina de longe a cadeia global de fornecimento de gálio e germânio. O país produz 80% do gálio e 60% do germânio do mundo, segundo a Critical Raw Materials Alliance (CRMA), órgão que representa essa indústria.

    Os elementos são conhecidos como metais menores, o que significa que geralmente não são encontrados puros na natureza e são subprodutos de outros processos.

    Além dos Estados Unidos, o Japão e a Holanda - sede da importante fabricante de chips ASML - impuseram restrições às exportações de tecnologia de chips para a China.

    "O momento deste anúncio da China não é coincidência, dadas as restrições à exportação anunciadas pela Holanda, entre outros", disse Colin Hamilton, da empresa de investimentos BMO Capital Markets, à BBC.

    Eles basicamente disseram que se eles não nos derem seus chips, não daremos a eles os materiais para fazer esses chips, disse ele.

    O constante dar e receber entre as duas maiores economias do mundo levantou preocupações sobre o chamado "nacionalismo de recursos", quando os governos acumulam materiais críticos para pressionar outros países.

    Estamos vendo os governos se distanciando cada vez mais da narrativa da globalização, diz Gavin Harper, professor pesquisador da Universidade de Birmingham, na Inglaterra.

    "A ideia de mercados internacionais simplesmente fornecendo materiais acabou e, se olharmos para o quadro geral, a indústria no Ocidente pode enfrentar algum tipo de ameaça existencial." 
    Elementos-chave
    O gálio e o germânio são essenciais para a produção de eletrônicos de alta tecnologia. — Foto: Getty Images via BBC
    O gálio e o germânio são essenciais para a produção de eletrônicos de alta tecnologia. — Foto: Getty Images via BBC

    O arseneto de gálio, um composto de gálio e arsênico, é usado na fabricação de chips de computador de alta frequência, bem como na produção de diodos emissores de luz (LEDs) e painéis solares.

    Um número limitado de empresas no mundo produz arsenieto de gálio com a pureza necessária para ser usado em componentes eletrônicos, de acordo com o CRMA.

    O germânio também é usado na fabricação de microprocessadores e painéis solares. Além disso, faz parte da produção de lentes de visão que são "chave para os militares", diz Hamilton.

    No entanto, ele acrescentou: Deve haver suprimentos suficientes de fundições de metais comuns para ter alternativas. A importância para (produção) de semicondutores de alta tecnologia é mais difícil de resolver, já que a China é dominante. Provavelmente haverá uma tendência para a reciclagem.

    No mês passado, um porta-voz do Pentágono informou que os EUA tinham reservas de germânio, mas não de gálio.

    O porta-voz também disse que "o Departamento de Defesa está tomando medidas para aumentar a mineração interna e o processamento de materiais críticos para a cadeia de suprimentos espacial e microeletrônica, incluindo gálio e germânio".

    Mesmo assim, espera-se que as restrições à exportação da China tenham um impacto limitado no longo prazo.

    Alternativas

    Embora a China seja o principal exportador de gálio e germânio, existem substitutos para esses materiais na produção de componentes como chips de computador, segundo a consultoria Grupo Eurasia.

    Há também instalações ativas de mineração e processamento localizadas fora da China, acrescentou o grupo.

    A consultoria destacou as semelhanças desse episódio com as restrições que a China impôs às exportações de minerais de terras raras há mais de uma década.

    Nessa época surgiram mais exportadores e em menos de de10z anos o domínio da China na oferta de minerais raros caiu de 98% para 63%, conforme estimativa da consultoria.

    "Esperamos ver o desenvolvimento e a exploração de fontes alternativas de gálio e germânio, bem como uma intensificação dos esforços para reciclar esses produtos e identificar mais alternativas disponíveis", disse Anna Ashton, do Grupo Eurasia, à BBC.

    "Isso não será apenas resultado da decisão da China de restringir as exportações", diz ela. "É o resultado das expectativas de aumento da demanda, intensificação da concorrência e desconfiança geoestratégica, bem como a disposição documentada da China de restringir importações e exportações para objetivos políticos e estratégicos."

    Em outubro, Washington anunciou que exigiria licenças de empresas que exportam chips para a China e usam ferramentas ou softwares americanos, independentemente do lugar do mundo em que eles sejam fabricados.

    O impacto além da indústria de tecnologia

    A China frequentemente acusa os EUA de "hegemonia tecnológica" em resposta aos controles de exportação impostos por Washington.

    Nos últimos meses, Pequim também impôs restrições a empresas americanas com vínculos com as Forças Armadas dos EUA, como a empresa aeroespacial Lockheed Martin.

    Enquanto isso, os governos do Ocidente têm falado na necessidade de se "desmamar" da China, no sentido de não ser tão dependente do país asiático em termos de matérias-primas e produtos prontos.

    No entanto, diversificar as cadeias de suprimentos, desenvolver a capacidade de minerar e, mais importante, processar metais como gálio e germânio levará anos.

    Países ricos em minerais, como Austrália e Canadá, veem a crise dos materiais como uma oportunidade de longo prazo.

    Especialistas alertam que o uso de recursos e capacidades tecnológicas como armas - como fizeram os EUA e a China - também terá consequências ambientais globais.

    Isso porque novas tecnologias verdes importantes dependem desses tipos de materiais.

    Este não é um problema nacional. É um problema que enfrentamos como raça humana. Esperamos que os legisladores possam trazer suas melhores propostas para a mesa, garantir o acesso aos materiais críticos que são essenciais para a transição energética e que possamos começar a abordar algumas das questões relacionadas à descarbonização, diz Gavin Harper.

    Embora o impacto dos mais recentes controles de exportação não seja catastrófico para a indústria ou para os consumidores, especialistas alertam para a importância de prestar atenção para onde essa tendência se encaminha.

    "Homens e mulheres comuns podem não ligar para o gálio e o germânio", diz Harper. Mas, ao mesmo tempo, eles se preocupam com o custo dos carros ou com o custo da transição para a tecnologia verde.

    "Às vezes, políticas abstratas acontecendo em terras distantes podem realmente ter um grande impacto em nossas vidas."
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