Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Superesportivo traz sob o capô um V8 de 477 cv e foi a primeira da marca a passar de 320 km/h <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Thais Villaça Postado em 22 de janeiro de 2023 às 11h45m #.*Post. - N.\ 10.644*.#
Ferrari F40 de Toto WolffTom Hartley Jr
O chefão da Mercedes-Benz na Fórmula 1 está vendendo sua… Ferrari! Rivalidades (e brincadeiras) à parte entre as equipes, Toto Wolff, o big boss que comanda a Mercedes, tem uma invejável coleção de carros.
F40 é a terceira Ferrari de Toto Wolff à venda nos últimos dois anos — Foto: Tom Hartley Jr
A Ferrari F40 do diretor executivo que está à venda não é a única da marca italiana em sua garagem milionária(e há outros tantos da alemã também, é claro).
O superesportivo está listado na concessionária britânicaTom Hartley Jr., a mesma que negociou outros carros de Wolff em 2021, como asFerrari LaFerrari Aperta e Enzo e o Mercedes-AMG SL 65 Black Series.
Ferrari F40 foi produzida entre 1987 e 1992 — Foto: Tom Hartley Jr
Na época, ele disse que estava vendendo esses modelos simplesmente porquenão tinha tempo de dirigi-los. Levando em consideração as 23 etapas do calendário da Fórmula 1, esse é provavelmente o mesmo motivo para Wolff se desfazer de mais um xodó de sua coleção.
Toto Wolff comanda a equipe da Mercedes na Fórmula 1 desde 2013 — Foto: Divulgação
A F40 passou recentemente por umarestauração completa pelas mãos da Autofficina Bonino Carlo e tem apenas5.536 km marcados no hodômetro. O carro é uma das 27 unidades originalmente vendidas na Espanha durante sua produção, entre 1987 e 1992.
Ferrari F40 de Toto Wolff foi totalmente restaurada e está impecável — Foto: Tom Hartley Jr
Toda a documentação do superesportivo está em dia, incluindo um certificado do departamento de clássicos da Ferrari confirmando a originalidade de chassi, carroceria, motor e transmissão.
Hodômetro marca somente 5.536 km — Foto: Tom Hartley Jr
No auge de seu lançamento, a F40 era omodelo mais rápido, potente e caro no portfólio da marca italiana. Seu motor2.9 V8 biturbo, uma derivação do usado na 288 GTO Evoluzione, é capaz de render 477 cv de potência.
Motor da F40 é derivado da 288 GTO Evoluzione — Foto: Tom Hartley Jr
Ela foi ainda a primeira Ferrari aultrapassar a barreira dos 320 km/h
de velocidade máxima. Não há preço listado para o veículo na loja, mas
nas condições que a F40 de Wolff se encontra, é provável que o valor
seja superior a US$ 2 milhões(cerca deR$ 10,4 milhõesna atual cotação).
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Pesquisadores dos Estados Unidos e da Dinamarca descreveram uma nova região que, segundo eles, pode atuar como uma barreira para proteger os neurônios e as demais células nervosas. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por BBC 21/01/2023 11h27 Atualizado há 02 horas Postado em 21 de janeiro de 2023 às 13h30m #.*Post. - N.\ 10.643*.#
Com uma intrincada rede de neurônios e outras estruturas biológicas, o
cérebro continua a se mostrar uma máquina difícil de decifrar. — Foto:
BBC
Com uma intrincada rede de neurônios e outras estruturas biológicas, o
cérebro continua a se mostrar uma máquina difícil de decifrar.
Agora, graças aos avanços nas técnicas de neuroimagem e biologia molecular, cientistas dos Estados Unidos e da Dinamarcadescobriram uma nova estrutura no cérebro.
Eles
a chamaram de SLYM, sigla em inglês para Subarachnoid Membrane Lymph
Type (ou Membrana Subaracnoide do Tipo Linfático, em tradução livre).
O grupo de especialistas descreveu a estrutura como um componente
desconhecido da anatomia do cérebro que atua como uma barreira protetora
e uma plataforma para monitorar infecções e inflamações.
A descoberta, publicada no periódico especializado Science, foi feita
por cientistas do Centro de Neuromedicina Translacional da Universidade
de Rochester (EUA) e da Universidade de Copenhague (Dinamarca).
'Quarta meninge'
O
cérebro é coberto por três membranas, chamadas de meninges: a
pia-máter, a aracnóide e dura-máter. Esses tecidos criam uma barreira
entre o sistema nervoso central e o resto do corpo.
Entre a pia-máter e a aracnoide, existe uma abertura conhecida como
espaço subaracnoideo, que é preenchida com líquido cefalorraquidiano.
Esse material flui dentro e ao redor do cérebro para ajudar a
amortecê-lo e como uma fonte de nutrientes.
A nova estrutura recém-descoberta seria uma quarta membrana localizada
dentro do espaço subaracnoideo, acima da pia-máter, que é a membrana
mais interna.
Como explicam os pesquisadores, além de revestir o órgão, a SLYM parece
ajudar a controlar o fluxo de líquido cefalorraquidiano para dentro e
para fora do cérebro.
"Nossa hipótese é que a SLYM atue como uma barreira entre o líquido
cefalorraquidiano 'limpo', que entra no cérebro, e o 'sujo', que sai do
órgão, arrastando resíduos de proteínas com ele", explica a
neurocientista Virginia Plá Requena, do Centro de Neuromedicina
Translacional da Universidade de Copenhague e uma das autoras do estudo.
"Consequentemente, a deterioração dessa membrana dificultaria a limpeza
do cérebro o que, por sua vez, afetaria a função neuronal", acrescenta.
— Foto: BBC
De fato, os pesquisadores acreditam que a descoberta da SLYM representa
um novo nível de organização na circulação do líquido
cefalorraquidiano.
Segundo eles, a presença da nova membrana parece confirmar o papel
sofisticado que esse fluido desempenha na manutenção das defesas
imunológicas do cérebro e no transporte e na eliminação de resíduos
tóxicos.
Grande parte desse "lixo tóxico" tem sido associado a doenças
neurodegenerativas, como Alzheimer e outras enfermidades que afetam o
sistema nervoso central.
'Mesotélio do cérebro'
Os cientistas explicaram que a SLYM é uma espécie de mesotélio, um tipo
de membrana que recobre outras partes do corpo, como os pulmões e o
coração.
Esses tecidos protegem os órgãos vitais e armazenam células imunológicas.
Os pesquisadores americanos e dinamarqueses sugerem que a SLYM é o
mesotélio do sistema nervoso central, e reveste os vasos sanguíneos na
cavidade que existe entre o cérebro e o crânio.
O tecido recém-descoberto também poderia atuar como um lubrificante nessa cavidade.
"Pulsações fisiológicas induzidas pelo sistema cardiovascular, pela
respiração e por mudanças na posição da cabeça movem constantemente o
cérebro dentro da cavidade craniana", explicam os pesquisadores.
"Como outros mesotélios, a SLYM pode reduzir o atrito entre o cérebro e o crânio durante esses movimentos", complementam.
A membrana foi descrita pela primeira vez em camundongos, mas os
pesquisadores dizem que mais tarde foram capazes de detectá-la também em
cérebros humanos doados para pesquisa.
Eles explicam que não foi possível observá-la antes porque o material
se desintegra quando o cérebro é extraído do crânio durante as
autópsias.
Além disso, dizem eles, trata-se de uma membrana muita fina — com
apenas algumas células de espessura — que não pode ser vista em pessoas
vivas por meio de exames de imagem convencionais.
Os resíduos das células cerebrais incluem a chamada proteína
beta-amilóide, que pode estar envolvida com a doença de Alzheimer —
Foto: BBC
Sistema glinfático
Há dez anos, a mesma equipe de neurocientistas das universidades de
Rochester e de Copenhague transformou a compreensão dos processos e da
mecânica do cérebro ao publicar a descoberta do chamado sistema
glinfático.
Eles descreveram a descoberta como um mecanismo cuja função é eliminar ou limpar os resíduos que se acumulam no cérebro.
Esse material inclui as proteínas beta-amilóide e TAU, que parecem
estar envolvidas na doença de Alzheimer e se acumulam no cérebro dos
pacientes acometidos por esse tipo de demência.
Desde então, várias equipes de especialistas vêm realizando estudos
para desvendar exatamente como funciona o sistema glinfático, por que
ele falha algumas vezes e o que acontece no cérebro desses indivíduos
acometidos pelo problema.
Os acadêmicos acreditam que a descoberta da membrana SLYM pode ter
implicações importantes para a compreensão das funções exatas do sistema
glinfático.
E isso, por sua vez, abriria as portas para novas pesquisas, que podem
monitorar essa estrutura e observar sinais de infecção ou de inflamação
por trás das doenças do sistema nervoso central.
Os pesquisadores sugerem, por exemplo, que a deterioração da membrana
pode dificultar a remoção de resíduos tóxicos que contribuem para as
placas que levam ao Alzheimer.
Essa estrutura também desempenharia um papel na defesa do cérebro,
impedindo que células imunes estranhas entrem em contato com a população
nativa de células cerebrais, o que contribuiria para a inflamação e a
progressão do declínio cognitivo.
Nos próximos anos, pesquisas serão feitas para determinar as implicações da existência da SLYM.
Mas, como garante a neurocientista Virginia Plá, entender como essa
membrana funciona pode ser a chave para a criação de novos tratamentos,
como remédios que possam atravessar a barreira hematoencefálica e agir
diretamente no cérebro.
Além disso, devido à sua localização, a estrutura recém-descoberta
poderia ser "um elemento-chave em processos inflamatórios, como os que
ocorrem em traumatismos cranianos, meningites e esclerose múltipla".
"Finalmente, saber como essa membrana muda em resposta à
neurodegeneração ou ao envelhecimento pode ser essencial para as
intervenções que tentam preservar a função cognitiva", completa a
pesquisadora.
O professor Jordi Vilaplana, do Departamento de Bioquímica e Fisiologia
da Universidade de Barcelona, na Espanha, considera que a possível
presença dessa membrana "é muito interessante".
"Trata-se de mais um elemento na compreensão do funcionamento do
sistema glinfático, sobre o qual ainda permanecem algumas dúvidas sobre a
estrutura e o funcionamento dele", afirma o pesquisador, que não esteve
envolvido diretamente no estudo.
"No entanto, do meu ponto de vista, a principal revolução é a
descoberta do próprio sistema glinfático e seu possível envolvimento com
as doenças neurodegenerativas", conclui o especialista.
Brasil tem queijo tombado pelo patrimônio histórico, que tem que ser feito igual na época da colônia. Produção do laticínio envolve repouso de até mais de um ano em cavernas subterrâneas. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Vivian Souza e Celso Tavares, g1 05/10/2022 06h01 Atualizado há um mês Postado em 20 de janeiro de 2023 às 15h00m #.*Post. - N.\ 10.642*.#
De onde vem o que eu como: queijo
O queijo é um daqueles alimentos que ficam bons com quase qualquer coisa e existem vários tipos diferentes do laticínio. O Brasil é o quinto maior produtor do mundo e realiza até concurso internacional. Og1 foi acompanhar a competição em São Paulo e mostra para você o que faz um queijo vencedor.
O queijo tem um início curioso. Ele teria surgido a partir do
armazenamento do leite em estômagos de animais, quando o ser humano
fazia longas viagens e atravessava desertos. A fermentação no sistema
digestivo desses bichos ajudou a massa a se separar do soro, surgindo o
queijo.
Desde então, o produto foi se desenvolvendo cada vez mais. Hoje,
existem os queijos industrializados, feitos com leite pasteurizado, como
a muçarela vendida em supermercados.
Há também os artesanais, que são aqueles que podem ser feitos com leite
cru, não usam maquinários e têm maior presença do mestre queijeiro.
Eles podem ficar maturando por meses e até ultrapassar um ano em
cavernas. O g1 foi ver de perto a produção deles e mostra o que acontece até mesmo antes da ordenha.
Quer saber mais sobre o queijo e como os artesanais são produzidos? Assista ao vídeo no topo da reportagem!
Queijo Minas Artesanal no II Concurso Mundial do Queijo no Brasil — Foto: Celso Tavares / g1
Google, Microsoft, Meta, Amazon e Twitter anunciaram demissão nos últimos meses. O cenário econômico enfraquecido e a queda no número de anúncios explicam o mau momento. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por g1 20/01/2023 11h21 Atualizado há 29 minutos Postado em 20 de janeiro de 2023 às 11h55m #.*Post. - N.\ 10.641*.#
Google, Meta e Microsoft vivem mau momento no mercado de ações — Foto: Reuters
Analistas veem uma combinação de menos vendas, com o declínio da
pandemia, e menos anúncios, dada a atual situação econômica dos Estados
Unidos.
"Muitas dessas empresas cresceram em 2020 e aí depois houve a queda. No
auge da pandemia, a digitalização aumentou. Todo mundo estava em casa,
muitos recebem auxílio do governo e as pessoas gastaram mais online",
explica ao g1Arthur Igreja, especialista em tecnologia e inovação e professor convidado da FGV.
"As
big techs precisavam de pessoas para suportar a demanda, mas esse
crescimento não se manteve após a flexibilização do isolamento causado
pela Covid", completa.
As"big techs", como são conhecidas Apple, Microsoft, Meta (dona de
Facebook, Instagram e WhatsApp), Alphabet (dona do Google) e Amazon —
vivem um mau momento. Nos últimos 12 meses, elas perderam juntas quase US$ 4 trilhões em valor de mercado.
Os dados são de um levantamento feito por Einar Rivero, do TradeMap, a pedido do g1, comparando os valores de mercado no último dia 4 com os de 1 ano atrás.