Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
O "SY A", atracado no porto de Trieste, no nordeste da Itália, é o maior veleiro do mundo. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por France Presse Postado em 13 de março de 2022 às 18h10m Post.- N.\ 10.244
Iate 'SY A' em foto sem data — Foto: KarleHorn & Waldi/CC 4.0
As autoridades italianas anunciaram neste sábado (12) que apreenderam
um iate no valor de 530 milhões de euros (US$ 578 milhões) pertencente
ao oligarca russo Andrei Melnichenko, incluído na lista de pessoas
sancionadas pela União Europeia, depois que Moscou invadiu a Ucrânia.
O "SY A", atracado no porto de Trieste, no nordeste da Itália, é o maior veleiro do mundo.
A polícia italiana de crimes financeiros alegou que Melnichenko era
"indiretamente o proprietário do iate, através de uma empresa com sede
nas Bermudas".
O bilionário magnata do carvão e fertilizantes foi colocado na lista de
sancionados da União Europeia no início desta semana, com seus bens
congelados e seu visto banido.
Na semana passada, a Itália confiscou cerca de 140 milhões de euros
(US$ 152 milhões) em propriedades de outros oligarcas russos, incluindo o
"Lady M Yacht" de 65 milhões de euros (US$ 70 milhões), comandado por
Alexei Mordashov, um empresário próximo ao presidente russo Vladimir
Putin.
Dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, divulgados pelo Ministério do Trabalho. Em janeiro do ano passado, foram abertas 254 mil vagas com carteira assinada. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por Alexandro Martello, g1 — Brasília 10/03/2022 09h28 Atualizado há um dia Postado em 11 de março de 2022 às 08h00m Post.- N.\ 10.243
O Brasil gerou 155,2 mil empregos com carteira assinada em janeiro deste ano, informou nesta quinta-feira (10) o Ministério do Trabalho e Previdência. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Ao todo, o país registrou em janeiro 1.777.646 contratações e 1.622.468 demissões.
O resultado representa piora na comparação com janeiro de 2021,
quando foram abertas 254,3 mil empregos formais na economia. Já em
janeiro de 2020, segundo o painel do emprego, foram abertos 92,7 mil
empregos com carteira.
A comparação dos números com anos anteriores a 2020, segundo analistas, não é mais adequada porque o governo mudou a metodologia no início do ano passado.
Ao final de janeiro de 2022, o Brasil tinha saldo de 40,8 milhões de empregos com carteira assinada.
Isso representa aumento na comparação com dezembro do ano passado (40,7
milhões de empregos) e, também, com janeiro de 2021, quando o saldo
estava em 38,2 milhões.
A expectativa do Ministério do Trabalho é de que sejam gerados de 1,5 milhão a 2 milhões de empregos formais no acumulado de 2022, até dezembro.
Janeiro mais lento
Segundo o secretário-executivo do Ministério do Trabalho e Previdência, Bruno Dalcolmo, três fatores geraram desaceleração no número de empregos criados em janeiro, na comparação com o mesmo mês de 2021. São eles:
Fim do Programa de Manutenção de Emprego (BEm),
pelo qual as empresas podiam suspender o contrato, ou reduzir a jornada
(com complementação do governo), e que assegurava que o trabalhador não
fosse demitido por igual período do benefício. Com o fim do período de
manutenção do emprego, aumentaram as demissões.
Menor nível de atividade em relação ao início de 2021.
“A economia brasileira, no início do ano passado, estava em franco
processo de recuperação com a geração de empregos formais. A dinâmica de
retomada do emprego pós-covid gerou, ao longo de 2021, saldos
extremamente positivos e, de uma economia saudável e no processo de
recuperação”, disse Dalcolmo.
Contaminações da variante omicrôn da Covid-19.
De acordo com o secretário, janeiro de 2022 foi o ápice de contágio.
“Havia a expectativa era que isso impactasse a geração de empregos.
Seguramente impactou, mas não o suficiente para inverter de um saldo
positivo para algo negativo”, declarou.
Setores
Os números do Caged de janeiro de 2022 mostram que foram criados empregos formais em quatro dos cinco setores da economia.
Abertura de vagas por setor da economia
Janeiro de 2022
Fonte: Caged
Número de vagas
Fonte: Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia
Regiões do país
Os dados também revelam que foram abertas vagas em todas as regiões do país no mês passado.
Emprego por região
Dados de janeiro
Número de vagas
Fonte: Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia
Salário médio de admissão
O governo também informou que o salário médio de admissão foi de R$
1.920,59 em janeiro deste ano, o que representa aumento real, com os
valores sendo corrigidos pelo INPC, de R$ 115,24 em relação a dezembro
de 2021 (R$ 1.895,35). Na comparação com janeiro do ano passado, porém,
houve queda, pois o salário de admissão estava em R$ 1.944,20.
Caged x Pnad
Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados consideram os
trabalhadores com carteira assinada, isto é, não inclui os informais.
Com isso, os resultados não são comparáveis com os números do
desemprego, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE), coletados por meio da Pesquisa Nacional por Amostra
de Domicílios Continua (Pnad).
Os números do Caged são coletados das empresas e abarcam o setor
privado com carteira assinada, enquanto que os dados da Pnad são obtidos
por meio de pesquisa domiciliar e abrangem também o setor informal da
economia.
De acordo com estudo na The Lancet, as primeiras estimativas globais de excesso de mortes indicam que 18,2 milhões de pessoas podem ter morrido por causa da pandemia até 31 de dezembro de 2021. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por g1 10/03/2022 21h10 Atualizado há 2 horas Postado em 10 de março de 2022 às 23h10m Post.- N.\ 10.242
Funcionários usando roupas de proteção fazem o sepultamento de vítima
da Covid-19 no Cemitério da Vila Formosa, na Zona Leste da capital
paulista,. — Foto: Antônio Molina/Estadão Conteúdo/Arquivo
Um estudo publicado na revista científica "The Lancet" aponta que o
total de mortes causadas pela Covid-19 no mundo pode ser três vezes
superior ao contabilizado pelos registros oficiais.
De acordo com o estudo, as primeiras estimativas globais de excesso de mortes
indicam que 18,2 milhões de pessoas podem ter morrido por causa da
pandemia até 31 de dezembro de 2021. O número oficial contabilizado foi
de 5,9 milhões entre 1º de janeiro de 2020 e 31 de dezembro de 2021.
Excesso de mortes é o conceito é usado para medir o impacto de doenças
em uma população ao longo do ano, o surgimento de outras e a eficácia do
sistema de saúde em socorrer esses doentes.
Para calcular o excesso os pesquisadores subtraem o total de óbitos por
causas naturais registrados (ou esperadas) entre o ano analisado e a
série histórica anterior. As mortes por causas naturais são aquelas
provocadas por qualquer doença, desde um infarto, câncer a Covid-19. Não
entram, por exemplo mortes por acidentes, violência doméstica ou armas
de fogo.
Em períodos de pandemia, há o aumento repentino tanto pelo impacto
direto da nova doença como pelo indireto, por falta de assistência
médica por superlotação de hospitais ou pela demora em buscar o médico.
Países com mais excesso de mortes
O estudo aponta que, em números absolutos, o maior excesso de mortes estimadas ocorreu nos seguintes países:
Índia - 4,1 milhões
EUA - 1,1 milhão
Rússia - 1,1 milhão
México - 798 mil
Brasil - 792 mil
Indonésia - 736 mil
Paquistão - 664 mil
"Esses sete países podem ter sido responsáveis por mais da metade do
excesso global de mortes causadas pela pandemia em 24 meses. Entre eles,
as taxas foram mais altas na Rússia (375 mortes por 100 mil) e México
(325/100 mil), e foram semelhantes no Brasil (187/100 mil) e nos EUA
(179/100 mil). Por causa de sua grande população, a Índia sozinha
respondeu por cerca de 22% do total global", aponta o estudo.
Já segundo o estudo publicado na Lancet, entre 2020 e 2021, o Brasil
registrou 619 mil mortes enquanto a estimativa de excesso de mortes
somou 792 mil, uma diferença de 28%.
Os pesquisadores também calcularam a diferença entre a taxa de mortalidade excessiva e a taxa de mortalidade relatada.
Em
quase todas as localidades da América Latina, a relação entre as duas
grandezas foi inferior a 2 e para algumas localidades (como a Paraíba)
inferior a 1.
No Brasil, a exceção foram os estados do Maranhão e Ceará,
onde as razões entre a mortalidade e a taxa de mortalidade por Covid
relatada foi de 3.17 e 2.05, respectivamente (quanto menor esse número,
menor a diferença entre os dois indicadores).
Distribuição global da razão entre a taxa de mortalidade excessiva
estimada devido à pandemia de COVID-19 e a taxa de mortalidade relatada
por Covid-19 (entre 2020-2021). — Foto: Lancet/Divulgação
Como é possível observar no gráfico acima, numa escala global, o número
de mortes em excesso devido à Covid foi maior nas regiões do sul da
Ásia, do norte da África, Oriente Médio e Europa Oriental (as cores mais
alaranjadas mostram as maiores diferenças).
“Compreender o verdadeiro número de mortos da pandemia é vital para a
tomada de decisões eficazes em saúde pública. Estudos de vários países,
incluindo Suécia e Holanda, sugerem que a Covid-19 foi a causa direta da
maioria das mortes em excesso, mas atualmente não temos evidências
suficientes para a maioria dos locais", disse o autor principal da
pesquisa, Haidong Wang, do Instituto de Métricas e Avaliação em Saúde
dos Estados Unidos.
O estudo teve o apoio financeiro da Fundação Bill & Melinda Gates.
Reino Unido bloqueou os bens de Abramovich em razão da conexão dele com Vladimir Putin. Bilionário é considerado o 142º homem mais rico do mundo, segundo ranking da Forbes. ===+===.=.=.= =---____--------- ---------____------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------______--------- ----------____---.=.=.=.= +==== Por Paola Patriarca, g1 10/03/2022 12h48 Atualizado há 6 minutos Postado em 10 de março de 2022 às 13h10m Post.- N.\ 10.241
O proprietário do Chelsea Football Club, Roman Abramovich, é um dos
oligarcas russos mais famosos do mundo — Foto: Getty Images
Além de ser dono do clube inglês de futebol Chelsea FC, Abramovich
possui participações na gigante do aço Evraz, Norilsk Nickel.
Atualmente, sua fortuna está avaliada em cerca de US$ 12,3 bilhõese seu patrimônio líquido já atingiu o pico de US$ 23,5 bilhões em 2008.
Abramovich diz que vai vender o Chelsea e doar lucro para vítimas da guerra na Ucrânia
Em 2005, o bilionário vendeu uma participação de 73% na petrolífera
russa Sibneft para a gigante do gás estatal Gazprom por US$ 13 bilhões.
Além dos investimentos, o russotambém é conhecidopor serdono do segundo maior iate do mundo, Eclipse
de 533 pés, comprado por quase US$ 400 milhões em 2010, conforme a
Forbes. O bilionário possui um Boeing 767-300ER batizado de "The
Bandit".
A Forbes ainda aponta que Abramovich também já gastou US$ 2,5 bilhões
na região de Chukotka, extremo leste da Rússia, onde trabalhou como
governador e presidente da Duma local de 2001 a 2013, e já transferiu
mais de US$ 90 milhões em propriedades de Nova York para a ex-esposa,
Dasha Zhukova.
Veja os principais bens de Abramovich, segundo a Forbes:
Fortuna:US$ 12,3 bilhões.
Pico do patrimônio líquido:US$ 23,5 bilhões em 2008.
Investimentos: Chelsea
FC e na gigante do aço Evraz, Norilsk Nickel. Em 2005, vendeu a
participação de 73% na petrolífera russa Sibneft para a gigante do gás
estatal Gazprom por US$ 13 bilhões.
Imóveis:fez a transferência de mais de US$ 90 milhões em propriedades de Nova York para a ex-esposa.
Iate:Eclipse de 533 pés, comprado por quase US$ 400 milhões, em 2010.
Bloqueio de bens
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o dono do Chelsea, Roman
Abramovich — Foto: Alexei Druzhinin/Sputnik/AFP e Ben Stansall/AFP
De acordo com a agência de notícias Reuters, o Reino Unido anunciou o congelamento de ativos para Roman Abramovich e sanções a seis outros oligarcas russos.
O governo britânico afirmou que o Chelsea poderá continuar jogando e
quem já tem ingressos poderá ir aos jogos. Contudo, ficam suspensas a
venda de novos ingressos e mercadorias do time, bem como a negociação de
jogadores.
“As
sanções de hoje fazem parte do suporte constante do Reino Unido pelo
povo da Ucrânia. Seremos impiedosos na perseguição àqueles que permitem a
morte de civis, destruição de hospitais e ocupação ilegal de
territórios soberanos”, disse o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris
Johnson.
Veja quem são os outros bilionários sancionados pelo Reino Unido:
Igor Sechin, CEO da Rosneft
Oleg Deripaska, acionista do grupo En+
Dmitri Lebedev, chefe do banco Rossiya
Alexei Miller, CEO da Gazprom
Nikolai Tokarev, presidente da Transneft
Juntos, a soma dos bens dos sete bilionários russos, entre eles
Abramovich, fica em torno de US$ 19 bilhões. Uma porta-voz do Abramovich
afirmou que ainda não pode fazer comentários sobre a decisão do governo
britânico.
Fachada do Chelsea FC em Londres — Foto: REUTERS/Hannah Mckay