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domingo, 28 de julho de 2019

Fotógrafo amador flagra cobra engolindo cigarra em floresta nos EUA

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Cena foi clicada em parque no estado do Arkansas.
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 Por G1  

 Postado em 28 de 2019 às 17h00m  

GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013
Um fotógrafo amador flagrou uma cobra devorando uma cigarra na floresta nacional de Ozark, no estado americano do Arkansas.

Charlton McDaniel, morador de Fort Smith, disse que ficou "fascinado" ao ver a serpente-mocassim-cabeça-de-cobre (Agkistrodon contortrix, no nome científico) comendo o inseto, no último dia 17.

McDaniel, de 42 anos, disse que estava andando de caiaque pela floresta quando percebeu a cigarra.

Logo em seguida, a cobra apareceu e ele se assustou, foi até seu veículo e, quando retornou, a cobra estava engolindo o inseto. Segundo ele, a cobra percebeu sua presença, mas preferiu terminar sua refeição e ir embora.
Fotógrafo amador flagra cobra engolindo cigarra em floresta nos EUA — Foto: Charlton McDaniel via APFotógrafo amador flagra cobra engolindo cigarra em floresta nos EUA — Foto: Charlton McDaniel via AP

Fotógrafo amador flagra cobra engolindo cigarra em floresta nos EUA — Foto: Charlton McDaniel via APFotógrafo amador flagra cobra engolindo cigarra em floresta nos EUA — Foto: Charlton McDaniel via AP

Fotógrafo amador flagra cobra engolindo cigarra em floresta nos EUA — Foto: Charlton McDaniel via APFotógrafo amador flagra cobra engolindo cigarra em floresta nos EUA — Foto: Charlton McDaniel via AP
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    Como funciona o sistema de recompensa do cérebro e por que ele mexe tanto com sua vida

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    Entenda como funciona o mecanismo responsável pela sensação de prazer, que é fundamental para a sua sobrevivência.
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     Por G1  

     Postado em 28 de julho de 2019 às 16h00m  
    GIPOPE - GARIBA'S Logística for 2012 - 2013

    Sentir prazer é bom e todo mundo gosta. Essa sensação tem uma função maior do que só deixar a vida mais colorida: é por causa dela que você sai da cama todos os dias, mas ela também é a culpada por você não resistir àquele docinho depois do almoço.

    O chamado sistema de recompensa do cérebro é o circuito que processa a informação relacionada à sensação de prazer ou de satisfação. É algo evolutivamente muito antigo, presente inclusive em diversos animais (alguns até não mamíferos).
    Ele existe pela sobrevivência. O animal precisa ter algo que o motive a buscar alimento ou sexo, por exemplo. São elementos que são caros para a sobrevivência dele ou da espécie. É um sistema arcaico, explica o psiquiatra Rodrigo Grassi, professor da Escola de Medicina da PUCRS e pesquisador no Instituto do Cérebro do Rio Grande do Sul.
    O problema é que nem todos os prazeres da nossa vida contemporânea são fundamentais para a sobrevivência – alguns, inclusive, podem fazer mal.

    Por isso, é preciso que a gente use uma área mais jovem do cérebro, o córtex pré-frontal, que também faz parte do sistema de recompensa e nos deu a capacidade de ponderar e pensar a longo prazo.

    Conheça melhor como funciona o sistema de recompensa do seu cérebro e saiba como encontrar mais equilíbrio em suas decisões:
    Infográfico mostra sistema de recompensa do cérebro — Foto: G1  
    Infográfico mostra sistema de recompensa do cérebro — Foto: G1
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      sábado, 27 de julho de 2019

      Onda de calor recorde na Europa ameaça cobertura de gelo da Groenlândia

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      Cobertura é parte crucial do sistema climático global, e seu derretimento provocaria a elevação do nível dos mares e um clima instável.
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       Por Reuters  

       Postado em 27 de julho de 2019 às 17h00m  
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      Iceberg flutua em um fiorde próximo à cidade de Tasiilaq, na Groenlândia — Foto: Lucas Jackson/Reuters
      Iceberg flutua em um fiorde próximo à cidade de Tasiilaq, na Groenlândia — Foto: Lucas Jackson/Reuters

      O ar quente que quebrou recordes climáticos na Europa nesta semana parece estar a caminho da Groenlândia, e poderia colocar a segunda maior cobertura de gelo do mundo perto ou abaixo do recorde negativo registrado em 2012, alertou a Organização das Nações Unidas (ONU) nesta sexta-feira (26).


      Clare Nullis, porta-voz da Organização Meteorológica Mundial (OMM), disse que o ar quente que sobe do norte da África não somente superou recordes de temperatura europeus na quinta-feira (25), mas o ultrapassou em 2, 3 ou 4 graus Celsius, o que descreveu como "absolutamente inacreditável".
      "De acordo com as previsões, e isso é preocupante, agora o fluxo atmosférico transportará esse calor rumo à Groenlândia", disse ela em um boletim de rotina da ONU em Genebra.
      "Isso resultará em temperaturas altas, e consequentemente no aumento do derretimento da cobertura de gelo da Groenlândia", explicou. "Ainda não sabemos se superará o nível de 2012, mas chega perto."
      Montanhas que rodeiam o porto de Tasiilaq, na Groenlândia — Foto: Lucas Jackson/Reuters
      Montanhas que rodeiam o porto de Tasiilaq, na Groenlândia — Foto: Lucas Jackson/Reuters

      Derretimento das geleiras
      A cobertura de gelo da Groenlândia é parte crucial do sistema climático global, e seu derretimento provocaria a elevação do nível dos mares e um clima instável.

      A Groenlândia não vinha tendo um ano excepcional até junho, mas seu gelo vem derretendo rapidamente nas últimas semanas, disse ela, citando dados de um cientista climático dinamarquês.
      "Só em julho, ela perdeu 160 milhões de toneladas de gelo por causa do derretimento de superfície. Isso é aproximadamente o equivalente a 64 milhões de piscinas olímpicas. Só em julho. Só derretimento de superfície – isso não inclui o derretimento oceânico."
      O ar mais quente também tem implicações para a extensão do gelo do Ártico, que foi quase o mais baixo já registrado até 15 de julho, disse Clare.

      Ela disse que ondas de calor cada vez mais frequentes e intensas estão ligadas à mudança climática causada pelo homem.
      "O que vimos nisto foi que os recordes de temperatura não foram só quebrados, foram estraçalhados."

      Ela citou um estudo do Met Office, instituto meteorológico nacional do Reino Unido, que revelou que, até 2050, as ondas de calor recordes ocorrerão a cada dois anos.
      ONU alerta que onda de calor que passou pela Europa está indo para Groelândia
      ONU alerta que onda de calor que passou pela Europa está indo para Groelândia


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        sexta-feira, 26 de julho de 2019

        Partiu Lua! Conheça os detalhes sobre a missão indiana Chandrayaan-2

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        Nesta semana, enquanto os EUA comemoravam os 50 anos da chegada à Lua, a Índia deu mais um passo no seu programa de exploração lunar. 
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         Blog do Cásio Barbosa  

         Postado em 25 de julho de 2019 às 16h00m  
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        Índia envia missão até a Lua nesta segunda-feira, 22 de julho — Foto: Indian Space Research Organisation/ReutersÍndia envia missão até a Lua nesta segunda-feira, 22 de julho — Foto: Indian Space Research Organisation/Reuters

        No dia 22 de julho, segunda-feira, partiu a Chandrayaan-2 com destino às regiões polares da Lua.

        O lançamento da sonda havia sido adiado por problemas em seu foguete no início deste ano, até que a janela de lançamento se fechou. Essas janelas são momentos em que as posições da Terra e da Lua, bem como suas dinâmicas, são favoráveis para um lançamento em que se possa executar as manobras necessárias com grande economia de combustível.

        Mesmo depois de o problema ter sido sanado, o lançamento teve de ser adiado por outro problema menor no foguete GSLV MkIII-M1, que é o novo veículo lançador de satélites geossíncronos da Índia. Com a correção efetuada e com a sua validação por testes garantida, finalmente a sonda partiu na manhã de 22 de julho, no horário de Brasília.

        O que fez a Chandrayaan-1?
        A missão da Chandrayaan-2 sucede sua irmã mais velha no sentido de não apenas ficar restrita à orbita lunar.
        A Chandrayaan-1 partiu no final de outubro de 2008 e sobrevoou a Lua mapeando sua superfície, mas também fazendo medidas à procura de evidências da existência de água, na verdade, gelo de água.
        Logo após seu lançamento, a sonda disparou um impactador nas proximidades da cratera Shackleton, nas regiões polares ao sul da Lua. Enquanto o impactador descia, a sonda efetuava o mapeamento do relevo abaixo, já preparando a missão da sua sucessora.

        Meia hora depois do disparo, o impactador acertou a borda da cratera levantando uma pluma de destroços do solo, bem como abaixo dele, para serem observados desde o orbitador a uns 100 km de altura. E seus resultados apontaram mesmo a existência de gelo.

        Como pode ter gelo na Lua?
        A ideia é que o choque de cometas e outros núcleos ricos em gelo trouxe esse material para a Lua, como aconteceu com a Terra também bilhões de anos atrás. Na falta de uma atmosfera, o gelo lunar teria se evaporado assim que a luz do Sol o esquentou. Mas, em regiões como a borda de crateras nos polos da Lua, o Sol nunca ilumina os depósitos de gelo, então eles ainda estão lá.

        E o gelo é muito importante, porque é dele que se espera tirar a sustentabilidade de futuras bases lunares. Além de usá-lo para abastecer as estações com água, ao se decompor sua molécula produz-se hidrogênio e oxigênio. Ambos podem ser usados na produção de energia, e o segundo, para renovar a atmosfera dentro das estações.
        A Chandrayaan-2 partiu com a missão de estudar as regiões polares no sul da Lua, uma região de difícil acesso, dessa vez pousando um jipe em sua superfície!
        O orbitador deve lançar o módulo de pouso Vikram (valor em sânscrito), um pequeno container de 5 metros de comprimento e massa de 1.600 kg (mil quilos só de combustível para o pouso) que carrega o jipe Pragyan (sabedoria em sânscrito).
        Jipe Pragyan na rampa de descida do módulo Vikram — Foto: Indian Space Research Organisation - GODLJipe Pragyan na rampa de descida do módulo Vikram — Foto: Indian Space Research Organisation - GODL

        Depois de pousar, o jipe será liberado para executar suas próprias medidas, já que carrega um instrumento de raios-X e um espectroscópio a laser. O jipe pode alcançar a espetacular velocidade de 1 cm/s durante seus passeios e não possui um mecanismo de proteção à noite lunar que dura 14 dias terrestres. Sua expectativa de vida é de apenas 1 dia lunar, ou 14 dias terrestres...

        O Vikram carrega 4 instrumentos que devem medir o ciclo térmico da superfície lunar, medir selenomotos, como são chamados os terremotos lunares e também inclui um painel refletor para medidas de laser.

        O painel é uma colaboração com a Nasa que pretende medir não só a distância Terra-Polo Sul Lunar com precisão de centímetros, mas também medir com precisão o movimento de libração lunar.
        Desenho da sonda Chandrayaan-2 acoplada ao módulo Vikram — Foto: Divulgação/Indian Space Research Organisation 
        Desenho da sonda Chandrayaan-2 acoplada ao módulo Vikram — Foto: Divulgação/Indian Space Research Organisation

        Este movimento é uma espécie de "bamboleio" que a Lua executa enquanto orbita a Terra, de modo que uma pequena fração de partes que permaneceriam ocultas, devido à sincronização dos movimentos orbitais da Lua, possa ser observada da Terra. Outro objetivo da missão Chandrayaan-2 é verificar a disponibilidade de água no subsolo lunar, avaliando a quantidade que poderia ser explorada futuramente.

        A sonda Chandrayaan-2 encontra-se, nesta sexta-feira, ainda em órbita da Terra, mas em um processo de transferência para a órbita da Lua. Nesse processo, sua órbita vai sendo paulatinamente alargada, de modo que o ponto mais distante dela, chamado de apogeu, entre na região de influência gravitacional da Lua.

        Nesse momento a sonda é capturada pela gravidade da Lua e o processo se inverte, sua órbita vai ser encolhida aos poucos. Se tudo correr bem, a inserção em órbita lunar acontece no final de agosto e o pouso da Vikram carregando o Pragyan está programado para o dia 7 de setembro.

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