Total de visualizações de página

sábado, 21 de abril de 2018

Por que os lagartos têm um 'terceiro olho'

==---____--------------------__________________::___________________==..===..==..===____________________::________________----------------------____---==
\..________-------------------- ----------------------------------------------------------------=---------------------------------------------------------------------------------------________../



Biólogos ainda não sabem exatamente qual é a função da estrutura no topo da cabeça, mas se acredita que tenha a ver com a orientação espacial dos animais.

.________---------------------------------------------------------------------------------------=--------------------------------------------------------------------------------------________..
/==---____--------------------__________________::__________________==..===..==..===___________________::________________----------------------____---==\

BBC
Por BBC 
Postado em 21 de abril de 2018 às 09h45m 


Fóssil analisado por Smith pertence ao único animal conhecido com mandíbula e quatro olhos (Foto: Instituto Senckenberg/Divulgação)

Muita gente não sabe, mas é comum que peixes, anfíbios (como os sapos) e répteis tenham um "terceiro olho".

Da próxima vez que você avistar uma iguana, por exemplo, preste atenção na parte de cima da cabeça do animal: no meio desta, você verá um círculo de cor pálida, cuja falta de pigmentação serve exatamente para deixar passar a luz.

Esta estrutura é o que os estudiosos dos répteis chamam de olho pineal, popularmente conhecido como "terceiro olho".

"Ainda não sabemos exatamente para o quê serve este 'terceiro olho'", diz o especialista em paleoherpetologia (estudo de fósseis de répteis) Krister Smith, do Instituto Senckenberg, na Alemanha.

O que está claro para os biólogos é que a estrutura está relacionada com a detecção da luz, ajudando os animais a se orientar no espaço e a regular seus ciclos diários (que dependem da passagem do dia para a noite).

"Este 'terceiro olho' se desenvolve de forma muito parecida com os olhos que todos conhecemos", diz Smith.

"E ele está diretamente conectado com o cérebro, por meio de um duto que termina numa estrutura esférica.

E esta estrutura esférica está recoberta por camadas muito parecidas às de uma retina, com proteínas fotossensíveis", diz o cientista alemão.

Em 2009, um grupo de biólogos italianos conduziu uma série de experimentos com lagartixas, nos quais os pequenos animais precisavam se orientar pela luz para ir de um ponto a outro. Em condições normais, os animais conseguiam fazer isto. Quando os cientistas bloquearam ou removeram o "terceiro olho", contudo, as lagartixas perdiam o rumo.

Por isto, os biólogos deste experimento definiram o "terceiro olho" dos répteis como uma espécie de "bússola solar".

Questão evolutiva
Se a palavra "pineal" soa familiar, é porque nós humanos temos uma glândula com este nome, localizada, como nos répteis, no alto da cabeça. A nossa glândula, porém, não evoluiu como um olho, e sim como um órgão que nos ajuda a regular os ciclos de sono.
O olho pineal era mais comum há alguns milhões de anos atrás.


"Peixes, anfíbios, mamíferos (como os humanos)... todos têm ancestrais que tiveram um 'terceiro olho'", diz Smith.

Hoje, nenhum mamífero o tem mais, mas a estrutura continua presente em animais como rãs, serpentes e alguns peixes. Outros, como tartarugas, pássaros e crocodilos já não o possuem.

"Por alguma razão desconhecida, este 'terceiro olho' foi se perdendo ao longo do processo evolutivo", diz Smith.

O quarto olho
Para a maioria das pessoas, a existência do "terceiro olho" é surpreendente. Não é o caso de Smith, que estuda o tema há anos. Mas até o cientista alemão ficou surpreso com seu achado mais recente, que veio a público num artigo científico publicado no começo de abril: o fóssil de um lagarto que tinha quatro olhos - e não apenas três.

Até agora, o único animal vertebrado conhecido com quatro olhos era a lampreia, um tipo de peixe de corpo alongado e sem mandíbula.

O fóssil analisado por Smith está em um museu da Universidade de Yale, nos EUA, e tem cerca de 49 milhões de anos de idade. O fóssil pertence a uma espécie já extinta, que fazia parte do grupo do chamado lagarto monitor.

Além do "terceiro olho", o fóssil tem uma cavidade para o quarto olho, formado pelos órgãos pineais e parapineais.
"É muito sedutora a ideia de que os órgãos pineais e parapineais se desenvolveram como uma dupla, como os nossos olhos", diz Smith.


"Mas ainda há muito debate na academia científica sobre isto", informa ele.

Por enquanto, o achado de Smith gera mais perguntas que respostas. Mas as evidências que existem até agora mostram que o terceiro e o quarto olho deste lagarto se desenvolveram de forma distinta daqueles de outros animais.

"Qualquer afirmação sobre a função deste quarto olho, por enquanto, será meramente especulativa", diz ele.

"Em todo caso, é possível que ele estivesse relacionado com a orientação espacial do animal", sugere Smith.
      Post.N.\8.262  
                      <.-.-.-  Atendimento Personalizado com recepção Vip!  -.-.-.>
    .__-______________________________________________________________________________________-__.
Nenhum texto alternativo automático disponível.
++++====================================================================================++++
Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches. Logística & Solutions with Intelligence for 2.018

  Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98215 - 9520  
.__-______________________________________________________________________________________-__.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Cientista revela como é o som do Sol

==---____--------------------__________________::___________________==..===..==..===____________________::________________----------------------____---==
\..________-------------------- ----------------------------------------------------------------=---------------------------------------------------------------------------------------________../



Quanto maior a estrela, menor será intensidade de seu barulho, explica Bill Chaplin, professor de Astrofísica da Universidade de Birmingham, na Inglaterra.

.________---------------------------------------------------------------------------------------=--------------------------------------------------------------------------------------________..
/==---____--------------------__________________::__________________==..===..==..===___________________::________________----------------------____---==\

Por BBC 
Já parou para pensar no som que as estrelas fazem? (Assista ao vídeo)

O professor Bill Chaplin, professor de Astrofísica na Universidade de Birmingham, na Inglaterra, explica que esses corpos celestes têm um barulho natural.


"Isso acontece na camada externa deles, e esse som fica preso, o que faz com que ele ressoe como um instrumento musical", diz.
Professor Bill Chaplin é astrônomo na Universidade de Birmigham (Foto: BBC)

Surpreendentemente, porém, quanto maior a estrela, menor será a intensidade desse barulho.

"Se temos uma estrela maior do que o Sol, ela vai inspirar e expirar mais lentamente. Assim, a intensidade de sua ressonância naturale suas oscilações – é mais baixa", afirma Chaplin.

"Tomemos como exemplo uma estrela que a missão Kepler, da Nasa, observou, que é duas vezes maior que o Sol", acrescenta.
Estrelas fazem barulho naturalmente em sua camada mais externa, e este som fica preso (Foto: BBC)

"Ao medirmos as frequências, obtemos informações sobre o tamanho da estrela, mas, principalmente, sobre a idade dela."

A missão Kepler, da agência espacial americana, é coordenada por Chaplin e se dedica a pesquisar estrelas de tipo solar.
No vídeo, ele mostra como é o som feito pelo Sol. Confira.
INGLATERRA

      Post.N.\8.261  
                      <.-.-.-  Atendimento Personalizado com recepção Vip!  -.-.-.>
    .__-______________________________________________________________________________________-__.
Nenhum texto alternativo automático disponível.
++++====================================================================================++++
Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches. Logística & Solutions with Intelligence for 2.018

  Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98215 - 9520  
.__-______________________________________________________________________________________-__.

O meteorito que trouxe à Terra diamantes de um 'planeta perdido'

==---____--------------------__________________::___________________==..===..==..===____________________::________________----------------------____---==
\..________-------------------- ----------------------------------------------------------------=---------------------------------------------------------------------------------------________../



Cientistas acreditam que o material é parte de um planeta que foi do tamanho de Marte, pertencente a uma primeira geração planetária já desaparecida.

.________---------------------------------------------------------------------------------------=--------------------------------------------------------------------------------------________..
/==---____--------------------__________________::__________________==..===..==..===___________________::________________----------------------____---==\

BBC
Por BBC 
Em 7 de outubro de 2008, um asteroide invadiu a atmosfera da Terra e explodiu a uma altura de 37 quilômetros, sobre o deserto de Núbia, no norte do Sudão. Ele trazia diamantes.

Um estudo da Escola Politécnica Federal da Cidade de Lausanne (EPFL), na Suíça, publicado nesta semana na revista "Nature Communications", concluiu que a rocha espacial era parte de um "planeta perdido" que existiu nos primórdios do Sistema Solar.

Estima-se que o protoplaneta ao qual pertenceu deve ter existido há bilhões de anos, antes de se partir por uma colisão. Era grande como Mercúrio ou Marte.

Os cientistas argumentam que a pressão necessária para produzir diamantes deste tipo só poderia ocorrer em um planeta de grande dimensão.

Cerca de 50 pedaços dessa rocha, com tamanhos entre um e dez centímetros, foram coletados.
Os fragmentos são do meteorito Almahata Sitta, termo em árabe que significa Estação Seis, em referência ao nome de uma estação de trem perto do local onde caiu.


Usando três tipos de microscópios, os pesquisadores caracterizaram o mineral e a cobertura química da rocha.

Alguns dos materiais presos nos diamantes a partir de sua formação só podem ser formados a uma pressão superior a 20 gigapascals, informaram os cientistas.

Essas condições "só podem ser alcançadas em um grande corpo planetário", disseram eles.

A origem dos planetas
O pesquisador Farhang Nabiei, da EPFL, disse que esses dados constituem a "primeira evidência contundente da existência de um planeta tão grande" pertencente a uma primeira geração, que desapareceu.


A descoberta reforça a teoria de que os planetas do atual Sistema Solar foram criados com os restos de dezenas de grandes protoplanetas ou planetas embrionários.

Estima-se que o corpo principal do 2008 TC3 – o asteroide descoberto em 2008 – foi formado no Sistema Solar em seus primeiros 10 milhões de anos.

Os meteoritos dessa colisão foram catalogados na categoria de rochas espaciais chamadas ureilitas, que representam menos de 1% dos objetos que colidem com a Terra.
Os pesquisadores sugerem que todos os asteróides de ureilita são restos do mesmo protoplaneta.


"Corpos do tamanho de Marte (como o que impactou a formação da Lua) eram comuns e se uniam para formar planetas maiores ou colidiam com o Sol ou eram ejetados do Sistema Solar."

"Este estudo fornece evidências convincentes de que o corpo principal da ureilita era um daqueles grandes 'planetas perdidos' antes de serem destruídos por várias colisões", concluíram os cientistas no estudo.
      Post.N.\8.260  
                      <.-.-.-  Atendimento Personalizado com recepção Vip!  -.-.-.>
    .__-______________________________________________________________________________________-__.
Nenhum texto alternativo automático disponível.
++++====================================================================================++++
Gipope® - Gariba's ™ // Bar & Lanches. Logística & Solutions with Intelligence for 2.018

  Celular.-:) 075 - 99913 - 4248 -.- 98299 - 8117 -.- 98215 - 9520  
.__-______________________________________________________________________________________-__.