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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Roberto Carlos é ovacionado em Jerusalém ao cantar hino em louvor à ocupação israelense


O 'Rei' em Israel


CULTURA -- NOTÍCIAS.


Daniela Kresch 

Show de Roberto Carlos em Jerusalém / Foto Daniela Kresch

[*|~|\\.//|~|*] JERUSALÉM - Roberto Carlos se esquivou das conotações políticas que a interpretação de "Jerusalém de ouro", espécie de hino à conquista israelense da parte oriental da cidade, em 1967, poderia ter no show que fez nesta quarta-feira no anfiteatro Piscina do Sultão, na capital do país. A despeito da preocupação de diplomatas com possíveis reações à interpretação, o "Rei" manteve a música no repertório da apresentação, cantou-a em hebraico e foi ovacionado pela plateia de mais de 5 mil pessoas que lotou o local.

O cantor iniciou seu histórico show em Jerusalém se dizendo emocionado por estar na cidade sagrada. A lotação esgotada do show, que começou às 20h15 horário local (14h15 horário de Brasília), surpreendeu o prefeito de Jerusalém, Nir Barkat, que compareceu com assessores e enviou mensagem gravada ao público, transmitida pelos dois telões do cenário gigantesco de 400 metros quadrados, reproduzindo pontos turísticos da Cidade Velha: o Muro das Lamentações, a Mesquita de Al-Aksa e a Igreja do Santo Sepúlcro.

- Roberto volta ao Brasil como embaixador de Jerusalém no Brasil - disse Barkat ao GLOBO.

Visivelmente emocionado, Roberto iniciou o show com "Emoções", sendo aclamado pelo público de brasileiros, latino-americanos e alguns israelenses. Desfilou sucessos como "Além do horizonte", "Outra vez" e "Como vai você". Ele se aventurou a cantar "Detalhes" em quatro línguas (português, ingles, italiano e espanhol). E arrancou palmas com"Ave Maria" em italiano.

- Tudo que tenho passado aqui é inesquecível - disse ele antes de cantar "Unforgettable", durante a qual ensaiou passos de valsa com Glória Maria, que apresentou o show com lágrimas nos olhos.
Roberto encerrou a apresentação com outro sucesso, apropriado para o local do show: "Jesus Cristo".
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Artista recria obra de Da Vinci no Ártico por alerta à mudança do clima

 

Planeta água...




NATUREZA -- NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.



Obra encomendada por ONG chama atenção para aquecimento global.
Gelo no Ártico atingiu o recorde mínimo de espessura, segundo cientistas.



Do Globo Natureza, em São Paulo
                   
 
#|\\0//-.-\\0//|# Imagem divulgada nesta quarta-feira (7) mostra reprodução da obra “O Homem Vitruviano”, de Leonardo Da Vinci, recriada pelo artista John Quigley no Oceano Ártico em 29 de agosto deste ano.

O trabalho foi encomendado pela organização ambiental Greenpeace, que quer destacar o derretimento do Ártico e a necessidade de uma decisão dos líderes mundiais sobre medidas urgentes contra as mudanças climáticas.

da vinci (Foto: Nick Cobbing/Greenpeace/Reuters)Ativistas do Greenpeace circundam reprodução da obra "O Homem Vitruviano", de Leonardo Da Vinci, que foi recriada no Oceano Ártico (Foto: Nick Cobbing/Greenpeace/Reuters)
 
Informações divulgadas nesta semana apontam que a quantidade de gelo que cobre o Ártico caiu no verão boreal de 2010 ao mínimo já registrado.

O estudo, que será divulgado em breve, estima que a cobertura de gelo nesta região no ano passado, calculada com base na sua espessura e extensão, foi inferior ao recorde negativo anterior, em 2007, refletindo a tendência global de aquecimento.

da vinci (Foto: Nick Cobbing/Greenpeace/Reuters)
A intenção da organização ambiental foi alertar os líderes mundiais para o derretimento do gelo da região, causado pelo aquecimento global (Foto: Nick Cobbing/Greenpeace/Reuters)
 
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Avião russo cai e mata equipe de hóquei no gelo do Lokomotiv


INTERNACIONAL -- NOTÍCIAS.



Pelo menos 36 pessoas morreram no acidente.
Aeronave caiu pouco depois de decolar e explodiu no ar.



07/09/2011 10h00 - Atualizado em 07/09/2011 11h32

Do G1, com agências de notícias

Acidente ocorreu na região de Yaroslavl. (Foto: Editoria de Arte/G1)
Acidente aéreo ocorreu na
região de Yaroslavl. (Foto: Editoria de Arte/G1)

!!*/*/*/*:!! Pelo menos 36 pessoas morreram nesta quarta-feira (7) na queda de um avião de passageiros russo Yak-42 na região de Yaroslavl, a 200 quilômetros ao norte de Moscou.


A aeronave, na qual viajava a equipe de hóquei no gelo do Lokomotiv, caiu pouco depois de decolar e explodiu no ar, segundo a agência russa "Interfax".


O Yaroslavl HC Lokomotiv foi campeão russo de hóquei no gelo em 1997, 2002 e 2003. O time enfrentaria nesta quinta-feira o Dínamo Minsk.

Queda de avião matou pelo menos 36 pessoas. (Foto: Misha Japaridze/AP)Queda de avião matou pelo menos 36 pessoas. (Foto: Misha Japaridze/AP)

A bordo do avião, com capacidade para até 120 passageiros, viajavam um total de 37 pessoas, incluídos os membros da tripulação.


"O Yak-42 caiu a 2 quilômetros do aeroporto de Tuloshna, Yaroslavl. Segundo dados preliminares, das 37 pessoas que estavam a bordo, 36 morreram", declarou um porta-voz do Ministério da Rússia para Situações de Emergência, indicando que pode haver um sobrevivente.

Aeronave levava a equipe de hóquei do Yaroslavl HC Lokomotiv. (Foto: Misha Japaridze/AP)Aeronave levava a equipe de hóquei do Yaroslavl HC Lokomotiv. (Foto: Misha Japaridze/AP)

O funcionário acrescentou que o acidente aconteceu por volta das 9h (de Brasília).
A aeronave, pertencente à companhia Yak-Service, tinha como destino o aeroporto de Minsk, capital de Belarus.
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Brasil sobe 5 lugares em ranking de competitividade



ECONOMIA & NEGÓCIOS.



Com o resultado do Fórum Econômico Mundial, País ultrapassou a Índia, 56º, mas ainda se encontra atrás da China, 26º, e da África do Sul, 50º, entre o grupo dos Brics



Daniela Milanese, correspondente da Agência Estado

*:-=$-$=-:* LONDRES - O Brasil deu um salto de cinco posições no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial deste ano e agora figura no 53º lugar, entre 142 países analisados. Com o resultado, o Brasil ultrapassou a Índia (56º), mas ainda se encontra atrás da China (26º) e da África do Sul (50º) entre o grupo dos Brics (formado também pela Rússia, em 66º). Veja o ranking completo de competitividade.


"É importante analisar a tendência de longo prazo e ver que o País subiu 13 colocações nos últimos seis anos", afirmou o diretor e economista do Centro para a Competitividade Global do Fórum Econômico Mundial, Beñat Bilbao-Osorio, à Agência Estado.


Ele nota que o Brasil obteve evoluções em itens que são considerados exatamente suas principais fraquezas, como a competição no mercado local, a infraestrutura e a corrupção. São pontos que melhoraram, mas ainda continuam com avaliações baixas e impedem que o País cumpra todo seu potencial.
Além da conhecida falta de infraestrutura adequada, Bilbao-Osorio avalia que a baixa concorrência entre as empresas ainda afeta a competitividade. "É uma preocupação o fato de algumas companhias representarem oligopólios", afirmou.


Ele acredita que o mercado de trabalho apresenta rigidez, como as dificuldades para contratar ou demitir um funcionário, fato que pesa sobre a avaliação do País - juntamente com o baixo nível de qualidade do sistema educacional. O diretor vê ainda desconexão entre os salários e a produtividade atualmente. "A produção deve se equalizar aos salários para não criar inflação."


A avaliação do quesito corrupção avançou no levantamento, apesar das denúncias constantes de irregularidades. Para Bilbao-Osorio, o aumento da divulgação dos casos de corrupção mostra maior disposição de solucionar o problema, o que pode ter contribuído para uma avaliação mais positiva nesse quesito.


Além de ter melhorado em pontos considerados fracos, o Brasil também mantém notas favoráveis em alguns critérios. O País tem o décimo maior mercado interno do mundo, ambiente de negócios considerado sofisticado, principalmente no mercado financeiro, bom uso de tecnologia e capacidade de inovação.


A Suíça continua na liderança do ranking de competitividade, divulgado hoje, em Genebra. Cingapura superou a Suécia e ficou com o segundo lugar. Em seguida, aparecem a Finlândia, Estados Unidos, Alemanha, Holanda, Dinamarca, Japão e Reino Unido, para completar as dez primeiras posições.


Divulgado anualmente, o ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial analisa 12 quesitos: infraestrutura, ambiente macroeconômico, saúde e educação primária, educação de nível superior e treinamento, eficiência do mercado de bens, eficiência do mercado de trabalho, sofisticação do mercado financeiro, preparo tecnológico, tamanho do mercado, sofisticação empresarial e inovação.


Países desenvolvidos
A diferença de competitividade entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento está diminuindo, aponta o relatório do Fórum Econômico Mundial, divulgado hoje, em Genebra. "O resultado reflete a mudança no centro de gravidade da atividade econômica mundial", afirmou o diretor.


Enquanto o mundo desenvolvido encontra-se mergulhado numa longa crise, em razão da falta de ímpeto da atividade dos Estados Unidos e dos problemas de dívida na Europa, os emergentes exibem vigoroso crescimento econômico.


A distância entre nações ricas e pobres passa por redução principalmente em razão do desempenho da Ásia, especialmente a China, hoje no 26º lugar do ranking de competitividade, um avanço de oito posições em seis anos. "A China vem melhorando sistematicamente, mas, para estar no topo do levantamento, ainda precisa avançar principalmente no quesito da inovação", avalia.


Os países da América Latina também se destacaram no resultado deste ano. Assim como o Brasil, a Bolívia avançou cinco posições, para 103º. O Equador subiu de 105º para 101º. O México deu um pulo de oito lugares, para 58º, e o Peru, de seis colocações, para 67º. "A resistência em relação à crise internacional e a perspectiva de crescimento econômico vieram acompanhadas de aumento de competitividade", disse Bilbao-Osorio.


Para continuar avançando no ranking, os países latino-americanos precisam implementar reformas, acredita o diretor, de forma a melhorar a segurança, a infraestrutura e a competição internas. "São mudanças difíceis, mas que terão de ser feitas."


Se os países emergentes estão conseguindo resultados mais favoráveis, as nações desenvolvidas vão regredindo. O principal exemplo são os Estados Unidos, que deixaram a liderança do ranking de competitividade obtida quatro anos atrás para cair até a quinta posição no levantamento atual.


O ambiente norte-americano passou a contar com a deterioração da situação fiscal e com a queda de confiança dos empresários no governo e nos políticos, diante do debate criado em torno do aumento do teto da dívida recentemente. 


Após muita polêmica, o limite do endividamento foi ampliado na última hora pelo Congresso, mas isso não conseguiu evitar o rebaixamento da nota de crédito AAA do país pela primeira vez na história.


Bilbao-Osorio acredita que os emergentes continuarão no processo de fechar a diferença de competitividade existente com os países desenvolvidos. Existe estagnação da competitividade entre os membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que representam as nações mais ricas. "Algumas estão inclusive perdendo competitividade, como a Grécia." 
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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Sequestrador tentou jogar avião no Planalto 13 anos antes do 11/9


Retrospectiva...Relembre!


B R A S I L -- I N F O R M A Ç Ã O.


Maranhense havia perdido o emprego e culpava o presidente da República.
Para piloto de avião sequestrado em 1988, risco no Brasil 'ainda existe'.

Tahiane Stochero Do G1, em São Paulo

Mais

\*>|>..<|<*/ Mais de uma década antes de terroristas da al-Qaeda usarem aviões como mísseis contra as torres gêmeas do World Trade Center, nos Estados Unidos, um brasileiro armado tomou um voo da Vasp com o objetivo de atingir o Palácio do Planalto, em Brasília. Desempregado, o maranhense Raimundo Nonato Alves da Conceição, de 28 anos, culpava o governo por sua situação e queria atingir o centro do poder político do país.


"O que ocorreu com o voo 375 da Vasp foi como os atentados a Nova York e Washington. O meu sequestrador tinha a mesma intenção que os terroristas, só que não conseguiu alcançar o seu objetivo. E o risco ainda existe, tanto que o 11 de Setembro ocorreu”, afirma o comandante Fernando Murilo de Lima e Silva, de 60 anos, em entrevista ao G1.

O piloto nunca vai esquecer o dia 29 de setembro de 1988, quando o Boeing 737-300 da Vasp que comandava foi sequestrado.

Durante o voo, ele viveu momentos de terror quando o maranhense, armado de um revólver calibre 32, matou seu copiloto, Salvador Evangelista. "Ele levou um tiro na cabeça quando pegou o rádio para responder a um chamado da torre de controle de Brasília", lembra Murilo. Outro copiloto, que estava na aeronave como passageiro, foi ferido ao tentar impedir a ação do criminoso.


  (Veja no vídeo acima reportagem do Jornal Nacional sobre o caso na época)
comandante murilo avião sequestro (Foto: José Paulo/AE)
Comandante Murilo deixa hospital após ter sido
baleado na perna no desfecho do sequestro
(Foto: José Paulo/AE)

“O meu sequestro foi um dos primeiros com aviões no país. Desde então, muita coisa mudou. Mas foi um processo lento de conscientização pela melhoria da segurança na aviação. Naquele tempo, não havia nem detectores de metais nos aeroportos”, relembra o comandante que, passados 23 anos da tragédia, continua voando como piloto de cargueiro no Rio de Janeiro.


O voo 375 da Vasp fazia o trajeto Porto Velho-Rio de Janeiro, com escala, dentre outros lugares, em Belo Horizonte, onde o maranhense entrou armado. Estavam a bordo 135 passageiros e oito tripulantes.


“A ação começou quando já estávamos sobrevoando os céus do Rio de Janeiro. Ele gritava: ‘eu quero matar o Sarney. Quero jogar o avião no Planalto!", diz o piloto. "Na época, eu não tinha ideia de que aquilo poderia ocorrer".

Após a ação, o piloto solicitou às companhias aéreas a instalação de portas blindadas na cabine de pilotagem dos aviões.

Cerco policial em Goiânia
Raimundo Nonato havia perdido o emprego em uma construtora devido à crise econômica que o país enfrentava e acreditava que a culpa era do presidente, na época José Sarney (PMDB), que governou o país entre 1985 e 1990.



Na ação, o sequestrador exigiu que o avião se dirigisse do Rio a Brasília. Como o combustível da aeronave estava acabando devido à mudança de rota, o comandante conseguiu convencer o sequestrador a pousar o Boeing em Goiânia.



Podíamos despencar a qualquer momento. Mas ele não estava nem aí. Era doente, estava para o que desse”, acrescenta. Ao pousar em Goiânia, o avião foi cercado pela Polícia Federal, onde o sequestrador decidiu seguir para Brasília em uma aeronave de menor porte, levando o comandante como refém.

“Ele tentou subir em um Bandeirante que estava estacionado próximo ao Boeing para fugir. Foi nessa hora que eu corri. Um agente da PF conseguiu lhe acertar no quadril, mas o sequestrador ainda teve tempo de atirar, e me acertou na perna”, relembra. O sequestrador foi baleado no quadril pelos agentes da PF e morreu no hospital de infecção, dias depois.

“Hoje, é mais difícil ocorrer um sequestro como aquele no país, acho que pode se repetir apenas em aeronaves menores, ou em aeroclubes pequenos. Os aeroportos possuem detectores de metais, mas muita coisa ainda precisa melhorar até a Copa do Mundo de 2014 para não termos nenhum risco”, acrescenta.



Sequestros durante o regime militar

Sequestros durante o regime militar
Pelo levantamento do historiador Ivan Sant'Anna, houve no Brasil pelo menos dez sequestros de aeronaves, a maioria durante o regime militar.

“Na época, criminosos costumavam sequestrar aviões para fugir para Cuba. Lá, recebiam asilo e depois o avião era devolvido ao país. Para os passageiros, era como um passeio a mais, porque nunca houve nenhum ato com agressão antes do sequestro do voo 735 da Vasp”, diz Sant'Anna, que é pesquisador na área de acidentes aéreos. (No vídeo acima, passageiro relembra a calma do comandante do voo)



Hoje, diz ele, são raros casos de sequestros de aeronaves no Brasil. “Sei de casos isolados de roubos de aviões pequenos, às vezes fazendo o piloto como refém, em aeroclubes de pequeno porte, em que não há tanta segurança ou detectores de metais. Normalmente, estes aviões são usados para tráfico ou comércio ilegal”, afirma.
O último caso de repercussão ocorreu em março de

2009, quando um homem roubou um monomotor no Aeroclube de Luziânia e acabou caindo sobre um shopping em Goiânia. O piloto, de 30 anos, e sua filha, de 5 anos, morreram.

Questionada sobre o que mudou em relação à segurança do transporte aéreo para impedir crimes e sequestros a bordo de aeronaves desde 1988, a Polícia Federal não se manifestou.


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Pesquisa revela líderes e empresas dos sonhos de jovens brasileiros

 

ECONOMIA -- NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.

 

 

Publicada em 06/09/2011 às 10h16m
Isabel Kopschitz


//*||^~^||*\\ RIO - Os jovens brasileiros que estão entrando no mercado de trabalho sonham ser contratados por grandes empresas nacionais e internacionais, como Petrobras, Vale do Rio Doce e Google. E se espelham em líderes de alcance mundial, como o presidente americano, Barack Obama, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e o ex-diretor-executivo (e um dos fundadores) da Apple, Steve Jobs. Os dados são de pesquisa divulgada recentemente pela Cia de Talentos, que aplicou 26 perguntas a 40.445 jovens brasileiros, com idades entre 17 e 28 anos. Desses, 60% estão trabalhando ou estagiando e 43% cursam administração ou engenharia. 

A pesquisa - que já está na décima edição - tem como carro-chefe o líder dos sonhos e a empresa dos sonhos dos jovens. Obama, Lula e Jobs foram, respectivamente, os primeiros lugares no quesito líderes (que também traz nomes como Eike Batista e Dilma Rousseff). No ranking das empresas dos sonhos - que inclui ainda nomes como Natura, Itaú e Rede Globo - ficaram no topo Google, Petrobras e Unilever. Entre os motivos apontados para a escolha das companhias estão desenvolvimento profissional, desafios, boa imagem no mercado, bom ambiente de trabalho e carreira internacional. 

Segundo Danilca Galdini, sócia-diretora da Nextview, responsável pela elaboração do levantamento, houve um aumento no interesse dos jovens pelas empresas nacionais. 

- Eles têm interesse maior por empresas multinacionais de origem brasileira. Isso porque elas são referência em seus segmentos e oferecem uma infraestrutura e organização diferenciadas, além de terem práticas de gestão de pessoas consolidadas - explica. 

Outro dado interessante da pesquisa - e aparentemente conflitante em relação à preferência pelas empresas brasileiras - revela que, entre os motivos para a escolha da companhia, está a possibilidade de fazer carreira internacional. 

- Este era um ponto que já não aparecia nas nossas pesquisas desde 2005. Investigamos um pouco mais e vimos que o que os jovens chamam de carreira internacional hoje é diferente do que era anos atrás - afirma a executiva. - Até 2005, significava morar fora do país, indefinidamente, mas hoje retrata o interesse dos jovens, que nasceram e cresceram num mundo globalizado, em morar um tempo fora pela empresa, conhecer as diferentes culturas nas quais ela está inserida e voltar ao Brasil, para desenvolverem sua carreira aqui. 

Segundo ela, fazer carreira internacional antes significava aquilo que não era possível conquistar no Brasil: oportunidade de estar inserido num ambiente inovador e moderno, numa economia estável. 

- A partir do momento em que o Brasil passa a oferecer estas coisas e também empresas bem mais estruturadas (multinacionais brasileiras), morar fora perde um pouco do peso que tinha - conclui. 

Ainda de acordo com a pesquisa, o jovem brasileiro é comprometido com a vida profissional, porém pouco tolerante a frustrações, o que faz com que se desligue da companhia com certa facilidade, caso as coisas não saiam como deseja. Outra conclusão do levantamento é que a atual geração é ingênua nas relações interpessoais no ambiente corporativo. 

- Eles não são estimulados a lerem o ambiente, tudo vem mais mastigado. As redes sociais também colaboram com isso, pois acabam protegendo as pessoas da relação pessoal, que nos permite, por exemplo, vivenciar a fala de uma pessoa que diz que está superfeliz, mas cujo rosto mostra o contrário - explica Danilca Galdini. 

Além do Brasil, a pesquisa da Cia de Talentos é realizada também na Argentina, no México e na Colômbia.
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Kadafi é rastreado no sul da Líbia, diz membro do CNT; EUA pedem que Níger detenha aliados que fugiram em comboio


Pressão

INTERNACIONAL --\ -- NOTÍCIAS.



O GloboCom agências internacionais
Rebeldes líbios comemoram retomada de negociações perto de Bani Walid - Reuters

[*|:||-=-|:||*] WASHINGTON, TRÍPOLI e BENGHAZI, Líbia - Muamar Kadafi provavelmente deixou a cidade líbia de Bani Walid e está seguindo em direção ao sul do país com ajuda de tribos leais, afirmou à Reuters Hisham Buhagiar, militar do Conselho Nacional de Transição (CNT) que está coordenando os esforços para encontrar o ditador. Segundo o oficial, Kadafi estaria tentando chegar aos países vizinhos Chad ou Níger.
Buhagiar afirmou que relatos indicam que Kadafi pode ter estado na cidade de Ghwat (a 950 km de Trípoli e a 300 km da fronteira com Níger) há três dias.

- Acredito que ele já esteja fora de Bani Walid. De acordo com as últimas pistas, ele estava na área de Ghwat. Pessoas viram carros indo naquela direção. Soubemos de muitas fontes que ele está tentando ir mais para o sul, em direção ao Chad ou Níger - afirmou Buhagiar.

Acredita-se que Kadafi esteja viajando em um comboio de dez carros e usando tendas como abrigo.
- Sabemos que ele não quer ficar em uma casa, então ele dorme em uma tenda. Pessoas afirmaram que os carros chegam, e então eles montam as tendas - explicou o militar, acrescentando que suas fontes não chegaram a ver o ditador.

Mais cedo, o governo americano pediu que o Níger detenha funcionários de alto escalão do governo Kadafi que entraram no país nas últimas horas em comboios saídos da Líbia. Entre os membros do regime que chegaram na capital Niamey está o chefe de segurança de Kadafi, Mansour Daw. Ele chegou ao país no domingo após atravessar a cidade de Agadez, no deserto.

As autoridades do Níger informaram ao embaixador americano que o comboio levava diversos membros importantes do governo Kadafi, mas não deu indicações de que o próprio ditador está entre eles, disse a porta-voz do Departamento de Estado, Victoria Nuland.

- Pedimos nos termos mais fortes que as autoridades nigerinas detenham esses membros do regime que podem ser objeto de processo, a fim de garantir que confisquem quaisquer armas que encontrem e que qualquer bem do governo da Líbia, dinheiro, jóias etc também sejam apreendidos para que sejam devolvidos ao povo líbio - disse Nuland.

Os rumores de que aliados de Muamar Kadafi estavam atravessando a fronteira para o Níger foram confirmados nesta terça-feira pelo Conselho Nacional de Transição.

Há informações de que um outro comboio com aliados de Kadafi fugiu no domingo, em 200 veículos blindados que levaria oficiais. Eles teriam chegado a cidade de Agadez na segunda-feira, e seguiriam para Niamey.
Segundo um militar francês, Kadafi e seu filho Saif al-Islam teriam planos de se juntar ao grupo para ir até Burkina Faso, mas o governo local já disse que não concederá asilo.

De acordo com um porta-voz do conselho rebelde líbio, o comboio que fugiu na segunda para o país vizinho levava dinheiro de uma agência do Banco Central do país. Cerca de dez veículos fizeram a travessia, segundo pessoas da comunidade tuaregue que vive no deserto do Saara, nos dois lados da fronteira.
"Eles levaram dinheiro do Banco Central em Sirta", disse o porta-voz Abdel Hafiz Ghoga, referindo-se à terra-natal de Kadafi, que está foragido.

O chefe dos comitês do CNT para assuntos políticos e internacionais, Fathi Baja, disse que o comboio também transportava ouro, dólares e euro. Segundo ele, os veículos cruzaram a fronteira em Jufra com ajuda de tuaregues.Baja disse que não podia confirmar rumores de que cerca de 200 veículos do Exército líbio também haviam cruzado a fronteira para o Níger na noite de segunda-feira.

À frente do grupo, estaria um líder étnico identificado como Rissa ag Boula, que é oriundo do Níger e há algumas décadas encabeçou uma fracassada guerra de independência em nome da comunidade tuaregue. Depois disso, ele buscou refúgio na Líbia e ao que parece tem combatido pelas forças de Kadafi.
O ditador continua sendo muito popular em localidades como Agadez, maior cidade do norte do Níger. Na região, a maioria da população é tuaregue e Kadafi é lembrado por sua ajuda ao grupo.

Mussa Ibrahim, porta-voz do ditador, disse nesta terça-feira que Kadafi está disposto a combater para retomar o poder. Segundo ele, o ditador e parte de seus filhos ainda continuam na Líbia.

- Kadafi se encontra em excelente estado de saúde e planeja organizar a defesa da Líbia - disse Ibrahim à emissora al-Rai da cadeia Syrian TV. - Estamos combatendo e resistindo pelo bem da Líbia e de todos os árabes. Seguimos fortes e capazes de mudar as coisas a nosso favor e contra a Otan.

Anciões recebidos por multidão enfurecida
Enquanto isso, em uma mesquita localizada em estrada próxima a Bani Walid, representantes dos rebeldes e anciões das tribos locais fizeram uma nova rodada de negociações e reafirmaram aos líderes locais que os moradores não correm risco de represálias ou atos de violência. Os negociadores do CNT prometeram reconstruir a infraestrutura da cidade, incluindo comunicações e eletricidade.


- Não somos o antigo regime, não queremos vingança- disse Abdullah Kenshil, chefe das negociações.
Mas quando os anciões retornaram para a cidade foram recebidos por uma multidão enfurecida, armada e pronta para atirar. Foram forçados a retornar para território ocupado pelos rebeldes. Segundo al-Mubarak al-Saleh, representante do CNT em Bani Walid, os anciões presentes ao encontro "não representam todas as tribos da cidade".

Membros do CNT e anciãos negociam em mesquita - Reuters

Localizada no meio do deserto, 150 quilômetros ao sul de Trípoli, Bani Walid é reduto da poderosa tribo Warfalla, que tem cerca de 1 milhão de integrantes e permaneceu leal ao regime deposto.


A situação é vista como um teste para a capacidade do conselho rebelde de deixar de lado as divisões tribais do país e negociar uma solução pacífica, sob o risco de incorrer em um derramamento de sangue.
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Roberto Carlos lança biografia em Jerusalém



Livro pesa 25 quilos e traz manuscritos de 
letras e fotos inéditas do baú do artista.






CULTURA -- POP & ART




Notícias & Informação.



Jotabê Medeiros - O Estado de S. Paulo

#]]*-=-*[[# JERUSALÉM - Um livro que pesa 25 quilos e custa R$ 6,5 mil. Vai encarar? Trata-se doCollector's Book - Rei (Toriba Editora), que foi lançado nesta terça-feira em Jerusalém (mas só será comercializado a partir de novembro, quando chegarão às livrarias 300 exemplares). Terá 3 mil exemplares impressos, sem segunda edição. O livro contém rabiscos originais de Roberto para músicas como Amada Amante e Namoradinha de um Amigo Meu, fotos inéditas do cantor (90% do volume são fotografias) e está sendo produzido há 4 anos.
'Rei' é o o primeiro livro autorizado sobre Roberto Carlos - Reprodução
Reprodução
'Rei' é o o primeiro livro autorizado sobre Roberto Carlos
Pedro Sirotsky, dono da Toriba Editora e do Grupo RBS, rede de comunicação do Sul do País, participou do lançamento do projeto em Jerusalém. Disse que o livro é o primeiro de uma série que pretende explorar um segmento ainda meio virgem do mercado editorial brasileiro, os chamados livros de colecionadores. Ele disse que uma das inspirações do projeto são os primeiro do gênero, lançados pelo fotógrafo Helmut Newton há 15 anos, como Big Nudes, Sumo eWhite Women.
Segundo Sirotsky, a editora lançará em seguida livros de colecionador de Emerson Fittipaldi, dos times do Santos FC e do Flamengo, de Ronaldo Fenômeno, da seleção brasileira de futebol (intitulado Yellow Book). Para ilustrar a fantástica valorização dessas publicações, Sirotsky contou a história de como foi a uma loja da Tascher, maior editora do ramo, em Nova York, e perguntou o preço de um livro exclusivo do lutador Mohamed Ali. "A vendedora me disse que valia R$ 150 mil".
Dody Sirena, empresário do 'Rei', afirmou que esse é o "primeiro livro autorizado" de Roberto Carlos (deixando no ar a ideia de que trata-se de um desagravo, uma resposta oficial ao livro não autorizado Roberto Carlos em Detalhes, de Paulo César Araújo, recolhido pela Justiça). O próprio layout do livro reforça essa impressão, enfatizando versos do cantor, como "Se você pretende saber quem eu sou, eu posso lhe dizer".
"Estamos há dois anos, quase três, trabalhando nesse livro. Roberto Carlos, com seu sentido perfeccionista, leva alguns meses para escolher uma simples foto. Digo isso para mostrar o quanto o Roberto se envolveu de coração com o projeto", disse Sirena.
Para impressão do livro de Roberto Carlos, fizeram pesquisas na China e na Itália, e acabaram optando pela gráfica editora LEM, de Roma.
Roberto Carlos está em Jerusalém para gravação do especial de fim de ano da TV Globo.

  
(VIAGEM A CONVITE DA PRODUTORA DC7, DOS SHOWS DE ROBERTO CARLOS)
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Obama é reprovado pela maioria dos americanos pela 1ª vez, diz pesquisa


INTERNACIONAL -- NOTÍCIAS & INFORMAÇÃO.



Números indicam que democrata não é mais franco favorito à reeleição.
Eleitores também criticaram ação republicana na crise do teto da dívida.



Do G1, com agências internacionais

Os

\|.:.|**|.:.|/ Os índices de aprovação do presidente dos EUA, Barack Obama, caíram novamente antes de um importante discurso sobre a economia, marcado para quinta-feira. É grande o descontentamento entre os norte-americanos com sua forma de lidar com a economia e os empregos, segundo pesquisas divulgadas nesta terça-feira (6).


A pesquisa da NBC News/Wall Street Journal, realizada com mil adultos norte-americanos, indicou que a aprovação de Obama baixou para 44%, uma queda de 3 pontos percentuais em relação a julho, enquanto a maneira como ele lida com a economia recebeu 37%. A desaprovação é de 51%.


Segundo a pesquisa, 44% estão inclinados a votar em um republicano nas eleições presidenciais do próximo ano, contra 40% que reelegeriam Obama. Em junho, em pesquisa semelhante, Obama tinha vantagem de 45% a 40%. Os dois resultados indicam empate técnico.


Segundo um democrata que ajudou a realizar a pesquisa, os resultados fracos, com margem de erro de 3.1 pontos percentuais, indicam que Obama não é mais o favorito nas reeleições de 2012.

O presidente dos EUA, Barack Obama, na Casa Branca nesta segunda-feira (5) (Foto: AP)
O presidente dos EUA, Barack Obama, na Casa Branca nesta segunda-feira (5) (Foto: AP)
 
Outra pesquisa, da ABC News/Washington Post, revelou que três em cada dez norte-americanos avaliam negativamente o trabalho do presidente e a economia, enquanto três afirmam estar pior financeiramente desde que Obama ingressou na Casa Branca. A margem de erro é de 3.5 pontos percentuais.


Uma terceira pesquisa realizada com mil prováveis eleitores na Universidade de George Washington, em Washington, descobriu que 72% dos eleitores acreditavam que o país estava indo na direção errada -- totalmente ou parcialmente --, aumento de 12% desde maio. Os resultados da pesquisa têm 3,1 por cento de margem de erro.


As pesquisas, realizadas na semana passada, são uma má notícia para o presidente, depois de um verão em que passou discutindo com republicanos no Congresso sobre o teto da dívida, em um debate que terminou com o rebaixamento sem precedentes dos EUA por uma agência de classificação de risco, a Standard and Poor's.


A economia americana acabou com o mesmo número de empregos que criou em agosto. Com 10 meses consecutivos de contrações liquidas, a taxa de desemprego é de 9,1%.


Oposição
Os americanos têm uma opinião negativa também sobre a oposição republicana na área da economia. Os temores redobraram após os indicadores ruins, principalmente na área do emprego, de acordo com a pesquisa do Washington Post/ABC News.



Os entrevistados não pouparam a oposição, já que 68% julgam negativas as ações dos republicanos eleitos para o Congresso, que por muito tempo bloquearam um acordo sobre a dívida pública do país.
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Piloto de caça indiano ejeta e se salva antes de avião cair em campo


INTERNACIONAL -- NOTÍCIAS e INFORMAÇÃO.


MiG-21 da Força Aérea Indiana caiu em campo de Rajhgar, em Patiala.
Curiosos se reuniram em volta do local do acidente.



Do G1, com agências internacionais

Um caça MiG-21 da Força Aérea Indiana caiu em um campo perto da cidade de Ambala nesta terça-feira (6). O piloto conseguiu ejetar seu assento antes da queda, e nenhuma morte foi registrada (Foto: AP)
Um caça MiG-21 da Força Aérea Indiana caiu em um campo de Rajhgar, no distrito de Patiala, nesta terça-feira (6). O piloto conseguiu ejetar seu assento antes da queda, e nenhuma morte foi registrada (Foto: AP)

A aeronave caiu perto da cidade de Rajpura, a 30 km de Ampala (Foto: AFP)
A aeronave caiu perto da cidade de Rajpura, a 30 km de Patiala, e reuniu curiosos ao redor (Foto: AFP)
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