Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Enquanto o Brasil bate recordes de calor, em países como EUA e Canadá os termômetros chegaram a marcar mais de 40 graus negativos. Como pode fazer tanto frio em meio ao aquecimento do planeta? Os fenômenos estão diretamente ligados. Entenda. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Deutsche Welle Postado em 22 de Fevereiro de 2.025 às 06h00m #.*Post. - Nº.\ 11.520*.#
O que o aquecimento global tem a ver com o frio extremo?
Resumo: O que o aquecimento global tem a ver com o frio extremo? No Brasil está
um calorão, mas aqui na Alemanha, agora em fevereiro, a temperatura
chegou perto dos 20 graus negativos em algumas partes do país. Nos
Estados Unidos e Canadá, a friaca tem sido ainda pior: tem lugar que
bateu mais de 40 graus negativos. Isso sem falar da sensação térmica.
Bom, mas na verdade esse frio extremo pode estar diretamente
relacionado ao aquecimento global. Especialistas dizem que o Ártico, lá
em cima do planeta, está aquecendo quatro vezes mais rápido do que
outras partes do mundo.
E isso pode estar enfraquecendo o chamado vórtice polar. São ventos
fortes e circulares que rodeiam os polos, graças à diferença de pressão
entre o ar frio do norte e o ar mais quente do sul. Com o aquecimento do
polo e o enfraquecimento desses ventos, o frio estaria, digamos assim,
escapando do Ártico.
E tem outro detalhe: o ar mais quente devido às mudanças climáticas
pode carregar mais umidade. E, se a temperatura cai de forma repentina,
essa umidade pode virar neve. Por isso, esse frio que escapa do vórtice
polar geralmente é acompanhado de uma nevasca.
Enquanto isso, no Brasil, as temperaturas também batem recordes, mas de calor. São os extremos da era das mudanças climáticas.
Especialistas disseram não ser 'tão surpreendente' que todos os ocupantes da aeronave tenham sobrevivido. Acidente aconteceu na segunda-feira (17), em Toronto <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Associated Press 21/02/2025 02h00 Atualizado há 06 horas Postado em 21 de Fevereiro de 2.025 às 08h00m #.*Post. - Nº.\ 11.519*.#
Vídeo mostra momento em que avião vira de cabeça para baixo após pouso no Canadá
Imagens que mostram um jato da Delta Air Lines pegando fogo após sofrer um acidente em Toronto, no Canadá,
correram o mundo nesta semana. Apesar do incêndio e da aeronave ter
parado de cabeça para baixo, todos os ocupantes conseguiram sobreviver. Veja no vídeo acima.
Especialistas em aviação disseram que não foi tão surpreendente que todos os 76 passageiros e quatro tripulantes tenham saído vivos do desastre de segunda-feira (17). Ao todo, 21 pessoas sofreram ferimentos leves e apenas uma ainda estava hospitalizada na quarta-feira (19)
Segundo os especialistas, os avanços no design de aeronaves, bem como a
execução perfeita do plano de esvaziamento da aeronave pela tripulação
estão entre os fatores-chave que salvaram os passageiros.
“Quando vi a aeronave de cabeça para baixo, pensei: ‘Como isso pode
acontecer? E como alguém poderia sobreviver a isso?’” disse Michael
McCormick, coordenador do programa de gerenciamento de tráfego aéreo na
Embry-Riddle Aeronautical University.
“Foi absolutamente impressionante ver as pessoas realmente saindo.”
Design da aeronave
Avião da Delta de cabeça para baixo após pouso no aeroporto de Toronto — Foto: Transportation Safety Board of Canada via AP
McCormick e outros especialistas disseram que o fato de haver apenas
ferimentos leves mostra que o design e a engenharia das aeronaves de
passageiros melhoraram consideravelmente ao longo do tempo.
Ele explica que os tanques de combustível são armazenados nas asas. Por
este motivo, elas são projetadas para se soltar em caso de acidente,
diminuindo as chances de uma explosão grave.
Além disso, a cauda de uma aeronave, conhecida como estabilizador
vertical, se quebra facilmente. Isso significa que uma aeronave que
virou de cabeça para baixo pode permanecer plana no chão, permitindo que
os passageiros e a tripulação saiam.
“A aviação é, e continua sendo, a forma de transporte mais segura",
disse McCormick, acrescentando que não foi um acaso que 80 pessoas
tenham conseguido sair do acidente em Toronto. "Isso acontece porque a
segurança na aviação está constantemente melhorando.”
Jeff Guzzetti, consultor de segurança aérea e ex-investigador da
Administração Federal de Aviação dos EUA e do Conselho Nacional de
Segurança nos Transportes, disse que os assentos e os cintos de
segurança também ajudaram a evitar fatalidades.
Ele observou que as poltronas das aeronaves comerciais são projetadas
para suportar impactos de até 16 vezes a força da gravidade. Além disso,
os cintos de segurança mantiveram os passageiros presos, mesmo de
cabeça para baixo, enquanto o avião deslizava até parar.
“As chances de se ferir ou morrer em um acidente aéreo comercial são muito menores do que dirigir seu carro,” disse Guzzetti.
Passageiro filma evacuação de avião que se acidentou no Canadá
Especialistas também elogiaram a tripulação, que calmamente e
rapidamente ajudou muitos passageiros a saírem do avião antes mesmo que
as equipes de emergência chegassem ao local.
Deborah Flint, CEO da Autoridade Aeroportuária da Grande Toronto,
chamou a tripulação de voo de “heróis”. Já o CEO da Delta, Ed Bastian,
elogiou a resposta da equipe como um "testemunho da segurança que está
incorporada nos sistemas”.
"Viajar
de avião nos Estados Unidos é a forma mais segura de transporte e
viagem. Ponto. E isso ocorre porque treinamos para eventos como esse",
afirmou o executivo.
Como foi dentro da cabine?
Investigador analisa aeronave que se acidentou no Canadá — Foto: Transportation Safety Board of Canada via AP
O voo 4819 de Minneapolis para Toronto, operado por uma subsidiária da
Delta, sofreu um acidente ao aterrissar por volta das 14h30 de
segunda-feira. Os vídeos mostram o avião batendo forte na pista, pegando
fogo, deslizando pelo asfalto e virando de cabeça para baixo.
"Foi muito desconfortável, uma experiência realmente intensa e
desconfortável. Um impacto forte", disse Peter Carlson, um paramédico
que estava entre os passageiros do avião. "A única missão era sair."
Carlson foi premiado durante uma conferência de paramédicos por suas
“ações corajosas e meritórias” ao ajudar outros passageiros. O
certificado diz que as ações dele "preservaram vidas, reduziram lesões e
proporcionaram calma".
“Tenho
uma laceração, escoriações, alguns hematomas nas pernas, alguns
hematomas nas costelas, mas estou vivo," disse Carlson. "Todo mundo está
vivo. Não sei se mereço entrar na categoria de milagre, mas é
incrível.”
Passageiros agem
Montagem acidente de avião em Toronto — Foto: Reprodução
Alguns passageiros “que foram prejudicados como resultado do acidente”
contrataram o escritório de advocacia Rochon Genova, segundo Vincent
Genova, chefe do Grupo de Litígios Aéreos da empresa.
“Nossos clientes, assim como muitos outros passageiros, sofreram lesões
pessoais graves que exigiram atendimento hospitalar,” disse Genova em
um comunicado.
“Com
a nossa participação, esperamos alcançar uma resolução rápida e justa
para esses clientes e outros que entrarem em contato conosco.”
Um porta-voz da Delta confirmou que ofereceu a cada passageiro US$
30.000 e está “informando aos clientes que esse gesto não tem condições
secundárias e não afeta os direitos dos passageiros”.
Um investigador canadense se recusou a comentar teorias sobre as causas
do acidente. Por outro lado, especialistas disseram à Associated Press
que o caso, provavelmente, foi motivado por condições climáticas, erro
humano ou falha na aeronave.
“Neste momento, é muito cedo para dizer qual pode ser a causa deste
acidente,” disse Ken Webster, um investigador sênior do Conselho de
Segurança no Transporte do Canadá.
Webster afirmou que os investigadores irão examinar os destroços e a
pista. As gravações da cabine de comando e os dados de voo também estão
sendo analisados.
As autoridades anunciaram que as equipes estavam movendo os destroços da pista para um hangar para exames adicionais.
Rendimento médio das pessoas ocupadas no país cresceu 3,7% em 2024, mas essa não é a realidade de todos os estados brasileiros. Maior salário é de trabalhadores do DF, por causa do setor público. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Júlia Nunes, g1 21/02/2025 02h00 Atualizado há uma hora Postado em 21 de Fevereiro de 2.025 às 06h00m #.*Post. - Nº.\ 11.518*.#
Trabalhadores brasileiros receberam cerca de R$ 3.225 por mês em 2024 — Foto: Adriano Toffetti/Ato Press/Estadão Conteúdo
Os trabalhadores brasileiros receberam, em média, cerca de R$ 3.225 por mês em 2024.
Esse foi o rendimento real habitual de todos os trabalhos registrado
pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, do IBGE.
O valor é 3,7% maior do que o estimado em 2023. E, frente a 2012, quando o IBGE começou a calcular esses dados, houve um aumento de 10,1%.
Esse avanço, porém, não é realidade em todos os estados brasileiros. No Amazonas e em Roraima, por exemplo, o rendimento dos trabalhadores diminuiu de 2023 para 2024. Nesses locais, os maiores valores da série foram registrados ainda no início da pesquisa. (veja o gráfico abaixo)
Por outro lado, 13 estados tiveram o maior rendimento médio de toda a série histórica no ano passado.
Isso ocorreu em Rondônia, Tocantins, Maranhão, Rio Grande do Norte,
Alagoas, Sergipe e Espírito Santo, além de todos os estados do Sul e do
Centro-Oeste.
Os trabalhadores do Maranhão seguem ganhando menos do que em qualquer outro estado brasileiro, apesar do crescimento em 2024.
O valor (R$ 2.049) é pouco mais da metade do registrado em São Paulo, que tem o segundo maior rendimento (R$ 3.907) do país, atrás apenas do Distrito Federal.
🔎 Todos os valores usados na reportagem são referentes aorendimento médio real(descontada a inflação)recebido habitualmente pelas pessoas ocupadas por todos os trabalhos que elas tinham na semana de referência da pesquisa.
Segundo o economista Rodolpho Tobler, do FGV
IBRE, os baixos rendimentos registrados no Norte e Nordeste podem ser
explicados, em parte, pelo grande número de trabalhos informais, que
costumam ser associados a salários menores.
"Também
tem a ver com a estrutura da atividade econômica nessas regiões, mais
centrada em serviços e com menos indústrias, que geralmente proporcionam
um salário mais elevado", explica o especialista.
O alto rendimento no Distrito Federal, por sua vez, está relacionado ao
trabalho no setor público. "É onde fica o governo federal, tem os
ministérios, muitas estatais, com empregos associados a pessoas de maior
escolaridade", aponta o economista da FGV.
Assim, apesar de importantes para o mapeamento do mercado de trabalho
no Brasil, as médias nacionais de rendimento, desemprego e ocupação não
refletem a realidade de todo o país.
Para Tobler, é necessário desenvolver políticas públicas com um "olhar regional".
"Considerando
que o Brasil é um país de tamanho continental, tem muita desigualdade. E
nem sempre uma política pública pensada no nível nacional funciona no
nível regional", completa.
Brasil fecha 2024 com a menor taxa de desemprego da história
Como o desemprego é calculado?
Entenda como o desemprego é calculado no BrasilFGV
Gramados naturais ou híbridos são maioria nos principais centros do futebol mundial; Holanda vetou uso de piso artificial com programa de ajuda financeira para manutenção de campos <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Emilio Botta — São Paulo 20/02/2025 10h20 Atualizado há uma hora Postado em 20 de Fevereiro de 2.025 às 11h20m #.*Post. - Nº.\ 11.517*.#
"Se tivesse padronização de grama natural, não teria discussão”, sobre gramado sintético
A utilização de gramado natural ou sintético não é uma discussão restrita ao Brasil.
Nas principais ligas ao redor do mundo, o tema é debatido e causa
divergências sobre a qualidade dos campos, o custo de manutenção e sua
influência no desempenho do jogo.
Mas há um consenso nos campeonatos mais valorizados do planeta: o uso
de grama artificial é restrito. Todos os clubes que disputam as
primeiras divisões de Inglaterra, Espanha, França, Itália e Alemanha
utilizam grama natural ou híbrida (quando se pode ter algum material
sintético na composição do gramado natural).
Na Espanha, a partir de 2031, não poderão ser instalados novos campos
de grama artificial com partículas de enchimento considerados
microplásticos de dimensão inferior a cinco milímetros.
O país não proíbe o uso de grama sintética, mas incentiva e define
regras para a manutenção de gramados naturais ou híbridos dentro de um
padrão de aceitação para jogos da LaLiga.
Estádio Dino Manuzzi, do Cesena, da Itália, tem gramado sintético — Foto: Getty Images
No caso da Itália, apesar de não existir proibição da Série A, nenhum
dos clubes usa grama sintética nas principais divisões. A exceção fica
para o estádio Dino Manuzzi, do Cesena, que tem gramado totalmente
artificial. O clube ocupa a oitava colocação da Série B italiana.
Além da França e da Alemanha, a Holanda recentemente vetou os gramados
sintéticos. A partir da temporada 2025/2026, os clubes da Primeira
Divisão do país concordaram em padronizar os estádios com grama natural.
Desde 2018, a Holanda incentiva com ajuda financeira a manutenção de
gramados naturais. O movimento fez com que o Heracles, time fundado em
1903, mudasse para o gramado natural depois de 21 anos usando grama
artificial em seu estádio.
A Liga dos Campeões, principal competição de clubes do mundo, não veta o
uso de gramado artificial em jogos válidos até a decisão do título. No
entanto, a final do torneio só pode ser realizada em grama natural. A
exceção ocorreu na decisão do título da temporada 2007/08 entre
Manchester United e Chelsea, que se enfrentaram no estádio Luzhniki, na
Rússia, que possui grama sintética.
Na atual edição do torneio, apenas um clube possui gramado artificial. O
Young Boys, da Suíça, acabou eliminado com oito derrotas em oito jogos.
Na temporada passada, ao enfrentar o clube, o técnico Pep Guardiola não
escondeu a insatisfação por ter de jogar em um gramado sintético.
– A grama natural é melhor, porque 99,9% dos times que jogam em alto
nível jogam em grama natural, do contrário a Uefa e a Fifa decidiriam
jogar em gramados sintéticos. É senso comum – disse o treinador
espanhol.
Young Boys x Manchester City jogaram em gramado sintético pela Champions do ano passado — Foto: REUTERS
Os gramados sintéticos são mais comuns em países com climas extremos,
seja de frio ou calor. Rússia, Ucrânia, Emirados Árabes, Catar e Arábia
Saudita, por exemplo, possuem mais estádios com gramados sintéticos por
causa da melhor possibilidade de manutenção.
Gramados nas principais ligas europeias
Premier League:grama
natural ou híbrida (exceção para a disputa da FA Cup, já que gramado
sintético é liberado para clubes a partir da 5ª Divisão);
Série A (Itália): não há restrição, mas apenas um clube das Séries A e B utiliza gramado sintético;
Bundesliga: grama natural ou híbrida
LaLiga: não há restrição, mas clubes usam grama natural ou híbrida;
League 1 (França): grama natural ou híbrida;
Argentina: não há proibição, mas todos os clubes da primeira divisão usam grama natural ou híbrida;
Conmebol: segue a regra da Fifa;
Champions League: não há restrição (final em grama natural).
O que diz a Fifa?
A Fifa estabelece três diferentes gramados que são autorizados para a
prática do futebol ao redor do mundo: natural, relva natural com reforço
híbrido e relva sintética/artificial.
No caso do gramado artificial ou sintético, a entidade máxima do
futebol tem um programa de qualidade estabelecido para gramados de
futebol, e somente produtos que estejam em conformidade com este
programa devem ser considerados como grama sintética adequada.
Gramado sintético: solução ou problema? O EE acompanhou alguns testes
O programa indica fabricantes licenciados com gramados sintéticos
projetados para garantir que atendem aos requisitos de desempenho de
jogo, segurança, durabilidade e garantia de qualidade, exigindo testes
de desempenho dentro do padrão estabelecido. São três níveis de
certificação:
Fifa Quality Pro: projetado para futebol profissional com uso típico de até 20 horas por semana;
Qualidade Fifa: projetada para futebol municipal, recreativo e comunitário, com uso típico de 40 a 60 horas por semana;
Fifa Básica:padrão básico que atende aos critérios básicos de desempenho e segurança, ao mesmo tempo em que garante acessibilidade.
Ou seja, os clubes profissionais precisam estar certificados no "Fifa
Quality Pro" para terem autorização para o uso do gramado sintéticos em
seus estádios. Palmeiras, Botafogo, Athletico-PR e Atlético-MG
informaram que possuem a certificação e que seus gramados seguem os
padrões estabelecidos pela Fifa.
Todos
os jogos das Copas do Mundo de todas as categorias em 2025 (incluindo o
Mundial de Clubes), 2026 e 2027 terão campo com padrão de 105x68m e
grama natural
A Fifa estabelece requisitos básicos para a instalação de gramados
artificiais, que estão dentro dos padrões para a obtenção dos
certificados para a utilização do piso nos estádios para jogos
profissionais. Veja abaixo:
Camada de formação:
plataforma sobre a qual o campo será construído deve ser estável, e os
contornos do projeto para o campo de jogo serão refletidos nesta camada
de formação;
Drenagem de tubos: para coletar e remover a água que se move através do perfil do campo;
Sub-base:
agregado aprovado, permeável (não ligado) fornece uma camada de base
estável para o campo de jogo, que também atuará como um meio de coleta
para água de drenagem. Uma membrana geotêxtil divide a sub-base e a
camada de formação;
Camada de nivelamento:
existem duas opções básicas para a camada de nivelamento: uma ou mais
camadas de macadame betuminoso poroso (Bitmac) ou asfalto, criando uma
base projetada o ligada; material agregado graduado, que pode ser
nivelado, para criar uma base não ligada.
Exemplo de estrutura de gramado sintético no padrão da Fifa — Foto: Reprodução/Fifa.com
Por fim, a Fifa recomenda a escovação regular, a remoção de detritos da
superfície (folhas, excremento de pássaros, lixo etc), uma esteira de
arrasto e uma rampa de rolamento de esferas, além da desinfecção para
reduzir a propagação de bactérias.
A entidade também reforça a necessidade de resfriar o gramado antes das
partidas por conta do aquecimento em dias com clima mais quente.
A Fifa entende que não é possível estabelecer apenas um tipo de gramado
como padrão para jogos de futebol ao redor do mundo. Isso porque
condições climáticas e financeiras impedem que a padronização mantenha
uma equiparação entre clubes e países mais ricos e mais pobres. Por
isso, a entidade oferece alternativas que considera justas para a
qualidade dos gramados ao redor do mundo.
Gramado sintético no Brasil
Levando em consideração os grandes clubes brasileiros que disputam as
Séries A e B do Campeonato Brasileiro, quatro estádios possuem
atualmente gramado sintético: Allianz Parque, Ligga Arena, Nilton Santos
e MRV Arena.
Gramado sintético Ligga Arena, do Athletico — Foto: José Tramontin/athletico.com.br
Palmeiras, Athletico, Botafogo e Atlético-MG se posicionaram sobre as
críticas ao gramado sintético. Os três primeiros clubes já utilizam o
piso há mais tempo, enquanto o Galo está em fase final da troca depois
de não ter conseguido manter um bom padrão com a grama natural desde a
inauguração da sua arena.
O Corinthians, elogiado por ter um dos melhores gramados do Brasil,
utiliza a grama mista: 96% de grama natural com 4% sintético - as fibras
sintéticas não têm função estética, elas servem apenas para a raiz da
grama “agarrar” a fibra, dando mais estabilidade ao gramado, tendo
função no solo e não na superfície.
Gramado da Neo Química Arena passou por reforma em 2022; clube deve
trocar totalmente o gramado neste ano — Foto: Divulgação World Sports