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terça-feira, 26 de março de 2024

Mudanças climáticas estão intensificando as ondas de calor, apontam cientistas do ClimaMeter

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Segundo pesquisadores do ClimaMeter, os fenômenos semelhantes ao que aconteceu em março no Brasil estão 1°C mais quentes do que as ondas de calor registradas em anos anteriores.
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Por Júlia Carvalho, Sônia Bridi, g1

Postado em 26 de março de 2024 às 06h00m

#.*Post. - N.\ 11.149*.#

As mudanças climáticas estão intensificando as ondas de calor. — Foto: Arquivo
As mudanças climáticas estão intensificando as ondas de calor. — Foto: Arquivo

As mudanças climáticas provocadas pela ação humana – em especial a emissão de gases do efeito estufa consequente da queima de combustíveis fósseis – estão intensificando as ondas de calor registradas no Brasil, conclui um "estudo rápido de atribuição" realizado por pesquisadores do ClimaMeter divulgado no domingo (24).

👉 O ClimaMeter é um grupo de cientistas de diferentes países que realiza estudos que colocam os extremos meteorológicos em uma perspectiva climática logo após a sua ocorrência. O grupo, liderado por pesquisadores do centro especializado em ciências climáticas da Universidade Paris-Saclay, é financiado pela União Europeia e pela Agência Francesa de Investigação (CNRS).

🥵 De acordo com o monitoramento, a onda de calor verificada em março está 1°C mais quentes do que as ondas de calor registradas em anos anteriores.

Na segunda quinzena de março, diversas capitais tiveram recordes de temperatura por causa da terceira onda de calor do ano. A cidade de São Paulo, por exemplo, chegou a registrar 34,3°C, maior temperatura para o mês desde o início da série histórica do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Davide Farana, diretor de pesquisa da Agência Francesa de Investigação (CNRS) e do Instituto Pierre Simon Laplace (IPSL), explica que, ao comparar as temperaturas atuais com as registradas em eventos passados, é possível observar um pico recorde de calor.

"Utilizamos dados de satélites de 1979 até o presente. Eles combinam dados climáticos do passado e dados quase em tempo real da previsão para que possamos avaliar os eventos extremos. Nós vemos que essa onda de calor é muito mais quente do que a onda de calor do passado", detalha o pesquisador.

Farana, um dos líderes do estudo, também aponta que há contribuições do El Niño e do aquecimento das águas dos oceanos Pacífico e Atlântico, mas ressalta que a influência do homem se sobressai.

"Aqui podemos realmente separar a contribuição do que chamamos de variabilidade climática natural e das alterações climáticas provocadas pelo homem. E vemos que o efeito das mudanças provocadas pelo homem é o mais forte", compara. 
Onda de calor fora de época

Os pesquisadores também analisaram que as ondas de calor no passado aconteciam, principalmente, entre novembro e dezembro, na transição da primavera para o verão. E que, atualmente, estão se tornando mais frequentes entre fevereiro e março.

Davide explica que a queima de combustível fóssil que está causando o aumento da temperatura global não é homogênea ao longo da estação. Isso faz com que os eventos de calor extremo estejam piorando não só na transição para o verão, mas também ao longo da primavera e do outono.

Nas demais estações, a combinação de outros fatores climáticos pode favorecer a sensação de calor. "No começo do outono, por exemplo, ainda há muito calor acumulado do verão, que se combina aos ventos fortes característicos do outono. Isso pode desencadear tempestades que, nesse cenário, potencializam a sensação desse calor úmido", analisa o pesquisador.

Medidas urgentes

Os pesquisadores ainda alertam para a tendência de continuidade e agravamento desse padrão caso medidas não sejam tomadas.

"Se continuarmos queimando, mantendo a utilização de combustíveis fósseis, o que se espera é que essas ondas de calor aqueçam o Brasil com cada vez mais frequência e com maior intensidade", observa Davide Farana.

Ele chama atenção para a necessidade de se pensarem estratégias de mitigação do calor, como a redução de queimadas e a mudança no uso dos combustíveis.

O estudo também joga luz sobre a questão da justiça climática, isto é, como pessoas em diferentes classes são impactadas de formas distintas pelos eventos extremos do clima.

"Pessoas que podem pagar por um ar condicionado podem suportar esse calor. Mas quem está em uma casa com pouca ventilação, que não permite a entrada de ar fresco durante a noite, isso é um grande problema. As temperaturas observadas estão próximas ao limite que o corpo humano pode sustentar", alerta Farana.

O pesquisador comenta que, considerando como o calor impacta a população, em especial a de baixa renda, também é preciso repensar o funcionamento das cidades.

"É urgente garantir o acesso de todos a áreas com ar condicionado e melhores condições de vida diante de eventos climáticos extremos", recomenda.

Entenda a crise do clima em gráficos e mapas

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segunda-feira, 25 de março de 2024

VÍDEO: avião supersônico XB-1 faz primeiro voo, como teste para futuro sucessor do Concorde

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Aeronave alcançou 440 km/h, ainda abaixo da velocidade do som. Fabricante Boom Supersonic diz que modelo fará voos supersônicos nos próximos testes, como parte do desenvolvimento de seu principal projeto, o Overture.
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Por g1

Postado em 25 de março de 2023 às 16h45m

#.*Post. - N.\ 11.148*.#



Avião supersônico XB-1 faz primeiro voo, ainda abaixo da velocidade do som

A fabricante Boom Supersonic informou que seu avião supersônico XB-1 completou o primeiro voo na sexta-feira (22). A aeronave serve como modelo de teste para o principal supersônico da empresa, o Overture, que deve fazer o primeiro voo somente em 2027.

Neste teste, o XB-1 alcançou altitude de 7.160 pés (cerca de 2.200 metros) e atingiu velocidade de 440 km/h, ainda abaixo da velocidade do som (Mach 1, ou cerca de 1.230 km/h).

Agora, a equipe da Boom Supersonic pretende realizar novos testes para confirmar o desempenho do XB-1 e fazer voos ainda mais rápidos, em que a aeronave atingirá velocidade supersônica.

A empresa disse que o avião atingiu os objetivos de velocidade, altitude e estabilidade que estavam previstos. Essa verificação foi feita com a ajuda da T-38, uma aeronave de perseguição que seguiu o avião durante o voo.

O XB-1 decolou e pousou em uma pista na cidade de Mojave, na Califórnia. Este foi o local em que o avião Bell XB-1 fez o primeiro voo supersônico da história, em 1947.

Avião supersônico XB-1 durante seu 1º voo de teste, em 22 de março de 2024 — Foto: Divulgação/Boom Supersonic
Avião supersônico XB-1 durante seu 1º voo de teste, em 22 de março de 2024 — Foto: Divulgação/Boom Supersonic

O primeiro voo do XB-1 é mais um passo para o retorno dos aviões supersônicos civis, já que ele serve como base para o desenvolvimento do Overture, um avião maior que é apontado como o sucessor do Concorde, que operou até 2003.

Segundo a Boom Supersonic, o avião de teste tem sido usado para validar itens que serão usados no Overture, como um sistema de câmeras no nariz da aeronave e o acabamento em fibra de carbono.

Avião supersônico XB-1 toca o solo após seu 1º voo, em 22 de março de 2024 — Foto: Divulgação/Boom Supersonic
Avião supersônico XB-1 toca o solo após seu 1º voo, em 22 de março de 2024 — Foto: Divulgação/Boom Supersonic

Como será voar no Overture?

O avião Overture deverá ter o dobro da velocidade das aeronaves atuais e alcançar 1.800 km/h quando estiver sobrevoando o mar. Em voos sobre o continente, a aeronave terá desempenho 20% superior, segundo a fabricante.

A duração de um voo de Miami a Londres, que hoje é de cerca de 10 horas, cairia para cerca de 5 horas com o novo modelo.

Conheça o Overture, projeto de avião supersônico que pode chegar a 1.800 km/h

E a alta velocidade não deverá ser incômoda para quem estiver no avião: a Boom Supersonic diz que, como o Overture ficará acima da maioria das áreas de turbulências, o voo será mais suave do que os das aeronaves convencionais.

Além disso, a empresa afirma que o avião não será tão barulhento para regiões habitadas. Em geral, este tipo de aeronave produz um estrondo quando ultrapassa a velocidade do som por conta da chamada pós-combustão, que não será usada pelo Overture.

Saiba mais sobre o que pode ser o jato supersônico mais veloz do mundo:

  • 🏃 Velocidade máxima de 1,7 Mach (ou 1,7 vez a velocidade do som), o que na altitude de cruzeiro (60 mil pés ou cerca de 18 km) representa aproximadamente 1.800 km/h;
  • 7.867 km de autonomia;
  • 💺 Capacidade para transportar até 80 passageiros;
  • ️✈️ 61 metros de comprimento e 32 metros largura;
  • 💰 130 unidades encomendadas por American Airlines, United Airlines e Japan Airlines.



Conceito do avião supersônico Overture — Foto: Divulgação/Boom Supersonic
Conceito do avião supersônico Overture — Foto: Divulgação/Boom Supersonic

Relembre o último voo do Concorde, em 2003








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Sucuri gigante que viralizou em vídeo de biólogo holandês é encontrada morta em Bonito

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Cobra de quase 7 metros foi encontrada às margens do rio Formoso. Ela já foi filmada em documentários internacionais e tida como um símbolo da espécie na região de Bonito, conforme especialistas.
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Por José Câmara, g1 MS

Postado em 25 de março de 2024 às 08h30m

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  • Biólogo holandês nada ao lado de sucuri gigante em Bonito (MS)

Uma sucuri, de quase 7 metros, foi encontrada morta às margens do rio Formoso, em Bonito (MS), neste domingo (24). De acordo com o documentarista de vida selvagem Cristian Dimitris, a cobra morta é a mesma que viralizou em um vídeo compartilhado pelo biólogo holandês Freek Vonk. Veja o vídeo acima.

A causa da morte da serpente é investigada. Em denúncia nas redes sociais, o documentarista atestou que a serpente morta é a mesma filmada inúmeras vezes, inclusive pelo biólogo holandês. A identificação da cobra foi feita a partir das manchas que a serpente tem pelo corpo, que servem como digitais da espécie, como explica Dimitrius, que filma cobras na região há 10 anos.

A identificação da serpente também foi confirmada pela especialista em sucuris e pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP) Juliana Terra, que acompanhava a cobra há 8 anos em estudos. A cientista comentou que a sucuri era chamada de Ana Julia e símbolo para região de Bonito.

Cobra de quase 7 metros foi encontrada morta. — Foto: Reprodução
Cobra de quase 7 metros foi encontrada morta. — Foto: Reprodução

Com imagens de arquivo, Cristian Dimitrius conseguiu precisar que a cobra morta era Ana Julia. Na postagem, o documentarista indicou a possibilidade da sucuri ter sido morta por um tiro. As causas da morte só serão atestadas após análise e investigação da Polícia Militar Ambiental (PMA).

"Comparei as marcas do rosto, que são como impressões digitais. Ela deve ser a sucuri mais famosa do mundo, totalmente emblemática para a região. Imagens com a serpente já rodaram o mundo", comentou Cristian Dimitrius.

 Cobra foi acompanhada por 8 anos por especialistas. — Foto: Cristian Dimitrius/ReproduçãoCobra foi acompanhada por 8 anos por especialistas. — Foto: Cristian Dimitrius/Reprodução

Equipes da PMA de Bonito devem ir ao local onde a cobra foi encontrada morta para levantar informações. A ida deve ser feita ainda nesta segunda-feira (25).

A cobra foi encontrada com o corpo completamente inchado. "Hoje recebi a notícia de que a sucuri foi morta e seu corpo foi encontrado boiando no rio Formoso. Que tristeza, que raiva!!!! Quem teria feito um absurdo destes????", escreveu o documentarista nas redes sociais. 
Morte acende alerta e comove especialistas
Cobra foi registrada ao longo de vários anos por fotógrafos em Bonito (MS). — Foto: Cristian Dimitrius/Reprodução
Cobra foi registrada ao longo de vários anos por fotógrafos em Bonito (MS). — Foto: Cristian Dimitrius/Reprodução

Ana Júlia foi filmada por Cristian Dimitrius ao longo dos últimos 10 anos. A cobra já foi protagonista de reportagens do g1, documentários especiais da BBC e apareceu em vários conteúdos digitais.

"Todos os anos muitas pessoas vão até a região para fotografar sucuris. Tive o privilégio de fotografar esta sucuri ano passado pela última vez. Agora esta morta, sinto mistura de revolta e tristeza, raiva também!", exclamou o documentarista.

A cobra era acompanhada pela especialista em sucuris Juliana Terra há pelo menos 8 anos. Doutora em ecologia pela Universidade de São Paulo (USP), a bióloga lamentou e afirmou que a morte da cobra é algo irreparável para biodiversidade de Bonito.

"Registrei alguns eventos reprodutivos, as gestações e alguns filhotes, além de diversos aspectos da história de vida da sucuri, infelizmente recebo essa notícia", comentou Juliana.

A especialista explica que Ana Júlia era uma sucuri verde e também confirmou que a cobra morta é a mesma que viralizou no vídeo do biólogo holandês.

As fêmeas desta espécie, especialmente, são consideradas topo de cadeia, que são animais que podem controlar as populações e presas. A influência da serpente gera um ecossistema balanceado, como a pesquisadora explica.

"Era um animal adulto e saudável, teria ainda pela frente provavelmente muitos eventos reprodutivos para contribuir para a perpetuidade da população de sucuris da região, ela era um símbolo também, conhecida localmente e pelos turistas já que costumava ficar descansando no barranco do rio onde passa o passeio de bote".

Em nota, a prefeitura de Bonito lamentou a morte da sucuri e informou que acompanhará de forma próxima as investigações do caso. Leia a nota na íntegra abaixo:

"A Prefeitura de Bonito manifesta total repúdio pelo ocorrido com a Sucuri ‘Ana Júlia’ em nosso município. A relevância de um animal desse porte nas nossas áreas mostram o quão equilibrado o nosso ambiente está, porque um ambiente para suportar um animal topo de cadeia, como uma sucuri de quase 7 metros, precisa estar no mínimo equilibrado e essa atitude pessoal, de alguém que cometa um ato como este, é totalmente desprezível e vai contra tudo aquilo que a gente trabalha para em prol do meio ambiente. Então esperamos que as autoridades competentes consigam identificar os autores e punir os culpados".

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sábado, 23 de março de 2024

Nave russa é lançada com sucesso para a Estação Espacial Internacional neste sábado; 1ª astronauta bielorrussa está entre tripulantes

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As missões espaciais são uma das poucas áreas onde os Estados Unidos e a Rússia continuam colaborando, mesmo com os desgastes causados pela guerra da Rússia na Ucrânia.
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Por g1

Postado em 23 de março de 2024 às 12h00m

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A espaçonave Soyuz MS-25 tem uma tripulação formada pelas astronautas Tracy Dyson, da Nasa, Marina Vasilevskaya, da Bielo-Rússia, e o russo Roscosmos Oleg Novitskiy; a nave decolou para a Estação Espacial Internacional (ISS) a partir da plataforma de lançamento no Cosmódromo de Baikonur, Cazaquistão, em 23 de março. 2024 — Foto: REUTERS/Pavel Mikheyev
A espaçonave Soyuz MS-25 tem uma tripulação formada pelas astronautas Tracy Dyson, da Nasa, Marina Vasilevskaya, da Bielo-Rússia, e o russo Roscosmos Oleg Novitskiy; a nave decolou para a Estação Espacial Internacional (ISS) a partir da plataforma de lançamento no Cosmódromo de Baikonur, Cazaquistão, em 23 de março. 2024 — Foto: REUTERS/Pavel Mikheyev

A espaçonave russa Soyuz MS-25 foi lançada para a Estação Espacial Internacional (ISS) neste sábado (23) de uma base em Baikonur, no Cazaquistão, com três tripulantes: o russo Oleg Novitsky, a astronauta norte-americana da Nasa Tracy Dyson e a primeira astronauta bielorrussa Marina Vasilevskaya.

O lançamento estava originalmente previsto para a última quinta-feira (21), mas teve que ser cancelado devido a problemas em uma fonte de energia química.

O chefe da agência espacial russa Roscosmos, Yuri Borisov, disse na sexta-feira (22) que a ocorrência foi solucionada.

Primeira astronauta bielorrussa Marina Vasilevskaya. — Foto: YURI KOCHETKOV/Pool via REUTERS
Primeira astronauta bielorrussa Marina Vasilevskaya. — Foto: YURI KOCHETKOV/Pool via REUTERS

As missões espaciais são uma das poucas áreas onde os Estados Unidos e a Rússia continuam colaborando, mesmo com os desgastes causados pela guerra da Rússia na Ucrânia.

Oleg Novitsky e Marina Vasilevskaya irão retornar à Terra no dia 6 de abril com a norte-americana Loral O'Hara, que, atualmente, na estação orbital. Já Tracy Dyson ficará na ISS por seis meses.

Lançamento da nave russa Soyuz MS-25. — Foto: YURI KOCHETKOV/Pool via REUTERS
Lançamento da nave russa Soyuz MS-25. — Foto: YURI KOCHETKOV/Pool via REUTERS


A espaçonave Soyuz MS-25 tem uma tripulação formada pelas astronautas Tracy Dyson, da Nasa, Marina Vasilevskaya, da Bielo-Rússia, e o russo Roscosmos Oleg Novitskiy; a nave decolou para a Estação Espacial Internacional (ISS) a partir da plataforma de lançamento no Cosmódromo de Baikonur, Cazaquistão, em 23 de março. 2024 — Foto: REUTERS/Pavel Mikheyev
A espaçonave Soyuz MS-25 tem uma tripulação formada pelas astronautas Tracy Dyson, da Nasa, Marina Vasilevskaya, da Bielo-Rússia, e o russo Roscosmos Oleg Novitskiy; a nave decolou para a Estação Espacial Internacional (ISS) a partir da plataforma de lançamento no Cosmódromo de Baikonur, Cazaquistão, em 23 de março. 2024 — Foto: REUTERS/Pavel Mikheyev


Lançamento da nave russa Soyuz MS-25. — Foto: REUTERS/Pavel Mikheyev
Lançamento da nave russa Soyuz MS-25. — Foto: REUTERS/Pavel Mikheyev

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