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domingo, 17 de março de 2024

8 casas extraordinárias premiadas por serem belas e sustentáveis (2 ficam no Brasil)

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Prêmios internacionais revelam a tendência das 'casas passivas'; entenda do que se trata.
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TOPO
Por BBC

Postado em 17 de março de 2024 às 11h55m

#.*Post. - N.\ 11.136*.#

A Casa Ward, na Itália — Foto: BBC
A Casa Ward, na Itália — Foto: BBC

O ideia de uma casa passiva preconiza construções com baixo consumo de energia, projetadas para priorizar a energia solar e atingir uma temperatura interna confortável.

Essa foi uma abordagem recorrente entre os arquitetos finalistas do World Architectural Festival (WAF), evento que inclui prêmios internacionais para profissionais da área.

O diretor do evento, Paul Finch, afirmou à BBC Culture que tem vistouma preocupação muito maior com a sustentabilidade, refletida também no uso de materiais ecológicos e na adoção de princípios de design de casas passivas.

Realizado anualmente durante três dias em cidades ao redor do planeta, o festival e seu evento irmão, Inside World Festival of Interiors, oferecem um apanhado global das tendências em arquitetura e design de interiores, respectivamente.

Cerca de 550 profissionais pré-selecionados apresentam seus projetos perante um júri, que inclui arquitetos, designers de interiores e até engenheiros.

O processo de julgamento do evento é atipicamente transparente.

No último dia, os arquitetos pré-selecionados apresentam os seus projetos a outro júri e concorrem aos prêmios de Prédio Internacional do Ano, Paisagismo do Ano, Projeto Futuro do Ano e Interior do Ano.

A próxima edição acontecerá no final do ano em Cingapura.

Muitas casas têm incorporado uma abordagem criativa aos locais e às suas diversas restrições, transformando dificuldades em oportunidades, diz Finch.

Há um interesse maior em se saber quanta energia é gasta na fabricação de materiais, acrescenta Finch.

"A madeira tornou-se cada vez mais popular devido às suas propriedades de absorção de carbono. Os arquitetos também tendem agora a preferir projetos de modernização, em vez daqueles que envolvem demolição e novas construções."

A BBC Culture analisa oito projetos apresentados em edições recentes do WAF e do Inside.

1. 19 Waterloo Street, Sydney, Austrália

A casa em 19 Waterloo Street criada pela SJB em Sydney não superaquece no verão, mas deixa entrar luz no inverno — Foto: BBC
A casa em 19 Waterloo Street criada pela SJB em Sydney não superaquece no verão, mas deixa entrar luz no inverno — Foto: BBC

Vencedora do prêmio WAF para interiores em 2023, esta casa foi projetada pela empresa SJB, com sede em Sydney.

Ela tem uma fachada excêntrica com janelas de tamanhos e espaçamentos irregulares, e um mosaico com materiais reciclados e tijolos quebrados.

As inúmeras aberturas na fachada favorecem a ventilação natural, dispensando a necessidade de ar condicionado.

2. Casa de Pedra Maciça (House of Solid Stone), Jaipur, Índia

Em Jaipur, casa foi criada com arenito de uma pedreira próxima — Foto: BBC
Em Jaipur, casa foi criada com arenito de uma pedreira próxima — Foto: BBC

Este projeto recupera um material por muito tempo negligenciado pelos arquitetos locais: o arenito, cujas qualidades robustas e sustentáveis ​​foram ignoradas durante décadas na região.

Demos a nós mesmos instruções simples: apenas pedra deveria ser usada para a construção. O local parecia mais uma escavação arqueológica do que um canteiro de obras, onde a linha entre o que foi encontrado e o que foi feito era confusa, diz Arjun Malik, arquiteto que lidera a Malik Architecture.

Os arquitetos usaram pedra extraída de uma pedreira próxima com ferramentas tradicionais.

A pedra, que tem tons neutros, foi deixada exposta em todo o interior para gerar um efeito homogêneo.

3. Casa Ward, Sarnano, Itália

A Casa Ward foi projetada para resistir a tremores de terra — Foto: BBC
A Casa Ward foi projetada para resistir a tremores de terra — Foto: BBC

Esta casa de veraneio, propriedade de um casal sueco, resume a tendência atual dos arquitetos de reutilizar materiais existentes encontrados no local.

Neste caso, circunstâncias dramáticas forneceram a matéria-prima: uma casa com vista para as montanhas Sibillini, perto de Sarnano, foi quase reduzida a escombros por um terremoto em 2016.

A nova casa foi projetada pelo arquiteto parisiense Carl Fredrik Svenstedt e sua estrutura de concreto é revestida com os restos da construção original, por dentro e por fora.

Sua forma básica é modelada como uma casa típica, mas com um toque pouco ortodoxo, fazendo com que pareça cortada em segmentos separados.

A casa foi construída para resistir a tremores e sua conexão interior-exterior é reforçada por enormes janelas que emolduram vistas pitorescas, enquanto uma piscina infinita reflete o céu.

4. Galeria residencial Three Spring, Bunurong Land, Austrália

O teto abobadado é uma característica marcante da galeria residencial — Foto: BBC
O teto abobadado é uma característica marcante da galeria residencial — Foto: BBC

Esta residência familiar perto de Melbourne, projetada pelos arquitetos locais da KGA Architecture, abriga uma coleção de obras de artistas australianos.

A construção assimétrica possui duas áreas separadas indiretamente conectadas por corredores oblíquos em vez de portas convencionais.

Há uma espetacular biblioteca de pé-direito duplo com janelas altas em arco.

As janelas têm vista para um jardim com enormes piscinas ornamentais.

No interior, uma paleta quente e terrosa (principalmente com tons de ocre, terracota e berinjela) foi escolhida para se integrar às cores naturais da paisagem circundante.

5. Casa LRM, São Paulo, Brasil

A geométrica casa LRM, do Studio AG Arquitetura em São Paulo, é repleta de luz e tem uma sala aberta — Foto: BBC
A geométrica casa LRM, do Studio AG Arquitetura em São Paulo, é repleta de luz e tem uma sala aberta — Foto: BBC

Esta casa retangular e claramente geométrica ocupa um terreno longo e estreito que tem, nas laterais, imóveis imediatamente adjacentes.

O principal objetivo do Studio AG Arquitetura, com sede em São Paulo (SP), foi criar uma sensação de mais espaço, algo que foi conquistado principalmente com a instalação de vidros abundantes e a conexão da casa com um jardim. Também foram contruídos dois andares adicionais.

O longo piso térreo contém uma cozinha, sala de estar e sala de jantar. Um gramado adjacente à sala de jantar leva a uma área coberta para refeições ao ar livre.

No segundo piso estão os quartos e, no terceiro, escritório, academia, sauna e piscina externa.

As janelas foscas do chão ao teto dão privacidade e favorecem a ventilação natural.

6. Casa Mawhitipana, ilha Waiheke, Nova Zelândia

A Casa Mawhitipana prioriza um estreito contato dos moradores com a natureza — Foto: BBC
A Casa Mawhitipana prioriza um estreito contato dos moradores com a natureza — Foto: BBC

Os proprietários desta casa de veraneio disseram aos arquitetos do escritório MacKay Curtis, com sede em Wellington, que gostariam de estar em contato direto com a natureza, com áreas ao ar livre para passar mais tempo fora do que dentro de casa.

Situada no alto de uma encosta íngreme, a casa em grande parte revestida de madeira oferece vistas deslumbrantes da Baía de Mawhitipana.

Um deck externo se estende pelo terreno e passa por árvores sem perturbar suas raízes.

As venezianas de madeira com frestas favorecem a ventilação natural e também permitem que o som das ondas da praia adentrem no interior da casa.

7. Apartamento Orla, Rio de Janeiro, Brasil

Há materiais naturais em todo o Apartamento Orla, no Rio, desenhado pelo Studio Arthur Casas — Foto: BBC
Há materiais naturais em todo o Apartamento Orla, no Rio, desenhado pelo Studio Arthur Casas — Foto: BBC

A impressionante vista panorâmica da praia de Ipanema é um dos principais atrativos deste apartamento.

Os arquitetos do Studio Arthur Casas, com sede em São Paulo (SP), projetaram o imóvel para um casal com dois filhos pequenos.

O uso extensivo de materiais naturais em toda a casa, incluindo pisos de pedra na sala de estar e paredes revestidas de madeira, assim como os tons arenosos, contribuem para criar um ambiente relaxante.

Ao demarcar vistas ao ar livre, essas cores tranquilas ajudam a atrair a atenção para o exterior.

8. Casa da Bandeira (Flag House), Whistler, Canadá

A Flag House fica no Canadá, mas foi projetada por um escritório brasileiro — Foto: BBC
A Flag House fica no Canadá, mas foi projetada por um escritório brasileiro — Foto: BBC

O brasileiro Studio MK27 projetou a Flag House, uma casa de veraneio em Whistler, no norte de Vancouver.

Seus proprietários tinham visto alguns projetos do MK27 no Brasil e encomendaram para o estúdio o projeto de sua casa.

O estúdio, fundado por Marcio Kogan nos anos 1970, é conhecido por suas casas modernistas adaptadas para um clima tropical.

Mesmo com o clima nada tropical do Canadá, os arquitetos aplicaram um dos seus princípios-chave nesse projeto: estabelecer uma forte conexão entre o interior e o exterior.

A casa horizontal, relativamente baixa, integra-se perfeitamente com a paisagem.

Ela é composta por duas formas quadradas, um posta sobre a outra.

A maior, um espaço habitável com fachada de vidro, é sustentada por uma base revestida de madeira escura; o piso superior parece flutuar sobre essa "caixa inferior".

Cinema, capela, camarim e mais: como são as mansões de cantores sertanejos

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Argentina tem 2º superávit mensal após corte de gastos, mas sofre com pobreza e inflação

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Superávit fiscal primário foi de 1,23 trilhão de pesos (US$ 1,45 bilhão) em fevereiro, informou o ministro da Economia argentino. País tem, no entanto, pior inflação do mundo.
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Por g1

Postado em 17 de março de 2023 às 11h15m

#.*Post. - N.\ 11.135*.#

Posse do presidente Javier Milei em Buenos Aires em 10 de dezembro de 2023 — Foto: Agustin Marcarian/REUTERS
Posse do presidente Javier Milei em Buenos Aires em 10 de dezembro de 2023 — Foto: Agustin Marcarian/REUTERS

A Argentina registrou um superávit fiscal primário de 1,23 trilhão de pesos (US$ 1,45 bilhão) em fevereiro, informou o ministro da Economia do país, Luis Caputo, nesta sexta-feira (15). Esse foi o segundo mês consecutivo de superávit no país após anos de déficits regulares.

Na tentativa de controlar a inflação elevada, o presidente ultraliberal Javier Milei implementou medidas de austeridade, incluindo cortes dolorosos nos gastos do Estado, reduzindo subsídios e podando o setor público.

Caputo, da Economia, acrescentou que os dois primeiros meses de 2024 registraram um superávit fiscal de 3,24 trilhões de pesos, representando 0,5% do produto interno bruto (PIB).

O superávit fiscal financeiro — que inclui pagamento líquido de juros sobre a dívida pública — foi de 338,1 bilhões de pesos no mês e, cumulativamente, 856,5 bilhões de pesos nos dois primeiros meses do ano.

Ao mesmo tempo, o país sofre com a pobreza e uma inflação altíssima. (Leia mais abaixo)

O governo registrou "dois meses consecutivos de superávit financeiro pela primeira vez desde o início de 2011, acumulando um superávit após os juros de quase 0,2% do PIB nos dois primeiros meses de 2024", informou o ministério em um comunicado.

O governo Milei tem como meta um déficit fiscal financeiro "zero" este ano, parte das metas econômicas acordadas com o Fundo Monetário Internacional, com o qual o país tem em andamento um programa de empréstimo de 44 bilhões de dólares.


Senado da Argentina rejeita pacote de medidas de Milei

Inflação e pobreza

Enquanto isso, a inflação da Argentina subiu 13,2% em fevereiro, informou o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) do país na última terça-feira (12). Com o resultado, o aumento dos preços chegou a 276,2% em 12 meses.

Apesar da alta, o número representa uma desaceleração em comparação ao observado em janeiro, quando os preços subiram 20,6%.

Os novos dados do índice de preços também consolidam a posição da Argentina como o país com a pior inflação do mundo. O cenário tem prejudicado o poder de compra e aumentado a pobreza — que alcança 45% da população, segundo dados oficiais.

Um estudo, inicialmente publicado pelo jornal Ámbito Financiero, projeta números ainda maiores: 57,4% dos argentinos vivendo abaixo da linha de pobreza, mais de 26 milhões de pessoas.

* Com informações da Reuters e da agência France Presse

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sábado, 16 de março de 2024

O voo da Varig que desapareceu misteriosamente há 45 anos e nunca foi encontrado

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Avião decolou em Tóquio com destino ao Rio de Janeiro no fim de janeiro de 1979. Aeronave transportava 20 toneladas em carga e seis pessoas.
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Por Wesley Bischoff, g1 — São Paulo

Postado em 16 de março de 2024 às 16h10m

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Avião cargueiro da Varig em foto feita em 2006 — Foto: Adrian Roque/AP
Avião cargueiro da Varig em foto feita em 2006 — Foto: Adrian Roque/AP

Há 45 anos, o desaparecimento de um avião cargueiro dava início a um dos maiores mistérios da aviação brasileira. Em 30 de janeiro de 1979, o voo 967 da Varig decolou em Tóquio, no Japão, rumo ao Rio de Janeiro, mas nunca chegou ao destino.

  • O avião cargueiro, um Boeing 707, estava transportando seis tripulantes e 20 toneladas em carga.
  • A aeronave partiu do Aeroporto de Narita, por volta das 20h23, e faria uma escala em Los Angeles, nos Estados Unidos, antes de chegar ao Brasil.
  • Cerca de 20 minutos após a decolagem, o piloto fez um contato com a torre de controle. Até então, nenhum problema havia sido relatado. Um novo contato deveria acontecer por volta das 21h23, mas não aconteceu.
  • O desaparecimento aconteceu a cerca de 500 km da costa do Japão, no Oceano Pacífico.
  • Buscas foram feitas durante oito dias. Entretanto, nada foi encontrado. Os seis tripulantes foram declarados mortos.
Como foi a investigação

Investigadores acreditam que uma despressurização provocou a queda do avião cerca de 45 minutos após a decolagem.

Após o acidente, aeronave teria afundado no Oceano Pacífico, tornando a localização praticamente impossível.

Um relatório da Varig apontou, na época, não ser possível encontrar nenhum indício que pudesse explicar as causas do desaparecimento da aeronave.

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Força Aérea Brasileira, afirmou que a aeronave foi oficialmente classificada como desaparecida após o encerramento das buscas.

O órgão afirmou ainda que nenhuma parte do avião foi localizada durante as buscas. Por conta de não haver pistas sobre o paradeiro da aeronave, não houve a possibilidade de uma investigação sobre o caso e, por isso, ele "não consta em acervo de registros a respeito da ocorrência".

Piloto experiente

Quando desapareceu, o avião sobrevoava o Oceano Pacífico. O piloto da aeronave, Gilberto Araújo Silva, era experiente.

Gilberto era famoso na aviação brasileira por estar em um avião da Varig que caiu em 1973, em Paris. À época, ao lado do comandante Antônio Fuzimoto, ele evitou que a aeronave caísse em uma área residencial, impedindo uma tragédia ainda maior.

Em entrevista ao Fantástico, em 2009, o amigo de Gilberto e aviador Oswaldo Profeta contou que estranhou o piloto não ter tentado um novo contato com a torre de controle na noite de 30 de janeiro de 1979.

O que eu acho mais estranho é que o Gilberto era um homem experiente. Ele teria feito contatos [...] Criaram muitas teorias absurdas aí, até a de um disco voador. Um objeto não-identificado teria derrubado o meu amigo Gilberto, disse Oswaldo, que morreu em 2022. 
Teorias da conspiração

Além da história do disco voador citada por Oswaldo ao Fantástico, outra teoria conspiratória bastante conhecida é a de que o avião teria sido abatido por soviéticos. Isso teria acontecido após a aeronave ter saído da rota e invadido o espaço aéreo da União Soviética.

Conspiracionistas também levantaram a hipótese de o avião ter sido sequestrado por colecionadores de arte, já que a aeronave estava carregando diversas obras.

Uma reportagem do jornal "Folha de S.Paulo", de 1º de fevereiro de 1979, afirma que 53 quadros do pintor Manabu Mabe estavam a bordo do avião. As obras, segundo o jornal, eram avaliadas em US$ 1,2 milhão.

Nenhuma dessas teorias jamais foi confirmada pelas autoridades.

Expedição por outro mistério

Imagem pode ser a chave para o mistério sobre o desaparecimento da aviadora Amelia Earhart

Recentemente, imagens feitas por um sonar identificaram o que pode ser um avião afundado na região central do Oceano Pacífico.

A expedição, comandada pela empresa norte-americana Deep Sea Vision, acredita que pode ter encontrado uma aeronave que desapareceu muito antes do voo da Varig de 1979: o de Amelia Earhart, em 1937.

A aviadora norte-americana desapareceu enquanto tentava dar a volta ao mundo. Quase 90 anos depois, o paradeiro da aeronave e de Amelia continuam sendo um mistério da aviação.

A imagem capturada pelo sonar da empresa indica o que parece ser a silhueta de um o Lockheed 10-E Electra, modelo pilotado por Amelia. No entanto, ainda é cedo para dizer se, de fato, uma aeronave foi encontrada.

A expectativa é de que uma nova missão seja feita pela empresa na região, em 2025, para novos estudos. O objetivo é fazer imagens mais nítidas e detalhadas.

Comparação entre modelo do avião de Amelia Earhart e imagem de sonar obtida por equipe de exploração Deep Sea Vision. — Foto: Reprodução/Reuters
Comparação entre modelo do avião de Amelia Earhart e imagem de sonar obtida por equipe de exploração Deep Sea Vision. — Foto: Reprodução/Reuters

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