Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Magnetospheric Multiscale, projeto da agência espacial que estuda campos magnéticos, foi lançada há 4 anos. =.=.=.= =---____--------- ---------____------------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------------______--------- -----------____---.=.=.=.= =
Por G1 Postado em 09 de agosto de 2019 às 17h35m Ventos solares são partículas que saem constantemente do Sol
A Missão Magnetospheric Multiscale (MMS, em inglês) detectou seu primeiro choque interplanetário, segundo estudo publicado nesta quinta-feira (8). Essas interações não têm uma colisão - são partículas que transferem energia por meio dos campos magnéticos.
Supernovas, buracos negros e estrelas distantes também têm esse tipo de interação. Inclusive, esses choques sem colisão começam no Sol, que constantemente emite o vento solar, fluxo de partículas feito basicamente de prótons e elétrons.
Animação da Nasa mostra ventos solares do nosso Sistema — Foto: Nasa
O vento solar pode ser mais lento ou mais rápido. Quando um fluxo mais ágil ultrapassa o mais devagar, cria uma onda de choque – mais ou menos quando um barco ultrapassa uma onda, por exemplo.
A missão da agência espacial americana (Nasa) conseguiu medir a colisão dessas partículas com a ajuda de dois instrumentos de alta resolução. Eles medem íons e elétrons em uma frequência de até seis vezes por segundo – as ondas de choque podem passar pela nave espacial em apenas meio segundo.
No ano passado, a MMS anunciou que descobriu o processo importante queexplica o destino da energia dos campos magnéticosque envolvem a Terra. A energia é transferida para partículas, criando jatos de elétrons. Os achados foram publicados na revista "Nature".
Ilustração mostra corrente elétrica (parte brilhante) em campo magnético. Campo terrestre transforma vento solar em rajadas de elétrons — Foto: Colby Haggerty/Universidade de Chicago e Tulasi Parashar/Universidade de Delaware
Os campos magnéticos ao redor da Terra protegem o planeta do vento solar. Essas correntes, também chamadas de plasma, eram transferidas para algum lugar, mas até agora os cientistas não sabiam exatamente como.
Períodos intensos de vento solar também causam "tempestades magnéticas" na Terra que perturbam satélites de GPS e de comunicações terrestres. Por isso, a contribuição do fenômeno é tão importante e deve ser estudada, dizem pesquisadores.
É a pior taxa para o mês desde 2015 com recuo nas 5 atividades pesquisadas. Como a indústria e o comércio, setor também fechou o 2º trimestre no vermelho (-0,6%). =.=.=.= =---____--------- ---------____------------------____::_____ _____= =..= = =..= =..= = =____ _____::____-------------------______--------- -----------____---.=.=.=.= =
Por Darlan Alvarenga e Daniel Silveira, G1 09/08/2019 09h00 Atualizado há 3 horas Postado em 09 de agosto de 2019 às 12h00m
Setor de serviços atinge o terceiro pior patamar desde 2011, diz IBGE
O volume do setor de serviços caiu 1% em junho, na comparação com o mês anterior, eliminando o ganho acumulado de 0,4% observado entre abril e maio, segundo divulgou nesta sexta-feira (9) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi a quarta e mais intensa queda no ano.
É a pior taxa para o mês desde 2015, quando o indicador repetiu o mesmo resultado. Trata-se também da queda mais intensa desde julho de 2018 (-2,6%).
Resultado mensal do setor de serviços
Em %, na variação sobre o mês anterior
Jul/18 -2,6
Fonte: IBGE Na comparação com junho do ano passado, a queda foi de 3,6%, afetada pelo efeito calendário, dado que este ano teve dois dias úteis a menos.
O resultado veio mais fraco do que o esperado. As expectativas em pesquisa da Reuters eram de quedas de 0,4% na comparação mensal e de 2,1% por cento na base anual.
O IBGE também informou que receita nominal de serviços (que não desconta a inflação) encolheu 1,1% em junho, frente ao mês imediatamente anterior, mas teve elevação de 0,4% no confronto com mesmo mês de 2018. No ano, a receita nominal acumula alta de 4,3% e, em 12 meses, apresenta avanço de 4,1%.
Queda de 0,6% no trimestre
Como a indústria e o comércio, o setor de serviços também fechou o 2º trimestre no vermelho (-0,6%), na comparação com os 3 primeiros meses do ano. Já no acumulado nos 6 primeiros meses do ano, houve alta de 0,6%.
"O acumulado do ano cresceu 0,6%, com ligeira perda de dinamismo frente ao segundo semestre de 2018 (0,8%). Já o acumulado nos últimos 12 meses, ao passar de 1,1% em maio para 0,7% em junho de 2019, voltou a assinalar perda de ritmo de crescimento", destacou o IBGE.
De acordo com o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, com o resultado de junho o setor de serviços atingiu o terceiro patamar mais baixo da série histórica, iniciada em 2011, e se encontra 12,8% abaixo do ponto mais alto, registrado em novembro de 2014.
“[Este patamar] só perde para maio de 2018, quando ocorreu a greve dos caminhoneiros, movimento que provocou um quadro atípico na economia brasileira e levou o setor de serviços ao patamar mais baixo, e também para março de 2017, que foi quando o setor começou a reagir após dois anos de quedas”, disse.
O pesquisador enfatizou que, até agora, o setor “não conseguiu deslanchar”, já que fechou 2018 com estabilidade depois de três anos consecutivos de queda, que acumularam perda de 11%.
Volume de serviços no acumulado em 12 meses
Variação em %
Fonte: IBGE Quedas em todas as atividades em junho
O desempenho negativo do setor de serviços foi acompanhado por todas as 5 principais atividades pesquisadas, o que não acontecia desde maio de 2018, mês da greve dos caminhoneiros, segundo o IBGE. Regionalmente, 19 das 27 unidades da federação registraram retração, com destaque para São Paulo (-1,6%) e Rio de Janeiro (-2,6%).
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Variação do volume de serviços em junho, por atividade:
Serviços prestados às famílias: -0,2%
Serviços de alojamento e alimentação: 0,3%
Outros serviços prestados às famílias: -3,8%
Serviços de informação e comunicação: -2,6%
Serviços de tecnologia da informação e comunicação: -2,2%
Telecomunicações: -0,3%
Serviços de tecnologia da informação: -10,1%
Serviços audiovisuais: -4%
Serviços profissionais, administrativos e complementares: -0,1%
Serviços técnico-profissionais: 0,3%
Serviços administrativos e complementares: -0,2%
Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio: -1%
Transporte terrestre: 0,3%
Transporte aquaviário: -3,1%
Transporte aéreo: -4,4%
Armazenagem, serviços auxiliares aos transportes e correio: -1,2%
Outros serviços: -2,3%
Setor de serviços atinge o terceiro pior patamar desde 2011, diz IBGE Serviços de informação e transportes puxam queda
A queda em junho foi puxada pelo comportamento mais fraco das atividades de transportes e de comunicação e informação, que caíram 1% e 2,6% em junho, respectivamente. Juntas, elas representam quase dois terços do volume total de serviços.
Com exceção dos transportes terrestres, todos os grupos dessas duas atividades tiveram queda no mês, o que ajuda a explicar o resultado negativo de junho, segundo o IBGE.
O maior impacto, destacou Lobo, partiu dos Serviços de Informação e Comunicação. “Dentro dele, a gente tem o setor de TI, que em maio chegou à sua taxa mais alta da série histórica, mas que em junho recuou 10,1%, puxado especialmente pelas atividades de desenvolvimento de softwares", afirmou.
O segundo principal impacto veio dos transportes, principalmente o de cargas, devido à relevância que essa atividade tem na economia brasileira. “Aliado a ele, mas com peso não tão importante, o transporte aéreo teve queda significativa em função de preço”, disse o pesquisador, explicando que a alta nas passagens impacta diretamente no volume de receitas do setor.
Governo prepara anúncio de uma proposta de reforma Tributária para a semana que vem Fraqueza da economia e perspectivas
A indústria brasileira registrou queda de 0,6% em junho e fechou o primeiro semestrecom um recuo de 1,6% em sua produção. No período entre abril e junho, a indústria recuou 0,7%, na comparação com o primeiro trimestre – o terceiro trimestre seguido de contração.
Já as vendas do comércio cresceram 0,1% em junho, na primeira alta desde março. No 2º trimestre, o setor registrou queda de 0,3%, na comparação com o primeiro trimestre. No semestre, o volume do comércio varejista cresceu 0,6%, frente a igual período do ano anterior.