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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Inflação fecha 2014 em 6,41%, abaixo do teto da meta

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Número é o mais alto desde 2011; em 2013, IPCA ficou em 5,91%.
De novembro para dezembro, taxa acelerou, pressionada por transportes.

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Anay Cury e Lilian Quaino Do G1, em São Paulo e no Rio
09/01/2015 09h00 - Atualizado em 09/01/2015 10h54
Postado às 10m10m
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VARIAÇÃO ANUAL DO IPCA
Em %
Created with @product.name@ @product.version@3,144,465,94,315,916,55,845,916,41Ano 2006Ano 2007Ano 2008Ano 2009Ano 2010Ano 2011Ano 2012Ano 2013Ano 201402468Ano 2014 em %: 6,41
Fonte: IBGE
O aumento dos preços de alimentos e de habitação não deu trégua para o bolso do brasileiro ao longo de 2014 e contribuiu para que a inflação oficial do país, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acumulasse alta de 6,41%, a maior desde 2011.
Apesar do avanço em relação a 2013, quando a taxa chegou a 5,91%, a inflação ficou abaixo do teto da meta do Banco Central, de 6,5% ao ano.

Os números foram divulgados nesta sexta-feira(9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A estimativa mais recente do mercado financeiro divulgada pelo boletim Focus apontava que o IPCA deveria ficar em 6,39% no ano passado. Já a previsão do BC era de uma taxa acumulada de 6,4%. A última previsão feita pelo Ministério da Fazenda foi de IPCA acima de 6,4%, "mas sem estourar meta".

Em 2014, os gastos relativos à habitação subiram 8,80%, depois de avançar 3,4% no ano anterior, influenciados pela energia elétrica, que ficou 17,06%, em média, mais cara. Em 2013, o valor da tarifa havia recuado 15,66%.

Apesar de não terem registrado a maior taxa entre os grupos de gastos analisados, os alimentos exerceram o maior impacto no IPCA, subindo 8,03%, um pouco abaixo do índice de 2013.

As carnes foram as grandes vilãs da inflação no ano passado, com alta de 22,21%. Outros alimentos subiram mais, no entanto, por terem peso menor no cálculo do IPCA, contribuíram menos com a alta. Esse é o caso do açaí (29,73%) e da cebola (23,61%). Comer fora de casa também ficou mais salgado para o brasileiro. Esse tipo de refeição sofreu aumento próximo de 10%.

Eulina Nunes dos Santos, coordenadora de Índices de Preços do IBGE, explica que a alta das carnes, que vem pressionando há três meses, se deve principalmente ao aumento das exportações, com o embargo da Rússia aos produtos americanos e europeus. Rússia e China são os maiores compradores da carne brasileira.

infl"Com a alta das carnes, os pecuaristas ficaram felizes. Eles alegam que em anos anteriores, tiveram prejuízos, chegando a abater matrizes. A menor oferta de gado, maior exportação, a pressão do dólar sobre os custos de produção e a seca que prejudicou as lavouras foram as principais causas da alta", disse.

Os preços relativos a educação também ficaram subiram em 2014, 8,45%, influenciados diretamente pela alta de 8,87% dos cursos regulares e de 8,09% dos cursos diversos, como idioma e informática.

Na sequência, aparecem as variações de despesas pessoais, 8,31%, pressionadas pelo aumento de 10% no serviço de empregas domésticas. Também subiram mais os preços de hotéis (10,42%), manicure (9,73%), jogos lotéricos (9,05%), cabeleireiro (8,39%), cigarro (7,20%) e serviços bancários (6,32%).

Com o aumento nos custos com planos de saúde (9,4%), o grupo saúde e cuidados pessoais fechou o ano em 6,97%. A variação dos artigos de residência avançaram 5,49%, influenciados por eletrodomésticos (10,59%) e conserto de artigos de casa (10,01%).

As menores variações no ano passado, entre todos os grupos, partiram de transportes (3,75%), vestuário (3,63%) e comunicação (-1,52%). "O grupo transportes, por se constituir no segundo de maior peso no orçamento das famílias (18,43%) e registrar variação bem abaixo da média, teve forte influência na formação do IPCA do ano. 

As tarifas dos ônibus urbanos situaram-se em 3,85%, com ocorrência de reajuste em sete das 13 regiões pesquisadas", diz o IBGE, em nota.
Inflação 2014 - entenda metas (Foto: Editoria de Arte/G1)
Como a inflação se comportou em dezembro

Na comparação mensal, o IPCA passou de 0,51% em novembro para 0,78% em dezembro. As maiores influências para o aumento de preços no país partiram dos preços de transportes e de alimentos.


No caso dos transportes, cuja variação chegou a 1,38% - a maior entre os grupos de gastos analisados pelo IBGE - foi fortemente influenciada pelo preço das passagens de avião, que subiram 42,53% em dezembro, período de férias escolares e festas de fim de ano.

Salvador e Campo Grande viram as tarifas subirem mais do que em outros locais: 54,82%. Apesar desse resultado no último mês do ano, o aumento acumulado em 2014 foi de 7,79%.
Além das passagens, outras pressões partiram do etanol (1,31%), do automóvel novo (0,69%), do ônibus intermunicipal (0,64%) e da gasolina (0,61%).

Assim como visto no ano de 2014, os alimentos exerceram o mais forte impacto sobre o IPCA de dezembro, ainda que não tenham registrado a maior taxa.
O avanço de 1,08% nos alimentos teve ajuda dos preços das carnes, que ficaram 3,73% mais caras, além da refeição fora de casa, cuja alta foi de 1,41%. 

A mistura mais tradicional da mesa do brasileiro também teve forte alta. Os feijões chegaram a subir 9,26%, em média, enquanto o arroz ficou mais caro em 1,81%.
Também mostraram expansão de novembro para dezembro os preços de vestuário, 0,85%, e de despesas pessoais, 0,7%. 

Saúde e cuidados pessoais ficou em 0,47% e artigos de residência não registraram variação. Só subiram menos os preços relacionados à habitação (0,51%), educação (0,07%) e comunicação (0,00%).

Por região
O Rio de Janeiro foi o estado onde a inflação mais pesou, com uma taxa de 7,70% em 2014, contra 6,16% no ao anterior.
"No estado, os alimentos chegaram a 2,31% somente em dezembro pressionando a taxa. O feijão estava na entressafra, por isso a alta de preços. 


A batata e a cebola tiveram lavouras prejudicadas pela seca. O volume da produção pode não cair, mas a qualidade diminui e os preços tendem a aumentar. O frango também aumentou seguindo o movimento das carnes. E quando a carne sobe, as familias optam pelo frango", explicou Eulina.

INPC
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), também divulgado pelo IBGE nesta sexta-feira, variou 0,62% em dezembro, acima do resultado de 0,53% de novembro. O ano de 2014 fechou em 6,23%, acima da taxa de 5,56% de 2013.

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Entenda as metas de inflação e seu papel na economia


Sistema foi adotado em 1999 para nortear a política monetária do país.
Piso e teto servem para evitar o risco de deflação ou hiperinflação.

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Do G1, em São Paulo
09/01/2015 09h25 - Atualizado em 09/01/2015 09h38
Postado às 10h10m
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Inflação 2014 - entenda metas (Foto: Editoria de Arte/G1) 
O sistema de metas de inflação é um compromisso que o país assumiu em 1999, para dar segurança ao mercado sobre os rumos da economia. Esse sistema prevê que a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) deve ficar dentro de um limite de tolerância; ou seja, dentro de uma faixa estabelecida.

O governo estabelece, para cada ano, uma meta de inflação, que é uma taxa fixa que deve ser buscado. A partir desse número, é estabelecida uma faixa de tolerância – quanto a inflação real pode variar acima ou abaixo dessa meta.

Segurança
O sistema de metas foi adotado como segurança para evitar o risco da hiperinflação, que atingiu o país nas décadas de 1980 e 1990 e só foi freada com o Plano Real em 1994 – após os preços terem chegado a subir 82,4% somente em março de 1990.

“A meta serve para dar previsibilidade ao mercado. É uma garantia de que o BC não vai deixar a inflação fora de controle”, explica o economista da LCA Investimentos, Francisco Pessoa. Ela é importante como referência, por exemplo, em contratos financeiros que preveem correção monetária pela inflação.

O que o governo faz para atingir a meta?
O Conselho de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), é o responsável por tomar as medidas necessárias para garantir que a inflação fique dentro deste patamar.
O principal mecanismo para manter a inflação sob controle no Brasil é a taxa de juros.

Toda vez que os preços sobem acima do nível esperado, o Banco Central intervém com a elevação da taxa Selic. Isso faz o crédito ficar mais caro, e incentiva as pessoas e as empresas a gastarem menos. Se todos gastam menos, a tendência é que os preços também subam menos.

O que é o centro da meta?
É a inflação a ser perseguida no centro da faixa de tolerância criada para a oscilação dos preços, explica Pessoa (a taxa exata de inflação na qual o BC 'mira'). Desde 2005, o centro da meta se mantém em 4,5% ao ano no Brasil. 

O que é a margem de tolerância?
A regra diz que a inflação pode ficar até dois pontos acima ou dois pontos abaixo do centro da meta.
Na prática, por essa regra a inflação anual não pode ficar abaixo de 2,5%, nem ultrapassar 6,5%. Em 2005, o país esteve mais próximo do centro da meta para o ano (4,5%), com inflação anual de 4,46%.

O que é o piso da meta?
É a variação mínima tolerada dentro do sistema de metas inflacionário. Serve para prevenir o risco de uma inflação muito baixa ou até uma deflação (queda de preços), o que pode indicar um desequilíbrio entre a oferta e demanda no mercado, com mais produtos disponíveis do que consumidores dispostos a comprá-los.

Esse desequilíbrio pode afetar a indústria por excesso de capacidade produtiva e provocar demissões, aumentando o risco de maior desemprego. Ao contrário do Brasil, os Estados Unidos e países da zona do euro lutam para combater a baixa inflação após a crise internacional de 2009.

O que é o teto da meta?
É o limite ao qual a inflação pode chegar dentro do sistema de metas em um determinado período. Atualmente, ele está 2 pontos percentuais acima do centro da meta (4,5%).

Se a inflação estourar esse teto, o presidente do BC tem obrigação de divulgar uma carta aberta ao ministro da Fazenda justificando o descumprimento e informando quais medidas serão adotadas para que a inflação volte a níveis tolerados.

O que acontece se a meta não é atingida?
O IPCA estourou o teto da meta entre 2001 e 2004. “Não há punição quando se ultrapassa o teto, mas serve como uma advertência moral que gera insegurança nos investidores, que aumentam a exigência por juros para investir no país”, explica Pessoa.

Nesse caso, o presidente do BC, no entanto, deve divulgar uma carta aberta ao ministro da Fazenda justificando o descumprimento e informando quais medidas serão adotadas para que a inflação volte a níveis tolerados.

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Veja carros que serão destaque no Salão de Detroit, o 1º do ano

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Evento nos EUA abre calendário de salões do automóvel pelo mundo.
Audi, BMW, Mercedes, GM e Volvo terão estreias mundiais.

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Do G1, em São Paulo
09/01/2015 06h00 - Atualizado em 09/01/2015 06h00
Postado às 09h45m
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É tradição há décadas. A indústria automotiva se encontra no começo do ano em Detroit, nos Estados Unidos, para o primeiro grande salão do ano, que abre as portas para a imprensa especializada nesta segunda-feira (12) e ao público a partir do próximo dia 17.

A primeira edição foi em 1907, e durante várias décadas a feira teve abrangência apenas regional, com as montadoras locais (General Motors, Ford e Chrysler). Isso mudou em 1989, quando seu nome foi mudado para Salão Internacional do Automóvel da América do Norte.

Desde então, o Salão de Detroit cresceu e se tornou um dos mais importantes no calendário do setor. Os lançamentos mais importantes já confirmados são de fabricantes de luxo, principalmente das alemãs. Confira abaixo.
Novo Audi Q7
Novo Audi Q7 (Foto: Divulgação)Novo Audi Q7 (Foto: Divulgação)

Fora as mudanças estéticas, o mais importante da 2ª geração do SUV é que ele ficou até 325 kg mais leve, e com isso o consumo caiu 26%, de acordo com a fabricante. Somente no novo chassis a redução foi de 71 kg, com maior uso do alumínio. 

O sistema de entretenimento terá tablet para os passageiros traseiros, além de integração com Android Auto e Apple CarPlay, os sistemas que as gigantes de tecnologia estão desenvolvendo para os carros.

BMW Série 6
BMW Série 6 (Foto: Divulgação)BMW Série 6 (Foto: Divulgação)

Todos os novos membros da família chegam juntos a Detroit, o que inclui cupê (2 portas), gran coupé (4 portas), conversível e o esportivo M6. As opções de motorização vão de 3.0 biturbo, com cerca de 320 cavalos de potência, a V8 de 4.4 litros, com 560 cv. 

As rodas de 18 polegadas serão de série, mas o comprador poderá escolher opções de até 20 polegadas. Um detalhe quase imperceptível é que a grade frontal terá 9 barras verticais de cada lado, em vez de 10.

Chevrolet Volt
Chevrolet Volt (Foto: Divulgação)Chevrolet Volt (Foto: Divulgação)

A segunda geração do carro híbrido (com um motor elétrico e outro a combustão) da GM apareceu na feira de tecnologia CES, em Las Vegas, nesta semana, mas a estreia por completo será em Detroit. 

A fabricante promete que a bateria que alimenta o motor elétrico será mais fácil de recarregar com uso de GPS, novo indicador de carregamento e cabo mais longo para a tomada. Leia mais

Esportivo da Ford
A montadora americana prepara um novo modelo esportivo para o Salão de Detroit. Segundo o site Carscoop, também dos EUA, o modelo não será um conceito, mas uma série limitada que ressurge o GT, com motor turbo V6 EcoBoost (linha que faz uso de blocos menores, mas com entrega de potência semelhante à de propulsores mais volumosos e que, no exterior, equipa modelos desde EcoSport ao Mustang). A marca ainda não divulgou nenhuma informação técnica.

Lexus GS F
Lexus GS F (Foto: Divulgação)Lexus GS F (Foto: Divulgação)

A gama de alta performance da marca, que leva a letra “F” no final, ganha um novo modelo em Detroit. Depois do cupê RC F, agora é a vez de um 4 portas, com motor V8 de 5.0 litros naturalmente aspirado, que desenvolve até 470 cavalos de potência, acompanhado de câmbio automático de 8 velocidades com aletas no volante. Destaque para as ponteiras duplas dispostas na diagonal.

Mercedes-Benz GLE Coupé
Mercedes-Benz GLE Coupé (Foto: Divulgação)Mercedes-Benz GLE Coupé (Foto: Divulgação)

Embora as imagens tenha sido mostradas ainda no começo de dezembro, o futuro rival do BMW X6 estreia em “carne e osso” no Salão de Detroit. Todas as versões terão motor V6, com opções entre 333 cv e 367 cv. Outra novidade da fabricante alemã será uma versão híbrida plug-in (com recarga na tomada) do Classe C. Leia mais

Mini John Cooper Works
Mini John Cooper Works estreia em Detroit (Foto: Divulgação)
Mini John Cooper Works estreia em Detroit (Foto: Divulgação)

A nova geração do compacto ganha versões mais invocadas com a linha John Cooper Works - assinatura dos modelos mais esportivos e agressivos da marca que faz parte do Grupo BMW. Os modelos dessa gama são caracterizados, principalmente, por ganho de potência no motor turbo de 4 cilindros e acertos de suspensão e freios que privilegiam o desempenho.

Novo Nissan Maxima
Nissan revelou o Sports Sedan no Salão de Detroit 2014 (Foto: AP Photo/Tony Ding)Nova geração do Maxima será inspirada no Sports Sedan, mostrado em 2014  (Foto: AP Photo/Tony Ding)

Após exibir, no ano passado, o Sport Sedan Concept (foto), em Detroit, a montadora japonesa deverá apresentar agora o novo Maxima, baseado naquele modelo. O Maxima é um sedã grande que não é vendido no Brasil, mas suas linhas inspiraram as dos atuais Altima e Sentra, que são ofertados no país. Leia mais

Conceito Volkswagen
Novo SUV Volkswagen CrossBlue tem a estreia no Salão de Detroit (Foto: Luciana de Oliveira/G1)Novo SUV Volkswagen CrossBlue tem a estreia no Salão de Detroit (Foto: Luciana de Oliveira/G1)

A montadora alemã deverá levar ao salão um conceito de crossover (carro que mistura elementos de mais de um segmento, como os de SUVs, minivans e sedãs) de 5 lugares. Ao fim de 2016, ele se tornar o novo 7 lugares a ser produzido nos Estados Unidos, para o mercado norte-americano e o canadense, como um utilitário médio.

Feito sob a plataforma MQB, a mesma no novo Golf, o conceito deverá ser baseado no CrossBlue Coupe Concept, apresentado primeiramente em Detroit, em 2013, quando apareceu com um motor TDI Clean Diesel, mais dois motores elétricos e transmissão de dupla embreagem, e no último Salão de Xangai, no mesmo ano. Leia mais

Volvo S60 Cross Country
Volvo S60 Cross Country (Foto: Divulgação)Volvo S60 Cross Country (Foto: Divulgação)

A marca sueca expandirá sua gama de "aventureiros" com um sedã. O S60 ficará mais alto (6,5 centímetros) e ganhará todos os itens que marcam a linha Cross Country, inaugurada em 1997 com o V70. Com tração nas 4 rodas, o modelo movido a gasolina terá cerca de 250 cavalos de potência.


MARCAS FORA DO BRASIL
Acura NSX
Acura NSX Hybrid (Foto: Divulgação)Acura NSX Hybrid (Foto: Divulgação)

O superesportivo híbrido da marca de luxo da Honda começará a ser produzido no início deste ano, em Ohio, também nos EUA. Ele terá um motor a gasolina e outros dois elétricos. A primeira geração saiu de linha em 2005. O conceito do sucessor foi apresentado em 2012, também em Detroit.

Cadillac CTS-V
Cadillac CTS-V (Foto: Divulgação)Cadillac CTS-V (Foto: Divulgação)

A marca de luxo da General Motors (GM) quer brigar com os esportivos alemães. Para isso, contará com o modelo mais potente em todos os seus 112 anos de história, o CTS-V e seu V8 de 6.2 litros, que desenvolve 640 cavalos de potência. De acordo com a fabricante, o veículo acelera de zero a 100 km/h em apenas 3,7 segundos.

Infiniti Q60 Concept
Inifiniti Q60 Concept (Foto: Divulgação)Inifiniti Q60 Concept (Foto: Divulgação)

A marca de luxo da Nissan, que adiou sua chegada ao Brasil, mostrará o conceito Q60, que deve ser bastante próximo à nova geração do cupê esportivo da marca. As linhas são derivadas do Q80 Inspiration, apresentado no último Salão de Paris, e do Q50 Eau Rouge, que acrescentou esportividade.

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