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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Vendas do comércio no Natal têm forte desaceleração

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Em shoppings, compras subiram 5,5%. Inflação e endividamento pesaram


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Vendas de Natal em alta e produtos esgotados no Botafogo Praia Shopping Foto: Carlos Ivan / Agência O Globo
Vendas de Natal em alta e produtos esgotados no Botafogo Praia Shopping Carlos Ivan / Agência O Globo

}${-:-}%{ RIO - As vendas do comércio neste Natal tiveram forte desaceleração em relação ao ano passado. A inflação e o maior endividamento do consumidor fizeram com que as vendas subissem apenas 2,8% na semana que antecedeu o Natal em lojas de todo o país, segundo a Serasa. No ano passado, elas haviam crescido 15,5%.


Nos shopping centers a situação não foi diferente. As vendas neste Natal foram 5,5% maiores do que as do mesmo período do ano passado. O percentual de crescimento que também ficou abaixo do previsto (6,5%) pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop).


Para os economistas da Serasa boa parte dos consumidores acompanha os acontecimentos globais, e evitaram assumir mais dívidas neste panorama de incertezas. “De modo geral, foi um Natal bom, dada a forte base de comparação, o Natal 2010”, disse a entidade.


Nesta segunda-feira, sites já anunciavam megasaldões de Natal e podem ser uma opção interessante para o consumidor que preferiu esperar. Quem economizou poderá aproveitar mais um dia com quedas de preço de até 70% em produtos de varejistas como Walmart, Compra Fácil, Shoptime, Submarino, Saraiva e Fnac.


Troca de presentes só em alguns casos
Para aqueles que desejam trocar seus presentes, a temporada também foi aberta. Mas a nova corrida às lojas, na semana antes do Ano Novo, pode ser menos doce se o consumidor não seguir algumas recomendações. Nos anos, a Seção de Defesa do Consumidor do GLOBO vem registrando mais de duas mil reclamações de consumidores com dificuldades de trocar um presente indesejado. Os meses de janeiro e fevereiro, após as festas e as liquidações, concentram as piores estatísticas: neste ano, o número de insatisfeitos com as trocas em janeiro cresceu 8% em relação ao mesmo período do ano passado.


A informação primordial para o consumidor é saber que não gostar do tamanho ou da cor de uma camisa ou de um vestido não são justificativas suficientes para obter um novo. Os comerciantes não são obrigados a fazer a troca a não ser se o produto apresentar defeito e depois de o consumidor tentar o reparo por assistência técnica, em 30 dias. A menos é claro que a possibilidade de troca tenha sido garantida na oferta do produto. Portanto, quando o vendedor informar que a troca é liberada, peça a ele que escreva na nota fiscal, na etiqueta ou que lhe deu um cartão da loja caso para evitar disse-me-disse.


Isso não impede é claro que cada consumidor desenvolva suas estratégias pessoais. A aposentada Leonor Alves, que já disse ter encontrado má vontade de lojistas na hora da troca de um par de sapatos, desenvolveu uma maneira própria de conseguir o que procura:
— Costumo levar a mercadoria dentro da bolsa para o comerciante pensar que estou interessada em comprar. Quando escolho o que quero, esclareço que é uma troca — dispara. — Sempre dá certo e o tratamento é outro.


Mas nem todos os produtos podem ser trocados mesmo com as estratégias mais sofisticadas. É preciso que a mercadoria esteja dentro da garantia legal, lembra a Proteste — Associação de consumidores. Para bens duráveis, como eletrônicos, esse prazo é de 90 dias; já para os não duráveis, como alimentos e alguns tipos de medicamentos, são 30 dias.


Troca de produtos na internet
Se o presente tiver sido comprado em liquidação, existem ainda mais restrições. Muitas lojas já deixam claro ao cliente que não trocam peças vendidas com desconto ou fora da coleção. Na dúvida, as entidades de defesa do consumidor orientam que sempre se pergunte antes de pagar pelas peças, especialmente se o produto for para presente.


Nas compras feitas pela internet, também é possível trocar a mercadoria. O prazo de arrependimento é de sete dias, período ao longo do qual é possível devolver a mercadoria sem explicação. Se o produto for usado e der defeito, o consumidor poderá ser orientado a procurar uma autorizada. Mas, segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC), o lojista não pode se eximir de responsabilidade, mesmo em casa de defeito de fabricação ele responde solidariamente com o fabricante.
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O poder das emoções positivas para a saúde física e mental

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Neurociência confirma que nutrir bons sentimentos faz bem

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*=\\0//=* RIO — Generosidade, solidariedade, gratidão pelo que foi conquistado, alegria por estar perto da família e dos amigos. Da próxima vez em que você for aconselhado a preservar, o ano inteiro, os sentimentos que afloram na época do Natal, procure seguir o conselho. Pesquisas vêm comprovando que emoções positivas fazem bem à saúde física e mental. E, depois da psicologia, é a neurociência que busca entender como isto acontece. O caminho, que já levava aos neurotransmissores serotonina e dopamina, agora aponta para uma nova estrela: o hormônio oxitocina, que também atua como neutransmissor.


— Os cientistas começam a se voltar para estas questões neuropsicológicas e a se interessar pelas vias relacionadas ao bem-estar, importantes para que, num futuro próximo, seja possível desenvolver novas drogas que melhorem a vida das pessoas — diz a cientista Denise Pires de Carvalho, professora titular do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, da UFRJ, e especialista na fisiologia do sistema endocrinológico. — Novas técnicas, como a ressonância magnética nuclear funcional, estão nos ajudando a estudar áreas do cérebro ligadas às emoções.


Um artigo publicado pela Universidade de Harvard cita diversos estudos ligando explosões de fúria recorrentes à atividade anormal da serotonina, responsável pela sensação de prazer. E pesquisas recentes relacionam sentimentos positivos à maior produção de oxitocina, também conhecida como o hormônio do amor e liberada em grandes quantidades nas relações sexuais e durante o parto e a amamentação. Em outra frente, um trabalho divulgado este mês pela Universidade da Concordia, no Canadá, constatou que a oxitocina torna a pessoa mais confiante. Sabe-se ainda que ela pode ser a encarregada de ativar o sistema de recompensa do corpo, estimulando a produção de dopamina, atrelada à sensação de motivação, e diminuindo o nível de estresse. A serotonina regularia todo este mecanismo. O resultado final da equação bons sentimentos mais produção de neurotransmissores ligados ao bem-estar é um indivíduo mais feliz e menos propenso a doenças como depressão e problemas cardiovasculares.


Na UFRJ, a bióloga Rafaela Campagnoli, doutora em neurofisiologia, acaba de concluir o trabalho "Interação social: modulação neural e comportamental por estímulos pro-sociais", sobre como o cérebro processa imagens de interações sociais positivas. Na pesquisa, um grupo formado por 36 universitários saudáveis, e que não tomavam remédios capazes de afetar o sistema nervoso central, observou 60 fotos, sendo 30 de adultos e crianças interagindo e 30 de pessoas alheias umas às outras, embora estivessem próximas. Enquanto o faziam, suas reações eram medidas por eletroencefalograma e eletromiograma (teste que mede a atividade elétrica dos músculos).


— É fato que os cérebros dos voluntários reagiram diferentemente às imagens de cada grupo. Diante das fotografias com interações sociais positivas, ocorreu aumento da atividade elétrica do cérebro, relacionada às emoções, e do músculo do sorriso espontâneo. Isso quer dizer que elas impactaram mais os voluntários, foram mais relevantes emocionalmente — explica Rafaela.


Enquanto a ciência busca documentar que emoções positivas são sinônimo de mais saúde, o senso comum já tem esta convicção há muito tempo. Pessoas como a dona de casa Ana Lúcia Fraga de 54 anos, que há 11 anos se veste de Papai Noel para alegrar e presentear as crianças da creche Novo Palmares, em Vargem Pequena, dizem se sentir bem ao fazer uma boa ação.


— É sempre uma emoção muito grande, uma energia muito boa. Gosto de ir à creche, ver as crianças brincando, conversar com a presidente da associação local — conta Ana Lúcia. — Continuarei fazendo este trabalho enquanto estiver viva.


Gilberto Ururahy, diretor-médico da Med Rio Check Up, especializado em medicina preventiva, está prestes a lançar um trabalho intitulado “Emoções e doenças", baseado no que observa na clínica, que já realizou 60 mil check ups. Para ele, não há dúvidas de que quem encontra mais motivos para experimentar sensações positivas em sua rotina goza de melhor saúde.


— A prática demonstra isso: um quadro de emoções negativas conduz a depressão e outros males — diz ele. — Um dos grandes avanços da psiquiatria foi identificar que o cortisol (hormônio relacionado ao estresse) elevado e crônico é um caminho natural para a morte. Por outro lado, a emoção positiva é a mola da vida.


Estudos americanos, a maioria feitos por psicólogos, comprovam a relação de sentimentos como gratidão, reconhecimento e satisfação com o que se tem à maior sensação de bem-estar. A budista americana Carolyn Pasternak, que esteve no Brasil para ministrar cursos no Instituto Nyingma, também afirma que uma atitude positiva, inclusive para consigo mesmo, é a chave da saúde.


— Costumamos tentar encontrar a felicidade nas coisas que temos ou podemos ter, nas outras pessoas, em livros. Mas parece que algo continua faltando. É porque procuramos nos lugares errados; temos que aprender a olhar para dentro de nós — diz Carolyn.
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Japão e China fazem acordo para reduzir uso do dólar

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Banco oficial japonês poderá emitir títulos em yuan; países não estabeleceram data para iniciar o convênio. 


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Agência Estado

|.|$-=-$|.| SÃO PAULO - Os governos chinês e japonês revelaram, neste domingo (dia 25), um pacote inovador de acordos financeiros elaborados para estreitar a ligação entre a segunda e a terceira maiores economias do globo, em uma iniciativa que pode elevar o status do yuan para o de uma divisa internacional e solucionar as dificuldades que as empresas com sede no Japão tinham para seus negócios na China. As diretrizes visam ainda reduzir o uso do dólar norte-americanos nas trocas cambiais entre os dois países, possibilitando limitar o papel da moeda dos EUA na região de maior ritmo de expansão do mundo.

O premiê chinês, Wen Jiabao (esq.), e o japonês, Yoshihiko Noda, neste Natal em Pequim - Diego Azubel
Diego Azubel

O premiê chinês, Wen Jiabao (esq.), e o japonês, Yoshihiko Noda, neste Natal em Pequim
Os acordos incluem um plano para que uma entidade ligada ao governo japonês venda bônus denominados em yuans - a moeda chinesa - na China, o que representa um impulso para os esforços de Pequim de aprofundamento do mercado doméstico de capitais.


Outras medidas foram elaboradas para facilitar que as companhias convertam as moedas japonesas e chinesas diretamente, sem que seja necessário cumprir a etapa intermediária de conversão para o dólar, o que é a prática habitual. Cerca de 60% das trocas cambiais entre o Japão e a China são liquidadas financeiramente em dólares norte-americanos, de acordo com informações de uma autoridade do governo japonês que explicou os termos do acordo em entrevista.


A mudança ocorre em um momento em que a China tem manifestado ambições de conquistar um papel maior de sua moeda nos mercados globais, especialmente diante das crescentes dúvidas dos investidores sobre o frágil euro e frente às preocupações sobre o constante enfraquecimento do dólar.
O pacote de medidas foi formalizado pelo primeiro-ministro da China, Wen Jiabao, e o premiê japonês, Yoshihiko Noda - que viajou a Pequim - deve ajudar ainda mais nesse propósito.


Efeito simbólico
É pouco provável que os acordos tenham efeito imediato significativo e, por ora, podem ser apenas simbólicos. Os governos não anunciaram um prazo para a implementação dos itens previstos no acordo. E enquanto a China mantiver controles restritos sobre a conversibilidade de sua moeda e em relação aos investimentos em sua economia, haverá limitações para que o uso do yuan cresça internacionalmente.
Ainda assim, os acordos são extremamente importantes, diante das recentes tensões entre a China e o Japão, que incluíram um prolongado embate diplomático há apenas um ano sobre uma disputa territorial, além de ácidos comentários de Noda e de seus assessores, no início deste ano, sobre as preocupações com a ameaça militar da China.


Enquanto a China fechou acordos com outros países para encorajar o investimento em seu mercado de bônus e para estimular a conversibilidade do yuan para outras moedas, esse pacto com o Japão parece ser o pacote bilateral mais amplo fechado até o momento. As iniciativas sugerem que os dois líderes podem agora estar vendo a necessidade de deixarem as diferenças políticas de lado para se focarem no fortalecimento de suas economias, particularmente, em um momento em que a conturbada situação do endividamento europeu e a fragilização do crescimento global ameaçam a expansão da Ásia.
Um representante do governo do Japão disse que as autoridades dos EUA e da Europa foram notificadas sobre os planejados acordos.


Dívida japonesa em yuan
Especialistas afirmaram que a medida mais relevante anunciada neste domingo foi a do programa piloto que permitirá que o Banco para Cooperação Internacional do Japão (JBIC, na sigla em inglês para Japan Bank for International Cooperation), o órgão oficial do governo japonês que tem como objetivo fornecer apoio financeiro para investimentos no exterior, possa emitir bônus denominados em yuans no mercado continental chinês. Este ponto é parte de uma iniciativa ampla para alavancar os bônus denominados em yuans e ienes - a moeda japonesa - globalmente. No entanto, não foi fixado nenhum prazo e nem o tamanho da oferta de títulos do JBIC.


O JBIC será a primeira entidade de um governo estrangeiro autorizada a fazer isso. Ao dar o privilégio ao JBIC, analistas da China afirmam que a decisão não só representa um gesto de boa vontade para o estrategicamente importante vizinho asiático, como também mostra a ênfase de Pequim na questão da segurança, uma vez que isso representa um aprofundamento de seus mercados de capital ao permitir a atuação de um número maior de participantes globais.


Até o momento, o mercado doméstico de títulos da China - que movimenta mais de 20,1 trilhões de yuans (uma cifra equivalente a US$ 3,3 trilhões) em bônus de dívidas - tem sido vetado à participação de emissores estrangeiros. O mercado doméstico chinês é o segundo maior da Ásia, atrás apenas do mercado japonês.
Enquanto Pequim tem estimulado bancos comerciais estrangeiros e bancos centrais a comprarem títulos chineses, o Banco de Desenvolvimento da Ásia e a Corporação Financeira Internacional (IFC), braço do Banco Mundial que apoia o desenvolvimento sustentável do setor privado, eram os únicos emissores estrangeiros de bônus em yuans. Esses organismos não têm ligação com governos estrangeiros.


Outra iniciativa deve estimular o crescimento as trocas cambiais entre yuans e ienes para ajudar as companhias a realizarem negócios com as moedas a custos transacionais mais baixos. Atualmente, a maioria das trocas de yuans e ienes é executada por intermédio do dólar. Por exemplo, se um banco comercial receber uma ordem para vender yuans e trocá-los por ienes, primeiramente, tem que vender a moeda chinesa e trocá-la por dólares e, na sequência, vender esses dólares para trocá-los por ienes. Eliminando o dólar desse processo, isso deve ajudar na redução dos custos de transação e diminuição dos riscos cambiais para as companhias, informaram autoridades japonesas.


Os governos do Japão e da China não planejam, porém, adotar essa diretriz imediatamente, mas só o fato de mostraram apoio ao mercado cambial de ienes-yuans deve ser suficiente para encorajar o setor privado a expandir esse mercado, afirmaram autoridades japonesas. Há demanda do investidor estrangeiro por essa troca direta, mas apreensões sobre a possibilidade de o governo chinês aplicar punições sobre essa estratégia mantinha vários grupos privados avessos a essa troca direta, afirmaram as autoridades japonesas. As informações são do The Wall Street Journal e da agência Dow Jones.

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Brasil supera Reino Unido e se torna 6ª maior economia, diz entidade

26/12/2011 - 07h48

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DA BBC BRASIL

$|-%-%-|$ O Brasil deve superar o Reino Unido e se tornar a sexta maior economia do mundo ao fim de 2011, segundo projeções do CEBR (sigla em inglês para Centro de Pesquisa Econômica e de Negócios) publicadas na imprensa britânica nesta segunda-feira.


Segundo a consultoria britânica especializada em análises econômicas, a queda do Reino Unido no ranking das maiores economias continuará nos próximos anos com Rússia e Índia empurrando o país para a oitava posição.


O jornal local "The Guardian" atribui a perda de posição à crise bancária de 2008 e à crise econômica que persiste em contraste com o boom vivido no Brasil na rabeira das exportações para a China.


O "Daily Mail", outro jornal que destaca o assunto nesta segunda-feira, diz que o Reino Unido foi "deposto" pelo Brasil de seu lugar de sexta maior economia do mundo, atrás dos Estados Unidos, da China, do Japão, da Alemanha e da França.


Segundo o tabloide britânico, o Brasil, cuja imagem está mais frequentemente associada ao "futebol e às favelas sujas e pobres, está se tornando rapidamente uma das locomotivas da economia global" com seus vastos estoques de recursos naturais e classe média em ascensão.


Um artigo que acompanha a reportagem do "Daily Mail", ilustrado com a foto de uma mulher fantasiada sambando no Carnaval, lembra que o Império Britânico esteve por trás da construção de boa parte da infraestrutura da América Latina e que, em vez de ver o declínio em relação ao Brasil como um baque ao prestígio britânico, a mudança deve ser vista como uma oportunidade de restabelecer laços históricos.


"O Brasil não deve ser considerado um competidor por hegemonia global, mas um vasto mercado para ser explorado", conclui o artigo intitulado "Esqueça a União Europeia... aqui é onde o futuro realmente está".
A perda da posição para o Brasil é relativizada pelo "Guardian", que menciona uma outra mudança no sobe-e-desce do ranking que pode servir de consolo aos britânicos.


"A única compensação (...) é que a França vai cair em velocidade maior". De acordo com o jornal, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, ainda se gaba da quinta posição da economia francesa, mas, até 2020, ela deve cair para a nona posição, atrás do tradicional rival Reino Unido.


O enfoque na rivalidade com a França, por exemplo, foi a escolha da reportagem do site "This is Money" com o título: "Economia britânica deve superar francesa em cinco anos".
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