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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Mercado passa a prever inflação abaixo de 4% e juro básico estável em 2019

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Previsão para o IPCA de 2019 passou de 4% para 3,94%. Analistas dos bancos estimam que não haverá aumento dos juros básicos da economia neste ano.
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Por Alexandro Martello, G1 — Brasília 

Postado em 04 de fevereiro de 2019 às 13h35m 
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Os economistas do mercado financeiro passaram a prever inflação abaixo de 4% em 2019, ao mesmo tempo em que estimam que não haverá aumento dos juros básicos da economia no decorrer deste ano. Os juros básicos da economia são fixados pelo Banco Central (BC).

As previsões constam no boletim de mercado, também conhecido como relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (4) pelo BC. O relatório é resultado de levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras.

Para 2019, os analistas das instituições financeiras diminuíram a expectativa de inflação de 4% para 3,94%. Essa foi a terceira queda seguida do indicador e, também, foi a primeira vez que o mercado estimou que o IPCA ficará abaixo de 4% neste ano.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic). A meta central deste ano é de 4,25%, e o intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%.

Para 2020, o mercado financeiro manteve em 4% sua estimativa de inflação – em linha com a meta central, que também é de 4% para o próximo ano. No ano que vem, a meta terá sido oficialmente cumprida se a inflação oscilar entre 2,5% e 5,5%.

Estimativas do mercado para a economia
Taxas esperadas de 2019 a 2022
Created with Highcharts 5.0.9Inflação (em %)PIB (em %)Selic (em %)Câmbio (R$ por dólar)201920202021202223456789
Fonte: Banco Central

Juros básicos da economia
O mercado baixou, na semana passada, sua estimativa para os juros básicos da economia no fim de 2019, de 7% para 6,5% ao ano (atual patamar da taxa Selic, que também é a mínima histórica).

Isso quer dizer que os economistas dos bancos deixaram de projetar aumento da taxa de juros, que serve de referência para todo mercado, no decorrer deste ano.

Para o fim de 2020, a previsão para os juros continuou em 8% ao ano. Com isso, os analistas seguem prevendo alta dos juros no ano que vem. 

Produto Interno Bruto
Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, a previsão do mercado financeiro permaneceu inalterada em 2,50% na semana passada.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

Para o ano que vem, a expectativa do mercado financeiro para expansão da economia continuou também em 2,50%.

Os economistas dos bancos não alteraram a previsão de expansão da economia para 2021 e para 2022 – que seguiu em 2,50% para os dois anos.

Outras estimativas
  • Dólar - A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2019 recuou de R$ 3,75 para R$ 3,70 por dólar. Para o fechamento de 2020, caiu de R$ 3,78 para R$ 3,75 por dólar.
  • Balança comercial - Para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2019 caiu de US$ 52 bilhões para US$ 51 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit recuou de US$ 49 bilhões para US$ US$ 47,65 bilhões.
  • Investimento estrangeiro - A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2019, caiu de US$ 80 bilhões para US$ 79,5 bilhões. Para 2020, a estimativa dos analistas recuou de US$ 82,44 bilhões para US$ 80 bilhões.
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domingo, 3 de fevereiro de 2019

Explosão causada por queda de meteorito sacode oeste de Cuba

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Incidente foi registrado na província de Pinar del Río, na noite desta sexta-feira (1º). Não há relatos de feridos, segundo autoridades.
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Por France Presse 

Postado em 03 de fevereiro de 2019 às 16h00m 
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Morador exibe pedaço de meteorito em Viñalez — Foto: Fatima Rivero/Telepinar/AFP

A queda de um meteorito causou nesta sexta-feira (1º) uma forte explosão antecedida de um clarão no céu que sacudiu vários municípios da província cubana de Pinar del Río, segundo um membro do instituto estatal de astronomia.

"A explosão sentida em vários territórios da província Pinar del Río, no extremo ocidental de Cuba, poderia ser o resultado de um meteorito", detalhou a Prensa Latina.

"Estamos na presença de um meteorito de tipo pétreo, que tem uma liga de ferro e níquel e também tem uma grande quantidade de silicato de magnésio", disse Efrén Jaimez Salgado, do Instituto Nacional de Geofísica e Astronomia, citado pela Rádio Guamá.

Jaimez afirmou que o maior fragmento encontrado até agora é de 11 centímetros.
Alguns dos pedaços de meteorito que caíram em Viñalez — Foto: Fatima Rivero/Telepinar/AFPAlguns dos pedaços de meteorito que caíram em Viñalez — Foto: Fatima Rivero/Telepinar/AFP

O estrondo e o clarão no céu aconteceram por volta das 14h do horário local e foram reportados por muitas pessoas em suas redes sociais. Jornalistas da Telepinar divulgaram fotografias de rochas pretas do tamanho de um punho que caíram no povoado de Viñales.

O vice-presidente do Conselho da Administração em Viñales, Osmany Moseguí, disse que não há registros de pessoas afetadas.

"Em Viñales caíram várias partículas de pedras. A maior de que temos notícia é de entre 20 e 30 centímetros, na estrada que leva ao Mural da Pré-história, uma das atrações do destino turístico pinarenho, e deixou marcas do impacto", afirmou.

A sede em Key West do Serviço Nacional do Clima (NWS, sigla em inglês) informou via Twitter que recebeu relatos sobre um "meteorito visto no céu sobre as Florida Keys".

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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Produção da indústria cresce 0,2% em dezembro e fecha 2018 com alta de 1,1%

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Resultado representa uma desaceleração significativa frente a 2017 (2,5%), quando o setor interrompeu 3 anos de queda. Indústria teve pior dezembro desde 2015.
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Por Darlan Alvarenga e Daniel Silveira, G1 — São Paulo e Rio de Janeiro 

Postado em 01 de fevereiro de 2019 às 17h05m 
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Linha de montagem da S10 e da Trailblazer em São José dos Campos; produção de veículos foi o destaque de alta em 2018. — Foto: GM/DivulgaçãoLinha de montagem da S10 e da Trailblazer em São José dos Campos; produção de veículos foi o destaque de alta em 2018. — Foto: GM/Divulgação

A produção industrial brasileira registrou alta de 0,2% em dezembro, na comparação com novembro, segundo divulgou nesta sexta-feira (1) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, a indústria acumulou no ano um crescimento de 1,1%, o que representa uma desaceleração significativa frente a 2017 (2,5%), quando interrompeu 3 anos seguidos de taxas negativas.

Foi o pior resultado para dezembro desde 2015 (-1,9%), na comparação com o mês imediatamente anterior, segundo a série histórica da pesquisa.

Na comparação com dezembro de 2017, o setor industrial registrou queda de 3,6%, também o pior resultado interanual para o mês desde 2015 (-12%), o que reforça a leitura de que a recuperação do setor segue frágil e em ritmo lento.

Produção da indústria brasileira
Veja o resultado acumulado no ano (em %)
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Fonte: IBGE

"No acumulado dos últimos doze meses (1,1%), a indústria permaneceu com perda de ritmo frente aos resultados de julho (3,3%), agosto (3,1%), setembro (2,7%), outubro (2,3%) e novembro (1,8%)", destacou o IBGE.

Considerando a média móvel trimestral, a produção industrial fechou 2018 16,3% abaixo do ponto mais alto da série histórica, iniciada em 2012, que foi alcançado em maio de 2011.

A indústria operou em dezembro num patamar 2,6% abaixo daquele que operava em junho, quando atingiu o ponto mais alto do ano em termos de produção, destacou o gerente da pesquisa, André Macedo.
Produção industrial fecha 2018 com resultado positivo mas com perda de ritmo, diz IBGE
Produção industrial fecha 2018 com resultado positivo mas com perda de ritmo, diz IBGE

13 os 26 ramos pesquisados tiveram queda no ano
Segundo o IBGE, 13 dos 26 ramos industriais pesquisados registraram queda em 2018. Houve alta, entretanto, em 50,9% dos 805 produtos pesquisados.

Entre as atividades em queda, as maiores contribuições negativas para o resultado da indústria no ano foram de produtos alimentícios (-5,1%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (-3,3%) e de couro, artigos para viagem e calçados (-2,3%).

A fraco desempenho da indústria de alimentos, segundo Macedo, está relacionado a dois produtos: açúcar e carnes de aves. Há uma mudança no mix de processamento da cana de açúcar, privilegiando a produção de etanol à produção do açúcar, afetando o setor de alimentos. Já em relação às carnes, com destaque para as de aves, houve uma significativa redução das exportações em função de embargos internacionais à produção brasileira, explicou.
Produção industrial em 2018 por ramos pesquisados — Foto: Divulgação
Produção industrial em 2018 por ramos pesquisados — Foto: Divulgação

Já as maiores influências positivas do ano vieram do crescimento da produção de veículos automotores, reboques e carrocerias (12,6%), metalurgia (4,0%), celulose, papel e produtos de papel (4,9%), indústrias extrativas (1,3%), máquinas e equipamentos (3,4%), e produtos farmoquímicos e farmacêuticos (6,1%).

Entre as grandes categorias econômicas, destaque para bens de consumo duráveis (7,6%) e bens de capital (7,4%), impulsionadas, em grande parte, pela ampliação na fabricação de automóveis (10,8%) e eletrodomésticos da linha marrom (4,4%), na primeira; e de bens de capital para equipamentos de transporte (13,8%) e para construção (25,2%), na segunda.

Embora tenha perdido intensidade nos últimos meses do ano, o setor automobilístico, em 2018, foi especialmente favorecido pela maior demanda do mercado argentino, disse o gerente da pesquisa.

O setor de bens intermediários teve alta de apenas 0,4%, enquanto o segmento de bens de consumo semi e não-duráveis registrou queda de 0,3%.

Produção industrial mensal
Comparação com o mês imediatamente anterior, em %
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Fonte: IBGE

Recuperação lenta e perspectivas
A recuperação do setor, assim como a do restante da economia brasileira, seguiu em ritmo lento no ano passado, mas na virada do ano aumentou o otimismo dos empresários.
O Índice de Confiança da Indústria (ICI), calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) atingiu em janeiro o maior nível desde agosto de 2018.

Já o índice de intenção de investimentos da indústria atingiu o maior nível desde abril de 2014, segundo levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A pesquisa mostrou, entretanto, que a situação financeira das empresas piorou e que, na avaliação dos empresários, o acesso ao crédito continua difícil.

Ainda de acordo com a CNI, o faturamento do setor cresceu de forma mais significativa em 2018. Na série livre de influências sazonais, o faturamento aumentou 1,1% entre novembro e dezembro, e fechou o ano com alta de 4,1% ao se comparar as médias de 2017 e 2018.
A mais recente pesquisa Focus realizada pelo Banco Central com uma centena de economistas aponta que a expectativa é de um crescimento de 3,04% da produção industrial em 2019, e de um avanço de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do país no ano.

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