Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Projeções são divulgadas toda segunda-feira pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada com mais de 100 instituições financeiras. Recorte de agora faz referência à última semana. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por Alexandro Martello, g1 — Brasília Postado em 25 de Maio de 2.026 às 10h30m #.* -- Post. - Nº.\ 12.294 -- *.#
Os economistas do mercado financeiro elevaram novamente sua estimativa
para a inflação em 2026, que ultrapassou a barreira dos 5%. Esta é
décima primeira semana seguida de aumento.
As expectativas fazem parte do "Boletim Focus", divulgado nesta segunda-feira (25) pelo Banco Central (BC), com base em pesquisa realizada na última semana com mais de 100 instituições financeiras.
A explicação é que a guerra no Oriente Médio
fez disparar o preço do petróleo — que opera, nesta segunda, próximo de
US$ 95 — e, por isso, tem potencial de pressionar a inflação brasileira
(via aumento dos combustíveis).
➡️ Para 2026, a estimativa subiu de 4,92% para 5,04%;
➡️ Para 2027, a expectativa avançou de 4% para 4,01%;
🔎 Por que isso importa?Quanto
maior a inflação, menor é o poder de compra da população —
especialmente entre quem recebe salários mais baixos. Isso ocorre porque
os preços sobem, enquanto os salários não acompanham esse aumento.
Corte dos juros
Mesmo com aumento da projeção de inflação neste ano e nos próximos, o mercado financeiro continuou projetando queda dos juros.
A estimativa
do mercado para a taxa Selic ao fim de 2026 permaneceu em 13,25% ao ano
na última semana, embutindo reduções no decorrer do ano.
Para o fechamento de 2027, a projeção do mercado permaneceu em 11,25% ao ano.
Para o fim de 2028, a estimativa dos analistas continuou em 10% ao ano.
Guerra no Oriente Médio atinge diretamente setores da indústria
brasileira que usam derivados de petróleo como matéria prima — Foto:
Jornal Nacional/ Reprodução
Atividade econômica
Para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2026, a estimativa do mercado subiu de 1,85% para 1,89%.
Copa do Mundo Pela primeira vez, a Fifa adotou o sistema dinâmico na venda de ingressos: quanto maior a demanda, maior o preço do ingresso. Os torcedores ainda enfrentam outros preços inflacionados. O exemplo mais polêmico está no transporte público. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por Jornal Nacional 21/05/2026 21h58 Atualizado há 3 dias Postado em 25 de Maio de 2.026 às 06h00m #.* -- Post. - Nº.\ 12.293 -- *.# Nunca foi tão caro comprar ingressos para a Copa do Mundo
Faltam três semanas para começar a Copa do Mundo, e nunca foi tão caro estar nas arquibancadas para ver os jogos.
Pela primeira vez, a Fifa adotou o sistema dinâmico na venda de ingressos: quanto maior a demanda, maior o preço do ingresso.
Os valores de vários jogos explodiram ao longo dos últimos meses.
Espanha x Uruguai, por exemplo, o ingresso mais barato passou do
equivalente a R$ 600 para R$ 1.575. O mais caro da final agora está custando cerca deR$ 55 mil.
Os torcedores ainda enfrentam outros preços inflacionados. O exemplo
mais polêmico está no transporte público. É simples ir do Centro de Nova
York até o principal estádio da Copa do Mundo, o Nova York/Nova Jersey,
que vai receber oito jogos – entre eles, a estreia do Brasil e a final
no dia 19 de julho. A melhor opção é ir de trem, uma viagem rápida.
Normalmente,
o bilhete de ida e volta custa R$ 64. O problema é que essa mesma
viagem durante a Copa do Mundo vai custar oito vezes mais: US$ 105, o
equivalente a cerca de R$ 525 só para poder ir para o jogo.
Nunca foi tão caro estar nas arquibancadas para ver os jogos Copa do Mundo — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
"A
nossa viagem até o estádio – olha só ele aqui, ó – durou só 15
minutinhos. Esse preço inflacionado fez muitos torcedores na internet
cogitarem vir a pé para cá. Mas isso também é muito difícil. O estádio é
todo cercado por estradas, é perigoso andar a pé por aqui. Também vai
ser possível ir de ônibus por cerca de R$ 100. Mas apenas 18 mil
passagens por jogo estão disponíveis nesse serviço”, conta o
correspondente Guilherme Pereira.
A Fifa afirmou que o sistema de preço dinâmico segue o padrão do
mercado americano e que reinveste 90% da arrecadação da Copa no
desenvolvimento do futebol mundial.
Foguete lançado às 12h deste domingo (24) - no horário de Brasília - levará a espaçonave Shenzhou e seus três tripulantes para a estação espacial onde um deles permanecerá por um ano inteiro. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por France Presse 24/05/2026 13h05 Atualizado há uma hora Postado em 24 de Maio de 2.026 às 14h05m #.* -- Post. - Nº.\ 12.292 -- *.#
China lança missão para se preparar para ida à Lua
A China lançou, neste domingo (24), sua missão Shenzhou-23, na qual um
astronauta passará um ano no espaço pela primeira vez, uma etapa crucial
em sua ambição de enviar humanos à Lua até 2030.
O veículo lançador de foguetes Longa Marcha 2F decolou em meio a uma
nuvem de chamas e fumaça às 23h08 (12h08 no horário de Brasília) do
centro de lançamento de Jiuquan, localizado no deserto de Gobi, no
noroeste da China, segundo imagens exibidas pela emissora estatal CCTV.
O foguete levará a espaçonave Shenzhou e seus três tripulantes para a
estação espacial Tiangong ("Palácio Celestial", em chinês), onde um
deles permanecerá por um ano inteiro.
A China lançou a missão espacial Shenzhou-23 rumo à estação espacial
Tiangong, a partir do Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan —
Foto: REUTERS/Maxim Shemetov
A missão também marca o primeiro voo espacial de um astronauta de Hong
Kong: Li Jiaying, de 43 anos, que antes trabalhava para a polícia no
território semiautônomo chinês.
Os outros membros da tripulação são o comandante Zhu Yangzhu, um
engenheiro aeroespacial de 39 anos; e Zhang Zhiyuan, um ex-piloto da
força aérea de mesma idade que viajará ao espaço pela primeira vez.
Essa experiência permitirá que os cientistas estudem os efeitos da
microgravidade prolongada, essenciais para potenciais missões futuras à
Lua ou mesmo a Marte.
Graças a investimentos maciços, o gigante asiático desenvolveu
consideravelmente seu programa espacial e agora compete com os Estados
Unidos e seu programa Artemis para retornar à superfície lunar.
Além da estadia orbital de um ano, a tripulação realizará inúmeros
experimentos relacionados às ciências da vida, dos materiais, física de
fluidos e medicina.
Atrofia muscular, radiações, fadiga...
A seleção do astronauta encarregado de passar um ano em órbita ocorrerá
posteriormente, dependendo do progresso da missão Shenzhou-23, afirmou
um funcionário da Agência Espacial Tripulada da China(CMSA) neste sábado (23).
Os astronautas Zhu Yangzhu, Zhang Zhiyuan e Lai Ka-ying, o primeiro
astronauta de Hong Kong, acenam durante uma cerimônia de despedida antes
de participarem da missão espacial Shenzhou-23 rumo à estação espacial
chinesa Tiangong — Foto: REUTERS/Maxim Shemetov
Os "principais desafios" serão "os efeitos sobre o ser humano": "perda
de densidade óssea, atrofia muscular, exposição a radiações, distúrbios
do sono e fadiga comportamental e psicológica", explicou à AFP Richard
de Grijs, astrofísico e professor da Escola de Ciências Matemáticas e
Físicas da Universidade Macquarie, na Austrália.
Ele também enfatizou a importância da confiabilidade dos sistemas de
reciclagem de água e ar, assim como a capacidade de gerenciar potenciais
emergências médicas longe da Terra.
"A China
tornou-se muito competente nessas áreas, mas a duração é importante. Um
ano em órbita coloca o equipamento e a tripulação em um regime
operacional diferente das missões Shenzhou, mais curtas", ressaltou De
Grijs.
Até agora, as tripulações permaneciam na estação Tiangong por seis meses antes de serem substituídas.
"Nave dos sonhos"
AChina ainda está na fase de desenvolvimento e teste dos equipamentos necessários para enviar astronautas à Lua nesta década.
Este ano, está programado o voo de teste em órbita da espaçonave
Mengzhou ("Nave dos Sonhos"). Esta espaçonave substituirá a Shenzhou em
missões tripuladas à Lua.
Pequim espera ter construído até 2035 o primeiro segmento de uma base
científica habitada em um satélite da Terra, chamada Estação
Internacional de Pesquisa Lunar (ILRS).
O gigante asiático investiu bilhões de dólares nos últimos trinta anos
para equiparar seu programa espacial aos dos Estados Unidos, Rússia e
Europa.
Seu progresso tem sido particularmente visível na última década.
Em 2019, a China pousou uma sonda espacial no lado oculto da Lua, uma conquista sem
precedentes em todo o mundo, e em 2021, pousou um pequeno robô em Marte.
A China foi oficialmente excluída da Estação Espacial Internacional (ISS) em
2011, ano em que os Estados Unidos proibiram sua agência espacial, a
Nasa, de colaborar com Pequim.
Isso levou o gigante asiático a desenvolver seu próprio projeto de estação espacial.
A estação espacial chinesa, chamada Tiangong (Palácio Celestial), é um complexo orbital habitável e totalmente operacional em órbita baixa da Terra. Ela abriga tripulações em rotação constante e recentemente recebeu a missão Shenzhou-23, que levou três astronautas para uma estadia recorde, com um dos membros previsto para ficar até um ano no espaço.
A estrutura da Tiangong opera a uma altitude entre (340 km) e (450 km) e pesa entre 80 e 100 toneladas, funcionando como o principal laboratório de microgravidade e posto avançado de Pequim.
Detalhes Principais e Operações
Módulo Central(Tianhe): Lançado em 2021, é a
a espinha dorsal da estação, fornecendo suporte de vida e controle.
Tripulação: Geralmente composta por três a seis astronautas que se revezam em missões de longa duração.
Contexto: A China foi banida do acesso à Estação Espacial Internacional (ISS) em 2011 devido a leis dos Estados Unidos, o que motivou a construção independente da Tiangong como seu próprio posto avançado de pesquisa.
Acompanhamento e Rastreamento
Você pode acompanhar a localização exata da Tiangong em tempo real ao redor do globo usando rastreadores orbitais como o AstroViewer para ver quando ela passará visível próxima à sua região.
Se você tiver interesse, posso:
Informar mais detalhes sobre os experimentos científicos conduzidos a bordo da
estação.
Explicar as diferenças de tamanho e arquitetura entre a Tiangong e a Estação Espacial Internacional (ISS).
Em 10 anos, sedãs deixaram de ser quase 30% dos emplacamentos para chegar a 12%. Nesse intervalo, os SUVs dispararam em vendas: passaram de 14% para quase 55% do mercado. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Por André Fogaça, g1 — São Paulo 24/05/2026 03h00 Atualizado há 03 horas Postado em 24 de Maio de 2.026 às 06h00m #.* -- Post. - Nº.\ 12.291 -- *.#
g1 testou o Toyota Corolla e responde: por que os sedãs não vendem como antes?
Hoje pode soar estranho, mas o tipo de carro mais vendido no Brasil em 2015 era o sedã. Em 10 anos, porém, o mercado passou por uma transformação profunda, e o modelo preferido dos consumidores mudou: agora, é o SUV.
De acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), 29% dos carros zero quilômetro vendidos em 2015 eram sedãs. Em 2025, a participação desses modelos caiu para 12%.
Nesse mesmo intervalo de tempo, os SUVs dispararam em vendas: passaram de 14% para quase 55% do mercado.
“Eu
vejo a queda dos sedãs muito mais como uma perda de protagonismo do que
um abandono. O SUV virou o ‘carro padrão’ da família brasileira”,
afirma Murilo Briganti, sócio da Bright Consulting.
Segundo ele, a diferença cada vez menor de preçosentre
SUVs e sedãs influenciou a escolha do consumidor. Na faixa dos R$ 110
mil, convivem modelos como Volkswagen Virtus e T-Cross. Já na casa dos
R$ 200 mil, estão Toyota Corolla e Corolla Cross.
Além disso, Murilo destaca outros fatores que levaram mais consumidores aos SUVs:
Posição de dirigir mais elevada;
Maior sensação de segurança;
Versatilidade;
Status.
Milad Kalume Neto, consultor automotivo, pensa parecido e avalia que a
chegada de vários SUVs de entrada — como Volkswagen Tera, Fiat Pulse,
Chevrolet Sonic e outros — tende a reduzir ainda mais o espaço dos sedãs
no mercado.
“Provavelmente teremos picos de vendas com 50% de participação ao longo do ano”, afirma Kalume Neto.
Sedãs sobrevivem graças a puristas
Toyota Corolla — Foto: divulgação/Toyota
Embora o mercado de sedãs tenha encolhido bastante, ainda existe um
público cativo, quase de nicho, que ajuda a evitar o desaparecimento
desses modelos das ruas brasileiras.
Para
Kalume Neto, o segmento conhecido como “carro de patrão” foi o menos
afetado. “Aquela imagem do CEO de uma empresa saindo de um Fiesta Hatch?
Não, né! O cara sai de Mercedes Classe C, E, SL... todos sedãs!”, diz.
Na avaliação do consultor, a exclusividade dos sedãs mais caros faz com
que esses modelos praticamente não disputem espaço com os SUVs de luxo.
Essa diferença fica clara no gráfico abaixo. Os sedãs grandes, que
normalmente concentram os modelos mais caros e voltados ao público
executivo, mantiveram uma trajetória mais estável nos últimos 10 anos.
Já os modelos pequenos despencaram, passando de 17% para menos de 3% das vendas — queda de quase 83% em uma década.
“Chegou a ter uma certa competição com as SUVs, mas em geral é
inatingível numa série de aspectos, entre os quais, a exclusividade”,
diz Milad sobre a preferência pelos sedans mais corporativos.
Kalume Neto e Briganti também concordam que taxistas e motoristas de
transporte por aplicativo ajudam a sustentar o volume de vendas dos
sedans.
“Frotas, locadoras, motoristas de app e taxistas valorizam espaço interno, conforto e custo operacional”, diz Briganti.
O espaço do porta-malas também é um fator relevante para sustentar as
vendas entre consumidores que transportam mais bagagem ou costumam fazer
viagens mais longas.
“Existe um público mais tradicional que ainda prefere o sedan pela
dinâmica: carro mais baixo, centro de gravidade mais próximo do solo,
melhor estabilidade em estrada”, aponta o especialista.
O que o sedã tem de bom?
Não há como falar de sedã sem citar o Toyota Corolla. Por isso, o g1
passou uma semana a bordo da versão Altis Hybrid para entender se a
escolha ainda faz sentido.
O Corolla oferece acabamento com materiais macios ao toque em grande
parte da cabine, deixando o uso de plástico rígido restrito a poucos
pontos.
Entre os SUVs concorrentes, esse nível de cuidado com os materiais não é
tão presente quanto no sedã da Toyota. Modelos como Volkswagen Taos,
Nissan Kicks e Hyundai Creta, por exemplo, utilizam muito mais plástico
rígido na cabine.
— Foto 1: Toyota Corolla sedan tem acabamento mais macio (esq.) — Foto 2: Toyota Corolla Cross tem mais plástico duro (dir.)
O Corolla conta com uma central multimídia satisfatória, de 10,1
polegadas, com espelhamento sem fio para Android Auto e Apple CarPlay,
além de teto solar. O modelo também oferece piloto automático
adaptativo, que consegue manter o carro centralizado mesmo em trechos
sem faixas pintadas.
Comparado ao Corolla Cross, SUV que herdou seu nome, as diferenças
ficam mais evidentes no espaço interno. O sedã tem cerca de seis
centímetros a mais de entre-eixos, o que se traduz em maior conforto
para passageiros mais altos no banco traseiro.
O porta-malas também é maior, mas apresenta a limitação comum aos
sedãs: a altura é restrita pela carroceria e pelo vidro traseiro. Para
quem precisa transportar objetos mais altos, o SUV continua sendo a
alternativa mais indicada.
Para não dizer que o sedã leva vantagem em todos os aspectos, o Toyota
Corolla Cross adota uma solução mais moderna ao oferecer freio de
estacionamento eletrônico. Além de manter o carro parado no semáforo sem
a necessidade de pressionar o pedal ou acionar uma alavanca, o sistema
permite que o piloto automático adaptativo pare o veículo completamente.
— Foto 1: Toyota Corolla Cross (SUV) — Foto 2: Toyota Corolla (sedan)
Esse é um detalhe relevante para quem procura um pacote mais completo.
Ainda assim, no sedã, a posição de dirigir mais baixa transmite maior
sensação de segurança em curvas e reforça um caráter esportivo que o SUV
não oferece.
Dessa forma, o Corolla sedã oferece uma condução mais interessante, reforçada pelo desenho mais aerodinâmico da carroceria.
Já o Corolla Cross aposta em linhas mais retas e se destaca ao
enfrentar lombadas e valetas. Nos testes, não foram raras as situações
em que o sedã raspou o para-choque ao entrar em rampas de estacionamento
ou ao circular por vias com muitas valetas.
Com isso, fica claro que o sedã continua sendo uma ótima aposta em
dirigibilidade para quem gosta de estar ao volante. Mas o SUV virou
mania nacional, faz sentido para quem prioriza conforto no uso urbano e
precisa de mais altura para transportar volumes maiores no porta-malas.