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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Nasa prepara fase final de missão para explorar oceano de Europa, lua gelada de Júpiter

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Acredita-se que, sob uma espessa camada gelada, a lua Europa tenha um corpo d'água de 170 km de profundidade, que talvez possa conter condições adequadas para desenvolvimento biológico.
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 Por BBC  

 Postado em 21 de agosto de 2019 às 13h00m  
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Ilustração mostra como será a missão da Europa Clipper, que tentará determinar se a lua de Jupiter pode ter condições de abrigar vida — Foto: Divulgação/NasaIlustração mostra como será a missão da Europa Clipper, que tentará determinar se a lua de Jupiter pode ter condições de abrigar vida — Foto: Divulgação/Nasa

Cientistas responsáveis por uma audaciosa missão ao oceano da lua Europa receberam o aval da Nasa, a agência espacial americana, para a fase final de design e construção da aeronave.

O objetivo é chegar ao gelado satélite do planeta Júpiter, considerado um ponto importante de pesquisas sobre a possibilidade de vida extraterrestre.

A missão Europa Clipper busca investigar "se ela (lua de Júpiter) tem condições adequadas para abrigar vida, aprimorando nossos conhecimentos sobre a astrobiologia", afirmou a Nasa.
Acredita-se que, sob sua camada gelada, Europa tenha um corpo d'água de 170 km de profundidade, que talvez possa conter condições adequadas para desenvolvimento biológico.
Prevista para ser lançada em 2025, a Europa Clipper agora ultrapassa o estágio chamado de Ponto-chave Decisório C, considerado crucial para alcançar o estágio de lançamento.

"Estamos animados com a decisão, que coloca a missão Europa Clipper um passo mais perto de desvendar os mistérios desse mundo oceânico", afirmou Thomas Zurbuchen, administrador-associado do projeto na Nasa.

Desafiando a radiação
A missão pretende confirmar se as interações gravitacionais com Júpiter geram forças de ondas e calor - responsáveis por manter líquido o oceano lunar.

Esse aquecimento, talvez, inclusive, cause uma vazão vulcânica no leito da lua. Na Terra, esse sistema de vazão é responsável por permitir uma ampla variedade de formas de vida.

Mas foram necessárias décadas para que a missão Clipper chegasse ao estágio atual, por seus custos e os desafios da exploração espacial ao redor de Júpiter.

O caminho orbital da Europa a leva por cinturões de radiação intensa que estão ao redor do planeta gigante. Essa radiação destrói componentes eletrônicos, fator que limita a duração de missões a meses ou mesmo a poucas semanas.
Europa tem um vasto oceano debaixo de sua camada de gelo — Foto: Divulgação/ Nasa/JPL-Caltech/Seti InstituteEuropa tem um vasto oceano debaixo de sua camada de gelo — Foto: Divulgação/ Nasa/JPL-Caltech/Seti Institute

Por isso, em vez de orbitar Europa, a missão Clipper vai fazer diversos voos próximos a essa lua, para reduzir sua exposição às partículas energéticas do campo magnético de Júpiter.

A espaçonave da missão carregará nove instrumentos científicos, incluindo câmeras e medidores para produzir imagens de alta resolução da superfície lunar, um magnetômetro para medir a força e direção desse campo magnético (dando pistas sobre a profundidade e salinidade do oceano de Europa) e um radar de penetração no gelo.
A camada de gelo pode ter dezenas de quilômetros de espessura. Mas os cientistas estimam haver diversas maneiras de a água do oceano subir até a superfície de Europa.
Nos últimos anos, o telescópio espacial Hubble fez observações experimentais de formações de gelo em erupção abaixo de Europa, assim como na Enceladus, lua gelada de Saturno que também tem um oceano subterrâneo.

Os primeiros esboços das missões para explorar Europa foram concebidos na década de 1990, na época em que dados da espaçonave Galileo ajudaram a reunir indícios de um oceano subterrâneo.

Desde então, no entanto, as propostas de exploração acabaram frustradas.
Mas a Europa Clipper teve uma peça-chave no Congresso americano: o legislador republicano John Culberson, que preside o comitê da Câmara dos Representantes dos EUA que financia a Nasa e canalizou dinheiro para a missão.

Uma missão com pouso de robôs em Europa chegou a ser proposta, mas o pedido de orçamento federal mais recente não incluiu financiamento para essa alternativa.

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terça-feira, 20 de agosto de 2019

Poeira de explosão estelar é encontrada na neve da Antártica, diz estudo

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Astrônomos da Alemanha e da Áustria analisaram 500 kg de gelo e identificaram resíduos que não são típicos da superfície terrestre. Provavelmente caíram sobre a Terra após uma 'supernova'.
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 Por G1  

 Postado em 20 de agosto de 2019 às 18h15m  

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 Animação da Nasa ilustrando uma explosão supernova. — Foto: NASA/SOFIA/Symbolic Pictures/The Casadonte Group

Um grupo de pesquisadores alemães e austríacos encontrou poeira no gelo da Antártica que, segundo eles, veio de uma explosão estelar. Esse tipo de explosão, chamado "supernova", ocorre no momento da morte de uma estrela.

O astrofísico nuclear Dominik Koll afirmou à rede de TV americana CNN nesta terça-feira (20) que os detritos viajaram "bilhões de bilhões de quilômetros pelo espaço e têm milhões de anos". A descoberta foi divulgada em um artigo na revista "Physical Review Letters", em 12 de agosto.

O que é uma supernova
Segundo a definição da agência espacial dos Estados Unidos (Nasa), uma supernova ocorre quando uma estrela massiva perde combustível para continuar queimando. Ela esfria, e isso faz com que sua pressão interna caia. Também diminui a gravidade e a estrela entra em colapso.
"Imagine algo que tem um milhão de vezes a massa da Terra colapsar em 15 segundos", explica a Nasa. Essa explosão emite uma enorme quantidade de poeira e de gás.
Imagem da estrela Eta Carinae capturada pelo telescópio Hubble, da Nasa. — Foto: NASA, ESA, N. Smith (Universidade do Arizona) e J. Morse (BoldlyGo Institute)Imagem da estrela Eta Carinae capturada pelo telescópio Hubble, da Nasa. — Foto: NASA, ESA, N. Smith (Universidade do Arizona) e J. Morse (BoldlyGo Institute)

Portanto, o que esse grupo de cientistas europeus encontrou foram resíduos de uma explosão desse tipo. Esses materiais ficam viajando pelo espaço até encontrar outro corpo contra o qual colidir -- neste caso, a Terra.

Poeira extraterrestre
"A Terra é constantemente bombardeada com poeira extraterrestre, contendo informação de valor imenso sobre os processos extraterrestres", diz o estudo.
Os astrônomos analisaram 500 kg de neve da Antártica e encontraram tipos de resíduos que não são típicos da superfície da Terra. Eles perceberam isso por meio da análise no teor de ferro.
Eles acreditam que essa poeira tenha caído sobre a Terra em algum momento nos últimos 20 milhões de anos. Conforme Koll explicou à CNN, a Antártica foi escolhida para a pesquisa justamente por ser uma região praticamente intocada do planeta, onde seria possível encontrar elementos ainda não estudados pela ciência.

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Em cem anos, Europa ficou mais verde mesmo após duas guerras mundiais

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Continente fez programas maciços de reflorestamento. Alemanha está na vanguarda do manejo florestal, com técnica que extrai madeira sem destruir o resto da mata.
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Em cem anos, Europa ficou mais verde mesmo após duas guerras mundiais
Em cem anos, Europa ficou mais verde mesmo após duas guerras mundiais

Quando a Alemanha e a Noruega anunciaram a suspensão do envio de recursos para a proteção da Floresta Amazônica, o presidente Jair Bolsonaro repetiu uma postura que o então presidente Lula adotava quando estrangeiros criticavam a política ambiental do Brasil. Os dois presidentes afirmaram que a Europa destruiu todas as suas florestas e que, por isso, não tem moral para dar conselhos sobre a Amazônia.

Mas, nos últimos cem anos, a Europa enfrentou duas guerras mundiais, o fim do comunismo e viu o surgimento da União Europeia, e apesar de todas essas transformações políticas e econômicas, cientistas afirmam que o continente se tornou mais verde.

Hoje, depois de uma política de intenso reflorestamento, quase metade do território europeu é coberto por florestas.

Foi no Brasil que o mundo criou o princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas. A Rio-92 estabeleceu que cada país tem sua própria obrigação. Só que o meio ambiente é um assunto de todos.

Diante de dados alarmantes, governos brasileiros tão diferentes têm pelo menos uma reação em comum: ignorar esse combinado de 27 anos atrás.

A Amazônia é que nem aqueles vidros de água benta que têm na igreja: todo mundo acha que pode meter o dedo. Nós não podemos permitir que as pessoas tentem ditar as regras do que que a gente tem que fazer na Amazônia, declarou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Queria até mandar um recado para a senhora querida Angela Merkel, que suspendeu US$ 80 milhões para a Amazônia: pega essa grana e refloreste a Alemanha, lá está precisando muito mais do que aqui, disse o presidente Jair Bolsonaro.

A Alemanha está na vanguarda do manejo florestal: a técnica extrai madeira sem destruir o resto da mata. As florestas ocupam quase um terço do território. Os alemães seguem a tendência na Europa e vêm aumentando suas florestas.

O Velho Continente tem quase a metade: 42% de seu território é coberto por florestas. Desses, 3% a 4% são de matas originais. Todo o restante foi reflorestado no último século.

A Europa é densamente povoada muito antes do Brasil e, séculos atrás, a madeira era usada para quase tudo, como lenha, na produção de móveis, casas e até de navios que conquistaram os mares. Para a sorte do mundo, a Europa investiu maciçamente em reflorestamento.

As inovações tecnológicas permitiram o cultivo numa área menor, produzindo mais alimentos que antes. A União Europeia também criou uma Política Agrícola Comum, que só permite cultivo em terras muito produtivas. Pequenas plantações foram encerradas e viraram matas.

A Europa tem fortes proteções contra o desmatamento. Líderes europeus entenderam a importância das florestas: elas conservam as espécies da região, protegem os rios, controlam o regime de chuva, eliminam e retêm gases estufa emitidos pelo homem.

Um dos criadores do Fundo Amazônia afirma que os milhões de Alemanha e Noruega vão fazer muita falta. O engenheiro florestal Tasso Azevedo argumenta que não está sobrando dinheiro no Brasil.

Não tem bolsa para os alunos, não tem comida para os recrutas, e outras questões que estamos vivendo, como cortes na educação. Esses são recursos absolutamente essenciais para as atividades de fiscalização e controle e combate ao desmatamento e para promover o desenvolvimento sustentável na Amazônia, afirma Tasso Azevedo.

Entre 1990 e 2015, a Europa ganhou o equivalente a um Portugal em florestas. Nesse mesmo período, é como se o Brasil tivesse perdido mais de cinco vezes o território de Portugal. É essa imagem que os nossos governos cultivam lá fora.

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segunda-feira, 19 de agosto de 2019

'Se o governo está relutante, cidades e estados têm de tomar a frente do cuidado com mudanças climáticas', diz cientista na Bahia

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Carlos Nobre está entre os participantes da Semana Latino-Americana e Caribenha sobre Mudança do Clima, que começou nesta segunda (19), em Salvador. Evento reúne representantes políticos e de organizações que atuam na conservação do meio ambiente no mundo.
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 Por G1 BA  

 Postado em 19 de agosto de 2019 às 14h35m  
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Climatologista Carlos Nobre participou do primeiro dia de evento — Foto: Maiana Belo/G1 Bahia
Climatologista Carlos Nobre participou do primeiro dia de evento — Foto: Maiana Belo/G1 Bahia

A participação de cidades e estados no cuidado com as mudanças climáticas, diante do que foi classificado como relutância do governo federal com relação ao tema, foi um dos destaques do primeiro dia da Semana Latino-Americana e Caribenha sobre Mudança do Clima. Promovido pela Organização das Nações Unidas (ONU), o evento começou nesta segunda-feira (19), em Salvador, e vai sexta-feira (23).
"Se o governo federal está relutante, as cidades e estados têm que tomar a frente desse cuidado com as mudanças climáticas", afirmou o climatologista e pesquisador brasileiro Carlos Nobre, que é um dos participantes.
A semana no clima é o mesmo evento que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, anunciou em maio que seria cancelado, já que o Brasil havia desistido de sediar a Conferência do Clima da ONU, a COP 25, que ocorre em dezembro, no Chile. Dias depois, o Ministério do Meio Ambiente voltou atrás e informou que o evento na Bahia aconteceria.

Membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC), da Academia Mundial de Ciências (TWAS) e da National Academy of Scicence (NAS), Carlos Nobre destacou em sua fala a necessidade de controle dos efeitos climáticos:
"Estamos notando um movimento anticiência, mas o fato de alguns ignorarem a ciência não quer dizer que o problema desaparecerá".
Começa nesta segunda-feira (19) a Semana do Clima da América Latina e Caribe, em Salvador
Começa nesta segunda-feira (19) a Semana do Clima da América Latina e Caribe, em Salvador

O climatologista falou sobre a importância do Acordo de Paris, tratado no âmbito da Organização das Nações Unidas (ONU) que rege medidas de redução dos gases estufa no mundo.

"Estamos alterando vários aspectos, como temperatura, fertilidade do solo, aquecimento dos oceanos, elevação do nível do mar, degelo do oceano ártico. Tenho esperança que o Acordo de Paris possa resolver a situação climática", disse.

De acordo com ele, o mês de julho de 2019 foi o mais quente no mundo desde meados do século 19. Além disso, continuou, houve um aumento do nível do mar de 25 centímetros, no último século, decorrente do derretimento das geleiras.
"Brasil e busca pela sustentabilidade devem caminhar sempre juntos. Se não caminharmos para um planeta neutro em carbono, o aquecimento global vai piorar muito", afirmou Nobre. 
 Primeiro dia
Evento começou nesta segunda e segue até sexta-feira — Foto: Maiana Belo/G1 Bahia
Evento começou nesta segunda e segue até sexta-feira — Foto: Maiana Belo/G1 Bahia
Durante a abertura do evento, representantes políticos e de organizações que atuam na conservação do meio ambiente também falaram da importância do trabalho em conjunto entre sociedade e governos para o combate a mudança climática.
"É importante envolver as cidades, empresas e pessoas. Com vários atores participando, podemos fomentar e sermos multiplicador do cuidado com o meio ambiente", destacou o diretor da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC), James Grabert.
O prefeito de Salvador, ACM Neto, disse que cada cidade deve dar sua contribuição para um meio ambiente mais equilibrado e preservado. "Temos que ultrapassar as ideologias e questões políticas. Esse é um tema que deve unir a todos", afirmou.

Durante o evento, o prefeito falou sobre o Plano Municipal de Adaptação e Mitigação da Mudança Climática, contratado com recursos do BID e que se inicia neste mês de agosto.

"Meio ambiente é economia. Ao longo dessa semana vamos anunciar a cada dia uma etapa do Plano. A prefeitura reafirma o compromisso com a sustentabilidade e uma cidade para sediar esse evento tem que dar o exemplo", disse ACM Neto.

Ao longo do dia, além do prefeito, também participaram da Semana Clima o secretário da Cidade Sustentável e Inovação (Secis), André Fraga; o embaixador da Holanda, Kees Van Rij; o primeiro-secretário da Embaixada Alemã, Lutz Morgenstern; o diretor-regional do Grupo C40 de Grandes Cidades para Liderança do Clima (C40), Manuel Oliveira; e a representante da Sociedade Alemã de Cooperação Internacional (GIZ), Ana Carolina Camara.
Evento reuniu representantes políticos e de entidades que atuam na conservação do meio-ambiente — Foto: Maiana Belo/G1 Bahia
Evento reuniu representantes políticos e de entidades que atuam na conservação do meio-ambiente — Foto: Maiana Belo/G1 Bahia

Durante a tarde, foi realizado um workshop sobre metas baseadas na ciência, discussões sobre o Painel Salvador de Mudança do Clima e um diálogo empresarial fechado ao público.
Houve ainda a assinatura de um manifesto escrito pelos alunos da Escola Municipal Marcos Vinicius Vilaça, que também são embaixadores da ONG alemã Plant-for-the-Planet Brasil.

Intitulado Crianças e a ciência: uma aliança em nome do futuro, o documento foi colocado à disposição para que os presentes pudessem apoiar colaborando com assinaturas. Entre as pessoas que colaboraram, está o climatologista brasileiro Carlos Nobre.

De acordo com o climatologista, este foi o manifesto mais importante que ele assinou na vida e o fato de partir de uma iniciativa de crianças torna o documento ainda mais relevante para a sociedade e para o futuro da humanidade.
"Houve um acordar geral da humanidade e essa é a geração que vai mudar. Daqui há dez anos eles já serão jovens adultos, empregados. Então essa geração tem que fazer o que minha geração não fez e as posteriores estão demorando muito para fazer", pontuou.
Carlos Nobre faz parte da equipe de estudos que irão subsidiar o Plano Municipal de Adaptação e Mitigação às Mudanças Climáticas, que teve seus trabalhos iniciados nesta segunda-feira, durante a Semana do Clima.

O documento visa construir estratégias para que a capital baiana enfrente os problemas ocasionados pelas mudanças climáticas, cada vez mais graves, sobretudo em áreas urbanas litorâneas. A ideia é que ele seja concluído até o primeiro semestre de 2020.

A capital baiana foi a primeira cidade da América Latina a assumir compromissos com o Pacto Global de Prefeitos pelo Clima e Energia, formado por gestores com o objetivo de implementar políticas e ações para redução das emissões e adaptação das cidades aos efeitos das mudanças climáticas.

Veja mais notícias do estado no G1 Bahia.
Evento começou na manhã desta segunda-feira, em Salvador — Foto: Maiana Belo/G1 Bahia
Evento começou na manhã desta segunda-feira, em Salvador — Foto: Maiana Belo/G1 Bahia

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