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sexta-feira, 17 de abril de 2026

Morre Oscar Schmidt, lenda do basquete, aos 68 anos

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Ex-jogador de 68 anos, conhecido como “Mão Santa”, não resistiu após ter um mal-estar em Santana de Parnaíba (SP) 
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Da CNN Brasil, São Paulo
17/04/26 às 16:46 | Atualizado 17/04/26 às 18:37 
Postado em 17 de Abril de 2.026 às 18h50m
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Lenda do basquete brasileiro, o ex-jogador Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos. Conhecido como "Mão Santa", ele eternizou a camisa 14 da seleção brasileira.

A informação foi confirmada pela assessoria de Oscar. Oscar chegou a ser levado ao Hospital Municipal Santa Ana, em Santana de Parnaíba (SP), após ter um mal-estar, mas não resistiu.

Segundo postagens mais recentes de familiares, ele já estava com a saúde debilitada após uma cirurgia. No começo de abril, o filho de Oscar, Felipe Schmidt, recebeu homenagem no lugar do pai no Comitê Olímpico Brasileiro (COB).

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Oscar lutou durante 15 anos contra um tumor cerebral. A assessoria informou que o velório será fechado para a família.

Nas redes sociais, o filho do "Mão Santa" postou uma homenagem ao pai. "Como filho, eu só tenho a dizer: pai, vou sentir a sua falta. Vou honrar tudo o que você me ensinou a ser como homem e tentar ser ao menos 10% do ser humano que você foi. Você foi um exemplo de vida para mim, e eu nunca, nunca vou te esquecer", escreveu Felipe Schmidt.



É com profundo pesar que comunicamos o falecimento de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial e uma figura de imenso significado humano e esportivo.

Ao longo de mais de 15 anos, Oscar enfrentou com coragem, dignidade e resiliência a sua batalha contra um tumor cerebral, mantendo-se como exemplo de determinação, generosidade e amor à vida.

Reconhecido por sua trajetória brilhante dentro das quadras e por sua personalidade marcante fora delas, Oscar deixa um legado que transcende o esporte e inspira gerações de atletas e admiradores no Brasil e no mundo.

A despedida se dará de forma reservada, restrita aos familiares, em respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento.

Os familiares agradecem, sensibilizados, todas as manifestações de carinho, respeito e solidariedade recebidas, e solicitam a compreensão de todos quanto à necessidade de privacidade neste momento de luto.

Seu legado permanecerá vivo na memória coletiva e na história do esporte, assim como no coração de todos que foram tocados por sua trajetória.

"Mão santa"

Considerado um dos maiores atletas de basquete de todos os tempos, Oscar Schmidt teve uma carreira de glórias e feitos históricos, seja pela Seleção Brasileira ou pelos clubes por onde passou.

Mesmo sem ter atuado na poderosa NBA — teve a chance, mas abriu mão — Oscar conseguiu escrever seu nome no esporte. Foram pontos decisivos no basquete nacional, quando defendeu grandes equipes do país, além de ter deixado saudade na Europa, em especial no basquete italiano.

Oscar participará de cerimônia dia 12 de setembro durante Mundial da Turquia • Reprodução
Oscar participará de cerimônia dia 12 de setembro durante Mundial da Turquia • Reprodução

Ícone do esporte internacional, integrou o Hall da Fama da Fiba e, de forma inédita, também o Hall da Fama da NBA, mesmo sem nunca ter atuado na liga.

Reconhecido por sua genialidade e impacto global, foi eleito um dos 100 maiores jogadores de basquete de todos os tempos.

Carreira vitoriosa por clubes

Oscar Schmidt iniciou a vitoriosa carreira nos anos 1970, quando defendeu as cores do Palmeiras e do Sírio. No Verdão, conquistou títulos importantes, como o Paulista de 1974, com apenas 16 anos, e o Brasileiro de 1977.

No Sírio, Oscar fez parte do histórico time campeão mundial, em 1979, em um ginásio do Ibirapuera lotado. Além do Mão Santa, o time paulista era comandado por Cláudio Mortari e tinha nomes como Marcelo Vido e Marquinhos Abdalla.

Na década de 1980, Oscar atuou no basquete da Itália. Na época, a liga europeia era considerada uma das mais prestigiadas do mundo, e a lenda brasileira anotou 14 mil pontos.

Por lá, ele defendeu a JuveCaserta durante oito temporadas, fazendo mais de 200 jogos e conquistando uma Copa da Itália. Já no Pavia, foram três anos. Por conta da trajetória vitoriosa, Oscar teve camisas aposentadas nas duas equipes italianas.

Em 1984, o brasileiro foi draftado pelo New Jersey Nets, mas abriu mão de uma vaga na poderosa liga para continuar defendendo o Brasil. Na época, atletas da NBA não eram autorizados a defender suas seleções.

Em 1995, Oscar decidiu voltar ao basquete brasileiro e vestiu a camisa do Corinthians, tornando-se campeão brasileiro no ano seguinte.

No final da carreira, Oscar também defendeu outro time de massa. Pelo Flamengo, ele levantou dois estaduais e se tornou o maior cestinha da história do esporte ao superar a marca de 46.725 pontos do ex-NBA Kareem Abdul-Jabbar.

Oscar também já vestiu as camisas do América do Rio (1982), Fórum de Valladolid, na Espanha (entre 1993 e 1995), Banco Bandeirantes (1997 e 1998) e Mackenzie (1998 e 1999).

Era de ouro na Seleção com Oscar

Oscar Schmidt escreveu seu nome no basquete nacional cedo. Em 1977, ele foi eleito o melhor pivô do Sul-Americano Juvenil de 1977, conquistando uma vaga na Seleção principal logo depois.

A grande conquista da carreira do Mão Santa aconteceu no Pan de Indianápolis em 1987. Na decisão, o Brasil conquistou a medalha de ouro após uma virada espetacular, resultado que se tornou a primeira derrota em casa dos Estados Unidos na história.

Nas Olimpíadas, foram cinco participações. A primeira, em Moscou, ele fez 169 pontos e ajudou o Brasil a conquistar o quinto lugar. Quatro anos depois, em Los Angeles, voltou a marcar 169 pontos.

Na edição de 1988, em Seul, Oscar foi o cestinha da competição com 338 pontos. O Mão Santa ainda vestiu o verde e amarelo em Barcelona 1992 e Atlanta 1996.

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Dólar cai a R$ 4,97 com reabertura do Estreito de Ormuz; Ibovespa recua

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Na véspera, a moeda americana avançou 0,02%, a R$ 4,9928. Já o principal índice da bolsa de valores recuou 0,46%, aos 196.819 pontos.
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Por Redação g1 — São Paulo

Postado em 17 de Abril  de 2.026 às 10h00m
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Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair

O dólar opera com queda nesta sexta-feira (17), recuando 0,17% por volta das 12h40, cotado a R$ 4,9842. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, tinha baixa de 0,34%, aos 196.158 pontos.

Os mercados acompanham novos desdobramentos no cenário geopolítico e econômico global. No Oriente Médio, o Irã anunciou a reabertura total do Estreito de Ormuz para embarcações enquanto durar o cessar-fogo com os Estados Unidos.

▶️ Ainda no Oriente Médio, Israel e Líbano iniciaram na quinta-feira um cessar-fogo de 10 dias, segundo o Departamento de Estado dos EUA. A trégua busca abrir espaço para negociações de um acordo permanente de segurança e paz e pode ser estendida por consenso.

▶️ O presidente do Líbano, Joseph Aoun, classificou as negociações diretas com Israel como delicadas e cruciais. Ele disse que a prioridade agora é garantir o cumprimento da trégua — embora o país já tenha acusado Israel de violá-la nesta sexta-feira.

▶️ Na Europa, líderes da França e do Reino Unido reuniram dezenas de países em Paris para discutir a reabertura do Estreito de Ormuz. Sem a presença dos EUA, a reunião faz parte de um esforço de países que não participam diretamente do conflito para reduzir os impactos econômicos globais da guerra.

  • Perto das 11h40, o preço do petróleo tipo Brent (referência internacional) tinha queda de 11,46%, cotado a US$ 88,00 o barril — no menor valor desde 10 de março deste ano, quando estava a US$ 87,80.

▶️ Na agenda econômica dos Estados Unidos, dirigentes do Federal Reserve participam de eventos ao longo do dia. A presidente do Fed de San Francisco, Mary Daly, fala em um encontro, e o presidente do Fed de Richmond, Tom Barkin, participa de evento durante a tarde.

Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.

💲Dólar

  • Acumulado da semana: -0,37%;
  • Acumulado do mês: -3,59%;
  • Acumulado do ano: -9,03%.
📈Ibovespa

  • Acumulado da semana: -0,26%;
  • Acumulado do mês: +4,99%;
  • Acumulado do ano: +22,15%.
Reabertura de Ormuz

O Irã anunciou nesta sexta-feira (17) a reabertura total do Estreito de Ormuz para embarcações enquanto durar o cessar-fogo com os EUA. O bloqueio da via marítima era um dos principais impasses nas negociações entre os dois países.

Segundo o governo iraniano, todos os navios podem voltar a circular livremente no período restante da trégua, que expira na quarta-feira (22). Após o anúncio, o preço do petróleo despencou.

"A passagem para todos os navios comerciais pelo Estreito de Ormuz é declarada completamente aberta pelo período restante do cessar-fogo, na rota coordenada já anunciada pela Organização de Portos e Marítima da República Islâmica do Irã", declarou o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, que anunciou a reabertura.

Mais cedo, dados do site de monitoramento do transporte marítimo Kpler já mostravam que a circulação pelo estreito havia sido retomada.

Três petroleiros iranianos deixaram o Golfo do Irã , transportando 5 milhões de barris de petróleo bruto, os primeiros carregamentos desse tipo desde o bloqueio dos EUA aos portos iranianos, na segunda-feira (13).

Negociações no Oriente Médio

As negociações por um cessar-fogo no Oriente Médio avançaram nos últimos dias após Israel e o Líbano concordarem com uma trégua temporária.

O acordo entrou em vigor na quinta-feira e estabelece uma pausa inicial de 10 dias nos confrontos, com o objetivo de abrir espaço para conversas que possam levar a um entendimento mais duradouro de segurança e paz entre os dois países.

A informação foi divulgada pelo Departamento de Estado dos EUA. Segundo o órgão, o prazo da trégua pode ser ampliado caso haja acordo entre as partes durante as negociações.

No Líbano, o governo também reconhece a sensibilidade das conversas em curso. O presidente do país, Joseph Aoun, afirmou nesta sexta-feira (17) que as negociações diretas com Israel sãodelicadas e cruciais.

Segundo ele, a prioridade imediata das autoridades libanesas é garantir que o cessar-fogo seja respeitado.

Ainda assim, o país já acusou Israel de violar a trégua nesta sexta-feira, o que evidencia a fragilidade do acordo e os desafios para transformá-lo em uma solução mais permanente.

Enquanto as negociações avançam, outros países tentam reduzir os efeitos econômicos do conflito.

Em Paris, líderes da França e do Reino Unido reuniram dezenas de nações para discutir formas de reabrir o Estreito de Ormuz, uma das rotas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo e que foi bloqueada pela guerra envolvendo EUA, Israel e Irã.

A reunião reúne países que não participam diretamente do conflito, mas que buscam limitar seus impactos sobre a economia global.

Os EUA não fazem parte do planejamento da chamada Iniciativa de Liberdade de Navegação Marítima no Estreito de Ormuz.

Antes do encontro, o presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou em publicação na rede X que a missão voltada à segurança da navegação terá caráter estritamente defensivo”.

Segundo ele, a iniciativa será conduzida por países que não estão envolvidos no conflito e só deverá avançar quando as condições de segurança permitirem.

Mercados globais

Em Wall Street, os índices futuros operavam em alta na manhã desta sexta-feira e indicavam a possibilidade de um fechamento semanal positivo nas bolsas.

Um pouco antes das 9h (horário de Brasília), os contratos futuros do Dow Jones subiam 0,32%. Os do S&P 500 avançavam 0,19%, enquanto o Nasdaq registrava uma alta mais moderada, de 0,1%.

Na Europa, o desempenho das bolsas era misto. No mesmo horário, o índice pan-europeu STOXX 600 subia levemente, com alta de 0,08%, aos 617,48 pontos.

Entre os principais mercados da região, o francês CAC 40 avançava 0,4% e o alemão DAX tinha ganho de 0,6%. Já o britânico FTSE 100 seguia na direção oposta, com queda de 0,2%.

Na Ásia, a maioria das bolsas fechou o dia em baixa.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng recuou 0,9%, para 26.160,33 pontos, enquanto o índice de Xangai também terminou o pregão em leve queda, de 0,1%.

No Japão, o Nikkei caiu 1,8%, para 58.475,90 pontos, um dia depois de ter alcançado um recorde histórico. Já na Coreia do Sul, o índice Kospi também encerrou o pregão em baixa, com recuo de 0,6%.

Dólar — Foto: freepik
Dólar — Foto: freepik

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