Objetivo:
“Projetando o futuro e o desenvolvimento autossustentável da sua empresa, preparando-a para uma competitividade e lucratividade dinâmica em logística e visão de mercado, visando sempre e em primeiro lugar, a satisfação e o bem estar do consumidor-cliente."
Banco digital atingiu valor de mercado de US$ 76,97 bilhões nesta terça-feira (28) e superou nomes tradicionais como Itaú (US$ 72,54 bilhões), Vale (US$ 49,60 bilhões). <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Redação g1— São Paulo Postado em 29 de Outubro de 2.025 às 07h45m #.* -- Post. - Nº.\ 11.923 -- *.#
O Nubank alcançou um novo marco no mercado financeiro ao atingir valor de mercado de US$ 76,97 bilhões, ultrapassando a Petrobras(US$ 74,67 bilhões) e se consolidando como a empresa mais valiosa do Brasil, segundo dados do site Companies Market Cap, divulgados nesta terça-feira (28).
Com esse desempenho, o banco digital também supera nomes tradicionais comoItaú(US$ 72,54 bilhões), Vale (US$ 49,60 bilhões) e BTG Pactual(US$ 49,60 bilhões), completando o grupo das cinco companhias brasileiras de maior valor na Bolsa.
Na América Latina, o Nubank ocupa a segunda posição, atrás apenas do Mercado Livre, que vale US$ 116,1 bilhões.
Em escala global, a fintech figura como a 40ª maior empresa do setor
financeiro, à frente de gigantes internacionais como BNY Mellon (US$
75,62 bilhões), Barclays (US$ 75,05 bilhões) e US Bancorp (US$ 73,55
bilhões).
As ações do Nubank acumulam alta de 53,7% em 2025, encerrando o pregão
de terça a US$ 15,93 — próxima do recorde histórico de US$ 16,30,
registrado em 22 de setembro.
Em outubro deste ano, a Nu Holdings, controladora do Nubank, ficou em
4º lugar na lista das 100 empresas que mais crescem no mundo de 2025, da
revista Fortune, que reconhece companhias de capital aberto com maior
avanço anual em três anos.
A Nvidia
liderou o ranking, com a Royal Caribbean, do setor de cruzeiros, em
segundo lugar, e a Supermicro, especializada em infraestrutura para data
centers, em terceiro.
A lista reúne empresas de capital aberto que registraram o maior ritmo
de crescimento nos últimos três anos, considerando indicadores como
receita, lucro e retorno aos acionistas.
A metodologia avalia a evolução da receita, o aumento do lucro por ação
e o retorno total obtido pelos investidores no período.
“Além
das métricas, este reconhecimento é a prova mais clara de que nosso
modelo operacional digital e de baixo custo funciona. Ao usar tecnologia
para manter uma estrutura enxuta, conseguimos repassar economia aos
clientes e impulsionar o crescimento orgânico”, afirmou Cristina
Junqueira, e atual diretora de crescimento (Chief Growth Officer, CGO)
da Nu Holdings.
Segundo o relatório do segundo trimestre, o banco digital atingiu 123
milhões de clientes com taxa de atividade mensal acima de 83% e receita
recorde de US$ 3,7 bilhões, um salto de 40% em relação ao ano anterior. O
custo médio para atender cada cliente ativo segue estável, em US$ 0,8
por mês.
Nubank é a maior das fintechs do Brasil — Foto: Getty Images via BBC
Investimento em tecnologia busca reduzir a distância em relação aos EUA na corrida armamentista. Pequim enfrenta desafios para desenvolver suas armas. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Reuters 28/10/2025 03h01 Atualizado há 08 horas Postado em 28 de Outubro de 2.025 às 11h00m #.* -- Post. - Nº.\ 11.922 -- *.#
Cães-robôs sobem escadas em demonstração na China, em 21 de março de 2025 — Foto: REUTERS/Florence Lo
AChina
vem investindo em cães-robôs armados e enxames de drones com
inteligência artificial para modernizar suas forças armadas. As máquinas
são parte do esforço de Pequim para usar IA em operações militares e
reduzir a distância em relação aos Estados Unidos na corrida por tecnologias de guerra.
Em novembro de 2024, o Exército de Libertação Popular da China abriu
uma licitação para fabricar cães-robôs equipados com IA que atuariam em
grupo para identificar ameaças e eliminar riscos de explosão.
A Reuters não conseguiu confirmar se o contrato foi executado. A China
já usou cães-robôs armados da fabricante Unitree em exercícios
militares, segundo imagens da mídia estatal. A empresa não respondeu às
perguntas sobre sua relação com o exército.
Patentes e artigos científicos dos últimos dois anos mostram que o
Exército vem aplicando IA em sistemas de planejamento militar, incluindo
tecnologias para analisar rapidamente imagens de satélites e drones.
A
Landship Information Technology, empresa que integra IA em veículos
militares chineses, afirmou que sua tecnologia é capaz de identificar
alvos em imagens de satélite e coordenar ações com radares e aeronaves.
A ferramenta foi construída com chips da gigante chinesa Huawei.
Segundo
a Universidade Tecnológica de Xi’an, a IA também reduziu o tempo entre a
identificação de um alvo e a execução da operação.
Pesquisadores
do instituto disseram que o sistema com tecnologia DeepSeek foi capaz
de avaliar 10 mil cenários de campo de batalha em 48 segundos.
Uma equipe convencional levaria48 horas para realizar o mesmo trabalho, segundo eles.
A Reuters não conseguiu verificar essas informações de forma independente.
Armas autônomas
Drone exibido durante desfile militar na China — Foto: REUTERS/Tingshu Wang
Entidades militares chinesas estão investindo em sistemas de campo de
batalha cada vez mais autônomos, de acordo com documentos.
Mais de 20 licitações e patentes vistas pela Reuters mostram o esforço
para integrar IA em drones, permitindo que eles reconheçam e rastreiem
alvos e atuem em grupo com pouca intervenção humana.
A Universidade Beihang, especializada em aviação militar, está usando o
DeepSeek para aprimorar decisões em enxames de drones voltados a
ameaças “baixas, lentas e pequenas” — como aeronaves leves e drones
inimigos —, segundo um pedido de patente de 2025.
Autoridades da defesa chinesa afirmam que o país manterá controle
humano sobre sistemas de armas, em meio a temores de que um conflito com
os EUA possa levar ao uso descontrolado de munições baseadas em IA.
Os militares americanos também investem em sistemas autônomos. O
objetivo é implantar milhares de drones até o fim de 2025 para tentar
equilibrar a vantagem numérica da China em veículos aéreos não
tripulados.
Os detalhes sobre o funcionamento dos sistemas por trás das novas armas
da China são mantidos em sigilo. Mesmo assim, patentes e registros
públicos indicam avanços no uso de inteligência artificial para
reconhecimento de alvos e apoio a decisões em tempo real no campo de
batalha.
‘Guerra dos Chips’: como Taiwan se tornou centro de disputa política e econômica entre China e EUA
O Exército de Libertação Popular e suas afiliadas continuam a usar e
buscar chips da Nvidia, incluindo modelos sob controle de exportação dos
EUA, segundo documentos, licitações e patentes.
Em setembro de 2022, o Departamento de Comércio dos EUA proibiu a exportação para a China dos chips A100 e H100 da Nvidia.
A Reuters não conseguiu determinar se esses chips foram adquiridos
antes das restrições impostas por Washington, já que os registros não
informam quando o hardware foi exportado. Patentes registradas em junho
indicam o uso de chips da Nvidia por institutos de pesquisa ligados às
forças armadas.
O porta-voz da empresa, John Rizzo, afirmou em nota que a Nvidia não
consegue rastrear revendas individuais de produtos antigos. Segundo ele,
“reciclar pequenas quantidades de produtos de segunda mão não cria nada
novo nem representa risco à segurança nacional”.
"Usar produtos restritos para aplicações militares seria inviável, sem suporte, software ou manutenção", acrescentou.
O Tesouro e o Departamento do Comércio dos EUA não responderam às perguntas da Reuters sobre o caso.
Em 2025, os militares chineses aumentaram os contratos para adquirir
tecnologia nacional, como chips de IA da Huawei, segundo o grupo
Jamestown Foundation, em Washington. A fundação analisou centenas de
licitações publicadas neste ano pelo portal oficial de compras do
exército chinês.
A Reuters não pôde confirmar de forma independente as informações de
Jamestown, mas a mudança coincide com uma campanha de Pequim para
incentivar empresas a usar tecnologia nacional.
A análise da Reuters de patentes e registros de aquisição indica
demanda crescente por chips da Huawei entre afiliadas do PLA. Ainda
assim, não foi possível verificar todas as propostas examinadas pela
Jamestown, que divulgará um relatório sobre o tema nesta semana.
Dependência do DeepSeek
O DeepSeek surpreendeu o mundo — o que sabemos sobre ele? — Foto: Getty Images
Modelos do DeepSeek foram mencionados em pelo menos uma dúzia de
licitações de entidades do PLA neste ano, segundo documentos obtidos
pela Reuters. Apenas uma delas fazia referência ao Qwen, da Alibaba,
outro modelo de IA chinês.
O Alibaba não respondeu sobre o uso militar do Qwen.
As licitações envolvendo o DeepSeek se intensificaram em 2025, com
novas aplicações militares aparecendo regularmente na rede do PLA,
segundo a Jamestown Foundation.
A preferência pelo DeepSeek também reflete a busca de Pequim pela
chamada “soberania algorítmica” — a tentativa de reduzir a dependência
de tecnologia ocidental e fortalecer o controle sobre sua infraestrutura
digital.
O Departamento de Defesa dos EUA se recusou a comentar o uso de IA pelo
exército chinês. Um porta-voz do Departamento de Estado disse que “a
DeepSeek forneceu voluntariamente, e provavelmente continuará a
fornecer, apoio às operações militares e de inteligência da China”.
Segundo ele, Washington vai “buscar uma estratégia ousada e inclusiva
para a IA com países aliados, mantendo essa tecnologia fora do alcance
de adversários”.
Na véspera, o principal índice da bolsa avançou 0,55%, aos 146.969 pontos, renovando seu recorde histórico. Já a moeda norte-americana recuou 0,42%, cotada a R$ 5,3697. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Redação g1— São Paulo 28/10/2025 09h00 Atualizado há uma hora Postado em 28 de Outubro de 2.025 às 10h00m #.* -- Post. - Nº.\ 11.921 -- *.#
EUA e Japão fecham acordo sobre minerais críticos e terras raras
O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, registrou um novo recorde histórico no fechamento desta terça-feira (28), aos 147.429 pontos, em alta de 0,31%. O dólar, por sua vez, encerrou em queda de 0,19%, cotado a R$ 5,3597.
O desempenho positivo do mercado mais uma vez acompanhou asnegociações dos Estados Unidos com seus parceiros comerciais na Ásia. Nesta terça, o destaque ficou com o acordo assinado entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi (saiba mais abaixo).
O mercado também aguarda a reunião entre Trump e o presidente da China,
na quinta-feira, e segue na expectativa pela decisão de juros do
Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), prevista para amanhã.
▶️Trump chegou ao Japão
na última segunda-feira, em mais uma etapa de sua viagem pela Ásia. O
presidente norte-americano e a primeira-ministra do Japão, Sanae
Takaichi, assinaram nesta terça-feira um acordo para garantir o fornecimento de minerais críticos e terras raras por meio de mineração e processamento.
Ambos os países buscam fortalecer suas cadeias de suprimento de terras
raras, utilizadas em setores que vão da energia renovável à eletrônica e
à indústria automobilística.
▶️Além disso, o mercado segue em compasseo de espera peloencontro de Trump com o presidente chinês, Xi Jinping,
previsto para a próxima quinta-feira (30), na Coreia do Sul. A
expectativa é que os representantes debatam sobre um possível acordo
entre os dois países, após meses de tensão comercial entre os líderes
das duas maiores economias do mundo.
▶️Ainda no exterior, investidores ficam em compasso de espera pela decisão de política monetária do Fed, prevista para amanhã. A expectativa é que a instituição faça um novo corte de juros. Nesta terça, Trump voltou a criticar o presidente da instituição, Jerome Powell.
▶️Por aqui, as atenções ficaram voltadas para as novas falas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele disse que o governo vai esperar a votação
do projeto que limita gastos antes de propor novas medidas para
aumentar a arrecadação. Após a derrubada da MP que elevava impostos
sobre bets e fintechs, o foco agora é controlar despesas e repor perdas
de receita.
▶️Entre os indicadores,
a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC)
divulgou o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) de
outubro, que recuou 1,1% e apontou que os varejistas seguem em nível
pessimista. Já o indicador de confiança da construção, medido pelo FGV
IBRE, recuou 0,7 ponto no mês, interrompendo o avanço em setembro.
Veja a seguir como esses fatores influenciam o mercado.
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair
💲Dólar
Acumulado da semana: -0,60%;
Acumulado do mês:+0,70%;
Acumulado do ano:-13,27%.
📈Ibovespa
Acumulado da semana: +0,86%;
Acumulado do mês: +0,82%;
Acumulado do ano: +22,57%.
Acordos entre EUA e Japão
Os Estados Unidos e o Japão fecharam nesta terça-feira (28) um acordo
para garantir o fornecimento de minerais usados em tecnologias como
carros elétricos, eletrônicos e energia limpa. O anúncio foi feito
durante a visita do presidente norte-americano, Donald Trump, ao país
asiático.
O objetivo de Trump é reduzir a dependência da China, que hoje domina mais de 90% do processamento desses materiais e vem impondo novas restrições às exportações.
Pelo acordo, os dois países vão trabalhar juntos para facilitar a
exploração e o licenciamento desses minerais, além de buscar práticas de
mercado mais justas. Eles também pretendem criar estoques de segurança e
cooperar com outras nações para fortalecer a cadeia de suprimentos.
"O acordo ajudará ambos os países a fortalecer a segurança econômica,
promover o crescimento econômico e, assim, contribuir continuamente para
a prosperidade global", segundo a Casa Branca.
Agora, a expectativa fica pelo encontro entre Trump e o presidente
chinês, Xi Jinping. Os líderes devem se encontrar na próxima
quinta-feira (30), na Coreia do Sul, para debater um possível acordo
entre as duas potências.
Investidores também aguardam os próximos passos nas negociações
bilaterais entre os EUA e o Brasil. A expectativa é que os
representantes dos dois países voltem a se encontrar em breve — a
próxima reunião, no entanto, ainda não tem hora marcada.
Arrecadação do governo
No Brasil, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça
que o governo vai aguardar a votação do projeto que limita os gastos
públicos antes de enviar novas propostas para aumentar a arrecadação.
Segundo o ministro, o foco neste momento é aprovar medidas de controle
de despesas, e só depois discutir eventuais aumentos de tributos. Ele
destacou que a parte principal do ajuste — cerca de 60% do problema —
pode ser resolvida com o projeto em tramitação na Câmara, que deve ser
votado nesta quarta-feira (29).
Com a queda da MP, o governo perdeu receitas estimadas em mais de R$ 50
bilhões até o fim do mandato de Lula. Para compensar, o Ministério da
Fazenda avalia novas formas de taxar fintechs, empresas de apostas
online e rever benefícios fiscais.
Bolsas globais
O encontro de Trump com parceiros comerciais na Ásia e a expectativa
pela nova decisão de juros do Fed também mexeram com os mercados
internacionais nesta terça-feira.
Em Wall Street, os principais índices acionários registraram novas
máximas recordes no fechamento, com destaque para ações da Nvidia e para
o maior otimismo dos investidores antes dos principais resultados
corporativos desta semana.
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 ganhou 0,24%, aos
6.890,95 pontos, enquanto o Nasdaq Composite subiu 0,80%, aos em
23.827,49 pontos. O Dow Jones Industrial Average, por sua vez, avançou
0,34%, aos 47.706,65 pontos.
Na Ásia,
as bolsas da China e de Hong Kong devolveram os ganhos recentes e
fecharam em queda, refletindo a cautela dos investidores antes das
conversas entre os líderes.
O índice deXangai caiu 0,22% e o Hang Seng recuou 0,33%. Em outras regiões, o Nikkei do Japão perdeu 0,58%, o Kospi da Coreia do Sul caiu 0,80% e o S&P/ASX 200 da Austrália teve baixa de 0,48%.
Os principais índices de Wall Street
abriram em máximas recordes após previsões positivas de empresas como
UnitedHealth e UPS, enquanto a Apple ultrapassou US$ 4 trilhões em valor
de mercado pela primeira vez, impulsionada pela forte demanda do novo
iPhone.
O Dow Jones Industrial Average subia 0,44% na abertura, para 47.752,35 pontos. O S&P 500 avançava 0,33%, a 6.897,74 pontos, enquanto o Nasdaq Compositetinha alta de 0,55%, para 23.766,463 pontos.
O principal índice da bolsa avançou 0,55%, aos 146.969 pontos. Já a moeda norte-americana recuou 0,42%, cotada a R$ 5,3697. <<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>> Por Redação g1— São Paulo 27/10/2025 09h01 Atualizado há 07 horas Postado em 27 de Outubro de 2.025 às 16h00m #.* -- Post. - Nº.\ 11.920 -- *.#
Após encontro, Trump chama Lula de 'vigoroso'
OIbovespa, principal índice da bolsa brasileira, avançou 0,55% nesta segunda-feira (27) e fechou aos 146.969 pontos,renovando seu recorde histórico. Até então, o maior fechamento havia ocorrido em 24 de setembro, quando atingiu os 146.492 pontos.
Pela manhã, o índice atingiu a máxima de 147.977 pontos, maior valor
intradiário da história. No decorrer do dia, no entanto, perdeu força. O
dólar, por sua vez, encerrou a sessão em queda de 0,42%, cotado a R$ 5,3697.
▶️ O presidente Lula afirmou na noite de domingo (26) — manhã de segunda na Malásia — que a reunião com Donald Trump foi"surpreendentemente boa". A expectativa do petista é de que os dois países resolvam em breve os impasses comerciais.
▶️ O líder americano, por sua vez, afirmou que a reunião com Lula foi "muito boa" e voltou a elogiar o presidente brasileiro. Essa aproximação aumentou o otimismo do mercado sobre uma possível suspensão do tarifaço dos EUA a itens brasileiros — o que favorece a bolsa e o real frente ao dólar.
▶️ Além disso, Trump chegou ao Japão nesta segunda-feira,
em mais uma etapa de sua viagem pela Ásia. Ele firmou acordos
comerciais com países do Sudeste Asiático e agora busca uma trégua na
guerra comercial com a China, em negociação com Xi Jinping na Coreia do
Sul.
▶️ Após o IPCA-15apontar alívio na inflação,
a mediana das projeções dos economistas do mercado para a inflação
oficial brasileira em 2025 recuou de 4,70% para 4,56%, na quinta queda
seguida, segundo o relatório Focus, do Banco Central (BC), divulgado
nesta segunda-feira.
▶️A semana também traz a expectativa de um novo corte de juros pelo Federal Reserve (Fed),
o banco central dos EUA. Analistas projetam amplamente uma redução de
25 pontos-base na taxa básica americana, com a decisão prevista para 29
de outubro.
Veja a seguir como esses fatores influenciam o mercado.
No encontro, Lula destacou que o Brasil tem déficit comercial com os
EUA, questionando a aplicação das tarifas de 50% impostas por Trump em
agosto deste ano a produtos brasileiros, e pediu a suspensão temporária
das taxas durante o período de negociação.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou que a reunião
marca o início de um cronograma de negociações, abrangendo os setores
afetados, inclusive minerais críticos e terras raras.
Além do comércio, os presidentes trataram de temas políticos e
internacionais: a situação de Jair Bolsonaro, a tensão com a Venezuela, e
a importância de o Brasil manter relações equilibradas com diferentes
países. Lula reforçou que o país não aceita uma nova Guerra Fria entre
EUA e Rússia.
Trump elogiou Lula, demonstrando empatia com o tempo em que ele esteve
preso, e ambos mostraram interesse em visitas recíprocas futuras — Trump
ao Brasil e Lula aos EUA.
Os presidentes demonstraram otimismo com a possibilidade de um acordo
comercial ser fechado nas próximas semanas, após a entrega de uma lista
de reivindicações brasileiras
A reunião também estabeleceu que o Brasil pode atuar como interlocutor
entre EUA e Venezuela, embora detalhes da mediação ainda não tenham sido
definidos.
EUA-China
Além da expectativa de acordo entre os EUA e o Brasil, o mercado também
acompanha de perto as negociações entre o presidente Trump e o
presidente chinês Xi Jinping.
"Tenho
muito respeito pelo presidente Xi e acho que chegaremos a um acordo",
disse Trump aos repórteres no avião presidencial Força Aérea Um, vindo
da Malásia. "A China está chegando e será muito interessante."
O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que os dois
países têm "uma estrutura muito bem-sucedida para os líderes discutirem
na quinta-feira".
Bessent disse que o acordo poderia adiar os controles de exportação da
China e evitar novas tarifas de 100% sobre produtos chineses.
Também foram acertados os detalhes de um acordo para transferir a
propriedade do aplicativo chinês de vídeos curtos TikTok para o controle
dos EUA. A expectativa, segundo Bessent, é que Trump e Xi consigam
concluir a transação na próxima semana.
Bolsas globais
As ações chinesas fecharam nesta segunda-feira em máximas de mais de 10
anos, impulsionadas pela expectativa de um acordo comercial entre
EUA-China.
O índice de Xangai subiu 1,18%, o CSI300, que reúne as maiores companhias de Xangai e Shenzhen, avançou 1,19%, e o Hang Seng, de Hong Kong, teve alta de 1,05%.
Segundo Kenny Ng, estrategista da Everbright Securities, o mercado
reagiu positivamente às negociações, mas ainda aguarda confirmação de
que os termos finais do acordo não trarão surpresas.
Os principais índices deWall Street
atingiram novos recordes nesta segunda-feira. Além da empolgação em
relação às negociações EUA-China, a semana será carregada de balanços de
grandes empresas de tecnologia e um provável corte na taxa de juros
pelo Federal Reserve.
O Dow Jones Industrial Average subiu 0,71%, aos 47.544,59 pontos. O S&P 500 teve ganhos de 1,22%, aos 47.544,59 pontos, e o NasdaqCompositeavançou 1,86%, aos 23.637,46 pontos.
Dólar atinge a segunda maior cotação da história: R$ 5,86 — Foto: Reprodução/TV Globo