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terça-feira, 6 de novembro de 2012

McLaren de R$ 11 milhões é o carro moderno mais caro do mundo

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Portal Terra

Uma McLaren F1 1998 foi VENDIDA por 3,5 milhões de libras (cerca de R$ 11,3 milhões) e se tornou o carro moderno mais caro do mundo. De acordo com o jornal Daily Mail, o VEÍCULO foi vendido no Reino Unido para um comprador que não quis revelar sua identidade. O modelo raro é cerca de 3,5 vezes mais caro que o carro 0 km mais caro da atualidade, o Bugatti Veyron.

A McLaren F1 foi produzida entre 1993 e 1998 e apenas 64 unidades foram fabricadas. De acordo com o diário britânico, o comediante Rowan Atinkson (que interpreta o Mr. Bean) e o apresentador americano Jay Leno são alguns dos famosos donos de uma McLaren F1.
A McLaren F1 1998 se tornou o carro moderno mais caro do mundo
A McLaren F1 1998 se tornou o carro moderno mais caro do mundo
O Daily Mail diz que Bentleys, Mercedes, Rolls-Royces e Ferarris construídas antes de 1970 custam a bater esse preço, mas carros mais novos dificilmente costumam ser vendidos por mais de 1 MILHÃO de libras (cerca de R$ 3,5 milhões).

O modelo possui motor 6.1 l de 12 cilindros que gera 627 cavalos de potência, faz de zero a 100 km/h em 3s2 e alcança a velocidade máxima de 388 km/h.

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Prejuízo de bancos com calotes cresceu 39% no 1º semestre


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06/11/2012-06h00 -- Atualizado às 08h58
ÉRICA FRAGA
DE SÃO PAULO
SHEILA D'AMORIM
DE BRASÍLIA

O crédito farto que vem financiando o consumo dos brasileiros desde 2009 fez as perdas dos bancos com calotes dispararem.
Segundo dados da Austin Rating, somente no primeiro semestre deste ano, os empréstimos atrasados que os bancos foram obrigados a registrar como novos prejuízos cresceram 46% (39% descontada a inflação) em relação ao mesmo período de 2011, somando R$ 38 bilhões.

Se for descontada desse montante a fatia de prejuízos antigos que os bancos conseguiram recuperar e créditos vendidos a instituições não financeiras, o valor cai para R$ 24 bilhões. Mas representa aumento de 64% (56% descontada a inflação) sobre o primeiro semestre de 2011, de acordo com o Banco Central.

DIFICULDADES
A tendência, segundo analistas, revela que os clientes que contraíram empréstimos e ficaram inadimplentes estão tendo dificuldade em quitar a dívida atrasada.

"Esses dados evidenciam a incapacidade de pagamento dos devedores, sejam empresas ou indivíduos", diz Luis Miguel Santacreu, analista da Austin Rating.
Os bancos são obrigados pelo BC a rebaixar a classificação dos créditos em atraso usando letras. O pior nível é o H que aponta atraso superior a 180 dias.

Por determinação do BC, as instituições financeiras também precisam fazer uma reserva (chamada provisão) para cobrir possíveis perdas com esses empréstimos.
Apesar dessas provisões -que têm impacto negativo no resultado dos bancos-, os créditos atrasados continuam sendo considerados um ativo, ou seja, é um valor que a instituição emprestou e espera receber de volta.

Depois de 360 dias, esse cenário muda. A recuperação do crédito inadimplente passa a ser considerada improvável e ele tem de ser registrado como prejuízo.
Se o departamento de recuperação do banco conseguir reaver parte desse crédito no futuro, pode reverter o prejuízo em seu balanço.

OTIMISMO
Apesar das perdas crescentes com inadimplência, os bancos continuaram apresentando lucros elevados. Mas passaram a racionar mais a concessão de novos empréstimos.
Segundo técnicos do governo, isso não afetará a sustentabilidade do modelo de crescimento adotado pela presidente Dilma Rousseff.

A expectativa é que uma maior cautela nas concessões paute o comportamento dos bancos, até por conta das medidas adotadas pelo BC que inibem empréstimos muito longos para compra de produtos como automóveis.

Mas, para a equipe econômica, crédito e consumo deverão ser os responsáveis pela retomada da atividade econômica em 2013, depois do desempenho ruim este ano.
O mercado interno consumidor, nas palavras de um integrante da equipe econômica, é o maior "antídoto" contra o impacto negativo da crise financeira internacional no crescimento da economia brasileira.

Mas, para alguns analistas, o modelo de crescimento sustentado pelo crédito pode ter atingido seu limite.
"A inadimplência vai continuar alta e isso vai limitar a expansão do crédito. Esse cenário não vai mudar enquanto os juros cobrados pelos bancos continuarem em níveis tão altos", diz o economista Roberto Luis Troster.
Editoria de arte/Folhapress
PERDAS DOS BANCOS COM CALOTE Prejuízo das instituições com a inadimplência cresce 46% no último semestre
PERDAS DOS BANCOS COM CALOTE Prejuízo das instituições com a inadimplência cresce 46% no último semestre.

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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Preço da cesta básica sobe em 9 de 17 capitais pesquisadas pelo Dieese

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Maiores altas foram verificadas em Recife, Manaus e Fortaleza. 
Após 3 meses sem liderança, São Paulo volta a ter maior valor: R$ 311,55.

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05/11/2012 10h49 - Atualizado em 05/11/2012 11h46
Do G1, em São Paulo

Localidade Variação em outubro (%)
Recife 4,49
Manaus 3,61
Fortaleza 2,54
Natal 2,45
Salvador 2,43
Belém 2,36
Curitiba 0,91
São Paulo 0,80
Goiânia 0,40
João Pessoa -0,11
Rio de Janeiro -0,60
Aracaju -0,85
Belo Horizonte -1,69
Porto Alegre -1,84
Vitória -2,29
Brasília -3,66
Florianópolis -9,04
** Fonte: Dieese
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O preço da cesta básica aumentou em nove das 17 das capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em outubro, aponta nesta segunda-feira (5) a Pesquisa Nacional da Cesta Básica.

Depois de três meses sem a liderança, São Paulo voltou a apresentar o maior valor para a cesta básica no mês passado, com os produtos de primeira necessidade custando R$ 311,55.

Porto Alegre, que havia registrado o maior preço nos últimos três meses, apresentou o segundo maior valor, de R$ 305,72, e Manaus, o terceiro, com R$ 298,22. As cestas com os menores custos médios foram encontradas em Aracaju (R$ 206,03), Salvador (R$ 223,00) e João Pessoa (R$ 232,97).
As maiores altas foram verificadas em cidades do Norte e Nordeste, com destaque para Recife (4,49%), Manaus (3,61%) e Fortaleza (2,54%).

Entre as sete localidades onde houve recuo, as quedas mais expressivas foram registradas em Florianópolis (baixa de 9,04%), Brasilia (queda de 3,66%) e Vitória (redução de 2,29%).

No acumulado de janeiro a outubro deste ano, foi registrada alta nos preços em todas as localidades. Os maiores aumentos foram registsrados em Fortaleza (18,54%), Manaus (16,59%), Natal (16,40%) e Recife (15,88%). As menores variações no ano ocorreram em Goiânia (1,79%), Vitória (6,70%) e Salvador (6,79%).

Em doze meses também há alta acumulada em todas as regiões, com destaque para Fortaleza (28,40%), Natal (23,25%) e Recife (21,39%). As menores variações nesse tipo de comparação foram observadas em Goiânia (7,56%), Florianópolis (8,36%) e Salvador (8,72%).

Preço da cesta
Em outubro, para adquirir o conjunto de produtos alimentícios essenciais, o trabalhador que recebe salário mínimo precisou trabalhar, em média, 95 horas e 1 minuto, bastante semelhante à jornada média necessária em setembro, 95 horas e 12 minutos, diz o Dieese. No mesmo período do ano passado, a jornada média de trabalho exigida para a compra da cesta somava 94 horas e 4 minutos.


Com base no custo de São Paulo (o maior) e levando em conta o preceito constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para a manutenção de um trabalhador e sua família (suprindo gastos com alimentação, moradia, educação, vestuário, saúde, transportes, higiene, lazer e previdência social), em outubro, o menor valor pago a um trabalhador deveria ser de R$ 2.617,33, ou seja, 4,21 vezes o piso vigente do salário mínimo de R$ 622, diz a pesquisa.
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