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Conteúdo Exclusivo: Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica diz que às vezes precisam "dar uma lição aos ianques" com mísseis e drones após confrontos militares na região
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Da Reuters
Postado em 08 de Maio de 2.026 às 19h00m
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Lanchas iranianas disparando mísseis no Estreito de Ormuz • Reuters
“Recomendamos que mantenham uma distância de pelo menos 16 quilômetros dos navios de guerra para sua segurança, porque às vezes precisamos dar uma lição aos ianques” com “mísseis e drones”, disse uma voz no canal 16 do VHF, a frequência de rádio usada por navios internacionais para comunicações urgentes.
Yankees, ou ianques, é um termo usado para se referir a um cidadão dos Estados Unidos. Historicamente, a expressão era usada de forma depreciativa pelos britânicos para se referir aos habitantes da Nova Inglaterra, primeira região dos EUA a ser colonizada pelos ingleses.
Hoje, a região engloba os estados do Maine, New Hampshire, Vermont, Massachusetts, Rhode Island e Connecticut.
Uma fonte da indústria marítima disse à CNN que na quinta-feira (7) "os iranianos ordenaram que todos os navios que estavam na parte norte do Estreito se aproximassem de Dubai, o que todos fizeram", acrescentando que houve "intensos tiroteios" na hidrovia naquele dia.
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O tráfego no Estreito de Ormuz "permanece significativamente reduzido", informou o UKMTO (Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido), com vários novos incidentes relacionados à segurança relatados "nas últimas 48 horas".
Operar na hidrovia "continua sendo de alto risco devido aos recentes ataques a navios na área", afirmou a UKMTO, acrescentando que "as atividades de fiscalização relacionadas ao bloqueio continuam".
Outra fonte que atua no setor marítimo iraniano disse à CNN que as chances de uma “resolução amigável bem-sucedida para este conflito” permanecem mínimas. “Temos certa preocupação de que a guerra possa começar em breve”, disse a fonte.
Desde que os EUA e Israel iniciaram ataques aéreos contra o Irã no final de fevereiro, Teerã ameaçou atacar qualquer navio que passasse pelo Estreito de Ormuz sem permissão da marinha do IRGC.






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