<<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>>
Espécie considerada extinta na natureza foi repatriada da Europa e estava em criadouro na Bahia; todas as 11 aves testaram positivo para circovírus, doença fatal para psitacídeos.<<<===+===.=.=.= =---____-------- ----------____---------____::____ ____= =..= = =..= =..= = =____ ____::____-----------_ ___---------- ----------____---.=.=.=.= +====>>>
Por Redação g1
Postado em 27 de Novembro de 2.025 às 10h05m
#.* -- Post. - Nº.\ 11.963 -- *.#

Ararinhas-azuis que estavam em vida livre na Bahia testaram positivo para vírus letal
As aves foram repatriadas da Europa e estavam no criadouro da empresa Blue Sky, na Bahia, onde faziam parte do programa de reintegração. A espécie é considerada uma das mais raras do mundo e está extinta na natureza desde 2020.
Segundo o ICMBio, elas foram recapturadas em novembro após uma ordem judicial contra a empresa e passaram por testes que identificaram que todas foram contaminadas pelo circovírus.
O circovírus é o principal agente da chamada doença do bico e das penas. Os sintomas incluem falhas no empenamento, alteração na coloração das penas e deformações no bico. A doença não tem cura e, na maior parte dos casos, é fatal para os animais. Não há risco para humanos.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/b/M/GcKCx6SzmWrBQFWpjLMg/73646e17-42da-4bc7-80bf-b4a72bd4aa52.jpeg)
Onze ararinhas-azuis viviam livres em Curaçá, no norte da Bahia — Foto: Acervo ICMBio
Segundo o instituto, não houve o cuidado sanitário necessário no viveiro para isolar os animais doentes e evitar que os demais fossem contaminados, o que comprometeu a saúde das aves. Com isso, foi aplicada uma multa de R$ 1,8 milhão contra a empresa responsável pelo criadouro.
Entre as falhas encontradas estavam viveiros e comedouros sujos e a falta de equipamentos de proteção individual por parte dos funcionários que manipulavam as aves.
“Se as medidas de biossegurança tivessem sido atendidas com o rigor necessário e implementadas da forma correta, talvez a gente não tivesse saído de apenas um animal positivo para 11 indivíduos positivos para circovírus”, relata Cláudia Sacramento, coordenadora da Coordenação de Emergências Climáticas e Epizootias do ICMBio, que está à frente da emergência.
“O que a gente espera é que o ambiente não tenha sido comprometido, ameaçando a saúde de outras espécies de psitacídeos da nossa fauna”, comenta.
Ainda não se sabe exatamente como elas foram infectadas. A doença não é comum na região onde estavam, mas é registrada com maior frequência em populações de psitacídeos na Austrália.
Agora, os animais seguem sob os cuidados do instituto, mas não podem mais voltar para a natureza.
++-====------------------------------------------------- ----------------------=======;;==========--------------------------------------------------------------------- -----------====-++----
Nenhum comentário:
Postar um comentário