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segunda-feira, 23 de julho de 2012

Dívida externa: a bomba atômica do euro

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Jornal do BrasilPaulo Gala*
Sabemos todos que depois da crise de 2008 os governos de países ricos se endividaram exponencialmente para salvar seus setores privados. Fizeram gasto público e injeção de dinheiro nos bancos para não deixar a economia ir para o buraco. Numa conta simples, na média de 2008 até hoje um país rico que entrou em crise viu sua dívida dobrar em relação ao tamanho do PIB. As grandes dívidas do mundo hoje são dos EUA, Japão, Itália e Espanha. 


Todas acima de 100% do PIB e todas acima da casa dos 2 trilhões de dólares. No caso americano a dívida vai a 15 trilhões de dólares e no Japão deve estar na casa dos 6 ou 7 trilhões de dólares. Até aí “tudo bem”. Qual a grande diferença entre as dívidas japonesas, americana, italiana e espanhola?


Japão e EUA podem emitir dinheiro para pagar suas dívidas, que estão denominadas em moeda doméstica. A Itália e a Espanha não podem. Quando a dívida era denominada em liras ou pesetas, tudo certo. Era só rodar a maquininha de imprimir dinheiro que gerava inflação e desvalorizava a moeda. Mas a dívida interna era paga, calote não havia. Por bem ou por mal a dívida era paga. Só que agora os italianos e espanhóis entregaram a máquina de imprimir dinheiro para o Banco Central europeu. Ao entrar para o euro abriram mão de emitir moeda. 


De uma hora para outra criaram, então, uma dívida externa gigantesca. E o curioso dessa historia toda é que Itália e Espanha tomaram dívida como se fossem da zona do euro, e agora vão ter que pagar como Itália e Espanha. O arranjo da união monetária permitiu que a Itália e Espanha (Portugal e Grécia também) construíssem dividas externas enormes como se fossem dívidas internas. 


Na verdade, era dívida interna denominada em liras e pesetas mas que viraram do dia para noite divida interna em euros, e agora, se não forem financiados, será uma dívida externa, ou seja, denominada numa moeda que o país não emite.


Hoje Portugal, Grécia, Espanha e Itália têm, somados, uma dívida de aproximadamente 3 trilhões de euros denominada em moeda forte. Com taxas de juros entre 0% e 2% dá para financiar uma dívida dessas sem problemas. Com taxas acima de 7% ao ano fica praticamente impossível. Sob condições normais uma dívida externa desse tamanho não teria sido construída. Credores externos não estariam dispostos a financiar países em “moeda forte” até a cifra de 3 trilhões de dólares. 


A capacidade de endividamento de um país em outra moeda que não a sua é de fato limitada. A união monetária permitiu, entretanto, a criação desse Frankstein, que agora assusta todo mundo. No começo ninguém imaginou que um país poderia sair do euro e que sua dívida em euros não seria honrada. Hoje em dia é o que todo mundo mais teme. A dívida interna virou dívida externa!
* Paulo Gala é professor de economia da Escola de São Paulo-FGV/SP.

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